terça-feira, 21 de junho de 2022

Senado aprova projeto que beneficia igrejas evangélicas na televisão e no rádio

O Senado aprovou nesta terça-feira (21) projeto de lei que permite que emissoras de rádio e televisão transfiram, vendam ou simplesmente cedam todo o tempo de sua programação para terceiros --que seriam responsáveis pela produção do conteúdo. Nos bastidores, alguns apontam que a medida busca atender aos interesses de igrejas evangélicas, uma vez que não há mais concessões disponíveis.

A proposta foi aprovada de maneira simbólica pelos senadores. Como já havia tramitado pela Câmara dos Deputados, agora ela segue direto para a sanção do presidente Jair Bolsonaro, do PL.

O projeto de lei foi aprovado em poucos minutos, sem nenhuma resistência ou comentários de parlamentares contrários à medida. O autor da proposta é o deputado e integrante da frente parlamentar evangélica Alex Santana, do Republicanos da Bahia.

O texto prevê que concessionárias e permissionárias dos serviços de radiodifusão, isto é, emissoras comerciais de televisão e rádio, estão autorizadas a transferirem, venderem ou cederem o tempo total de sua programação para a veiculação de produção gerada por terceiros.

Essas operações precisam apenas obedecer a três requisitos. O primeiro deles determina que deve ser respeitado pela entidade responsável pela produção do conteúdo o limite de veiculação de publicidade comercial, que não pode exceder 25% do total do tempo de programação.

Além disso, as concessionárias e permissionárias precisam manter sob seu controle a qualidade do conteúdo da programação que for produzido por terceiros para que atendam às finalidades educativas e culturais. Também precisam se responsabilizar perante o poder público por eventuais irregularidades na execução da programação.

O projeto de lei também determina que será possível transferir a produção do conteúdo, mas nunca a cessão da gestão total ou parcial da execução dos serviços pelas concessionárias e permissionárias.

O texto também apresenta uma definição clara de publicidade comercial, que busca evitar questionamentos judiciais por desrespeito ao limite estabelecido pela legislação. Segundo o projeto de lei, publicidade comercial é o "o espaço da programação para a difusão de mensagens e informações com conteúdo próprio de publicidade de produtos e serviços para os consumidores e/ou de promoção de imagem e marca de empresas".

O relator da proposta no Senado, Vanderlan Cardoso, do PSD de Goiás, afirmou em seu texto que o projeto de lei busca satisfazer os preceitos constitucionais de promover a cultura nacional e regional e estimular a produção independente que objetive sua divulgação.

"Assim, possibilita o acesso das mais variadas entidades à grade de programação dos veículos de comunicação estabelecidos, proporcionando uma maior diversidade de conteúdo, seja de teor cultural, artístico, religioso ou de qualquer matiz de interesse público, a seus ouvintes ou espectadores", afirma.

Vanderlan Cardoso rejeitou uma emenda que buscava impor limite de até 30% do tempo total de programação das emissoras de rádio e TV a ser transferido, comercializado ou cedido para a veiculação de programação independente, além dos 25% do tempo de programação destinada à publicidade comercial.

O autor da emenda, senador Paulo Paim, do PT do Rio Grande do Sul, argumentou que a possibilidade de transferência do tempo total de programação das emissoras poderia reduzir o acesso do público a programas educativos, informativos ou mesmo de entretenimento.

Vanderlan Cardoso rejeitou a emenda, argumentando que o projeto de lei já traz garantias de que esses aspectos não serão desvirtuados.

Durante sua tramitação na Câmara dos Deputados, a proposta recebeu votos contrários da oposição, de partidos como o PT e o PSOL.

"É um risco muito grande, porque fere a própria lógica da ideia de uma comunicação, que eu não posso dizer imparcial, porque a imparcialidade não existe, todos nós sabemos. Mas causa, evidentemente, uma enorme confusão no telespectador, em quem está acompanhando aquela programação. É como se fosse um programa oficial, quando na verdade se trata de um programa comercializado, com algum viés, seja ele um viés político, enfim, de todos os tipos", afirmou na ocasião a deputada Fernanda Melchionna, do PSOL do Rio Grande do Sul.

