segunda-feira, 3 de outubro de 2022

Erros de pesquisas de intenção de voto mancham credibilidade de institutos, dizem especialistas

Os resultados do primeiro turno das eleições, que ocorreram nesse domingo (2), frustraram as previsões das pesquisas feitas pelos principais institutos que fazem levantamentos sobre a preferência do eleitorado do país.

Na eleição presidencial, por exemplo, Datafolha e Ipec davam menos de 40% dos votos para o presidente Jair Bolsonaro (PL) e apontaram a possibilidade de o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ganhar sem a necessidade de segundo turno, mas ambos erraram.


Desde agosto, o Ipec fez sete pesquisas de intenção de voto ao Palácio do Planalto. Considerando os votos válidos, o petista oscilou de 52% para 51%. Levando em conta a margem de erro de dois pontos percentuais estabelecida pelo instituto, o Ipec se aproximou do resultado divulgado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que registrou 48% dos votos para Lula.

No entanto, a empresa não chegou nem perto do total de votos obtidos por Bolsonaro. O presidente teve 43%, segundo o TSE. Nos sete levantamentos do Ipec, contudo, o chefe do Executivo começou e terminou com 37% dos votos válidos. Com o Datafolha não foi diferente. Em seis pesquisas feitas desde agosto, Lula iniciou com 51% dos votos válidos e terminou com 50%. Bolsonaro, por sua vez, tinha 35% na primeira amostra e 36% na última.

Perda de credibilidade

Na avaliação de especialistas, a quantidade de erros compromete a credibilidade das empresas. Doutor em ciência política, Leandro Gabiati diz que os institutos de pesquisa fazem parte do processo eleitoral e ajudam o eleitor a entender melhor em qual contexto ele vai votar, mas alerta que a baixa assertividade atrapalha o cenário eleitoral.

“Quando as pesquisas trazem informações erradas, isso confunde o eleitor. E se os institutos passam a ter descrédito na sociedade e com atores políticos, isso é negativo para a democracia como um todo. É fundamental que os institutos façam uma mea culpa e aprimorem a metodologia e as ferramentas de pesquisa para acertar mais”, afirmou.

R7

Com oito senadores eleitos, PL de Bolsonaro terá a maior bancada do Senado em 2023

O PL, partido do presidente e candidato à reeleição Jair Bolsonaro, terá a maior bancada no Senado Federal após as eleições gerais deste domingo.

A sigla elegeu oito senadores – e, com isso, ocupará 14 das 81 cadeiras do Senado na próxima legislatura, que começa em 2023.O PL pode perder a liderança do ranking, no entanto, se União Brasil e PP efetivarem a fusão partidária anunciada por dirigentes das siglas neste sábado (1º). Neste caso, o novo partido chegaria a 16 senadores.

Veja a lista de senadores que o PL elegeu neste domingo: Espírito Santo: Magno Malta, Goiás: Wilder Morais, Mato Grosso: Wellington Fagundes (reeleito), Rio de Janeiro: Romário (reeleito), Rio Grande do Norte: Rogério Marinho, Rondônia: Jaime Bagattoli, Santa Catarina: Jorge Seif, São Paulo: Marcos Pontes, Além deles, seguem na bancada do PL no próximo ano os senadores Carlos Portinho (PL-RJ); Carlos Viana (PL-MG); Flávio Bolsonaro (PL-RJ); Jorginho Mello (PL-SC); Marcos Rogério (PL-RO) e Zequinha Marinho (PL-PA).O PSD terá a segunda maior bancada, com 11 senadores – dois, eleitos neste domingo.

O União Brasil (que anunciou fusão com o PP) e o MDB vêm em seguida, com 10 senadores cada.Em 2022, os eleitores decidiram a composição de um terço do Senado, ou seja, 27 parlamentares.

Os mandatos dos senadores são de oito anos. Em 2026, cada eleitor votará em dois nomes e serão renovadas (ou mantidas) as outras 54 cadeiras.

