terça-feira, 6 de janeiro de 2026

Negócios de Joesley com Maduro, que Lula tornou "secretos", complicam o petista

Após insinuar suposta proximidade com a Casa Branca, os irmãos Joesley e Wesley Batista agora devem enfrentar a ira norte-americana, em razão dos seus negócios na Venezuela que podem ter ajudado a prolongar a narcoditadura de Nicolás Maduro, criminoso finalmente atrás das grades. Também causou estupefação no governo de Donald Trump a notícia de que os negócios dessa dupla com Maduro, que contaram com a interveniência do governo petista, foi colocada sob sigilo por Lula (PT).

Nervosismo explicado

Na oposição há a certeza de que não foram razões ideológicas que deixaram Lula nervoso, com a prisão do amigo e parceiro Maduro.

Dólares para o PT

Além de negócios secretos de Joesley com o narcoditador, voltaram à tona os dólares de Maduro para a campanha presidencial do PT.

Dinheiroduto sujo

Em depoimento de 24 de fevereiro de 2016, Mônica Moura relatou em vídeo como recebia os milhões entregues a ela por Maduro.

‘Malas de dinheiro’

Esposa e sócia de Santana, Mônica disse que recebia dinheiro das mãos do próprio Maduro “malas de dinheiro, várias” e “quase semanalmente”.

Fonte: Diário do Poder

URGENTE: Michelle diz que Bolsonaro caiu e bateu cabeça na cela: "Não está bem"

A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro disse nesta terça-feira (6/1) que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) caiu enquanto dormia e bateu a cabeça em um móvel em sua cela na Superintendência da PF, em Brasília, onde cumpre pena de 27 anos e 3 meses por tentativa de golpe de Estado.

“Meu amor não está bem. Durante a madrugada, enquanto dormia, teve uma crise, caiu e bateu a cabeça no móvel. Como o quarto permanece fechado, ele só recebeu atendimento quando foram chamá-lo para minha visita”, relatou Michelle, em sua conta do Instagram, logo após visitar Bolsonaro na prisão.
No Natal, o ex-presidente foi internado para passar por uma cirurgia para tratar de uma hérnia inguinal bilateral. Durante a internação, ele passou por três procedimentos de bloqueio do nervo frênico para reverter o quadro de soluços persistentes. Ele também apresentou alteração em sua pressão arterial e iniciou tratamento para apneia do sono.

Fonte: Metrópoles

Apesar de “química”, governo teme dedo de Trump nas eleições do Brasil

Apesar da relação descrita como “boa química” entre os presidentes Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Donald Trump, o Planalto vê com preocupação a possibilidade de uma interferência da Casa Branca nas eleições presidenciais de 2026. A avaliação ganhou força nas últimas semanas, diante do agravamento das tensões na América Latina e do histórico recente de atuação do republicano em disputas eleitorais na região.

O alerta se intensificou após o ataque liderado por Trump na Venezuela no último sábado (3/1) — que resultou na captura do presidente venezuelano, Nicolás Maduro, e da esposa Cilia Flores — e das ameaças de operações militares na Colômbia, no México e em Cuba.

Segundo a avaliação do governo, a eleição de 2022 já havia sido marcada por forte contaminação do debate internacional, mas a diferença é que, agora, a agenda externa tende a ganhar um peso mais “institucionalizado” na campanha de 2026, algo considerado inédito no processo político brasileiro.

A diplomacia brasileira vê paralelos claros entre o que ocorreu recentemente em países como Honduras e Argentina e o que pode acontecer no Brasil.

Nas eleições legislativas argentinas e nas presidenciais hondurenhas em 2025, Trump declarou abertamente apoio a candidaturas de direita e sinalizou que Washington poderia suspender a ajuda financeira aos países caso esses grupos fossem derrotados nas urnas. No caso argentino, o republicano condicionou a liberação de um pacote de socorro de US$ 20 bilhões (cerca de R$ 109 bilhões) à vitória de aliados do presidente Javier Milei no Congresso.

Metrópoles/Ricardo Stuckert/PR

Vídeo: homem invade academia, mata aluno a facadas e é preso por policial que treinava no local

Uma academia localizada em Londrina, no Paraná, foi palco de um homicídio na noite de segunda-feira (5). Um homem, ainda não identificado, foi esfaqueado ao menos cinco vezes no estacionamento do local.

Segundo informações iniciais, o suspeito abordou a vítima no momento em que ela caminhava em direção ao próprio carro. Eles teriam tido uma breve conversa até que o homem sacou uma faca e desferiu os golpes.

Na tentativa de fugir das agressões, a vítima correu de volta para o interior da academia. Câmeras de segurança flagraram o momento em que ele pula uma grade de metal, mas é alcançado pelo criminoso, que desferiu uma última facada. O rapaz não resistiu aos ferimentos e morreu no local.

