segunda-feira, 28 de abril de 2025

Artista despenca após cabo se romper durante acrobacia em circo no Interior do CE. Imagens mostram o momento da queda

Segundo testemunhas, acobrata caiu de uma altura de cerca de 20 metros
Um acrobata do Circo Porto Rico despencou do ar após o cabo de aço que o sustentava romper. O caso aconteceu no município de Russas, na noite desse domingo (27).

Segundo relatos, o artista se apresentava a cerca de 20 metros de altura quando caiu e bateu com o rosto no palco, ocasionando uma fratura exposta, além de machucar uma das mãos.

Em nota, o Circo Porto Rico disse que houve "um pequeno acidente" e afirmou que o homem foi “amparado e levado com rapidez para o hospital”.

Pessoas ligadas ao circo também se pronunciaram, pedindo que não fossem espalhadas mentiras para preservar tanto a família como o próprio artista, e que ele se encontra bem e estável, sob cuidados médicos.
Assista ao incidente - Veja momento

Collor ficará preso em sala adaptada de diretor do presídio em Maceió-AL

O presídio Baldomero Cavalcanti, em Maceió (AL), desocupou a sala do diretor para acomodar o ex-presidente Fernando Collor de Mello (1990-1992), preso na unidade desde a tarde de sexta-feira (25). A informação foi publicada pela Folha de S.Paulo.

A direção da unidade avaliou que a sala era o único espaço capaz de atender às necessidades de saúde de Collor, conforme determinação da Justiça, sem a necessidade de reformas. O local, situado no corredor administrativo, é maior que as celas comuns e possui ar-condicionado e banheiro privativo.

O ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), determinou que a administração da unidade informe se há estrutura para atender às necessidades de saúde do ex-presidente. A defesa de Collor alegou que ele tem Parkinson, apneia do sono e transtorno afetivo bipolar. No entanto, em audiência de custódia, Collor afirmou que não possui doenças nem faz uso de medicamentos.

Na quinta-feira (24), Moraes decretou a prisão imediata do ex-presidente depois de rejeitar o último recurso imposto pela defesa para revisar a dosimetria das suas penas. Collor foi condenado a 8 anos e 10 meses de prisão por corrupção no caso da BR Distribuidora.

Com informações de Poder 360

Alvo da PF, lobista do INSS tem passaporte retido ao voltar da Europa

O lobista Antonio Carlos Camilo Antunes, conhecido como “careca do INSS”, teve o passaporte retido pela Polícia Federal (PF) ao voltar de Lisboa, Portugal, neste sabado (26/4).

Ele é investigado no âmbito da Operação Sem Desconto, que apura um esquema bilionário de descontos indevidos diretamente da folha de aposentados. O caso foi revelado pelo Metrópoles.

Além da apreensão do passaporte, Antunes foi informado sobre as outras medidas judiciais que recaem sobre ele, como proibição de manter contato com outros investigados e testemunhas, assim como com dirigentes e funcionários de entidades com acordos de descontos associativos.

O lobista também está proibido de acessar as unidades de qualquer dependência do INSS e entidades associadas, além da Procuradoria Federal Especializada do Instituto Nacional do Seguro Social (PFE-INSS), e da Empresa de Tecnologia e Informações da Previdência Social (Dataprev).

Antunes precisou informar o endereço onde reside, quem compõe seu núcleo familiar e quais os telefones para contato usados na residência informada. Ele ficou vetado, ainda, de se ausentar da comarca onde reside sem autorização judicial

Antunes é apontado pela Justiça Federal como parte do “alto escalão deste grupo criminoso”, que movimentou a cifra de R$ 6,3 bilhões.

O “careca” seria o responsável por obter, por meio do INSS, os dados cadastrais de aposentadas e pensionistas – que, posteriormente, seriam repassados às entidades acusadas de fraudar as filiações para cobrar mensalidades.

O Metrópoles revelou que ele tinha uma procuração para atuar pela Associação dos Aposentados Mutualistas para Benefícios

Coletivos (Ambec) perante o INSS. A quebra de sigilo do lobista mostra que ele recebeu R$ 11 milhões somente da entidade.

Outra cifra de R$ 1 milhão foi paga diretamente pela Benfix, empresa de Maurício Camisotti, apontado como empresário que arquitetou, por meio do uso de laranjas, três associações que faturaram R$ 580 milhões somente no último ano.

Enquanto parentes e funcionários estão nos quadros das associações, Camisotti e suas empresas receberam R$ 43 milhões delas.

