quinta-feira, 1 de janeiro de 2026

Após termino com Ana Castela, Zé Felipe escolhe Pipa no Rio Grande do Norte para passar o Réveillon

Foto: Reprodução
Zé Felipe desembarcou na noite desta quarta-feira (31/12) em Natal, no Rio Grande do Norte, para passar o Réveillon em Pipa, no litoral potiguar.

Poucos dias após anunciar o término do namoro com Ana Castela, o cantor chamou atenção ao viajar no jato particular de sua ex-esposa, Virginia Fonseca, que está em Madri, na Espanha, acompanhada dos três filhos e do namorado, Vini Jr.

Portal Leo Dias

Susto do Bem: Frei Gilson é surpreendido por padre Marcelo Rossi em show

Frei Gilson se apresentou no Réveillon da Paulista, em São Paulo, na quarta (31/12). O que o religioso não esperava, no entanto, é que Padre Marcelo Rossi “invadiria” o palco.

Enquanto cantava para uma multidão, Frei Gilson foi surpreendido pelo sacerdote, que ficou atrás dele até que fosse notado. O encontro dos dois, diante do público, emocionou. “Ele é tão grande e eu não vi”, brincou o dono do show.

Alistamento militar começa nesta quinta e vai até junho; mulheres podem aderir de forma voluntária

Começou nesta quinta-feira (1º), em todo o país, o processo de alistamento militar de 2026 para as Forças Armadas.

A inscrição é obrigatória, por lei, para homens que completam 18 anos em 2026. Neste ano, pela segunda vez, mulheres podem se alistar de forma voluntária.

O processo pode ser iniciado pelo site do Exército ou, a partir desta sexta (2), na junta militar mais próxima.

O prazo vai até 30 de junho. Depois, no segundo semestre, as Forças Armadas seguem com as fases de seleção, designação e incorporação ou matrícula.

Quem for selecionado vai servir por um ano, a partir de 2027. Esse prazo pode ser prorrogado, de ano em ano, por até oito anos.

Alistamento feminino

Em 2026, as Forças Armadas reservaram mais de 1,4 mil vagas para mulheres que desejem se alistar de forma voluntária: 1 mil para o Exército; 300 para a Aeronáutica e 157 para a Marinha.

As lotações estão distribuídas em 145 municípios de 21 estados e no Distrito Federal. Em 2025, 33 mil mulheres se voluntariaram para 1.465 vagas.

g1

Show com 1200 drones bate recorde na América Latina; Jesus Cristo foi o destaque

Foto: Reprodução
O show de Alok no Réveillon de Copacabana 2026 marcou um recorde histórico para a América Latina com o uso de 1.200 drones sincronizados]. A apresentação, que deu as boas-vindas ao ano de 2026, utilizou tecnologia de ponta para criar figuras tridimensionais gigantescas no céu, superando a marca anterior do próprio DJ estabelecida no “Show do Século” em 2023 .
Além do espetáculo tecnológico, a performance integrou música eletrônica com elementos da cultura brasileira, consolidando o evento como um dos maiores palcos do mundo para inovação em entretenimento ao vivo. Para conferir detalhes sobre a programação oficial de eventos na cidade, você pode acessar o portal RioTur.

Grupo que apostou R$ 13 milhões na Mega da Virada fez mais de 2 mil quadras e 45 quinas

Foto: Arquivo pessoal/Glaciel Andrade e Tomaz Silva/Agência Brasil
Um grupo de apostadores de Cachoeira Dourada, no sul de Goiás, que investiu cerca de R$ 13 milhões na Mega da Virada, acertou 45 quinas e cerca de 2 mil quadras, segundo o organizador Glaciel Andrade, sargento da Polícia Militar.

Cada aposta premiada vai receber R$ 11.931,42 pela quina e R$ 216,76 pela quadra.

Glaciel informou ao portal g1 que o grupo registrou 57 jogos de 20 números ao custo de R$ 232,5 mil, totalizando mais de R$ 13 milhões em aposta.

Pelas 45 quinas e 2 mil quadras, o grupo deve receber um valor próximo de R$ 1 milhão.

De acordo com o resultado divulgado pela Caixa Econômica Federal na manhã desta quinta-feira (1º), 3.921 apostas acertaram a quina e 308.315 acertaram a quadra em todo o país.

Já o prêmio principal, de R$ 1,09 bilhão, foi dividido entre seis apostas, configurando o maior valor da história da loteria. As dezenas sorteadas foram: 09 – 13 – 21 – 32 – 33 – 59.