G1

Vídeo: “Nós vencemos a mentira no dia de hoje”, diz Bolsonaro sobre resultado do 1º turno

“Nós vencemos a mentira no dia de hoje”, diz Bolsonaro sobre resultado do 1º turno.

Candidato à reeleição destacou que terá o mesmo tempo de propaganda eleitoral de seu adversário no 2º turno.
Metrópoles

Nove ex-ministros de Bolsonaro se elegeram neste domingo

Entre os 17 ex-ministros do governo de Jair Bolsonaro (PL) que disputaram cargos públicos nas eleições, 9 foram eleitos nestas eleições.

Em maio, 10 ministros deixaram o governo para se candidatar nas eleições. Antes disso, outros 18 saíram ou foram demitidos de seus cargos. Destes, 7 disputaram o pleito deste domingo (2.out).

Dos 17 ministros que concorreram a cargos eletivos nessas eleições, 12 receberam o apoio oficial de Bolsonaro em suas candidaturas. O ex-ministro da Defesa Walter Braga Netto (PL) disputa a eleição para o cargo de vice-presidente da chapa de Bolsonaro à reeleição e segue para o 2º turno.

Além de Braga Netto, o ex-ministro da Infraestrutura Tarcísio de Freitas (Republicanos) segue na disputa por São Paulo contra Fernando Haddad (PT). O ex-ministro do Trabalho e Previdência Social Onyx Lorenzoni (PL) também disputa o 2º turno contra Eduardo Leite (PSDB).

Entre os 4 ex-ministros que não receberam apoio oficial do chefe do Executivo nas candidaturas, 3 romperam com o governo, são eles: Sergio Moro (União), ex-ministro da Justiça e Segurança Pública; Luiz Henrique Mandetta (União Brasil), ex-ministro da Saúde; e Abraham Weintraub (PMB), ex-ministro da Educação.

Leia o desempenho dos ex-ministros do governo no 1º turno das eleições:
Poder360

Abstenção supera por pouco a de 2018 e é a maior desde 1998

Mais de 32 milhões de eleitores não compareceram às urnas neste domingo, segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral. O nível de abstenção, de 20,9%, é o mais alto desde as eleições de 1998, quando 21,5% do eleitorado não votou.

O maior percentual de abstenção foi registrado em 1994, quando cerca de 1 em cada 3 eleitores aptos não compareceram.

A abstenção tem crescido desde 2006, quando 16,8% dos eleitores não votaram. Em 2010, o índice subiu para 18,1%. Quatro anos depois, foi para 19,4%. E nas eleições presidenciais passadas, em 2018, alcançou 20,3%.

g1

Lula e Bolsonaro se dizem preparados para segundo turno

Lula e Bolsonaro disputam no 2º turno para a presidência
Os segundo turno para presidente e nos estados onde o pleito não foi definido no primeiro turno ocorrerá no dia 30 de outubro
Após a definição de um segundo turno entre Lula (PT), que com 98,84% dos votos apurados no primeiro turno, tem 48,39% dos votos válidos, e Jair Bolsonaro, com 43,23%, os dois candidatos à Presidência da República falaram com a imprensa na noite de domingo (2). Lula fez um breve pronunciamento em São Paulo enquanto Bolsonaro falou na entrada do Palácio da Alvorada, em Brasília.

Lula falou à imprensa minutos antes do seu adversário. Sorrindo o tempo todo durante seu breve discurso, Lula fez uma fala otimista sobre a continuidade da campanha e se mostrou animado para travar um debate com Jair Bolsonaro sem outros candidatos para dividir a atenção.

“Vai ser a primeira chance de fazer um debate tête à tête com o presidente da República. Vamos deixar o segundo turno para debater, para a gente poder medir, fazer comparações do Brasil que ele construiu e do Brasil que nós construímos. A partir de amanhã eu estou em campanha. Nós vamos ter que viajar mais, fazer mais comícios, conversar mais com as pessoas e convencer a sociedade brasileira daquilo que estamos propondo”, disse o ex-presidente.