Um policial militar à paisana, que treinava no estabelecimento, conseguiu deter o agressor, que foi preso em flagrante. O suspeito foi autuado por homicídio qualificado.

VEJA VÍDEO AQUI.

Petróleo venezuelano no radar pressiona Petrobras e acende alerta no Brasil

Foto: Divulgação/Foresea
A possível retomada em larga escala da produção de petróleo na Venezuela, caso se confirme a promessa do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, deve gerar impactos relevantes para o Brasil e para a Petrobras. Dono das maiores reservas de petróleo do mundo, o país vizinho pode voltar a ampliar sua produção após décadas de queda, cenário que tende a aumentar a oferta global e elevar a competição por investimentos no setor de óleo e gás.

Especialistas avaliam que, no médio e longo prazos, uma Venezuela mais ativa no mercado pode pressionar a estatal brasileira, forçando a antecipação de projetos estratégicos, como a exploração da Margem Equatorial. Além disso, o avanço simultâneo de projetos na Guiana e no Suriname cria um ambiente ainda mais competitivo, com mais petróleo disponível e risco de queda nos preços internacionais.

No curto prazo, o reflexo mais imediato é o aumento dos custos logísticos. A instabilidade política e militar na região do Caribe já eleva despesas com frete e seguros, encarecendo o transporte de petróleo e derivados. Esse fator pesa diretamente sobre a Petrobras, que utiliza rotas que passam próximas à Venezuela para exportações e importações.

Para analistas do setor, o novo cenário exige do Brasil mais agilidade regulatória, redução de custos e maior eficiência operacional. A leitura é de que, com a Venezuela se tornando novamente atraente ao capital internacional, a Petrobras precisará reforçar sua competitividade para não perder espaço em um mercado cada vez mais disputado.

Com informações do O Globo

Crise na Justiça acelera saída de Lewandowski e abre disputa por nova configuração da pasta

Foto: Robson Alves/MJSP
A saída do ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski, é tratada como iminente no governo. Fontes apontam que o anúncio oficial deve ocorrer na próxima quinta-feira (8), após o próprio ministro avisar secretários da pasta sobre a decisão. Desde o período do Natal, Lewandowski já vinha sinalizando a auxiliares a intenção de deixar o cargo, apesar das tentativas do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para mantê-lo.

Enquanto não há definição sobre um substituto, a tendência é que o comando do ministério fique interinamente com o secretário-executivo Manoel Carlos de Almeida Neto. Internamente, a expectativa de saída ganhou força após a avaliação de que não faria sentido Lewandowski aguardar a tramitação da PEC da Segurança Pública, que perdeu seu eixo central no Congresso e foi considerada “desfigurada” por aliados do ministro.

Nos bastidores, secretários afirmam que parte da equipe deve deixar o ministério junto com Lewandowski, embora alguns se disponham a permanecer temporariamente para conduzir a transição até o fim do mês. Há também integrantes da pasta que já planejavam a saída para disputar as eleições deste ano.

Com a mudança no comando, o Planalto avalia uma reformulação ampla da equipe e até o desmembramento do atual ministério, com a criação de um Ministério da Segurança Pública. A dúvida, segundo fontes, é se a nova estrutura será implementada ainda neste momento ou guardada como promessa para a campanha eleitoral.

Com informações da CNN

Lula injetou quase R$ 1 bilhão do Brasil na ONU

Foto: Angela Weiss/AFP
Funcionando basicamente como palco para lacração, a Organização das Nações Unidas (ONU) conseguiu colocar no bolso mais de US$170,3 milhões dos esfolados brasileiros apenas nos últimos três anos de Lula (PT) na presidência do Brasil. Em conversão direta, usando ferramenta disponibilizada pelo Banco Central (BC), o montante supera os R$925,6 milhões. O caminhão de dinheiro não é suficiente para garantir o sonho do petista de ser membro permanente do Conselho de Segurança.

Quarto de bilhão

Enquanto o governo Lula espreme para arrancar até a última gota do salário do brasileiro, doou, em 2025, US$48 milhões (R$260,9 milhões).

Sem dó

Em 2024, o brasileiro levou a maior estocada para bancar a ONU, mais de US$63,4 milhões, que convertidos ultrapassam os R$344,6 milhões.

Nosso dinheiro

Primeiro ano do Lula 3, o petista já mostrou (com o bolso alheio) que seria generoso e deu US$58,8 milhões; mais de R$320 milhões.

Coluna Cláudio Humberto – Diário do Poder

Separados, Zé Felipe e Ana Castela cantam juntos: Ele canta música olhando para a cantora: “Mas eu só sei amar tu, mas eu só sei querer tu”

Zé Felipe e Ana Castela cantaram juntos no palco do navio temático da artista na noite desta segunda-feira (5). O show acontece exatamente uma semana após o término do casal e essa é a primeira vez que eles se encontram publicamente, ou que estão publicamente no mesmo espaço. O Navio da Boiadeira segue até a próxima quinta-feira (8).