Com informações de g1

Fibromialgia passa a ser reconhecida como deficiência por lei nacional

Foto: Reprodução
Norma sancionada em 2025 garante direitos legais e entra em vigor a partir de janeiro de 2026
A fibromialgia passou a ser oficialmente reconhecida como deficiência para todos os efeitos legais no Brasil após a sanção da Lei nº 15.176, em 23 de julho de 2025, pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, ampliando o acesso de pessoas diagnosticadas à rede de direitos assegurados às pessoas com deficiência.

A legislação também inclui, no mesmo enquadramento jurídico, a síndrome da fadiga crônica e a síndrome complexa de dor regional, equiparando essas condições a outras deficiências já previstas na legislação brasileira.

A nova lei foi publicada no Diário Oficial da União no dia da sanção e estabelece validade em todo o território nacional. A norma entra em vigor após o prazo de 180 dias, o que leva sua aplicação prática para janeiro de 2026.

Com isso, deixa de existir a diferença de interpretação entre estados e municípios sobre o reconhecimento da fibromialgia como deficiência, criando um padrão nacional para concessão de direitos e benefícios.

Com o novo enquadramento, pessoas diagnosticadas com fibromialgia, síndrome da fadiga crônica ou síndrome complexa de dor regional passam a ter acesso aos direitos garantidos às pessoas com deficiência. Entre eles estão isenções fiscais, benefícios assistenciais e previdenciários, além da participação em cotas reservadas em concursos públicos.

A legislação também assegura o acesso às garantias previstas na Lei Brasileira de Inclusão, como atendimento prioritário e outras políticas de inclusão social, conforme os critérios já aplicados a outras deficiências.

Avaliação biopsicossocial será exigida para acesso aos benefícios
Apesar do reconhecimento legal, o acesso aos direitos não será automático. A lei determina que o enquadramento como pessoa com deficiência dependerá de avaliação biopsicossocial, realizada por equipe multiprofissional.

Essa análise levará em conta não apenas os sintomas clínicos, mas também o impacto das síndromes na funcionalidade, na autonomia e na participação social do indivíduo em igualdade de condições com as demais pessoas.

Lei prevê diretrizes de atendimento pelo SUS
Outro ponto previsto na norma é a definição de diretrizes para o atendimento integral das pessoas com fibromialgia por meio do Sistema Único de Saúde. O texto estabelece que o Estado deve formular estratégias de acompanhamento multidisciplinar, envolvendo diferentes especialidades médicas e terapêuticas.

A medida busca garantir um cuidado coordenado e contínuo, considerando a complexidade e a natureza muitas vezes invisível dessas condições.

Impactos na área previdenciária e assistencial
Com a entrada em vigor da Lei nº 15.176/2025, o reconhecimento da fibromialgia como deficiência poderá fundamentar pedidos de benefícios assistenciais, como o Benefício de Prestação Continuada (BPC/LOAS), além de reforçar solicitações de isenção tributária, aposentadorias e adequações funcionais.

A sanção é considerada um marco jurídico por profissionais da área previdenciária e assistencial, ao reconhecer institucionalmente a vulnerabilidade associada a essas condições, frequentemente marcadas por sintomas subjetivos e dificuldades de comprovação pericial.

Quem tem pressão alta pode tomar água com gás? Cardiologista responde

Para quem tem pressão alta, o mais importante continua sendo manter uma alimentação equilibrada
A água com gás costuma dividir opiniões. Para algumas pessoas, ela é uma aliada para beber mais líquidos. Para outras, desperta desconfiança, especialmente entre quem já ouviu que “bebida com gás faz mal para o coração”.

Nas redes sociais, vídeos alarmistas costumam misturar conceitos e gerar confusão. Mas será que a água com gás realmente aumenta a pressão arterial?

A resposta passa por entender o que, de fato, influencia a pressão ao longo do tempo e o que provoca apenas reações momentâneas do organismo. 

Por isso, separamos informações do cardiologista Sérgio Francisco, do perfil Café com Cardio. Vem ler a reportagem para entender!

O que existe por trás do gás das bebidas
O gás presente tanto na água com gás quanto nos refrigerantes é o dióxido de carbono, conhecido como CO₂. Ele é responsável pelas bolhas e pela sensação característica na boca e no estômago.

Esse efeito sensorial faz muita gente associar automaticamente qualquer bebida gaseificada a algo potencialmente prejudicial à saúde cardiovascular.

No entanto, o impacto de uma bebida sobre a pressão arterial não depende apenas do gás. Açúcares, adoçantes, sódio, cafeína e outros compostos presentes nos refrigerantes têm papel muito mais relevante quando o assunto é risco cardiovascular no longo prazo.