Evento com Lula tem invasão de bolsonaristas e queixa pública de Suplicy

O ato de lançamento das diretrizes do programa de governo da chapa Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Geraldo Alckmin (PSB), nesta terça-feira (21), em São Paulo, foi marcado pelo protesto de bolsonaristas que entraram no local e por uma queixa pública do vereador da capital Eduardo Suplicy (PT).

O manifestante Caíque Mafra, pré-candidato a deputado estadual em São Paulo pelo Republicanos, entrou no salão do evento, em um hotel nos Jardins (região central), durante os minutos finais da fala de Lula e chamou o ex-presidente de corrupto. O petista foi surpreendido, mas não deu resposta.

O bolsonarista também gritou em direção a Alckmin uma frase sobre "voltar para a cena do crime", em alusão a uma fala do ex-governador sobre o PT quando ainda era adversário.

O grupo de manifestantes era formado por outros dois detratores do petista. Eles foram encaminhados para a delegacia. Em uma rede social, Mafra confirmou que era ele na cena e escreveu: "Questionei o corrupto do Lula e o Alckmin por sua fala e também chamei o corrupto de corrupto".

Mafra é ativista conservador, ex-filiado do PSDB, apoiador do pré-candidato a governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) e defensor da família Bolsonaro nas redes sociais.
Após o protesto, os manifestantes foram retirados por assessores e seguranças, e a polícia foi chamada. Lula chegou a interromper sua fala e abreviou seu discurso. Alckmin ficou em silêncio, com o semblante sério. "Eu nem sei o que...", disse o petista sobre a situação, virando-se para o vice.

A plateia, formada por membros da campanha e simpatizantes, buscou abafar a confusão com palmas e um coro de "olê, olê, olá, Lula, Lula".

O evento foi marcado também por uma manifestação pública de Suplicy, que se levantou da plateia e foi até a mesa onde estava Aloizio Mercadante (PT), coordenador do programa de governo, reclamar da abordagem sobre renda básica de cidadania, sua bandeira de vida.
Suplicy, em pé, interrompeu o ex-ministro para dizer que a proposta "não foi considerada" entre os itens principais do documento e que sempre está nos planos do partido, mas não sai do papel.

O ex-senador disse, em tom exaltado, que não foi convidado para os debates sobre o documento. "Não me convidou para essa reunião", disse, estendendo os braços para Mercadante em protesto. "E continuarei trabalhando muito para que Lula e Alckmin instituam a renda básica de cidadania."

Mercadante disse que ele cometia uma injustiça ao dizer que o tema não estava no texto e leu o trecho sobre a proposta, reforçando a menção genérica por se tratar de uma lista de diretrizes, cuja discussão está na fase inicial para definir "as linhas gerais do programa".

"Você poderia olhar com mais cuidado", respondeu o coordenador. A questão aparece no tópico sobre o Bolsa Família, que prega uma reformulação profunda do programa, "por etapas, no rumo de um sistema universal e uma renda básica de cidadania".

O ex-ministro disse que o colega de partido será chamado para as próximas conversas e minimizou o embaraço, não sem antes recordar que "está acostumado" ao comportamento do correligionário, de quem já foi líder na bancada do Senado. Suplicy já fez desabafos públicos em outras ocasiões.

Lula, em gesto para apaziguar os ânimos, afirmou que Suplicy está correto ao fazer a reclamação e disse que, se pudesse, já teria dado um prêmio Nobel ao vereador pela longa dedicação à renda básica.

O ex-presidente fez um desagravo ao correligionário e elogiou sua pauta. "Se Deus quiser, nós haveremos de implantá-la um dia no país", afirmou, observando que o tema se tornou ainda mais relevante diante da crise econômica agravada pela pandemia de Covid-19 e pela crescente mecanização.

'Sua p**': Procuradora é espancada por colega após abertura de processo; vídeo

Foto: Arquivo pessoal e reprodução
A procuradora-geral Gabriela Samadello Monteiro de Barros, de 39 anos, foi espancada na última segunda-feira (20) por seu colega de trabalho após ela abrir um processo administrativo contra ele, no interior de São Paulo. 
O homem foi identificado como Demétrius Oliveira Macedo, 34, que também é procurador. A vítima registrou um Boletim de Ocorrência (BO) após sofrer a agressão. Segundo a mulher, ela foi espancada com socos e chutes dentro da prefeitura onde ambos trabalham.
Segundo informações da vítima, as agressões teriam sido motivadas após ela abrir um processo administrativo contra Demétrius por conta de sua postura no ambiente de trabalho, que segundo ela, seria "hostil e grosseira". Após a notificação, a mulher foi abordada por ele para confrontá-la. 