O filho de Leonardo estava se apresentando quando Ana surpreendeu o público que assistia ao show. Ela entrou no palco para participar do dueto que eles gravaram, “Sua Boca Mente”, mas não cantaram a faixa completamente.
Durante show Zé Felipe canta olhando para a cantora: ” Mas eu só sei amar tu, mas eu só sei querer tu”

O momento chamou a atenção do público e repercutiu nas redes sociais.

O cantor embarcou após a chegada da anfitriã, que causou um grande alvoroço entre os fãs que a aguardavam desde cedo para uma troca mais intimista na praça central da embarcação.

Turista de SP é morto após discussão em restaurante em Porto de Galinhas

Imagem: Reprodução/Redes sociais
Vídeo abaixo: Portal da Prefeitura local
Um turista natural de São Paulo foi morto a tiros na noite de ontem, em um restaurante de Porto de Galinhas, um dos principais destinos turísticos de Pernambuco.

O que aconteceu
-Rafael Ventura Martins, 32, foi assassinado com dois tiros dentro do restaurante Caldinho do Nenen. No momento do crime, ele estava acompanhado de uma mulher, que não teve o nome divulgado. As informações são da Polícia Civil de Pernambuco.

-Crime teria ocorrido após uma discussão motivada por ciúmes. Testemunhas relataram aos policiais que Rafael teria se desentendido com o suspeito após, supostamente, olhar para a mulher do atirador.

-Suspeito questionou se Rafael teria olhado para a mulher dele. Na sequência, houve uma discussão, o suspeito pegou uma arma e efetuou os disparos.

-Vídeo que circula nas redes sociais mostra parte da confusão. Nas imagens, é possível ver quando Rafael, já baleado, é socorrido por outros clientes e funcionários do restaurante. O turista, porém, morreu no local.

-Polícia Militar e Corpo de Bombeiros foram acionados. A área do restaurante foi isolada, a perícia técnica acionada e o corpo levado para o IML da cidade.

-Suspeito fugiu após o crime e ainda não foi localizado. Em nota, a Polícia Civil de Pernambuco informou que o caso é investigado pela 15º Delegacia de Polícia de Homicídios.

-Restaurante Caldinho do Nenen divulgou nota em que afirmou lamentar o assassinato de Rafael e disse colaborar com as investigações. "Lamentamos profundamente o ocorrido e manifestamos nossa solidariedade à vítima, a seus familiares e a todos os envolvidos. Desde o primeiro momento, nossa equipe prestou o devido apoio e está colaborando integralmente com as autoridades competentes para o esclarecimento dos fatos".
Notícias Uol

MST cogita levar militância à Venezuela e prepara atos em apoio a Maduro após ação dos EUA

Foto: XNY/Star Max/GC Images
O Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) avalia a possibilidade de enviar militantes à Venezuela em resposta à ofensiva militar dos Estados Unidos e à captura do ditador Nicolás Maduro, ocorrida no último sábado (3). A discussão ganhou força após reuniões virtuais que reuniram mais de 50 organizações da esquerda brasileira, que classificam a operação norte-americana como invasão e sequestro do presidente venezuelano.

Durante audiência em Nova York, Maduro e a esposa, Cilia Flores, negaram envolvimento em um suposto esquema de tráfico internacional de drogas e afirmaram ser inocentes das acusações. O venezuelano chegou a se declarar um “presidente sequestrado”. Para o MST, o processo ainda está em curso e exige mobilização política imediata, tanto no Brasil quanto, eventualmente, em território venezuelano.

Segundo a dirigente nacional do movimento, Ceres Hadich, o envio de militantes não está descartado, caso haja necessidade de atuação direta no país vizinho. Paralelamente, o MST articula manifestações em diversas capitais brasileiras, muitas delas em frente a embaixadas e consulados dos Estados Unidos, além de incluir o tema nos atos previstos para o dia 8 de janeiro. A prioridade, neste momento, seria denunciar as mortes, a intervenção estrangeira e a prisão de Maduro.

O tema também dividiu a esquerda em nova reunião realizada nesta segunda-feira (5), com a presença de dirigentes do PT, PSol, PCdoB, intelectuais e jornalistas. Enquanto setores como o PSol rejeitam defender Maduro, mas condenam a interferência externa, o PT e organizações como o MST mantêm apoio explícito ao líder venezuelano. Entre os participantes, houve divergências sobre a estratégia: atacar diretamente Donald Trump ou concentrar críticas na direita brasileira que apoia a ação dos EUA.

Com informações do Metrópoles