sexta-feira, 12 de dezembro de 2025

'A gente se chamava de irmão', diz universitária sobre colega preso suspeito de estuprá-la

Mulher denuncia ter sido estuprada por universitário no Ceará
A jovem de 20 anos vítima de estupro relatou que tinha uma relação "de melhores amigos" com o homem preso suspeito de estuprá-la. O aluno, de 24 anos, é colega universitário da vítima e foi capturado nesta quinta-feira (11).

O caso teria acontecido na casa da vítima, no bairro Álvaro Weyne, em Fortaleza. Os dois estavam assistindo a um jogo de futebol quando o crime teria ocorrido, conforme relato da vítima. "A gente se tinha uma relação de melhores amigo, de se chamar de irmão. De chamar a mãe do outro de minha mãe. Sempre que nunca teve um estímulo sexual", afirma a vítima. O registro foi feito no 1º Distrito da Polícia Civil, no bairro Monte Castelo.

O crime teria acontecido na noite de quarta-feira (10), e a denúncia foi feita na manhã desta quinta-feira. "O que pesou na minha consciência [para fazer a denúncia] é que ele é amigo de outras meninas também. Já aconteceu uma coisa parecida comigo quando eu era criança, e eu não pude fazer nada. Então, assim, de novo, agora eu maior de idade, dona de mim, quis vir", disse a jovem que denunciou. 

 “A gente estava na minha casa". 
A gente começou a beber, quando deu 21h30, a gente parou para ver um jogo. Só que eu não aguentei ver o jogo, fiquei muito tonta. Aí aconteceu o que aconteceu. A sensação era como se eu fosse desmaiar. Estava muito tonta mesmo”, falou a jovem. “O que eu conseguia falar era só 'hum', 'sai', 'tira a mão'; conseguia me virar de costas. Era o que eu conseguia fazer para me livrar da situação”, disse a vítima. Ela levou à delegacia roupas íntimas sujas de sangue. 

A universitária passou por exames na Perícia Forense para saber se foi dopada. Universitário é preso suspeito de estuprar amiga enquanto assistiam a jogo de futebol em Fortaleza.

g1

Brasileiros saltam em mar com tubarões após barco pegar fogo

Foto: Arquivo Pessoal/Carolina Pereira Topfstedt
Quatro brasileiros sobreviveram a um naufrágio durante uma hospedagem em um catamarã [tipo de embarcação de dois cascos], que pegou fogo nas Ilhas de San Blas, localizadas na costa caribenha do Panamá.

Eles contaram que precisaram pular no mar para escapar das chamas, enquanto tubarões nadavam ao redor do barco minutos antes.

O grupo viajava junto desde 28 de novembro em um roteiro pelo Panamá e pela Colômbia. A empreendedora Carolina Pereira Topfstedt, 32, e os amigos Douglas de Melo Zulião, Luciane Alves Casão e Leonardo Ricciarelli reservaram hospedagem, via Airbnb, em um catamarã conduzido por um capitão que morava na própria embarcação.
O incêndio começou logo após um estalo ouvido pelo capitão, vindo diretamente da cabine. Ele chamou o ajudante ao perceber fumaça saindo do local, segundo Carolina. O grupo tinha acabado de voltar de um mergulho com snorkel. “Eu vi a fumaça e corri para a sala.

O Douglas pegou o extintor, mas a fumaça só aumentava. De repente, eu vi a feição do capitão de desespero e uma labareda atrás dele”, relatou Carolina

A velocidade do fogo impediu qualquer reação organizada, e a fuga aconteceu no instinto. “Pulei no bote na hora, porque achei que o catamarã fosse explodir”, contou Carolina. Comecei a gritar pelos meus amigos.” No mesmo instante, Luciane pulou direto no mar, mesmo sabendo que tubarões circulavam ali. Leonardo, seu marido, mergulhou atrás para ajudá-la.