Mais sério, Bolsonaro concedeu entrevista a um grupo de jornalistas que o aguardava na entrada da Residência Oficial do presidente da República. Para ele, serão quatro semanas para mostrar à população as consequências negativas do isolamento social, devido à pandemia, e da guerra na Ucrânia na economia do país.

“Temos um segundo tempo pela frente, onde tudo passa a ser igual e nós vamos mostrar melhor à população brasileira, especialmente à classe mais afetada, a consequência da política do ‘fique em casa, a economia a gente vê depois’, a consequência de uma guerra lá fora e de uma crise ideológica”, disse ele. Bolsonaro também pretende usar governos de esquerda na América do Sul, como Chile e Argentina, de uma maneira negativa, afirmando que “certas mudanças vêm para pior”.

Os segundo turno para presidente e nos estados onde o pleito não foi definido no primeiro turno ocorrerá no dia 30 de outubro.

Agência Brasil

Lula ganha em 14 estados; e Bolsonaro, em 12 e no DF; veja mapa

Com o resultado das urnas deste domingo (2), os candidatos à Presidência Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Jair Bolsonaro (PL) disputarão o segundo turno das eleições no dia 30 de outubro. Eles alcançaram 48% e 43% dos votos, respectivamente.

O candidato do PT venceu em 14 estados; e o do PL, em 12, além do Distrito Federal. Lula ficou com a maioria dos votos em todos os estados do Nordeste, enquanto Bolsonaro teve maior adesão em todos os estados do Sul e Centro-Oeste.

As regiões Sudeste e Norte ficaram divididas. No Sudeste, Lula venceu em Minas Gerais, mas perdeu nos outros três estados. No Norte, quatro estados ficaram com o ex-presidente; e três, com o atual.

Veja onde Lula venceu:

Alagoas

  • Lula: 56,5%
  • Bolsonaro: 36,05%

Amapá

  • Lula: 45,67%
  • Bolsonaro: 43,41%

Amazonas

  • Lula: 49,54%
  • Bolsonaro: 42,83%

Bahia

  • Lula: 69,72%
  • Bolsonaro: 24,32%

Ceará

  • Lula: 65,91%
  • Bolsonaro: 25,38%

Maranhão

  • Lula: 68,81%
  • Bolsonaro: 26,04%

Minas Gerais

  • Lula: 48,29%
  • Bolsonaro: 43,60%

Pará

  • Lula: 52,21%
  • Bolsonaro: 40,28%

Paraíba

  • Lula: 64,21%
  • Bolsonaro: 29,62%

Pernambuco

  • Lula: 65,27%
  • Bolsonaro: 29,91%

Piauí

  • Lula: 74,25%
  • Bolsonaro: 19,91%

Rio Grande do Norte

  • Lula: 62,98%
  • Bolsonaro: 31,02%

Sergipe

  • Lula: 63,82%
  • Bolsonaro: 29,16%

Tocantins

  • Lula: 50,4%
  • Bolsonaro: 44%


Onde Bolsonaro venceu:

Acre

  • Bolsonaro: 62,50%
  • Lula: 29,26%

Distrito Federal

  • Bolsonaro: 51,65%
  • Lula – 36,85%

Espírito Santo

  • Bolsonaro: 52,23%
  • Lula: 40,4%

Goiás

  • Bolsonaro: 52,16%
  • Lula: 39,51%

Mato Grosso

  • Bolsonaro: 59,84%
  • Lula: 34,39%

Mato Grosso do Sul

  • Bolsonaro: 52,7%
  • Lula: 39,04%

Paraná

  • Bolsonaro: 55,26%
  • Lula: 35,99%

Rio de Janeiro

  • Bolsonaro: 51,09%
  • Lula: 40,68%

Rio Grande do Sul

  • Bolsonaro: 48,89%
  • Lula: 42,28%

Rondônia

  • Bolsonaro: 64,36%
  • Lula: 28,98%

Roraima

  • Bolsonaro: 69,57%
  • Lula: 23,05%

Santa Catarina

  • Bolsonaro: 62,21%
  • Lula: 29,54%

São Paulo

  • Bolsonaro: 47,71%
  • Lula: 40,89%

CNN Brasil

Elmano diz que vitória em 1º turno era 'impensável' e aponta diálogo com oposição no Ceará

