quinta-feira, 8 de janeiro de 2026

Foragido da Justiça liga para a polícia e pede para ser preso após receber ameaças de facção

Foto: Divulgação/Araguaína Notícias
Um foragido da Justiça foi preso após ligar para a Polícia Militar e informar seu paradeiro, manifestando o desejo de se entregar. O caso ocorreu em Araguaína, no norte do Tocantins, na terça-feira (6).

Segundo a PM, o homem afirmou estar sendo ameaçado de morte por integrantes de uma facção criminosa e disse que vinha sendo acusado falsamente de estupro.

Os policiais foram ao local indicado e confirmaram, por meio dos sistemas de segurança, a existência de um mandado de prisão em aberto expedido pela Justiça de Goiânia por condenação definitiva por lesão corporal.

Após a abordagem, o foragido recebeu voz de prisão e foi levado à Central de Flagrantes da Polícia Civil de Araguaína, onde permanece à disposição da Justiça para cumprir a pena em regime fechado.

Blogueira sai com amante e encontra o marido com outra em Praia

Em Natal/RN, a blogueira que disse estar “trabalhando” acabou fazendo hora extra na Praia da Redinha com o amante… só não esperava dar de cara com o namorado, que também estava em “expediente paralelo”, tomando banho escondido na parte escura da praia. 

Resultado: virou plantão de fofoca com direito a choque duplo e emoji de susto 😳.

Banco Central põe em sigilo comunicações com Moraes sobre caso Master

Foto: Hugo Barreto/Metrópoles
O Banco Central colocou sob sigilo os registros das comunicações entre autoridades do órgão e o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), a respeito do processo de liquidação do Banco Master.

A coluna Andreza Matais pediu, por meio da Lei de Acesso à Informação (LAI), todos os registros de reuniões e comunicações que digam respeito ao caso do Banco Master. O Banco Central negou o acesso total aos registros, alegando a proteção de dados patrimoniais e informações pessoais.

Ao fazê-lo, o Banco Central colocou sob sigilo informações básicas, como trocas de mensagens, datas e registros de reuniões. Em geral, a prática dos públicos é tarjar as informações sensíveis ou protegidas por lei, que possam expor dados pessoais. O restante é fornecido.

O ministro Alexandre de Moraes teria pressionado o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, em favor do Banco Master. Segundo revelado pela imprensa, os dois teriam conversado ao menos seis vezes sobre o assunto. Ambos negam.

O Master contratou o escritório de advocacia da mulher de Alexandre de Moraes, Viviane Barci de Moraes, por R$ 129 milhões.

À época, Galípolo afirmou que todas as tratativas dele a respeito do Banco Master foram registradas pelo Banco Central. “Documentamos tudo. Cada uma das ações que foram feitas, cada uma das reuniões, cada uma das trocas de mensagens, cada uma das comunicações, tudo isso está devidamente documentado”, disse ele.

Na resposta ao pedido de LAI da coluna Andreza Matais, o Banco Central alegou que todas as informações sobre o caso Master envolvem informações patrimoniais e pessoais, protegidas por sigilo, e que, por isso, não poderia fornecer qualquer informação sobre o assunto.

“Nos processos em que o Banco Central examina operações de transferência de controle, há, entre outros, dados de operações financeiras, protegidos por sigilo bancário; informações pessoais protegidas pelo direito à intimidade e à privacidade; dados patrimoniais, contábeis e estratégicos das instituições supervisionadas, protegidos pelo sigilo empresarial”, diz a resposta da instituição.

Por Andre Shalders

“Tortura” contra Bolsonaro pode causar prisão de Moraes

Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil
Dois advogados enviaram um pedido ao procurador-geral da República (PGR), Paulo Gonet, pedindo a prisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal. O motivo seria uma “tortura” praticada contra o ex-presidente Jair Bolsonaro no episódio envolvendo a queda do líder da direita brasileira em sua cela na sede da Superintendência da Polícia Federal, em Brasília.

De acordo com a revista Oeste, o pedido foi assinado pelos advogados advogados Paulo Faria e Filipe de Oliveira e ocorre após o acidente de Bolsonaro. Os dois afirmam que o ex-presidente passou um “período superior a 24 horas, sem atendimento hospitalar adequado, apesar de recomendação médica e da existência de sintomas neurológicos”.

O pedido também aponta que ao negar a ida de Bolsonaro ao hospital, o ministro do STF provocou “sofrimento físico e psicológico relevante” e violou “direitos fundamentais, à Lei de Execuções Penais e a normas nacionais e internacionais de proteção aos direitos humanos”.