Eu puxei a Luciane para dentro do bote enquanto o Douglas desamarrava. Não dá para explicar a sensação. Só pensava: ‘a gente precisa se afastar antes de explodir’. Eu peguei um remo e comecei a remar o mais rápido que pude, disse Carolina

O grupo remou a bordo do pequeno bote, até uma ilha próxima. O mesmo bote retornou para buscar o capitão e o ajudante, que sofreram queimaduras leves ao tentar salvar pertences do catamarã.

Quando chegamos na ilha, alguns indígenas nos deram água. Um casal estrangeiro nos deu toalhas para não ficarmos só de biquíni. Estávamos em choque, literalmente sem nada, relatou  Carolina

O capitão e o ajudante da embarcação “Terra” também estavam a bordo quando o incêndio começou no último sábado (6).

O cacique de San Blas assumiu o caso e levou os seis envolvidos para registrar um boletim de ocorrência. O grupo foi encaminhado em seguida para a sede do governo indígena em outra ilha. “Nos deram roupas, comida, banho, um lugar para dormir. Era tudo simples — banho gelado, sem luz — mas fomos recebidos com muito amor e empatia”, relatou Carolina.

No domingo, o cacique pediu que seu motorista levasse os brasileiros até a Cidade do Panamá para resolverem a documentação. Ele também telefonou pessoalmente ao cônsul brasileiro, Geraldo Seabra.

“Ele saiu de um almoço de domingo e foi nos encontrar. Ajudou com muita paciência e emitiu um documento que permitia nossa volta ao Brasil até o dia 11”, diz

  Sem roupas, dinheiro ou pertences, o grupo precisou comprar peças básicas antes de conseguir antecipar o voo. A viagem original só terminaria em 14 de dezembro. “Perdemos o resto da viagem, hospedagens, voos internos. Compramos a passagem mais próxima possível, que foi na madrugada do dia 8. Estávamos desolados, traumatizados”.

No aeroporto, passageiros perceberam o estado do grupo e emprestaram blusas para que não embarcassem apenas com as roupas improvisadas recebidas na ilha.

Carolina afirma que pretende voltar ao Panamá quando estiver recuperada emocionalmente. Entre os aprendizados que ficaram, ela cita, categoricamente: “fazer seguro-viagem, ter fotos dos documentos e contatos de emergência sempre à mão”

UOL

Inscrições abertas: Marinha abre seleção com 794 vagas e salário de quase R$ 4 mil para todo o Brasil — chance imperdível para temporários do Ensino Fundamental ao técnico!

Imagem: Reprodução/Marinha
A nova seleção da Marinha oferece 794 vagas distribuídas em todo o País e movimenta candidatos interessados em formação técnica, estabilidade temporária e atuação direta nas atividades navais, destacando oportunidades para diferentes níveis de escolaridade e especialidades profissionais em áreas estratégicas da Força.

A Marinha do Brasil divulgou a abertura de 794 vagas para o Serviço Militar Voluntário (SMV) de Praças Temporários, com oportunidades distribuídas por todos os Distritos Navais.

Segundo informações da Agência Marinha AQUI, podem participar candidatos com formação de nível fundamental ou médio técnico, com remuneração que pode chegar a R$ 3.835,42 após o curso de formação.

Como funciona o SMV na prática
O Serviço Militar Voluntário é voltado para civis que desejam atuar de maneira temporária na Marinha.

Os aprovados ingressam como militares da Reserva de 2ª Classe (RM2) e realizam atividades conforme a necessidade da Força Naval.

Os selecionados têm acesso, desde o início da formação, a benefícios como assistência médico-odontológica, apoio psicológico, acompanhamento social e assistência religiosa, o que torna o programa atrativo para quem busca estabilidade profissional temporária e capacitação em áreas técnicas.

