segunda-feira, 5 de janeiro de 2026

Trump diz que Irã pode ser “atingido com muita força” em meio a protestos

Foto:  Reuters 
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, alertou o Irã no domingo (4) sobre uma forte resposta caso as forças de segurança intensifiquem a violência contra os manifestantes no país do Oriente Médio.

“Estamos acompanhando de perto. Se eles começarem a matar pessoas como fizeram no passado, acho que serão duramente atingidos pelos Estados Unidos”, declarou Trump a repórteres ao ser questionado sobre os protestos no Irã.

Pelo menos 16 pessoas foram mortas durante uma semana de manifestações no país, segundo grupos de direitos humanos no domingo, enquanto as manifestações contra a inflação crescente se espalhavam pelo país, provocando confrontos violentos entre manifestantes e forças de segurança.

Trump havia ameaçado anteriormente ajudar os manifestantes caso enfrentassem violência, dizendo na sexta-feira (2): “Estamos prontos para agir”, sem especificar quais ações estava considerando.

Essa advertência provocou ameaças de retaliação contra as forças americanas na região por parte de altos funcionários iranianos. O Líder Supremo, Aiatolá Ali Khamenei, afirmou que o Irã “não se renderá ao inimigo”.

CNN

Presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, estaria na Rússia, diz Agência Reuters

Foto: Leonardo Fernandez Viloria/Reuters
Delcy Rodríguez, declarada presidente interina da Venezuela, está na Rússia, disseram à agência de notícias Reuters quatro fontes familiarizadas com seus movimentos no sábado (3), depois que o presidente Donald Trump afirmou que o presidente Nicolás Maduro havia sido capturado pelas forças dos EUA após um ataque ao país.

O irmão dela, Jorge Rodríguez, chefe da Assembleia Nacional, está em Caracas, disseram três fontes com conhecimento de seu paradeiro.

Delcy Rodríguez apareceu em uma mensagem de áudio na televisão estatal no início do dia, pedindo uma prova de vida de Maduro e da esposa Cilia, enquanto Jorge Rodríguez não apareceu desde o ataque.

UOL com informações de Reuters

Vídeo: Dancinhas de Maduro pesaram na decisão de atacar Venezuela, diz “NYT”

As aparições televisivas do presidente Nicolás Maduro (PSUV, esquerda) nas últimas semanas pesaram na decisão dos Estados Unidos de atacar a Venezuela no sábado (3.jan.2026). A informação é do jornal The New York Times.

Fontes não identificadas disseram ao veículo que as danças e demonstrações de indiferença de Maduro nas últimas semanas convenceram assessores do presidente norte-americano Donald Trump (Partido Republicano) de que o líder venezuelano estava testando o que acreditava ser um blefe.

As aparições de Maduro na televisão estatal venezuelana chamaram de integrantes da equipe de Trump. Em 31 de dezembro, em um evento oficial, Maduro dançou ao som de música eletrônica que incluía sua própria voz repetindo frases como “paz sim” e “não à guerra” em inglês. Na ocasião, o venezuelano disse: “É a música número 1 da temporada venezuelana, não poderia barrar da lista Billboard”.

Durante essa mesma apresentação, antes do início da música, Maduro declarou: “Vitória! Para sempre. Chega de guerra louca! Paz! Para sempre”. Ele também disse aos norte-americanos: “Digam ao povo dos Estados Unidos: não à guerra. Não queremos guerra no Caribe e na América do Sul. Não, não à guerra, sim à paz. Não à guerra louca, não à guerra louca!”.
Em comício em 10 de dezembro, Maduro (PSUV, esquerda), cantou e dançou “Don’t worry, be happy”, música de 1988 de Bobby McFerrin.

O presidente venezuelano Nicolás Maduro (PSUV, esquerda) cantou e dançou ao som de “Don’t Worry, Be Happy” de Bobby McFerrin, clássica canção de reggae, em comício na 4ª feira (10.dez.2025). O líder voltou a pedir paz, em meio a escalada da tensão com os EUA.
No discurso, o líder venezuelano voltou a pedir paz e amor, e não “crazy war” (guerra louca, em português). Dedicou a canção aos norte-americanos “que estão contra a guerra”

A decisão sobre o ataque foi tomada na Casa Branca, enquanto as aparições de Maduro eram transmitidas pela televisão estatal venezuelana.

Segundo o The New York Times, Maduro não aceitou um ultimato de Trump no final de dezembro. O presidente norte-americano havia exigido que o líder venezuelano renunciasse ao cargo e aceitasse ir para a Turquia, em um “exílio luxuoso”.

Após a captura de Maduro, a Casa Branca decidiu colocar a vice-presidente Delcy Rodríguez no comando do país.