Petista venceu o pleito com 54% dos votos válidos
Eleito governador do Ceará neste domingo (2) com 54% dos votos válidos, Elmano de Freitas (PT) admitiu, em coletiva para a imprensa, à noite, que não esperava vencer em primeiro turno e que estava preparado para seguir a campanha.

"Ganhar no primeiro turno era impensável", afirmou o governador eleito, mesmo tendo "convicção grande" de que o projeto defendido pela coligação 'Ceará cada vez mais forte' era o "melhor para o Ceará".

Elmano também celebrou a vitória do ex-governador Camilo Santana (PT) ao Senado e agradeceu o apoio da governadora Izolda Cela (sem partido), que, de última hora, saiu em defesa do petista na propaganda eleitoral. "O nosso povo compreendeu as conquistas grandes do governo Camilo e Izolda", comentou.

No discurso para a militância, ele foi mais enfático sobre a influência de Camilo e Izolda em sua vitória:

DIÁLOGO
O novo gestor do executivo estadual diz que vai dialogar tanto com sua base de apoio como com seus opositores.

"Temos muita condição de dialogar com candidatos de base do nosso governo e ouvir, com muita tranquilidade, as sugestões da oposição. Temos que ter em mente que queremos o melhor para o povo do Ceará", garantiu.

O petista também acenou a pedetistas, sinalizando intenção em retomar a aliança rompida após o anúncio da candidatura do ex-prefeito da Capital, Roberto Cláudio (PDT), ao Governo. "Tenho excelente relação com os deputados do PDT. Temos divergências, como é natural na democracia, e é bom, desde que se dialogue e debata em alto nível". 

Como pautas prioritárias em seu mandato, ele destaca o protagonismo de mulheres, a expansão do ensino em tempo integral, a interiorização da saúde, o combate à fome e a geração de emprego e renda.

O político, aliás, disse que pretende manter a dinâmica de Camilo Santana, que, enquanto governador, fazia transmissões ao vivo semanais para dialogar com a população e ouvir setores econômicos.

EQUIPE DE GOVERNO
Elmano ressaltou ainda que somente agora, eleito, discutirá a formação da equipe de Governo. “Temos projeto, propostas para várias áreas. Mas as pessoas que vão comandar, vamos conversar".

APOIO A LULA
O governador eleito também inflamou sua militância para a campanha do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) à presidência da República. 

"Se tinha alguém que pensava em descansar, esqueça. Na luta do povo ninguém descansa. É luta até eleger Lula presidente do Brasil. Nós já chegamos em primeiro no primeiro turno. E o Lula tirou uma votação extraordinária no Ceará. Mas a nossa missão é ter energia, disposição, calçar a sandália da humildade, conversar com cada cidadão e cidadã que não votou em Lula no primeiro turno e dizer que, para o Ceará ser três vezes mais forte, é votar 13 para Lula presidente do Brasil", declarou Elmano.

Com DN

‘Filho do Bill’ tira apenas 25 votos para deputado estadual e perde eleição

O resultado das urnas neste domingo (2) no Ceará, trouxe várias surpresas desagradáveis para alguns políticos no Estado .

Um dos casos, é o do candidato Filho do Billl, (PMN), que obteve apenas 25 votos para deputado estadual.

José Clóvis de Paula Baía (58), o Filho do Bill, é natural de Caucaia (CE)

Apesar de usar um apelido que ficou famoso neste ano, ele não foi eleito por causa da pouca quantidade de votos obtidos.