As vagas estão distribuídas em duas graduações:
  • Marinheiro Especializado, destinada a candidatos com Ensino Fundamental e formação inicial e continuada (C-FIC).
  • Cabo, para quem possui nível médio técnico ou formação superior compatível com a área profissional da habilitação escolhida.
Essa divisão garante que diferentes perfis de candidatos encontrem oportunidades alinhadas às suas competências.

Inscrições e isenção
As inscrições começaram em 9 de dezembro e seguem abertas até 27 de janeiro de 2026, devendo ser realizadas diretamente na página do Distrito Naval escolhido pelo candidato.

A taxa é de R$ 70,00, mas é possível solicitar isenção entre 12 e 14 de janeiro de 2026, desde que o candidato esteja inscrito no CadÚnico e faça parte de família de baixa renda.

Esse benefício amplia o acesso a candidatos de diferentes regiões e condições sociais.

Distribuição das vagas por Distrito Naval
Para facilitar a escolha do local de inscrição, a Marinha divulgou a quantidade de vagas por Distrito Naval, considerando tanto o Ensino Fundamental quanto o Ensino Médio Técnico.

Confira a distribuição:

1º Distrito Naval (RJ, ES, MG): 74 vagas para Ensino Fundamental e 335 para Ensino Médio Técnico.
Mais informações: https://www.marinha.mil.br/com1dn/node/4363

2º Distrito Naval (BA e SE): 8 vagas para Ensino Fundamental e 53 para Ensino Médio Técnico.
Mais informações: https://www.marinha.mil.br/com2dn/processo-seletivo-servico-militar-voluntario-smv-de-pracas-2026

3º Distrito Naval (CE, RN, PB, PE, AL): 6 vagas para Ensino Fundamental e 76 para Ensino Médio Técnico.
Mais informações: https://www.marinha.mil.br/com3dn/content/processo-seletivo-de-pracas-rm2-resumo

4º Distrito Naval (AP, PA, MA, PI): 3 vagas para Ensino Fundamental e 34 para Ensino Médio Técnico.
Mais informações: https://www.marinha.mil.br/com4dn/smv

5º Distrito Naval (RS e SC): 4 vagas para Ensino Fundamental e 80 para Ensino Médio Técnico.
Mais informações: https://www.marinha.mil.br/com5dn/servi%C3%A7omilitar

6º Distrito Naval (MT e MS): 8 vagas para Ensino Fundamental e 22 para Ensino Médio Técnico.
Mais informações: https://www.marinha.mil.br/com6dn/SMV_Pracas_2026

7º Distrito Naval (TO, GO e DF): 10 vagas para Ensino Fundamental e 29 para Ensino Médio Técnico.
Mais informações: https://www.marinha.mil.br/com7dn/nivel-medio

8º Distrito Naval (SP e PR): 1 vaga para Ensino Fundamental e 23 para Ensino Médio Técnico.
Mais informações: https://www.marinha.mil.br/com8dn/node/107

9º Distrito Naval (RR, AC, AM e RO): 8 vagas para Ensino Fundamental e 20 para Ensino Médio Técnico.
Mais informações: https://www.marinha.mil.br/com9dn/node/1957

Requisitos para participação
Para se candidatar, é necessário ser brasileiro nato ou naturalizado e ter entre 18 e 41 anos até a data da incorporação.

Também é preciso demonstrar idoneidade moral e estar regularizado no órgão fiscalizador da profissão, quando houver.

Para Marinheiro Especializado, o candidato deve ter concluído ou estar concluindo  o Ensino Fundamental e o curso de Formação Continuada referente à área de atuação.

Para Cabo, é exigido Ensino Médio Técnico completo ou em fase final de conclusão, com aceitação opcional de diploma superior na mesma área profissional.

Etapas da seleção
A primeira fase será a Prova Objetiva, marcada para 15 de março de 2026, com 40 questões de Língua Portuguesa e duração de três horas.

Somente os candidatos mais bem classificados seguem para as demais etapas, que incluem Prova de Títulos, Verificação de Dados Bibliográficos, Verificação Documental, Inspeção de Saúde e Teste de Aptidão Física (TAF).