Uma das funcionárias gravou a situação. No vídeo é possível ver o homem alterado desferindo vários socos contra a cabeça da mulher, que aparece já caída no chão. Uma segunda funcionária tenta segurá-lo e acaba sendo empurrada contra uma porta. 

Em certo momento, outra colega de trabalho aparece e puxa Gabriela pelo braço para distanciá-la do agressor. "Cê ta um ano me zoando aqui sua put**", grita o agressor antes de continuar agredindo a mulher. O homem foi contido por outros funcionários que apareceram após ouvirem os gritos. 

A Prefeitura informou que o servidor foi suspenso por 30 dias com prejuízo de seus vencimentos. A decisão foi publicada no Diário Oficial do Município nesta terça-feira (21). A OAB de Registro também se manifestou sobre o caso e disse que irá representar contra o agressor em sua Comissão de Ética e Disciplina por conduta indigna com a advocacia. 

Caso Gabriel Monteiro: delegado diz que vereador cometeu crime

Foto: Fernando Frazão / Agência Brasil
A encenação do roubo de uma bolsa, com a participação de um morador em situação de rua, produzida pela equipe do vereador Gabriel Monteiro (PL), ainda que seja classificada pelo parlamentar como um experimento social, configura crime, segundo o delegado titular da 42ª Delegacia de Polícia, Luis Armond. Ele depôs nesta terça-feira (21), no Conselho de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara Municipal do Rio dentro do processo que analisa se o vereador cometeu quebra de decoro parlamentar.

“O embasamento em si [de experimento social] não vai afastar uma ilicitude do fato. Caracterizando que houve essas exposições e tudo mais, embora seja um experimento, não é todo experimento que é permitido. Então, não vejo como isso afastar alguma coisa. A exposição é real. Está se simulando uma situação, mas nem todos os personagens, pelo o que está sendo apurado, estariam conscientes dessa questão. Não seria uma encenação. Haveria a possibilidade de acontecimentos imprevisíveis”, disse o delegado, à saída da comissão.

Segundo ele, o oferecimento de dinheiro para o morador de rua simular que estaria furtando a bolsa de uma mulher, à noite, no bairro da Lapa, em março deste ano, constitui um agravante.

O advogado Sandro Figueredo, que defende Gabriel Monteiro, rebateu a tese do delegado.

“Todos os experimentos sociais do vereador Gabriel Monteiro têm o único sentido de mostrar para a sociedade que o crime não é a última opção. Com extremo respeito, nenhum delegado de polícia tem competência para definir se há ou não culpa. Quem vai definir isso é a autoridade judiciária, através do processo criminal. Ao final da investigação, eu tenho convicção que o relatório do delegado vai ser pela atipicidade da conduta”, disse o advogado.

O próprio vereador procurou a imprensa para se posicionar sobre o fato, alegando que a gravação veiculada nas televisões trata-se de “uma mentira”. Ele mostrou, em um celular, trechos do vídeo, alegando que se tratava de uma campanha contra o feminicídio.

“É um experimento meu, social, que eu mostro para a sociedade que ela pode ser vítima - nossas mães, avós, irmãs, sobrinhas – a qualquer momento, de homens sanguinários. E eu mostro que muita gente está disposta, por dinheiro, a participar de um assassinato contra uma mulher”, sustentou o parlamentar.

Também foi ouvido na Comissão de Ética o policial militar Pablo Foligno, que participou do vídeo dando um forte empurrão no morador de rua induzido a furtar a bolsa da mulher. Com o gesto, o morador de rua cai no chão. Foligno prestou depoimento após o delegado, mas deixou o prédio da Câmara sem falar com a imprensa.

Gabriel Monteiro é famoso no YouTube, rede na qual tem um canal com milhões de seguidores. Para as eleições deste ano, há a possibilidade de que ele concorra a deputado federal. Porém, segundo o procurador-geral da Câmara Municipal, José Luiz Minc, se ele for cassado, poderá não assumir o cargo.