Portal Vale do Acaraú

Wagner atribui derrota a 'onda Lula' e não descarta fazer campanha para Bolsonaro no 2º turno

Para o candidato do União Brasil, influência do ex-presidente foi muito maior do que a de Camilo Santana para vitória de Elmano de Freitas
Derrotado na corrida ao Governo do Ceará, o candidato Capitão Wagner (União Brasil) atribuiu a vitória de Elmano de Freitas (PT) no primeiro turno à influência do ex-presidente Lula, e não descartou apoiar o presidente Jair Bolsonaro (PL) no segundo turno do pleito nacional. A declaração foi dada por ele em pronunciamento após a consolidação do resultado no Estado. 

Com 99,89% das urnas apuradas no Ceará, Wagner foi apontado com 31,73% dos votos válidos no pleito ao Executivo Estadual. Elmano conquistou o primeiro lugar com 54,01%. 

"Quando a onda vem é difícil segurar. Assim como veio em 2018, veio uma onda inversa. A gente viu a situação na Bahia, com o ACM Neto com chance de vencer no primeiro turno ficar em uma situação muito difícil. O resultado em Fortaleza foi maravilhoso porque ganhamos aqui na Capital, a Kamila (Cardoso) superou as expectativas, tirando o dobro de votos do Roberto Cláudio, que era um candidato competitivo", disse Wagner.

"A gente atribui isso à 'onda Lula'. O Camilo tem o mérito dele de conduzir o Elmano, mas atribuo muito mais ao Lula, até porque a Kamila, com pouquíssimo tempo de campanha, teve um bom percentual e se tivesse mais tempo estaria disputando a vaga ao Senado", completou.

SEGUNDO TURNO NACIONAL
Sobre o cenário nacional, que terá a disputa em segundo turno entre Lula e Bolsonaro pela presidência, Wagner não descartou apoiar o candidato do PL. Contudo, ele ressaltou que ainda irá conversar com os líderes da legenda no Ceará para definir como deverá atuar na campanha do atual presidente.

Wagner ainda afirmou que deverá tirar alguns dias para descansar após o período de campanha.

"A gente vai conversar com o PL, com o Raimundo Matos, o Acilon e os líderes do partido, e no que eu puder contribuir na campanha de segundo turno, eu estou a disposição. Vou tirar alguns dias para descansar", declarou.

Wagner disse ainda ter vivido dias intensos, mas afirmuo que estará à disposição para contribuir com o cenário nacional "de forma muito tranquila, com argumentos, paz e tranquilidade para evitar que a militância venha se digladiar. O que pudermos fazer para termos uma eleição pacífica aqui no Ceará, eu vou fazer".

"Considero apoiar o presidente Bolsonaro, sim. Vou conversar com o PL, mas repito, vou ter uma postura de respeito. Eu amadureci muito para me apresentar como alguém mais pacífico e vamos mostrar isso nesse segundo turno, e nos próximos anos", completou Wagner.

LIGAÇÃO PARA OS RIVAIS 
O candidato do União Brasil também confirmou que irá ligar para os principais adversários de campanha para dar os parabéns pelo trabalho durante as últimas semanas. A lista inclui Elmano (PT) e Roberto Cláudio (PDT). 

Apesar da conduta amistosa, Wagner não poupou críticas ao próximo governador do Estado, dizendo se preocupar com uma repetição de cenário do que aconteceu na Prefeitura de Fortaleza. Ele fez referência direta à sucessão da administração municipal que culminou na eleição de José Sarto (PDT). 

"O que eu espero é que não aconteça o que aconteceu em Fortaleza, com o prefeito Sarto, eleito muito mais pelos padrinhos do que pela condição como gestor, e a gente viu que aconteceu a mesma coisa com o Elmano. Mas espero que o Elmano se sobressaia e ele seja algo mais do que o governador do Lula e do Camilo. Espero que ele possa se preparar nesses três meses e fazer um bom governo", disse. 

DN