Quanto ganhava o Papa? Veja como é fornada a remuneração no alto clero católico

Humildade e simplicidade sempre foram marcas registradas do Papa Francisco, que desde o início do pontificado dispensou luxos e manteve um estilo de vida discreto. Mas uma dúvida comum entre fiéis e curiosos é: afinal, o Papa recebia salário?

A resposta é simples: não. Como jesuíta, Francisco fez votos de pobreza, o que significa que não possui bens pessoais e também não recebe um salário fixo pelo cargo que ocupa. Todas as necessidades como alimentação, moradia, transporte e cuidados médicos, são custeadas pela Igreja Católica.

Em entrevistas e até em documentários, como Amém: Perguntando ao Papa, disponível no Disney+, Francisco já comentou sobre essa rotina com bom humor.

“Quando preciso de dinheiro para comprar sapatos ou outra coisa, eu peço. Eu não tenho um salário, mas isso não me preocupa porque sei que serei alimentado de graça”, declarou o pontífice.

De onde vem a fortuna do Vaticano
Para sustentar os membros da Igreja que vivem no Vaticano, a Igreja Católica conta com várias fontes de rendimentos. Entre os principais meios de arrecadação está o turismo, que capta fundo a partir das visitas aos museus e templos locais.

Os donativos dos fiéis e das igrejas subordinadas ao Vaticano é outra forma de contribuição. Todos os bens angariados são coletados e armazenados no Óbulo de São Pedro, um sistema que coleta doações de dioceses em todo o mundo.

As posses e tesouros acumulados ao longo da história também fazem parte da economia do centro do catolicismo, bem como a própria carteira de investimentos do Vaticano, contribuindo para a manutenção da riqueza do local.

Morre Papa Francisco:
Após 12 anos a frente da Igreja Católica, o Papa Francisco morreu nesta segunda-feira (21), informou o Vaticano. Ele passou por internações nos últimos meses e não resistiu às complicações.

Papa Francisco, nascido Jorge Mario Bergoglio, em Buenos Aires, Argentina, faleceu nesta segunda-feira, aos 88 anos, em Roma.

Ele foi o primeiro papa latino-americano e o primeiro jesuíta a assumir o pontificado, marcando seu papado com um estilo simples e comprometido com os mais necessitados.

Pela 2ª vez, Justiça Eleitoral de SP condena e determina que Pablo Marçal fique inelegível por 8 anos

O influenciador digital e empresário Pablo Marçal (PRTB) foi condenado pela Justiça Eleitoral de São Paulo em razão de sua conduta nas eleições municipais da capital em 2024. A condenação determina que Marçal fique inelegível por 8 anos, além de ter de pagar multa de R$ 420 mil por descumprir uma liminar do processo.

Cabe recurso ao Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo, responsável pela decisão. Paulo Hamilton Siqueira Júnior, coordenador da equipe jurídica de Pablo Marçal, afirmou que as provas e “os fatos indicados na decisão não são suficientes” para a condenação. “Em breve será apresentado recurso cabível com os argumentos necessários para a reforma da decisão”, declarou.

As acusações diziam respeito a abuso de poder econômico, uso indevido dos meios de comunicação e captação e gastos ilícitos de recursos durante a campanha.

Esta é a segunda condenação do empresário. Em fevereiro, a Justiça Eleitoral já havia tornado Pablo Marçal inelegível por acusações semelhantes. Na época, os partidos PSOL e PSB acusaram Marçal de vender apoio a candidatos em troca de dinheiro para campanha dele.

Nova condenação
A decisão, que torna Marçal inelegível por oito anos, é do juiz Antonio Maria Patiño Zorz, da 1ª Zona Eleitoral de São Paulo. Também foi imposta multa de R$ 420 mil reais por descumprimento de uma liminar.

O juiz determinou que “o réu Pablo Marçal é corresponsável pelas condutas perpetradas no canal mantido no ‘Discord’”. Indicou ainda que “a repercussão no contexto específico da eleição (gravidade quantitativa) pôde ser constatada em razão dos referidos vídeos com oferta de pagamento a quem efetuasse cortes de vídeos de Marçal em concurso de cortes estar acessível a milhões de pessoas seguidoras em suas redes sociais (TikTok, Youtube, Instagram, entre outros)”.

O gasto ilícito de recursos está caracterizado, segundo a decisão, “em razão da existência de impulsionamento de cortes de vídeo realizada por terceiros que foi estimulada pelo próprio candidato Pablo Marçal como forma de ilícito alavancamento de visualizações de cortes de vídeos com seu conteúdo.”

Desta vez, porém, foi uma representação do PSB que acusou Marçal de promover o impulsionamento ilícito de sua candidatura nas redes sociais, dando início à investigação.