“Se ele for condenado à perda do mandato, se isto ocorrer antes do registro da candidatura, ele não pode nem concorrer. Até o registro da candidatura, você tem até cinco dias para impugnar o registro da candidatura. Só que isso não vai acontecer, muito provavelmente, porque o registro vai acontecer em julho [recesso legislativo]. Se ele conseguir registrar a candidatura e passar cinco dias, ele concorre. Só que, se surgir uma causa superveniente de inelegibilidade, se ele for cassado, antes da eleição, cabe ação contra expedição do diploma. Os votos são contabilizados [para a legenda], mas ele não assume”, explicou Minc.

Já o advogado Sandro Figueredo considerou que o seu cliente poderá concorrer ao Congresso. “Aos olhos da defesa, a pessoa só pode ser considerada culpada após o trânsito em julgado de uma sentença condenatória. Se assim for necessário, a defesa recorrerá. Tem um prazo para que ele faça a candidatura dele e, até lá, restará provada a inocência e a total ausência de afronta ao decoro parlamentar”.

A próxima sessão da comissão está marcada para quinta-feira (23) quando Gabriel Monteiro deverá ser ouvido. Embora o parlamentar tenha pedido para a sessão ser aberta, os vereadores explicaram que o regimento interno da Casa proíbe.

Neymar se pronuncia após avião fazer pouso forçado: ‘um susto’

Foto: Reprodução Instagram
Neymar Jr. tranquilizou os fãs após o avião em que estava fazer um pouso forçado em Boa Vista, em Roraima, na madrugada desta terça-feira (21).
O jogador publicou um storie dentro do avião indo para casa, em São Paulo, e falou sobre o susto. “Passando para agradecer as mensagens, mas está tudo bem. Estamos indo para casa, foi só um susto. Tá geral bem aqui, tá?”, disse o atacante.

Neymar voltava das férias nos Estados Unidos com a namorada, Bruna Biancardi, a irmã Rafaella e os amigos quando a aeronave teve um problema com o para-brisa e precisou fazer o pouso forçado no aeroporto de Boa Vista.

Simone e Simaria ressurgem em foto após brigas e críticas públicas

Foto: Reprodução/Instagram
Simone e Simaria reapareceram juntas nesta terça-feira (21) em meio à crise da dupla, com discussões e entrevistas de Simaria criticando a irmã.

"Bom dia, família!! Uma terça de muita luz!!", escreveram elas na legenda da foto publicada no Instagram da dupla.

Simaria foi afastada dos palcos por motivos médicos e além de ter criticado a irmã publicamente, anda passando por uma fase turbulenta, com a briga judicial contra o ex-marido, que pede a separação dos bens.

Brasil registra 9º caso de infecção por varíola dos macacos

Imagem: Liminha Júnior
O Brasil registrou o 9º caso de infecção por varíola dos macacos nesta terça-feira (21). De acordo com o Ministério da Saúde, o paciente é um homem de 27 anos que mora em Nova York, nos EUA. Este é o quinto caso registrado só em São Paulo. 

Segundo a pasta, o quadro clínico do homem é estável e sem complicações. Ele está sendo monitorado pelas secretarias municipal e estadual de saúde. O ministério informou que o caso foi confirmado pelo Instituto Adolfo Lutz, de São Paulo. 

"Todas as medidas de contenção e controle foram adotadas imediatamente após a comunicação de que se tratava de caso suspeito de monkeypox, com o isolamento do paciente e rastreamento dos contatos", disse a pasta. 

Entre os casos confirmados de infecção por varíola dos macacos no Brasil cinco são de São Paulo, dois do Rio de Janeiro e dois do Rio Grande do Sul. Outros 10 casos suspeitos da doença estão sendo monitorados.

Serasa Limpa Nome oferece negociação de dívidas em mais de 14 vezes

Ator que deu vida ao seu Barriga, muda de personagem para ajudar consumidores a quitar suas dívidas
Foto: Divulgação
Pessoas que estão inadimplentes podem negociar e pagar suas dívidas por meio do Feirão Serasa Limpa Nome a partir de hoje. Com mais de 100 empresas parceiras, o Serasa Limpa Nome contabiliza mais de 7 milhões de ofertas disponíveis para dívidas negativadas ou não, sendo que mais de 2 milhões delas podem ser parceladas e quitadas em 14 vezes ou mais, de forma prática e ágil pelos canais oficiais e aplicativo.