O TAF costuma exigir corrida, exercícios de força e resistência muscular — avaliações comuns nos processos seletivos das Forças Armadas, que buscam garantir padrões mínimos de preparação física.

Remuneração, formação e carreira
Os aprovados dentro das vagas são incorporados como Grumetes (GR), recebendo bolsa-auxílio de R$ 1.398,30 durante o curso.

Após concluírem o Estágio de Aprendizagem Técnica (EAT) ou o Estágio Técnico para Praças (ETP), passam às graduações correspondentes, com salários de R$ 2.792,70 para Marinheiro Especializado e R$ 3.835,42 para Cabo.

O vínculo no SMV é temporário, com permanência máxima de oito anos.

Sociedade Militar

Dois policiais militares são presos por envolvimento com facção criminosa no Ceará

Polícia apreendeu armas, drogas e mais de R$ 90 mil com os investigados
Ao todo, sete pessoas foram capturadas durante a operação, que cumpriu mandados em Iguatu e Fortaleza
Dois policiais militares foram presos por envolvimento com uma facção criminosa. Além dos agentes, outras cinco pessoas foram capturadas durante a operação, que cumpriu mandados de prisão e de busca e apreensão nas cidades de Fortaleza e Iguatu, nesta quinta-feira (11).

Na ocasião, os agentes apreenderam com os investigados drogas, armas de fogo, celulares e mais de R$ 90 mil em espécie. Também foi solicitado o bloqueio de contas bancárias e sequestro de bens com valores que ultrapassam R$ 3,6 milhões.

Conforme a Polícia Civil, os envolvidos foram identificados durante a investigação acerca da movimentação financeira de um grupo criminoso de origem carioca por meio da venda de entorpecentes.

Policial reincidente
A polícia não divulgou as identidades dos capturados. Um dos presos, é um sargento da Polícia Militar, da reserva remunerada, que já era alvo de outra investigação por fazer parte de uma milícia com atuação no Bairro Pirambu, em Fortaleza.

Em novembro de 2024, a Justiça aceitou a denúncia contra o sargento e outros cinco policiais por integrar organização criminosa, tráfico de drogas e comércio ilegal de arma de fogo.

No processo, é citado que o sargento tinha como função a revenda do material obtido pelos outros membros da milícia e ficava responsável pelas finanças da organização criminosa.

Criança de 10 anos sofre bullying e é forçado a beber urina em escola

Em Vespasiano, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, um aluno da Escola Municipal Maria de Paula Santos foi vítima de um ato de extrema humilhação. Um vídeo que circulou entre os estudantes mostra o momento em que colegas o obrigam a beber urina de um vaso sanitário.

A agressão ocorreu no dia 24 de novembro. A vítima é filmada ajoelhada diante do vaso, sendo ameaçada e insultada, forçada a proferir a frase: "nunca mais vou mexer com vocês".

O diretor da escola acionou a Polícia Militar (PM) no dia seguinte para registrar a ocorrência. A vítima identificou os agressores e manifestou medo por sua segurança e a de sua avó, que também foi mencionada nas ameaças. A Polícia Civil está investigando o caso.

Na Ilha do Governador, Zona Norte do Rio de Janeiro, um ato de violência resultou na perda da visão de um dos olhos de uma criança de 10 anos. O menino foi agredido com um soco por um aluno mais velho, de 15 anos.

A agressão, ocorrida em 18 de novembro, causou uma lesão grave que exigiu cirurgia de urgência para reconstrução do globo ocular, mas o dano é considerado irreversível. A mãe da criança, identificada como Lídia, informou que o filho tinha características físicas que o tornavam alvo constante de provocações, como glaucoma e diferença na cor dos olhos.

Lídia prestou depoimento na Delegacia da Criança e do Adolescente Vítima (DCAV) e relatou que seu filho sofre bullying há cinco anos, período em que já foi vítima de agressões que causaram fratura no pé e lesões no nariz. A mãe afirma ter denunciado a situação à direção da escola diversas vezes, chegando a tentar uma reunião que não foi concedida em junho deste ano.

