sábado, 25 de junho de 2022

Mulher filmada fazendo sexo com desconhecido em show de Henrique e Juliano estava com marido e relata apagão

Foto: Reprodução Instagram
Um vídeo de sexo gravado durante o show de Henrique e Juliano em Goiânia virou caso de polícia. Isso porque após a repercussão das imagens, a mulher que aparece no vídeo procurou a polícia para denunciar ter sido estuprada.

A mulher de 31 anos afirma que estava no show acompanhada do marido e ambos não se lembram de nada. Na imagem, ela aparece com um homem desconhecido.

A cabeleireira afirma que junto com o vídeo de sexo foram divulgados seu número de telefone, local de trabalho e fotos dela, e que a vida virou do avesso por conta disso. "Eu lembro de estar bebendo cerveja, depois de uma luz no meu rosto e de falar 'apaga a luz', mas não tinha noção do que estava acontecendo, muito menos de que tinha alguém filmando. […] Minha vida não é mais a mesma depois dessa exposição toda. Eu quero expor a minha versão", disse ela ao G1 Goiás.

Ela também nega que a mensagem divulgada junto com o vídeo de que teria feito sexo em troca de uísque não é verdade. "Eu jamais faria uma coisa dessas, nem uísque eu bebo. Meu marido também nunca deixaria isso acontecer", disse, afirmando que o marido não tem memória de nada do dia do show.

A Polícia Civil está investigando o caso e a Justiça mandou retirar o vídeo do ar em vários sites.

Vídeo: Noivo mata acidentalmente convidado de casamento com arma dada pela vítima

O tiro, disparado durante a tradicional procissão do noivo até o local da cerimônia, partiu de uma arma dada de presente pela própria vítima, identificada como Babu Lal Yadav, 35.

O momento em que a vítima, que assistia ao desfile, foi atingida pelo tiro, foi registrado em vídeo, que logo alcançou centenas de compartilhamentos nas redes sociais.

Nas imagens, é possível ver que o noivo tenta dar um tiro para cima como uma parte tradicional da cerimônia. A arma não funciona e, quando o homem abaixa a pistola, ela dispara contra o amigo que estava na multidão de conhecidos e familiares. No vídeo, é possível ver que pelo menos um menor de 18 anos acompanha o momento.

A vítima, que era um soldado no exército indiano, foi socorrida ao hospital, mas não resistiu aos ferimentos. Segundo o canal local NDTV, o noivo, Manish Madheshia foi detido após o crime e a arma que estava com ele foi apreendida.

A cada hora, 3 brasileiros sofrem amputação de pernas ou pés

No período de 2012 a 2021, 245.811 brasileiros sofreram amputação de membros inferiores, envolvendo pernas ou pés, uma média de 66 pacientes por dia, o que significa pelo menos três procedimentos realizados por hora.

O levantamento inédito foi feito pela Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular (SBACV), com base em dados do Ministério da Saúde. Em entrevista à Agência Brasil, o presidente da sociedade, Julio Cesar Peclat de Oliveira, afirmou que “o problema é que, quando a gente compara com os últimos anos, vemos que a situação vem piorando e, coincidentemente, com a pandemia de covid-19.”

Pela análise dos números, o médico interpretou que muitos pacientes perderam a continuidade do tratamento de doenças crônicas como, por exemplo, o diabetes, que é uma das principais causas de amputação de membros inferiores.

“É uma doença crônica e o tratamento tem de ser crônico, ou seja, não pode ser descontinuado”. Ele explicou que, quando a pessoa é diabética e não faz tratamento adequado e usa medicamentos, “ela descompensa a doença e fica mais vulnerável aos riscos de, por exemplo, ter uma ferida no pé que vai infectar e gangrenar, evoluindo com perda desse membro”.