A plataforma de negociação apresenta possibilidades de quitar os débitos a partir de R$9,90, sendo que total de ofertas, quase 2 milhões são de até  R$99,90: “No último mês, mais de R$ 3,8 bilhões foram concedidos em desconto nas dívidas por meio do Serasa Limpa Nome. São centenas de empresas parceiras reunidas para auxiliar milhares de consumidores que voltaram a ter acesso ao crédito e reingressaram na economia de forma mais saudável”, comenta Aline Maciel, gerente do Serasa Limpa Nome.

As ofertas do Serasa Limpa Nome podem ser consultadas pelos canais oficiais e aplicativo disponível no Google Play e na App Store:

●       Whats App - (11) 99575-2096 

●       Mais de 6 mil agências de Correios espalhadas pelo Brasil 

●       Também é possível negociar pelo 0800 591 1222 

O tutorial de consulta e renegociação de dívidas pode ser acessado no Youtube da empresa e no passo-a-passo abaixo:

1º Passo  

Acesse o site do Serasa Limpa Nome ou baixe o aplicativo no celular no Google Play e App Store. Após digitar o CPF e preencher um breve cadastro, você poderá utilizar os serviços com a garantia de que só você tem acesso aos seus dados.  

2º Passo 

Ao entrar na plataforma, suas informações financeiras já aparecerão na tela, incluindo as dívidas (caso tenha) e as opções de acordos. Se quiser conhecer as condições oferecidas para pagamento, basta clicar em uma delas e serão apresentadas as opções para renegociar cada débito:

3º Passo  

Depois que você escolher a oferta, selecione o melhor formato de pagamento para o seu bolso: se vai ser à vista ou em parcelas e qual a melhor data de vencimento:

4º Passo  

A plataforma da Serasa gera um ou mais boletos, dependendo da forma de pagamento escolhida, já com a data de vencimento correta. O boleto poderá ser pago tanto on-line quanto na agência do banco ou casa lotérica.

Vídeo: Após ser baleado, homem é abordado por segundo pistoleiro e executado

Foto: Reprodução
Um vídeo divulgado na noite desta terça-feira (21), mostra o momento em que Paulo Ricksson Gonçalves da Gama, de 19 anos, é executado no meio da rua. O caso aconteceu no Nossa Senhora de Fátima, Zona Norte de Manaus.
No vídeo é possível ver quando Paulo, que já estava sendo socorrido depois de ter sido baleado por um outro criminoso, é abordado novamente e leva dois tiros, que causaram a morte imediata. Além disso, ele também teve a bolsa roubada.

O corpo foi levado para o Instituto Médico Legal (IML), e o caso é investigado pela Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS).

Em vídeo, mulher com suspeita de varíola dos macacos mostra bolhas e relata sintomas

Foto: Arquivo Pessoal
Uma mulher que está com suspeita de varíola dos macacos em Itaguaí, no Rio de Janeiro, gravou um vídeo relatando sintomas como dores, febre e bolhas pelo corpo. Ela não teve a identidade revelada e permanece em isolamento domiciliar, sendo monitorada.
"Ontem, eu fui para o [Hospital] São Francisco [Xavier], com suspeita de varíola [dos macacos]. O meu rosto está bem agressivo, com glândulas, aqui no pescoço e um pouco mais abaixo. Eu estou com muitas dores, com muita febre, muitas dores de cabeça, e essas bolhas não param de doer", disse a paciente. "Eu ainda estou esperando os resultados dos exames que foram para o Rio", completou.
A mulher, que afirma ter começado a sentir os primeiros sintomas no dia 14 de junho, contou ao site local Atual que trabalha em um hotel da região da Costa Verde, que recebe muitos turistas estrangeiros. No entanto, ela afirma que não vai ao local de trabalho há mais de um mês.

De acordo com secretaria estadual de Saúde, "o monitoramento do caso está sendo realizado pela vigilância municipal com apoio da vigilância estadual". "A paciente é uma mulher de 25 anos que, no momento, encontra-se em isolamento em casa", afirmou.

Casos

Até a noite desta terça-feira, 9 casos da varíola dos macacos foram confirmados no Brasil, sendo cinco em São Paulo, dois no Rio de Janeiro e dois no Rio Grande do Sul. Outros 10 casos suspeitos estão sendo monitorados.