A Secretaria Municipal de Educação declarou ter aberto uma sindicância para investigar a situação e transferiu o aluno agressor para outra unidade. A pasta alega ter tomado conhecimento do caso "nos últimos dias" e reforça que, embora desenvolva ações preventivas contra o bullying, em casos de agressão, o auxílio policial deve ser solicitado.

STJ livra Igreja Universal de devolver R$ 101 mil doados por fiel que ganhou na loteria

A maioria dos magistrados acompanhou a divergência aberta pelo ministro Moura Ribeiro, para quem as contribuições religiosas não se encaixam no contrato de doação do Código Civil
Os ministros da Terceira Turma do Superior Tribunal de Justiça decidiram, nesta terça-feira 9, manter a doação de 101 mil reaisà Igreja Universal de uma dona de casa que ganhou na loteria. A mulher, que reside em Samambaia (DF), doou o valor após seu então marido ser contemplado pelo prêmio de cerca de 1,8 milhão de reais no jogo.

O caso chegou ao STJ por meio de um recurso apresentado pela igreja contra uma decisão do Tribunal de Justiça do DF que anulou a doação e mandou ressarcir a autora. Ao abrir o julgamento em setembro deste ano, o relator, ministro Ricardo Villas Bôas Cueva, votou por atender ao pleito da mulher. Um pedido de vista na época, contudo, interrompeu a análise no tribunal.

Na retomada do julgamento, nesta terça, a maioria dos magistrados acompanhou a divergência aberta pelo ministro Moura Ribeiro, para quem as contribuições religiosas — inclusive valores expressivos — não se encaixam no contrato de doação do Código Civil.

Segundo o magistrado, trata-se de um ato de liberalidade guiado pela fé, semelhante a esmolas, dízimos ou oferendas, no qual não se aplica a formalidade exigida para doações civis. O entendimento foi seguido na íntegra por Daniela Teixeira, Nancy Andrighi e Humberto Martins.

No processo, a mulher relatava ter ingressado na Universal em 2006, em busca de “esperança” para a vida financeira. Um pastor, segundo ela, pedia 10% de seus rendimentos a título de dízimo para alcançar o “sucesso financeiro, profissional e familiar”. Em 2014, quando o marido dela ganhou o prêmio, a mulher relata ter contado sobre a “graça” ao líder religioso, que teria fornecido os dados de uma conta para transferir 10% do valor.

Houve duas doações do então marido da autora: de 182,1 mil e de 200 mil reais. Ainda conforme a ação, o pastor teria prometido a eles “que suas vidas seriam abençoadas [e que] fariam uma viagem internacional”.

“Com o tempo, [ela] foi percebendo que tudo aquilo que lhe foi prometido não passava de meras enganações, visto que já estava naquele ambiente, por mais de dez anos, e que não lhe permitiu alcançar a tão sonhada prosperidade financeira, mas sim estava só afundando, perdeu seu dinheiro, marido, entre outras coisas, razão pela qual, decidiu nunca mais retornar naquela igreja”, escreveu a defesa.

O casal se separou em 2015, partilhando o restante do prêmio. Depois disso, a fiel ainda doou um carro HB20 Premium 1.6 e mais 101 mil reais à Igreja Universal. Não havia, de acordo com os advogados dela, documento atestando formalmente o repasse. A mulher decidiu acionar a Justiça para recuperar os valores após saber que o ex-marido havia feito o mesmo em relação às duas primeiras doações.

Na primeira e na segunda instâncias, ela obteve decisões que obrigam a IURD a devolver o dinheiro, mas não o automóvel. Os juízes do TJDFT entenderam que a doação é nula por falta de instrumento jurídico adequado. A IURD, então, recorreu ao STJ.