Peclat de Oliveira afirmou que cerca de 70% das amputações são motivadas por uma pequena ferida ou calo no pé. Por isso, recomendou que o paciente diabético precisa ter disciplina rígida e fazer o autoexame diário, principalmente do chamado pé neuropático, caracterizado pela perda progressiva da sensibilidade.

“De maneira geral, o recado é que devem fazer o autoexame dos pés, principalmente o paciente diabético”. O médico recordou que muitos pacientes não sabem que são diabéticos. Muitos só vão se inteirar disso quando vão ao consultório tratar varizes, marcam cirurgia e o médico constata que seus níveis glicêmicos estão nas alturas.

“No mundo, uma em cada cinco pessoas não sabe que é portador dessa doença. A pandemia nos revelou isso. Muitos pacientes que chegam ao consultório ou aos serviços de urgência com complicações do diabetes só descobrem que a têm após o atendimento”, destacou.

O diabetes é uma doença muito ligada ao sedentarismo e à obesidade e vem aumentando, progressivamente, em todo o mundo, segundo o médico. Durante a pandemia, iniciada em 2020, as pessoas tiveram menos acesso às unidades de saúde e as doenças crônicas “foram maltratadas por conta disso”. Segundo ele, o tabagismo é outra grande causa de amputações de membros pelo entupimento de artérias.

Alerta

Para especialistas da Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular, o aumento no número de amputações, durante o período da pandemia, é um alerta para as consequências da suspensão de tratamentos clínicos. “Os níveis estão alarmantes, realmente”, analisou o angiologista e cirurgião vascular. Outros fatores de risco incluem hipertensão arterial, dislipidemia, idade avançada, insuficiência renal crônica, estados de hipercoagubilidade e histórico familiar.

De acordo com a pesquisa, em 2020, quando a crise epidemiológica se instalou no Brasil, a média diária de amputações chegou a 75,64. Já em 2021, o número evoluiu para 79,19/dia. Entre 2020 e 2021, em torno de 56.513 brasileiros foram submetidos ao processo de amputação ou desarticulação de membros inferiores, o que significa uma média mensal de procedimentos de 2.354, em plena crise sanitária. Por dia, esse valor corresponde à média de 77,4 cirurgias.

Entre 2012 e 2021, o número de amputações subiu 56%. No ano passado, foi registrado o maior quantitativo de procedimentos (28.906), contra 18.908, no início da série. Pelos cálculos da SBACV, 2022 deverá mostrar elevação do total de amputações. O levantamento aponta que, pelo menos, 82,44 pessoas foram amputadas diariamente entre janeiro e março deste ano, com média mensal de 2.473 procedimentos.

Por regiões, a sondagem apurou que entre 2012 e 2021, a região Sudeste respondeu por 42% de todas as amputações efetuadas no Brasil, somando 103.509 pessoas amputadas. Em seguida, aparecem o Nordeste, com 80.124; o Sul, com 35.222; o Centro-Oeste (13.514); e o Norte (13.442). “Os grandes centros têm maior demanda de pacientes e, talvez, unidades de saúde mais bem preparadas”, estimou o presidente da SBACV. Destacou ainda que além do diabetes e do tabagismo, outra causa significativa de amputações de membros inferiores no Brasil são acidentes de trânsito, principalmente envolvendo motociclistas.

Por unidades da federação, a pesquisa revela que Alagoas foi o estado que mais apresentou alta no número de amputações (173%,) na comparação entre o início e o fim da série histórica, passando de 182 para 497 procedimentos. Também tiveram crescimentos significativos Roraima (160%), Ceará (146%) e Rondônia (116%). Em contrapartida, Amapá e Amazonas foram os únicos estados do país onde se observou queda no período, com reduções de 29% e 25%, respectivamente.