O que a ciência já mostrou sobre bebidas com gás
Estudos que observaram aumento de pressão arterial ao longo do tempo analisaram principalmente o consumo frequente de refrigerantes, tanto os tradicionais quanto os chamados “zero”.

Nessas bebidas, o problema não é o gás isoladamente, mas o conjunto de substâncias que fazem parte da fórmula. O cardiologista Sérgio Francisco explica esse ponto:

“Todos os estudos que mostraram que bebidas carbonatadas podem aumentar a pressão no longo prazo são referentes a refrigerante, com açúcar ou sem açúcar.”

Ou seja, o risco observado nos estudos não pode ser automaticamente transferido para a água com gás, que não contém açúcar, adoçantes artificiais nem outros compostos presentes nos refrigerantes.

Água com gás aumenta a pressão?

A resposta curta é: não de forma sustentada.

A água com gás pode provocar uma elevação transitória da pressão arterial logo após o consumo, mas isso faz parte de uma resposta fisiológica normal do organismo, semelhante ao que acontece ao longo do dia com estímulos como caminhar, subir escadas ou se levantar rapidamente.

Essa elevação momentânea não representa risco para quem tem hipertensão controlada e não está associada a danos cardiovasculares cumulativos.

O que significa aumento “transitório” da pressão
Quando se fala em aumento transitório, trata-se de uma variação passageira, que dura poucos minutos e se normaliza sozinha. O corpo humano ajusta a pressão arterial constantemente para lidar com estímulos do ambiente e do próprio metabolismo.

Isso é diferente do aumento crônico da pressão, que ocorre quando há fatores persistentes atuando sobre o sistema cardiovascular, como dieta rica em sódio, excesso de açúcar, sedentarismo, obesidade e estresse constante.

Quem tem pressão alta pode consumir água com gás?
Para a maioria das pessoas com hipertensão, especialmente aquelas em acompanhamento médico e com pressão controlada, a água com gás pode fazer parte da rotina sem problemas.

Ela hidrata da mesma forma que a água sem gás e, para alguns, facilita o consumo adequado de líquidos ao longo do dia. 

Atenção aos rótulos
Algumas águas com gás adicionam sódio à composição para realçar o sabor. Embora geralmente as quantidades sejam pequenas, pessoas com restrição rigorosa de sódio devem conferir o rótulo e optar por versões com baixo teor desse mineral.

Em resumo
A água com gás não aumenta a pressão arterial de forma sustentada e não está associada ao desenvolvimento de hipertensão.

O alerta que existe na literatura científica se refere principalmente aos refrigerantes, independentemente de terem açúcar ou não.

Para quem tem pressão alta, o mais importante continua sendo manter uma alimentação equilibrada, reduzir o consumo de ultraprocessados e seguir a orientação médica.

A era do papel higiênico está chegando ao fim, à medida que mais e mais pessoas optam por alternativas mais eficientes

Chuveirinho, bidê e até panos reutilizáveis: entenda por que o papel higiênico pode estar com os dias contados e quais alternativas ganham espaço
Por muitos anos, o papel higiênico foi sinônimo de higiene no banheiro brasileiro. Mas esse costume vem mudando aos poucos. Cada vez mais pessoas estão trocando o papel por alternativas mais eficientes, econômicas e sustentáveis, que usam água como principal aliada da limpeza.

Essa mudança não é moda passageira. Em vários países, e também no Brasil, o debate sobre economia, conforto e impacto ambiental tem levado muita gente a repensar hábitos antigos.

Por que o papel higiênico está sendo questionado
Antes mesmo de chegar ao banheiro, o papel higiênico já causa impacto no meio ambiente. Sua produção consome árvores, água e produtos químicos, além de gerar resíduos. No uso diário, o desperdício também é grande: muitas vezes vai meio rolo em uma única ida ao banheiro.

Com a busca por soluções mais conscientes e eficientes, alternativas que usam água ganham destaque por proporcionarem mais sensação de limpeza e menos desperdício.

Chuveirinho higiênico: o favorito dos brasileiros
O chuveiro higiênico, conhecido como chuveirinho, já é comum em muitas casas brasileiras. Fácil de instalar e com custo acessível, ele garante uma higiene mais completa usando apenas um jato de água controlado.

Além disso, ajuda a evitar irritações na pele e reduz bastante o uso de papel, o que pesa menos no bolso ao longo do mês.

Bidê: o clássico que volta ao banheiro
Por muito tempo esquecido, o bidê começa a reaparecer em projetos de banheiro. Ele oferece limpeza suave e eficiente com água corrente. Apesar de ocupar mais espaço, tem sido escolhido por quem prioriza conforto e bem-estar no dia a dia.