A reportagem  de CartaCapital pediu uma manifestação à igreja, mas ainda não houve retorno. No processo, a defesa da IURD pontuou que as ofertas resultaram da liberdade de consciência e de crença, garantida pela Constituição. Sustentou também que as contribuições diferem juridicamente das doações comuns, por configurarem “atos de fé”.

Por Wendal Carmo
Repórter do site de CartaCapital

Cão sem as patas dianteiras é visto “pedindo a mão” para atravessar a rua e cena de confiança emociona

Mulher “dá a mão” ao cão sem patas dianteiras para atravessar a rua e cena emociona (Foto: TikTok/@jeffrey_gaitan26)
Uma mulher, parada à beira de uma rua movimentada, foi flagrada ajudando seu cão que não tem patas dianteiras a atravessar com segurança.

As imagens, originalmente compartilhadas no TikTok e posteriormente divulgadas pelo La Nación, arrancaram suspiros mundo afora.

No vídeo, a mulher está caminhando no meio fio com o cachorro. De repente, ela para e o cão se apoia nela, erguendo-se sobre as patas traseiras, como se estivesse “pedindo a mão” para atravessar.
O cãozinho pediu a mão para atravessar a rua. (Foto: TikTok/@jeffrey_gaitan26)
A mulher segura as patas do cão, como quem segura a mão de uma criança, antes de cruzar a faixa. Os dois esperam juntos o momento certo.

O cachorro, equilibrado apenas nas patas traseiras, permanece tranquilo, apoiando o corpo na tutora e demonstrando uma confiança absoluta naquela parceria.

Veja o vídeo:
A cena, de poucos segundos, emocionou a internet, tanto pelo cuidado da tutora, quando pela confiança do cão.

Cães amputados podem ter uma vida normal?
Segundo o PetMD e o Colégio Americano de Cirurgiões Veterinários, cães com patas amputadas podem viver vidas longas, felizes e saudáveis.

A amputação, quando indicada, costuma eliminar dor e desconforto, permitindo que o animal retome o bem-estar. A amputação é frequentemente o tratamento mais seguro e menos exigente para diversas doenças.

Após o período de cicatrização, a maioria dos cães volta ao nível normal de atividade.

Muitos tutores relatam que os cães caminham sem apoio no momento da alta e, em poucas semanas, retomam rotinas comuns com plena autonomia.

Ainda assim, algumas adaptações são essenciais para garantir conforto e segurança, especialmente nas primeiras semanas:
  • 1. Cama terapêutica: reduz a pressão sobre ossos e articulações.
  • 2. Rampas e tapetes antiderrapantes: ajudam na locomoção, diminuem o risco de escorregões e dão mais independência.
  • 3. Comedouros elevados: facilitam o acesso, evitando que o cão force o pescoço ou faça movimentos desconfortáveis.
  • 4. Arnês de suporte: ajuda nas escadas ou ao entrar e sair do carro, sem sobrecarregar o tutor ou o animal.
  • 5. Monitoramento constante do ambiente e do peso: elimina obstáculos e evita sobrecarga nas patas restantes.
Além disso, consultar um especialista em fisioterapia veterinária pode acelerar a recuperação e melhorar a mobilidade no longo prazo, segundo o PetMD.

Conheça T-Rex, o cachorro que transformou limitação em aventura
No início do ano, nós contamos aqui, no Amo Meu Pet, a história de T-Rex, um beagle que não tem as duas patas dianteiras.

T-Rex vive em um refúgio para cães com deficiência, fundado pela norte-americana Tina Marie.
T-Rex, um cão beagle com apenas duas patas. (Foto: TikTok/@neenib)
Lá, ela acolhe animais que foram rejeitados, negligenciados ou até mesmo indicados para eutanásia.

Com recursos próprios, Tina oferece carrinhos adaptados, colchonetes especiais e, principalmente, dignidade.