Em números absolutos, os estados que mais executaram procedimentos de amputações de membros inferiores no sistema público de saúde foram São Paulo (51.101), Minas Gerais (26.328), Rio de Janeiro (21.265), Bahia (21.069), Pernambuco (16.314) e Rio Grande do Sul (14.469). Já os estados com menor número de registros foram Amapá (315), Roraima (352), Acre (598), Tocantins (1.154) e Rondônia (1.383). O presidente da SBACV salientou que a possibilidade de o paciente sofrer uma amputação de membros inferiores independe da situação socioeconômica dele. “Se não tem aquela atenção em relação a seus pés, pode ser um paciente amputado”. Disse que as amputações se dão mais ao nível dos pés e dedos, podendo cortar também todo o anti pé, a perna abaixo do joelho e a perna no nível da coxa.

“E sempre que você faz uma amputação é na falência do tratamento clínico ou cirúrgico”. No caso de um tabagista inveterado, com entupimento da veia femural, por exemplo, se ele vai precocemente ao consultório com queixa de dor quando caminha, o médico consegue vascularizar a perna, leva sangue para o pé e resolve a situação do paciente. “O problema é quando esse paciente não chega nessa fase e procura o hospital público com gangrena no pé. Aí, já não se tem mais o que fazer. Salva a vida dele fazendo a amputação do pé ou da perna”. Peclat de Oliveira sustentou que tudo em medicina é prevenção. “Se você, ao menor sinal, faz a sua avaliação com um especialista, pode ser, simplesmente, diabetes descompensada de neuropatia”.

Próteses

Peclat comentou que pacientes submetidos a amputações, inclusive no Sistema Único de Saúde (SUS), conseguem ter sobrevida muito parecida com pacientes normais, com qualidade de vida. O problema é que grande parte dos pacientes amputados são idosos e fumantes, ou seja, não têm uma reserva cardiopulmonar boa e não conseguem protetizar, isto é, se adaptar ao uso de próteses. “Esses pacientes ficam acamados ou em uma cadeira de rodas para o resto da vida. Aí, sim, ele tem uma sobrevida menor e uma possibilidade de qualidade de vida péssima. É muito triste a realidade desses pacientes”. Acrescentou que a maior diferença do paciente amputado jovem para o crônico é que este não costuma se adaptar rapidamente a uma prótese.

Além de representar um grave problema de saúde pública, o crescimento constante no número de amputações no Brasil traz impactos negativos aos cofres públicos, consumindo parte das verbas em saúde destinadas aos estados. Somente em 2021, foram gastos R$ 62.271.535,96 em procedimentos realizados em todo o país. Entre janeiro de 2012 e março de 2022, considerando a inflação de cada ano, as despesas somaram R$ 660.021.572,69, com média nacional de R$ 2.685,08 por procedimento.

Recomendações

O cirurgião vascular titular da SBACV, Eliud Duarte Junior, coordenador nacional da Diretriz do Pé Diabético da Associação Médica Brasileira (AMB), afirmou que algumas medidas podem diminuir os riscos de complicações nos pés de pessoas diabéticas. Alimentar-se de forma equilibrada, praticar atividade física, manter controle da glicemia contribuem para a melhora do sistema vascular como um todo. Duarte Junior recomendou algumas medidas simples que podem ajudar na prevenção do pé diabético, quando incorporadas à rotina.

Entre as medidas, estão:

  • não fazer compressas frias, mornas, quentes ou geladas nem escalda pés porque, devido à falta de sensibilidade acarretada pela neuropatia, a pessoa pode não perceber lesões nos pés;
  • usar meias sem costuras ou com as costuras para fora, para evitar o atrito da parte áspera do tecido com a pele;
  • não remover cutículas das unhas dos pés, porque qualquer machucado, por menor que seja, pode ser uma porta de entrada para infecções;
  • não usar sandálias com tiras entre os dedos;
  • cortar as unhas retas e acertar os cantos com lixa de unha, mas com muito cuidado;
  • hidratar os pés, porque pele ressecada favorece o surgimento de rachaduras e ferimentos;
  • nunca andar descalço, porque pode não sentir que o chão está quente ou que cortou ou feriu o pé;
  • examinar sempre as plantas dos pés e tratar logo qualquer arranhão, rachadura ou ferimento, recorrendo, se preciso, à ajuda de um familiar ou amigo;
  • não usar sapatos apertados ou de bico fino; tratar calosidades com profissionais de saúde; olhar sempre o interior dos calçados antes de usá-los; e enxugar bem entre os dedos após o banho, piscina ou praia.