Poder360

Moraes pede que PF se manifeste sobre barulho na cela de Bolsonaro

Foto: CNN
O ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), deu cinco dias para que a Superintendência da PF (Polícia Federal) forneça informações sobre a reclamação da defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) sobre o barulho do ar-condicionado na cela onde ele está custodiado.

No início deste mês, os advogados do ex-presidente enviaram uma petição ao Supremo dizendo que a cela não assegura “condições mínimas de tranquilidade, repouso e preservação da saúde” de Bolsonaro.

A defesa afirma que o ruído é contínuo e ocorre ao longo das 24 horas do dia. Segundo os advogados, a situação ultrapassa o mero desconforto e configura uma perturbação constante à saúde e à integridade do ex-presidente.

A defesa pediu que as autoridades da PF fossem oficiadas para adotar as providências técnicas necessárias para resolver a questão. Os advogados sugerem adequação do equipamento, isolamento acústico, mudança de layout ou outra solução equivalente para o aparelho de ar-condicionado.

Na última quinta-feira (1º), o ex-presidente voltou para a Superintendência da PF após quase dez dias de internação para operar uma hérnia inguinal bilateral. Além dessa cirurgia, ele passou por outros três procedimentos para tratar as crises de soluço durante a hospitalização.

Bolsonaro cumpre pena de 27 anos e três anos de prisão após ser condenado pelo STF por participação na trama golpista.

CNN

Homem não paga rateio e fica sem R$ 7 mil na quina da Mega da Virada no interior do RN

Foto: Reprodução
O que era para ser motivo de comemoração acabou virando lição para um dos participantes de um bolão da Mega da Virada em Currais Novos, no interior do Rio Grande do Norte. O grupo acertou a quina e garantiu um prêmio de pouco mais de R$ 7 mil para cada integrante, valor que animou a chegada da segunda-feira (5).

Ao todo, o bolão contava com dez participantes, que deveriam dividir o custo total da aposta, no valor de R$ 1.260 — o equivalente a R$ 126 por pessoa. No entanto, um dos integrantes não pagou a sua parte no rateio antes do jogo.

Para não perder a aposta, o organizador do bolão decidiu assumir o valor que faltava. Com isso, acabou ficando com duas cotas do prêmio após o acerto da quina, embolsando cerca de R$ 14 mil.

Já o participante que não contribuiu com o valor da aposta ficou de fora da divisão e perdeu a chance de começar o ano com R$ 7 mil no bolso.

Com informações do Blog do Anthony Medeiros

Idoso é flagrado pela quarta vez dirigindo bêbado e acaba preso com índice mais que o dobro do permitido

Foto: Divulgação
Um homem de 60 anos foi preso na noite deste domingo (4) após ser flagrado dirigindo sob efeito de álcool no município de Parnamirim, na Grande Natal. A ocorrência foi registrada durante uma blitz da Operação Zero Álcool, realizada pelo Comando de Policiamento Rodoviário Estadual (CPRE) na localidade de Pium.

Ao ser submetido ao teste do etilômetro, o condutor apresentou índice de 0,69 mg/l de álcool por litro de ar expelido, valor superior ao dobro do limite permitido por lei para a caracterização de crime de trânsito. Diante do resultado, os policiais deram voz de prisão ao motorista.

Segundo o CPRE, essa foi a quarta vez que o idoso foi flagrado em situação semelhante. Ele já havia sido autuado administrativamente por recusa ao teste do bafômetro em 2021 e em duas outras ocasiões ao longo de 2022. Desta vez, além da autuação, acabou detido.

O homem foi encaminhado à Central de Flagrantes, onde foram adotados os procedimentos legais cabíveis. A Operação Zero Álcool integra as ações permanentes da Polícia Militar do Rio Grande do Norte e tem como objetivo reduzir acidentes, preservar vidas e reforçar a segurança nas vias do estado.

Crise na Venezuela implode plano de Lula para largada de 2026

Foto: Ricardo Stuckert / PR
A crise aberta na Venezuela após o ataque dos Estados Unidos e a captura de Nicolás Maduro atingiu em cheio a estratégia do governo Lula para o início de 2026. No Palácio do Planalto, a avaliação é de que o cenário externo passou a representar um risco real para a corrida eleitoral, alterando completamente o planejamento político e institucional do presidente.

A ideia do governo era começar o ano com foco nas entregas da gestão e na retomada do diálogo com o Congresso, após um fim de 2025 marcado por tensão com o Legislativo. O objetivo incluía destravar pautas estratégicas, como a PEC da Segurança Pública e o PL Antifacção, além de organizar a comunicação da pré-campanha. Com a escalada do conflito regional, essa agenda foi colocada em segundo plano.