G1

Confusão em Campus da UNP: Professor gera parada respiratória em cachorro em sala de aula e provoca revolta

Um vídeo gravado em uma aula do curso de Medicina Veterinária da Universidade Potiguar (UNP), em Mossoró, tem causado polêmica neste domingo (27). As imagens mostram um professor convidado provocando uma parada respiratória em um cachorro. O caso revoltou seguidores e, rapidamente, acusações de maus-tratos. 

A denúncia foi compartilhada nas redes sociais por políticos, como o vereador de Natal Robson Carvalho e o ex-deputado federal Rafael Motta. Contudo, personalidades de todo o Brasil se manifestaram, como o deputado federal pelo Paraná, Delegado Matheus Laiola. 

“Não podemos normalizar a dor como método de ensino! Maltratar animais não é aprendizado, é crime! Estamos entrando em contato com a Polícia Civil, Ministério Público, Universidade Potiguar (UnP), e Conselho Federal e Regional de Medicina Veterinária para que tomem as providências cabíveis”, afirma o deputado Laiola, em post compartilhado por Robson Carvalho. 

Segundo a 96 FM, as publicações mostram o professor que não faria parte do quadro da instituição mas que teria sido convidado para aquela aula. “Eu apliquei uma medicação, eu provoquei uma parada respiratória nele só para poder mostrar para vocês”, afirma.

O erro de Alexandre de Moraes que vai custar muito caro ao STF, diz editorial da VEJA

A intimação de Jair Bolsonaro em uma UTI após a sétima cirurgia em decorrência da facada na eleição de 2018 é um dos atos mais abjetos do Supremo Tribunal Federal nos últimos anos. Aliás, não lembro de nada tão indigno desde que cubro a corte como jornalista em Brasília.

É também de pouca inteligência em meio ao processo mais importante da história do STE: o julgamento da trama golpista que quase aboliu o estado democrático de direito no Brasil, envolvendo o próprio ex-presidente, ex-ministros e parte das Forças Armadas.

A decisão é tão ruim que foi necessária a divulgação de uma nota para explicar o motivo da intimação ser realizada no hospital com o ex-presidente preso a inúmeros aparelhos, convalescendo após 12 horas de uma cirurgia “extensa” e de “grande porte”.

Existe uma máxima em Brasília: quando um dos Três Poderes precisa se explicar diante de ur. fato é porque o ato deu muito errado.

Nesse caso, há ainda um agravante: o Código de Processo Penal proíbe a citação de indivíduos em estado grave de saúde. Alguém tem dúvida de que Bolsonaro enfrenta novamente uma situação delicada envolvendo sua condição física? O STF não conhece o código penal brasileiro?

Há uma quantidade enorme de provas contra o ex-presidente no processo da trama golpista que vão muito além da delação de Mauro Cid. São provas colhidas pela Polícia Federal e pela Procuradoria-geral da República.

Tudo que Bolsonaro, seus advogados e a cúpula do bolsonarismo querem, incluindo seus filhos, é engrossar o caldo da narrativa do vitimismo para seu público, mas também furando a bolha da extrema direita.

Nesse aspecto, a citação do ex-presidente dá a maior contribuição para arregimentar mais fiéis à narrativa de que se trata de um julgamento político. Não que seja – frise-se – mas o estrago está feito.

Governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite se lança candidato à Presidência da República

Em entrevista ao jornal Folha de S.Paulo, o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSDB), afirmou que pretende disputar a Presidência da República em 2026, logo após o governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), citar uma união entre os governadores para 2026.

Diante da indefinição do PSDB sobre a fusão com o Podemos, Leite não descarta a possibilidade de migrar para o PSD. Na entrevista, Leite declarou ter vontade de “liderar o projeto nacional”. “Se o meu movimento for em direção a outro partido, e não a permanência no que vier a ser o PSDB na sua fusão, será por enxergar a oportunidade de não apenas participar, mas também de liderar o projeto [nacional]”, afirmou o tucano.

Apesar da intenção de disputar o Planalto, o governador gaúcho disse que priorizará os interesses do país. “Jamais vou colocar o meu desejo e a minha aspiração acima de um projeto de país.”

Filiado há 24 anos ao PSDB, Eduardo Leite afirmou que aguardará a definição do partido antes de tomar qualquer decisão. “O PSDB está em processo de discussão até o final deste mês. No dia 29 de abril, tem uma reunião, inclusive, da executiva, que deve encaminhar o destino como partido. O que nós ajustamos é que nenhuma decisão individual acontecesse antes desse período. Então, aguardo o processo do próprio PSDB, que sinaliza fazer uma fusão com outro partido, em princípio com o Podemos. A partir dessa decisão partidária vou definir o meu destino individualmente. Vou definir isso provavelmente no mês de maio.”