Exames

O presidente da sociedade brasileira sustentou que a ida precoce a um especialista por pacientes com doenças crônicas evita a mutilação. Afiançou que, para os médicos e suas equipes, isso é demonstração de insucesso.

“Faça seus exames regulares com um clínico geral e, ao menor sinal de descompensação com uma doença crônica como diabetes, hipertensão arterial, procure um angiologista ou cirurgião vascular, para que ele também possa orientar da melhor forma possível e evitar um desfecho tão trágico como uma mutilação. Isso não é ruim só para o paciente. Quando vou fazer uma amputação, eu e minha equipe ficamos mal. É uma demonstração de insucesso. É muito bom, por outro lado, quando a gente consegue salvar um membro. A gente odeia fazer uma amputação, mesmo que seja de um dedo. É muito ruim, e aquele paciente vai carregar aquilo para toda vida.”

A cada dez brasileiros, sete já decidiram voto e não pretendem mudar; veja pesquisa

Antônio Augusto / TSE
O quadro de estabilidade explicitado pela pesquisa Datafolha da última quinta-feira (23) pode ser explicado também pelo percentual expressivo, de 70%, dos eleitores que afirmam já estarem totalmente decididos sobre seu voto na eleição presidencial. A parcela dos que ainda podem mudar a escolha é minoritária.

O índice de convictos sobre a escolha que fizeram é o maior numericamente entre os levantamentos mais recentes do instituto. Essa fatia era de 67% em março e de 69% em maio.

A nova rodada da pesquisa mostrou também que o presidenciável Ciro Gomes (PDT) segue sendo aquele com maior chance de receber o voto do eleitor na hipótese de ele mudar de ideia em relação à sua atual decisão.

O ex-ministro, terceiro colocado em intenções de voto, é citado como alternativa por 22% dos entrevistados quando indagados sobre o nome predileto caso não votem naquele já escolhido.

Ciro também liderou o ranking de segunda opção na pesquisa de maio (20%), mas desde então não viu os ponteiros de intenção de voto nele variarem substancialmente -seus índices de preferência foram de, respectivamente, 7% e 8%, em oscilações dentro da margem de erro.

Os protagonistas da disputa, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o presidente Jair Bolsonaro (PL), mantiveram no levantamento mais recente a fidelidade de importantes parcelas de seus respectivos eleitorados. É o inverso do que ocorre com Ciro, que tem simpatizantes mais voláteis.
Entre os eleitores do petista (que ostenta 47% das intenções de voto), 79% declaram que estão totalmente decididos a votar nele, enquanto 21% ainda admitem mudar de opção.

No caso dos apoiadores do atual mandatário (segundo colocado na corrida, com 28%), a taxa dos inteiramente convencidos é de 78%, com um percentual de 21% que admitem alterar sua posição. Os valores são arredondados pelo Datafolha e eventualmente a soma pode não chegar a 100%.

Já Ciro enfrenta um cenário adverso: a maior parte do eleitorado do pedetista (66%) responde que ainda pode mudar de voto, enquanto 33% afirmam que já estão totalmente decididos a ficar com ele.

Apesar dos obstáculos, o ex-ministro refuta a hipótese de desistir da candidatura e diz acreditar em mudanças de conjuntura até a eleição. A retórica de sua campanha aposta na estratégia de tentar fazer o eleitor olhar para o lado e reconhecer outras opções além de Lula e Bolsonaro.

Os dois líderes têm, juntos, 75% das intenções de voto no primeiro turno. O percentual dos que votam nulo, branco ou em nenhum é de 7%, e a taxa dos que ainda não sabem é de 4%.