Por isso, os advogados pedem prisão imediata em flagrante de Moraes por crime considerado inafiançável, além de responsabilização penal pelas condutas que constam no pedido e adoção de as medidas legais cabíveis.

Fonte: Pleno News

Estudo aponta que interrupção de canetas emagrecedoras leva à recuperação de peso mais rápida

Pessoas que interrompem o uso de canetas emagrecedoras, como Mounjaro e Wegovy, tendem a recuperar o peso perdido de forma significativamente mais rápida do que aquelas que abandonam dietas convencionais e programas de exercícios físicos. É o que sugere uma nova pesquisa publicada na revista científica British Medical Journal, uma das mais respeitadas do Reino Unido.

Segundo o estudo, pacientes com sobrepeso que utilizam as injeções à base de hormônios como o GLP-1 chegam a perder cerca de um quinto do peso corporal durante o tratamento. No entanto, após a interrupção do uso, a recuperação média é de aproximadamente 0,8 quilo por mês, o que leva essas pessoas a retornarem ao peso anterior em cerca de um ano e meio.

“As pessoas que compram esses medicamentos precisam estar cientes do risco de rápida recuperação de peso quando o tratamento termina”, alertou Susan Jebb, pesquisadora da Universidade de Oxford e uma das autoras do estudo. Ela ressaltou, porém, que os dados se baseiam em ensaios clínicos controlados, e não em situações do dia a dia, destacando a necessidade de mais pesquisas sobre os efeitos de longo prazo dessas terapias.

A análise reuniu 37 estudos envolvendo mais de 9 mil pacientes e comparou a eficácia das chamadas canetas emagrecedoras com dietas tradicionais, exercícios físicos e outros medicamentos para perda de peso. Apenas oito desses estudos avaliaram especificamente os novos medicamentos da classe GLP-1, como a semaglutida (Wegovy) e a tirzepatida (Mounjaro). O período máximo de acompanhamento após a interrupção do tratamento foi de um ano, o que faz com que os resultados sejam considerados estimativas.

De acordo com os pesquisadores, pessoas que optam apenas por mudanças alimentares costumam perder menos peso do que aquelas que utilizam as injeções. Em contrapartida, a recuperação posterior tende a ser mais lenta, em média 0,1 quilo por mês, embora haja variações individuais.

Risco de recaída e uso prolongado

No Reino Unido, o Serviço Nacional de Saúde (NHS) recomenda o uso dessas injeções apenas para pessoas com excesso de peso associado a riscos à saúde, e não para quem busca emagrecer por motivos estéticos. Médicos costumam reforçar que o tratamento deve vir acompanhado de mudanças no estilo de vida, como alimentação equilibrada e prática regular de atividade física.

Especialistas alertam que, diante do risco de recaída, o tratamento com esses medicamentos pode precisar ser contínuo. Relatos de pacientes indicam que interromper o uso provoca um aumento abrupto do apetite. “É como um interruptor que liga e você fica instantaneamente faminto”, descreveu uma usuária. Outra afirmou que sentiu como se sua mente a incentivasse a comer em excesso após meses de restrição.

Segundo Adam Collins, especialista em nutrição da Universidade de Surrey, o efeito pode ser explicado pela forma como os medicamentos atuam no cérebro. Eles imitam o hormônio GLP-1, responsável por regular a fome. “Fornecer artificialmente níveis elevados de GLP-1 por um longo período pode fazer com que o corpo produza menos do hormônio naturalmente e se torne menos sensível aos seus efeitos”, explicou. Quando o medicamento é retirado, o controle do apetite diminui drasticamente.

Impacto financeiro e cenário no Brasil

O custo também é um fator relevante. No Brasil, quatro doses de Mounjaro de 2,5 mg, a menor dosagem disponível, custam cerca de R$ 1.400 nas farmácias. O tratamento contínuo pode ultrapassar R$ 1,2 mil por mês, o que torna o uso prolongado inacessível para grande parte da população.

Wegovy e Mounjaro são aprovados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para o tratamento da obesidade. Em dezembro de 2025, a Anvisa ampliou a indicação do Wegovy para incluir o tratamento de gordura no fígado associada à inflamação. A tirzepatida passou a ser vendida no país em maio de 2025, embora tenha sido liberada ainda em 2023. Por enquanto, os medicamentos não estão disponíveis no Sistema Único de Saúde, embora existam discussões iniciais sobre uma possível incorporação no futuro.