O governador admitiu a possibilidade de deixar a legenda. “Pode ser. Temos que ver o que desse caminho que o PSDB tomar dará condições para que eu tenha a minha participação na política, na vida pública do nosso país, não apenas do ponto de vista da oportunidade de concorrer, mas da capacidade de formular programa, de ter um projeto para o país. É isso que eu quero poder enxergar.”

Eduardo Leite confirmou seu desejo de concorrer ao Palácio do Planalto em 2026. “A minha disposição é de construir uma candidatura à Presidência da República, onde entendo que posso dar uma contribuição, onde desejo dar uma contribuição, para apresentar uma alternativa a esta polarização que está no país e que é destrutiva.”

O tucano também criticou o cenário atual de polarização política. “A polarização por si só não é um problema. Esta polarização [atual] é um problema. O PSDB polarizou com o PT, mas era uma polarização em que se apresentavam aos brasileiros duas visões de país, duas visões de modernização da máquina pública, duas formas de pensar a economia distintas. Esta polarização que aí está parece focar muito mais energia em destruir o outro. Boa parte dos brasileiros foi para as urnas em 2022 para votar contra alguém, mais do que a favor de um projeto.”

Gazeta do Povo

Irmão mata a irmã na noite desse domingo

Um homem de 25 anos t1rou a vida da sua irmã, Maria Verônica dos Santos, por volta das 23h:30min nesse domingo, 27, na cidade de Nova Cruz, Agreste do Rio Grande do Norte.

Vizinhos ainda escutaram gritos com pedido de socorro da Maria Verônica, mas ao tentarem intervir, já viram o Manoelzinho fugindo pelo telhado da casa. Ele foi capturado e preso.

Manoel da Costa, Manoelzinho, já tinha passagem pela polícia e internação em uma unidade socioeducativa por crimes devido seu envolvimento com o mundo das drogas.

STF condena Débora Rodrigues, que pichou estátua no 8 de janeiro, a 14 anos de prisão

A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) condenou nesta sexta-feira (25) a 14 anos de prisão a cabelereira Débora Rodrigues dos Santos, acusada de participar dos atos golpistas de 8 de janeiro de 2023 e de pichar a frase “Perdeu, mané” na estátua A Justiça, localizada em frente ao edifício-sede da Corte.

A condenação a 14 anos por cinco crimes foi obtida pelos votos dos ministros Alexandre de Moraes, relator do caso, Flávio Dino e Cármen Lúcia. Cristiano Zanin votou pela condenação a 11 anos, e Luiz Fux aplicou pena de um ano e seis meses de prisão.

Com o fim do julgamento, a cabelereira está condenada pelos crimes de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, associação criminosa armada, dano qualificado e deterioração do patrimônio tombado.
Após a publicação da decisão, a defesa de Débora poderá recorrer da decisão. Ela está em prisão domiciliar. 

Divergência
O julgamento foi suspenso no mês passado por um pedido de vista do ministro Luiz Fux, que devolveu o caso para julgamento.

Na manifestação proferida hoje, Fux votou pela condenação a um ano e seis meses de prisão somente pelo crime de deterioração de patrimônio tombado. O ministro absolveu a acusada dos crimes contra a democracia.

“O que se colhe dos autos é a prova única de que a ré esteve em Brasília, na Praça dos Três Poderes, no dia 8 de janeiro de 2023 e que confessadamente escreveu os dizeres “Perdeu, Mané” na estátua já referida”, justificou o ministro.

Após o voto de Fux, Moraes publicou um adendo ao seu voto para reafirmar que ela participou dos atos golpistas e também deve ser condenada pelos crimes contra democracia, não só pela depredação. 

Segundo Alexandre de Moraes, Débora confessou que saiu do interior de São Paulo, veio para Brasília e ficou acampada em frente do quartel do Exército para participar dos atos golpistas.

en”Débora Rodrigues dos Santos buscava, em claro atentado à democracia e ao estado de direito, a realização de um golpe de Estado com decretação de intervenção das Forças Armadas”, afirmou o ministro.  

Defesa 
No início do julgamento, os advogados afirmaram que receberam o voto do ministro Alexandre com “profunda consternação”. Segundo a defesa, o voto pela condenação a 14 anos de prisão é um “marco vergonhoso na história do Judiciário brasileiro”.