As robustas taxas de certeza em relação ao voto contrariam, até aqui, a chance de movimentações bruscas esperada por Ciro. A convicção é superior dentro de alguns grupos, como homens -76% declaram já estarem com a decisão tomada, enquanto entre as mulheres o percentual é de 66%.

Já a afirmação de que o voto ainda pode mudar é numericamente superior à média geral em grupos como moradores do Sudeste (34%), jovens de 16 a 24 anos (dentro do qual 39% admitem repensar), estudantes (43%) e quem avalia o governo Bolsonaro como regular (48%).

Depois de Ciro e seus 22%, Lula (18%) é quem teria mais chance de receber o voto dos eleitores ainda reflexivos. Bolsonaro aparece na sequência, com 14%. E 9% votariam em branco, nulo ou ninguém.

A senadora Simone Tebet (MDB), representante da chamada terceira via, é vista como alternativa por 6% dos entrevistados que ainda podem mudar a escolha atual. Ela patina nas intenções de voto mesmo depois de ungida por seu partido e pelo PSDB -foi de 2% em maio para 1% agora.

O Datafolha ouviu 2.556 eleitores em 181 cidades nesta quarta-feira (22) e quinta (23). A margem de erro da pesquisa, contratada pela Folha de S.Paulo e registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o número 09088/2022, é de dois pontos para mais ou menos.

Coreaú: Polícia Civil deflagra operação para combater crimes de associação criminosa e de porte ilegal de arma de fogo na cidade

A ofensiva aconteceu, na manhã dessa quarta-feira (24), e resultou no cumprimento de dois mandados de prisão preventiva e um mandado de busca e apreensão.

Os trabalhos investigativos iniciaram quando os suspeitos apareceram em um vídeo se exibindo publicamente com armas de fogo. Com o levantamento das informações, a unidade policial identificou os investigados e representou por suas prisões. Os mandados judiciais foram expedidos pelo 5º Núcleo Regional de Custódia e Inquérito da comarca de Sobral.

Com as diligências, as equipes localizaram Francisco Edio de Oliveira (41), que já possui duas passagens por ameaça; e Antônio Gilvan Moreira de Sousa (25), ambos com mandados de prisão preventiva cumpridos por crimes de associação criminosa e porte ilegal de arma de fogo. As equipes ainda cumpriram um mandado de busca e apreensão na residência de um terceiro investigado, onde foram apreendidas uma quantia em dinheiro e um aparelho celular.

A operação foi coordenada pela Delegacia Municipal de Coreaú, e contou com o apoio de equipes do Núcleo Avançado de Inteligência (NAI), da Delegacia Regional de Sobral, e do Núcleo de Combate ao Tráfico de Drogas (NCTD) da Delegacia Municipal de Sobral. Os suspeitos capturados encontram-se à disposição da Justiça.

Denúncia
A população pode contribuir com as investigações repassando informações que auxiliem os trabalhos policiais. As informações podem ser direcionadas para o (88) 3625-1432, o número da Delegacia Municipal de Coreaú.

Fonte: PC Sobral

Suspeita de agredir criança, diretora de escola no RS diz: “não mordi forte”

A diretora da Escola Municipal de Ensino Fundamental Sadi Fortes, em Tenente Portela, no Norte do Rio Grande do Sul, está sendo investigada pela Polícia Civil. Ela é suspeita de agredir uma criança de 4 anos e teria admitido que a mordeu em gravações de áudio encaminhadas à família. O caso aconteceu na terça-feira (21).

De acordo com publicação do G1, a mãe do menino afirmou que a diretora encaminhou gravações em áudio para o celular do pai da criança informando ter dado a mordida.

 “Com certeza, mãe. Eu, como diretora, não deveria ter feito o que fiz. Não mordi forte, só apertei, como quando a gente brincava, quando criança (…) Mas, infelizmente, eu tinha vontade de morder de verdade. Porque o seu filho foi muito malcriado com os coleguinhas hoje”, afirma em trecho do áudio.