Natureza crônica da obesidade

Para o professor Naveed Sattar, da Universidade de Glasgow, o uso dessas injeções pode trazer benefícios adicionais à saúde, como a redução de danos às articulações, ao coração e aos rins, especialmente se o paciente permanecer com peso reduzido por alguns anos. Ainda assim, ele destaca que estudos mais longos são necessários para confirmar esses efeitos.

Fabricantes dos medicamentos reforçam que o uso deve estar associado a acompanhamento médico e mudanças de estilo de vida. Em nota, a Eli Lilly, responsável pelo Mounjaro, afirmou que o retorno do peso após a interrupção do tratamento reflete a biologia da obesidade, e não falta de esforço do paciente. Já a Novo Nordisk, fabricante do Wegovy, destacou que os achados reforçam a natureza crônica da obesidade e a necessidade de tratamento contínuo, de forma semelhante ao manejo de doenças como diabetes e hipertensão.

Via portal Folha do Estado

Professora grávida é presa suspeita de abu5ar de adolescente

Uma professora de música de 33 anos foi presa na última terça-feira (6) na cidade de Mandurah, ao sul de Perth, na Austrália, acusada de abuso sexual contra um estudante adolescente. A mulher, identificada como Naomi Tekea Craig, é casada, mãe de uma criança e está grávida do segundo filho. No momento da prisão, ela estava afastada de suas atividades profissionais por licença médica.

Segundo informações divulgadas pelas autoridades locais, os episódios de abuso teriam ocorrido de forma recorrente ao longo dos anos de 2024 e 2025. O caso está sendo apurado pela Justiça australiana, que investiga as circunstâncias dos crimes e a relação entre a acusada e a vítima.

Naomi atuava como professora de música no Frederick Irwin Anglican School, uma escola particular que atende alunos da educação infantil ao ensino médio. Conforme relatos de pais e responsáveis, ela era considerada uma profissional dedicada e bastante querida no ambiente escolar.

Em comunicado oficial encaminhado à comunidade escolar, a diretora da instituição, Tracey Gray, informou que a vítima não é aluno da escola onde Naomi trabalhava. A direção também destacou que está colaborando com as autoridades e adotando medidas para preservar a segurança e o bem-estar dos estudantes.

Casada desde outubro de 2019, Naomi é mãe de uma criança nascida em 2022 e aguardava a chegada do segundo filho. A prisão causou surpresa entre pais e responsáveis, que relataram choque diante da gravidade das acusações envolvendo uma professora conhecida no meio educacional.

A primeira audiência do caso está marcada para o dia 27 de janeiro. Até essa data, o processo seguirá sob análise do Judiciário australiano, enquanto as investigações continuam.

Via portal Folha do Estado

Soldado é condenado por acordar colega com p3nis na cara

A primeira instância da Justiça Militar em São Paulo condenou um soldado do Exército a três meses e 18 dias de detenção, em regime aberto, pelo crime de ato obsceno. A decisão se refere a um episódio ocorrido em junho de 2024, no alojamento da guarda do 2º Batalhão de Infantaria Aeromóvel, em São Vicente, no litoral paulista.

De acordo com a sentença, o militar utilizou sua parte íntima para acordar um colega de farda que descansava em um beliche antes de iniciar o turno noturno. O processo tramitou em segredo de justiça, por determinação judicial, com o objetivo de evitar constrangimentos à vítima.

O Ministério Público Militar ofereceu denúncia com base em Inquérito Policial Militar instaurado no próprio batalhão. As apurações tiveram início a partir de uma sindicância administrativa, que apontou indícios da prática de crime militar. Durante a investigação, foram colhidos depoimentos da vítima, de testemunhas e realizado o interrogatório do acusado.

A defesa solicitou a anulação do inquérito, sob o argumento de inexistência de materialidade e autoria, pedido que não foi acolhido pelo colegiado. No julgamento, a juíza federal da Justiça Militar e quatro oficiais do Exército entenderam que as provas confirmaram a autoria e a materialidade do crime.

Segundo os magistrados, a conduta foi considerada grave por ter ocorrido em local sujeito à administração militar, durante o serviço e na presença de outros militares. O entendimento foi de que os relatos apresentados foram firmes e coerentes, sustentados por prova testemunhal.

Após o trânsito em julgado, foi determinada a inclusão do nome do condenado no rol dos culpados, além da comunicação à Justiça Eleitoral, conforme previsto na Constituição Federal. Ainda cabe recurso da decisão ao Superior Tribunal Militar, em Brasília.

Via portal Folha do Estado

Carlos sobre queda do pai: “Vai acontecer de novo e pode ser fatal”

Foto: Reprodução
O ex-vereador Carlos Bolsonaro (PL) afirmou nesta quarta-feira (7/1) que teme a repetição do episódio em que o pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), caiu na cela onde cumpre pena e bateu a cabeça. Segundo ele, a situação exige acompanhamento médico contínuo.