O novo contexto geopolítico deslocou o eixo das prioridades do governo. A agenda externa, o temor de instabilidade na fronteira e a incerteza sobre os próximos movimentos do presidente dos EUA, Donald Trump, passaram a dominar as discussões internas. Lula tenta adotar um discurso cauteloso, defendendo o direito internacional, a soberania regional e a pacificação, sem atacar diretamente Washington e sem mencionar Maduro.

Apesar da estratégia de contenção, o Planalto reconhece que adversários políticos explorarão a associação histórica entre Lula e o regime venezuelano. A movimentação já é visível nas redes sociais, puxada por lideranças bolsonaristas. O receio central é que a crise reacenda canais de influência entre a direita brasileira e o governo Trump, elevando o risco de interferências externas no processo eleitoral de 2026.

Com informações da CNN

“Prefiro morrer aqui do que ser preso nos EUA”, diz presidente esquerdista colombiano

Foto: Luis Acosta/AFP
Presidente colombiano Gustavo Petro reage a ataques de Donald Trump e Marco Rubio: critica ameaças de invasão, reafirma comando sobre o Exército e declara que prefere morrer lutando na Colômbia a ser preso nos EUA

O presidente da Colômbia, Gustavo Petro, subiu o tom e voltou a criticar Donald Trump e o secretário de estado americano, Marco Rubio.

Petro diz que luta contra o narcotráfico na região e que demitiu vários generais da inteligência por supostamente passarem informações falsas.

O colombiano diz que Rubio acredita em autoridades sem credibilidade. E que ele, Petro, é o Comandante-chefe do Exército. Ele é o responsável por passar as informações.

Sobre Trump, Gustavo Petro diz que as ameaças de invasão são ilegítimas e que vai responder no tempo certo.

Petro ainda publicou um vídeo falando que prefere morrer numa esquina lutando que ser preso por um país estrangeiro.

E uma mensagem no final: “Prefiro morrer na Colômbia que ser preso nos Estados Unidos”.

Mais cedo, o mandatário já havia avisado que se fosse feito algo contra ele, era para o povo sair às ruas e tomar o poder.

A declaração veio após uma conversa de Trump com jornalistas. Ele atacou Petro, disse que o presidente gosta de produzir e vender cocaína.

E ainda completou dizendo que se trata de um homem doente. Trump finalizou dizendo que não descarta uma ação dentro da Colômbia.

R7

Confronto com a polícia termina com suspeito morto durante operação em Coreaú/CE

Um confronto armado entre forças de segurança e um suspeito terminou com a morte de um homem na manhã desta segunda-feira (05), no município de Coreaú, na região norte do Ceará.

Segundo informações repassadas pela polícia, equipes da COTAR (Comando Tático Rural) e do RAIO (Rondas de Ações Intensivas e Ostensivas) realizavam uma operação para localizar e prender suspeitos de envolvimento em um duplo homicídio registrado no dia anterior na cidade.

Durante a ação, ao chegarem a uma residência que era alvo da operação, os policiais teriam sido recebidos a tiros. Conforme o relato, houve uma intensa troca de disparos após as equipes serem atingidas por uma rajada de tiros, caracterizando uma injusta agressão.

No confronto, um dos suspeitos foi baleado. Ele chegou a ser socorrido e encaminhado a uma unidade hospitalar, porém não resistiu aos ferimentos e morreu após dar entrada no hospital. Até o momento, a identidade do homem não foi oficialmente divulgada pelas autoridades.

As forças de segurança permanecem realizando diligências na região com o objetivo de localizar outros possíveis envolvidos no duplo homicídio. O caso será investigado pelos órgãos competentes para apuração detalhada dos fatos.

Com informações de Fnews

Filho único de Maduro é apontado como nome-chave do Partido Socialista Unido da Venezuela

Foto: Reuters
Com a prisão de Nicolás Maduro, o seu filho passou a ser o foco das atenções dentro do círculo de poder na Venezuela. Nicolás Ernesto Maduro Guerra, conhecido como ‘Nicolasito’, é o único filho do ditador preso e é apontado como um membro-chave do PSUV (Partido Socialista Unido da Venezuela), que controla o país.

Fruto do primeiro casamento de Maduro com Adriana Guerra Angulo, Nicolasito nasceu em 21 de junho de 1990. Ele tinha oito anos quando Hugo Chávez ascendeu ao poder. Aos 13, quando Maduro chegou à presidência, fez diversas aparições públicas ao lado do pai e logo começou a se envolver no círculo de poder em Caracas.

O governo criou três cargos de alto escalão para ele. O primeiro foi de chefe de um corpo anticorrupção da presidência. Em 21 de junho de 2014, dia de seu aniversário, ganhou de presente o cargo de diretor da Escola Nacional de Cinema. E, por fim, diretor-geral das delegações presidenciais na vice-presidência.

R7