Fonte: Diário do Nordeste

Vereador cearense defende “pisa todo dia” em promotor e pede desculpas após reação do MP

Após afirmar que o promotor de Justiça Gleydson Leanndro Carneiro Pereira merecia uma “pisa” todo dia, o vereador de Alto Santo Luan Seguros (PDT) se desculpou nas redes sociais.

Ele já havia se retratado instantes após a fala, no plenário da Câmara Municipal de Alto Santo. O Ministério Público e a Associação Cearense do Ministério Público (ACMP) repudiaram a fala.

Luan criticava tanto o afastamento de vereadores em razão de fraudes na cota de gênero, assim como a proibição de que servidores sem concurso fossem contratados pelo Executivo municipal.

O argumento central da crítica era o que os novos vereadores seriam inexperientes e, dessa forma, atrasariam a dinâmica dos trabalhos legislativos.

Após o próprio comentário contra o promotor, no entanto, ele se desculpou alegando ser inexperiente.

Fonte: O POVO

MC Poze do Rodo distribui celulares para jovens que trabalham em sinal de trânsito

O MC Poze do Rodo fez a alegria dos garotos que estavam trabalhando em um sinal de trânsito na Barra da Tijuca, na Zona Oeste do Rio, nesta quinta-feira. Acompanhado por um amigo, o funkeiro parou o carro no semáforo e começou a distribuir aparelhos de telefone celular.

“Vou lá agora entregar os celulares para os ‘menor'”, afirmou o funkeiro. “Vem, vem rápido”, disse para os jovens ao abaixar o vidro do carro para doar os aparelhos. Uma multidão logo começou a se formar. “Muito obrigado, Poze. Tem muita gente vindo, Poze”, disse um rapaz.

O funkeiro também postou nos Stories os agradecimentos que recebeu dos “menor” após a entrega dos aparelhos. Poze do Rodo é conhecido por sucessos como “To Voando Alto” (feat. Gabriel do Borel), “Puxando Lança no Barco Cheio de Piranha” (feat. Kevin o Chris e Dj Alex da Baixada) e “Me Sinto Abençoado” (com Filipe Ret, Mainstreet e Ajaxx). O rapper conta com mais de 6 milhões de seguidores no Instagram.

Forrozeiro Flávio José anuncia aposentadoria dos palcos

Foto: Reprodução/Letras
No São João do município de Amargosa que aconteceu nesta quinta-feira (23), em entrevista a repórter Driele Veiga, o forrozeiro Flávio José lamentou a falta de valorização da velha guarda do forró e até cogitou a possibilidade de se aposentar daqui a 2 anos.

Ao ser questionado sobre sua relação com a internet e com novos estilos musicais que vem surgindo e ganhando espaço no São João como Sertanejo, o cantor não poupou palavras para expressar sua insatisfação. “Eu só tenho que lamentar porque conheço muita gente boa que jogou a toalha por falta de oportunidade, é muito triste. Eu não sei até quando vou continuar cantando, mas no momento atual eu penso que daqui a dois anos eu penso em parar, dos últimos anos pra cá tem tido muita inversão de valores, muita coisa que a gente não consegue mudar, então estou pensando em viver um pouco para mim”, contou.

Simone ousa demais no decote e mostra quase tudo em show. Veja

Divulgação/Fred Pontes
A cantora Simone, que faz dupla com a irmã Simaria, escolheu um figurino para lá de ousado na noite desta sexta-feira (24), durante show em Santo Antônio de Jesus, a cerca de 190 Km de Salvador. Simone está se apresentando sozinha após uma série de desentendimentos com sua irmã.

Diante de aproximadamente 40 mil pessoas, a sertaneja acabou mostrando parte dos seios durante o show.

Veja:
Divulgação/Fred Pontes