“Se você não tiver um acompanhamento integral diante de uma pessoa de 70 anos, com as diversas comorbidades que ele tem, depois de um evento como esse, extremamente grave, que provavelmente vai acontecer de novo… Se não tiver um acompanhamento integral – não só de familiar, tem que ser médico, enfermeiro integral acompanhando ele – eu tenho receio e quase certeza que vai acontecer novamente e pode ser uma coisa fatal”, disse, ao ser questionado se a defesa voltará a pedir prisão domiciliar.

Bolsonaro sofreu uma queda na terça-feira (6/1) e bateu a cabeça dentro da cela na Superintendência da Polícia Federal (PF) em Brasília, onde cumpre pena de 27 anos e 3 meses por liderar trama golpista. Após o episódio, a defesa solicitou autorização judicial para a realização de exames.
Na manhã desta quarta (7/1), o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes autorizou a saída do ex-presidente da prisão para avaliação médica. Bolsonaro deixou a PF por volta das 11h20, escoltado por comboio formado por viaturas da Polícia Federal, com apoio de batedores da Polícia Militar e da Polícia Penal, e seguiu para o hospital DF Star, em Brasília. 

Via Metrópoles

João Gomes presenteia Ruan Vaqueirinho com sanfona e vídeo viraliza: “Caramba eu ganhei uma sanfona”

Foto: Reprodução
O cantor pernambucano João Gomes presenteou o cantor mirim baiano Ruan Vitor Vaqueirinho com uma sanfona, nesta quarta-feira (7).  A iniciativa ocorreu após um combinado feito anteriormente entre os dois, registrado em vídeos divulgados nas plataformas digitais.

 Ruan Vitor tem 9 anos e ganhou projeção nacional ao viralizar com músicas autorais e interpretações no estilo vaquejada. O jovem artista  nas redes sociais publica vídeos cantando e interagindo com o público. No registro do encontro, João Gomes afirma que não havia esquecido o presente prometido ao menino.

Durante a gravação, Ruan relembra o acordo feito com o cantor pernambucano, segundo o qual receberia um cavalo após aprender a tocar sanfona. O momento foi marcado por troca de mensagens descontraídas entre os dois artistas e repercutiu entre seguidores, que comentaram a relação de incentivo à música nordestina.

Em publicação posterior, João Gomes destacou a importância do investimento na formação musical de crianças e jovens. O cantor afirmou ter o sonho de criar uma escolinha de música voltada tanto para o ensino de instrumentos quanto para a capacitação de profissionais na manutenção e conserto, ressaltando a relevância da transmissão de conhecimento entre gerações. 

VEJA VÍDEO AQUI.

Via Anota Bahia

Ceará termina o ano de 2025 com mais de 3 mil homicídios e redução de 7,7% no índice

Foto: Reprodução
O Estado do Ceará terminou o ano de 2025 com 3.021 mortes violentas. Apesar do alto número, o índice apresentou uma queda de 7,7% na comparação com o ano anterior, segundo dados divulgados pela Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social do Ceará (SSPDS) nesta quinta-feira (8). Em 2024, foram 3.272 Crimes Violentos Letais Intencionais (CVLIs).

Os CVLIs englobam homicídios (inclusive feminicídios), latrocínios (roubos seguidos de morte) e lesões corporais seguidas de morte.

O secretário da Segurança Pública e Defesa Social do Ceará (SSPDS), Roberto Sá, apontou que "a gente está no caminho certo, mas queríamos muito mais".

Entretanto, para o secretário, a legislação brasileira não acompanhou a necessidade de se modernizar e combater as facções criminosas, o que tem prejudicado o trabalho da Polícia. "Ainda assim, como em todos os outros estados, nossas Forças se dedicaram, foram para as ruas, dia e noite, para combatê-las (facções) com o que se tem, e a gente tem que fazer exatamente isso", ponderou.

As macrorregiões da Capital, Interior Norte e Interior Sul também apresentaram redução no número de homicídios, na comparação entre 2024 e 2025.

11% foi a redução de mortes violentas em Fortaleza, segundo a SSPDS. No ano passado, foram 742 assassinatos. E no ano anterior, 834 crimes.

No Interior Norte, a redução de um ano para o outro foi de 10,6%, ao variar de 902 ocorrências para 806. Mas a maior queda no índice foi apresentada no Interior Sul: 16,5%, ao diminuir de 684 crimes para 571 mortes.

Com informações do Diário do Nordeste