Quando o criador de conteúdo Neenib passou um dia no santuário e quis proporcionar “o melhor dia de todos” para um dos moradores, Tina logo sugeriu T-Rex.
O criador de conteúdo Neenib fez a proposta de proporcionar “o melhor dia de todos” a um dos moradores especiais do santuário. (Foto: TikTok/@neenib)

Sem patas dianteiras, o cão se locomove com uma agilidade incrível, equilibrando-se nas patas traseiras.

E o dia especial virou uma grande aventura. Neenib levou T-Rex para passear no petshop, onde ele escolheu brinquedos. Ele também pôde correr em campo aberto e, pela primeira vez, passear na praia.

Na areia, T-Rex correu, cavou, explorou e depois dormiu embalado pelo som das ondas. Em cada cena, ficava mais claro: nada o impedia de viver como um cão feliz.
Larissa Soares Larissa Soares | Jornalista e redatora
Por Larissa Soares
Larissa é jornalista e escreve para o Amo Meu Pet desde 2023. Mora no Rio Grande do Sul, tem hobbies intermináveis e acha que todos os animais são fofos e abraçáveis. Ela se formou em Jornalismo pela Universidade de Passo Fundo e é “mãe” de duas gatas.

Jorge & Mateus definem data do último show da dupla

Jorge & Mateus entrarão em hiato por tempo indeterminado após o fim da “Turnê 20 Anos”. Dupla está se despedindo dos fãs.
A dupla sertaneja Jorge & Mateus já tem data para fazer seu último show antes do hiato: dia 18 de fevereiro. Na verdade, eles farão uma dobradinha, nos dias 17 e 18, com apresentações fechadas em um camarote durante o Carnaval de Salvador. Essa será a despedida final da dupla.

Jorge & Mateus anunciaram, ainda em 2024, que a turnê atual, em comemoração ao seu 20º aniversário, seria também uma despedida. Eles não falam em separação definitiva, mas sim uma “pausa por tempo indeterminado”.

“São 20 anos, desde que eu tinha 18 anos fico todo o final de semana fora de casa, então a gente decidiu internamente dar um tempinho”, diz Mateus.

“Faremos 21 anos como dupla, e será um ano sabático, para gente pensar nas novas diretrizes, nos caminhos que deveremos percorrer, compor, fazer música, dar uma curtida nos filhos, poder viajar com eles quando estão de férias”, Jorge comenta em entrevista ao programa “Viver Sertanejo”.

A “Turnê 20 Anos” ainda passará por Maringá (PR), São Paulo (SP), Ribeirão Preto (SP), Florianópolis (SC), Balneário Camboriú (SC), Trancoso (BA), Salvador (BA) e Praia do Forte (BA) em dezembro. A dupla está com shows marcados em Miami e Boston, nos Estados Unidos, para janeiro. Em fevereiro, será a hora do tchau.

Reflexões sobre a trajetória
Apesar do clima de nostalgia que envolve esse momento, tanto Jorge quanto Mateus enfatizam que a decisão de se separar foi tomada com serenidade e respeito mútuo. Eles destacam a importância de celebrar cada minuto no palco e expressam sua gratidão por tudo o que viveram ao longo da parceria. Este show não apenas marca o fim de uma fase significativa, mas também abre portas para novos caminhos individuais na carreira de cada um dos artistas.

Conclusão
Ainda não há informações sobre novos projetos futuros para Jorge e Mateus, mas o que é certo é que o último show será um verdadeiro marco na história da música brasileira. Os fãs podem esperar uma apresentação repleta de emoção e, sem dúvida, será um momento inesquecível para todos os presentes.

quinta-feira, 11 de dezembro de 2025

É crime mexer no celular do marido? Veja vídeo

Sim. Se não houver a permissão dele, isso pode configurar crime. E digo mais: a pena prevista é de reclusão de 1 a 4 anos, além de multa.