Assentos sanitários eletrônicos: conforto com tecnologia
Muito populares na Ásia, os assentos eletrônicos vêm ganhando espaço no mercado brasileiro. Eles oferecem jato de água ajustável e, em alguns modelos, até secagem. Antes vistos como luxo, hoje já existem versões mais acessíveis.

Panos reutilizáveis: opção sustentável, mas pouco comum
Os panos laváveis aparecem como alternativa ecológica extrema. Apesar de reduzirem quase totalmente o lixo, exigem cuidados extras com higiene e lavagem, o que nem sempre combina com a rotina da maioria das famílias.

Um novo hábito em construção
O papel higiênico ainda não desapareceu, mas seu uso já não é mais absoluto. Chuveirinho, bidê e novas tecnologias mostram que a higiene íntima pode evoluir, trazendo mais conforto, economia e respeito ao meio ambiente.

Talvez, em alguns anos, o rolo de papel no banheiro pareça coisa do passado, assim como tantos outros hábitos que já ficaram para trás.

Grupo do Rio Grande do Sul que apostou R$ 500 mil na Mega da Virada acertou quina e quadras

Foto Shutterstock
Um grupo de Passo Fundo, no Rio Grande do Sul, que apostou mais de R$ 500 mil na Mega da Virada acertou a quina e 'diversas quadras'. O sorteio ocorreu nesta quinta-feira (1°), após adiamento.

A informação foi repassada por uma organizadora do bolão ao portal g1. O valor total arrecadado não foi divulgado, mas deve superar R$ 12 mil.

O grupo apostou em três bolões, um deles no valor de R$ 300 mil. Eram diferentes cotas para participar da aposta, entre R$ 18 e R$ 3.600.

Patrícia Alosivi, uma das participantes do bolão, afirmou ao g1 que já estava confiante que ganhariam uma quadra.

“É 99% certo que a gente ganha uma quadra! E partindo de um acerto de quadra, só faltam dois números para a gente conseguir ganhar a Mega. Essa é a nossa grande jogada!”, explicou.

Com informações do Diário do Nordeste

Revista britânica “Economist” desaconselha reeleição de Lula

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A revista britânica Economist publicou um editorial (para assinantes) em que recomenda que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) não concorra à reeleição em 2026. A publicação aponta a idade do chefe do Executivo como o principal entrave para um eventual 4º mandato.

O texto, divulgado nesta 3ª feira (30.dez.2025), também descreve o senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ) como “impopular e ineficaz” e sugere o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), como uma alternativa para a direita.

Lula completou 80 anos em outubro. Caso vença as eleições de 2026, encerraria um eventual 4º mandato aos 85 anos.

“Apesar de todo o seu talento político, é simplesmente arriscado demais para o Brasil ter alguém tão idoso no poder por mais quatro anos. Carisma não é escudo contra o declínio cognitivo”, afirma o editorial.

O editorial também traça um paralelo com os Estados Unidos ao citar o caso de Joe Biden. A revista afirma que candidatos com mais de 80 anos carregam riscos elevados, lembrando que Biden tinha 81 anos no mesmo ponto do ciclo eleitoral de 2024 e que sua tentativa de reeleição terminou de forma desastrosa.

A revista avalia que o presidente “não tem adversários sérios no centro ou na esquerda” capazes de substituí-lo na disputa presidencial. Para a publicação, o Brasil “merece escolhas melhores” em 2026, ainda que reconheça a “robustez” das instituições democráticas do país em 2025.

Sobre Flávio Bolsonaro, cuja pré-candidatura tem apoio do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), o texto afirma: “Flávio é impopular, ineficaz e quase certamente perderia uma disputa contra Lula”. A revista acrescenta que “outros possíveis candidatos estão sendo cogitados, incluindo alguns governadores competentes”.

Nesse contexto, a Economist sugere que Tarcísio de Freitas “deveria ter a coragem de se lançar na disputa” e afirma que, “ao contrário dos Bolsonaros, ele é ponderado e democrata”.

O governador, porém, já declarou que não concorrerá ao Planalto. Em 18 de dezembro, manifestou apoio à pré-candidatura de Flávio Bolsonaro.

A revista considera improvável que Lula desista da candidatura e defende que partidos de oposição se unam em torno de um nome capaz de superar a “polarização dos anos Lula-Bolsonaro”.

Para a Economist, o perfil ideal seria o de um político de centro-direita que “reduza a burocracia, mas não as florestas tropicais; seja rigoroso com o crime, sem desrespeitar as liberdades civis; e respeite o Estado de Direito”.

Poder360