Essa conduta pode se enquadrar no artigo 154-A do Código Penal, que trata da invasão de dispositivo informático sem autorização. Ou seja: pegar, abrir, acessar conversas ou aplicativos do celular de outra pessoa — inclusive do marido ou da esposa — sem consentimento, pode ser considerado crime.

E vale ressaltar: a mesma pena também se aplica ao marido que mexe no celular da esposa sem permissão. A lei é igual para ambos.

Portanto, para evitar problemas, nada de “bisbilhotar” o celular alheio sem autorização.

Fica a dica.
Via Sobral 24 Horas

Vídeo: Pai e filho são mortos a tiros no Paraná por “serem crentes

Suspeito já havia matado o cachorro das vítimas.
Um homem identificado como Paulo Cesar da Silva matou dois vizinhos a tiros de espingarda em São José dos Pinhais (PR), no último sábado (6), em um crime que teria sido motivado por intolerância religiosa. As vítimas, eram pai e filho: Claudecir Costa Lima, de 52 anos, e Felipe Willyan Cardoso, de 17, ambos evangélicos.

Segundo informações da Polícia Civil, Paulo passou o dia praticando tiro ao alvo e foi até a casa da família na parte da noite, dirigindo seu caminhão. Ao chegar no local, ele chamou as vítimas na porta e retornou ao veículo para pegar uma espingarda. Ao lado da traseira do caminhão, ele disparou contra Claudecir, e em seguida, contra Felipe, que foi até a janela para ver o que havia acontecido. Os demais familiares conseguiram se salvar se escondendo dentro de casa.

Toda a ação foi registrada por câmeras de segurança.

Em entrevista à Ric Record do Paraná, Rosimari Costa Lima, esposa de Claudecir e mãe de Felipe, descreveu a tragédia:

– Quando eu agarrei ele [Felipe], eu vi que ele não tinha força, mas não tinha visto que ele havia sido baleado. Então eu fui para o quarto da minha filha, ele foi andando junto, mas sem força. Quando eu vi, a camiseta dele estava cheia de sangue. Eu falava: “Filho, pelo amor de Deus, não deixa a mãe”. Fiquei com ele até o final, mas ele foi rápido – relatou.

Ao sair para ajudar o esposo, Rosimari conta ter visto a esposa de Paulo no portão:

– Eu vi a esposa do Paulo no portão e perguntei “Por quê?”. Ela respondeu que ele não gostava da gente porque nós éramos crentes. [Nós] éramos uma família bonita, acho que ele não tinha isso – adicionou.


ASSASSINATO DO CÃO DA FAMÍLIA

Cerca de dois anos e meio antes, o homem já havia assassinado o cachorro das vítimas. O caso aconteceu uma semana depois de a família se mudar para o local. Rosimari afirma que estava lavando a louça quando Paulo entrou na chácara armado e atirou contra o cão.

Segundo o delegado da Polícia Civil do Paraná (PCPR), Fábio Machado, relatos confirmam que o criminoso não gostava da família, porque eles eram “crentes”. Ele declara, contudo, que não há confirmação de que o assassinato tenha sido de fato motivado por intolerância religiosa.

Paulo escapou em seu caminhão e se entregou na Delegacia de São José dos Pinhais junto do advogado na última terça-feira (9). Em depoimento, ele afirmou que tinha desavenças antigas com a família, e que se irritava porque Claudecir estacionava veículos próximos à sua chácara.

– Por um motivo sem razoabilidade alguma, ele executou as vítimas. Não é razoável que uma pessoa atire contra outra somente pelo fato de estacionar um veículo na porta da chácara. Foi comprovado que ele não falava com a vítima. As testemunhas disseram que, há mais de um ano, desde que ele teria atirado e matado um cachorro da família, as vítimas passaram a ter medo dele e não mantinham mais contato – declarou Machado.

O caso segue sendo investigado. O criminoso deve responder por homicídio qualificado por motivo fútil e impossibilidade de defesa da vítima.

VEJA REPORTAGEM AQUI.

Via portal Pleno News