sexta-feira, 9 de janeiro de 2026

Influenciadora que publica conteúdo sobre vida em presídio é presa novamente

Nayra Gabrielly voltou a publicar vídeos nas redes sociais após ter a prisão preventiva revogada
Nayra Gabrielly descumpriu as medidas cautelares impostas pela Justiça, especialmente o recolhimento domiciliar noturno
A influenciadora Nayra Gabrielly Oliveira Feitosa, de 20 anos, presa ao tentar entrar com drogas em um presídio de Itaitinga, na Região Metropolitana de Fortaleza, foi presa novamente, por descumprir as medidas cautelares impostas pela Justiça, especialmente o recolhimento domiciliar noturno. A informação foi divulgada pelo Ministério Público nesta sexta-feira (9).

A jovem, que possui mais de 90 mil seguidores nas redes sociais, ficou conhecida por compartilhar experiências vividas quando era presidiária em uma penitenciária de São Paulo.

No Ceará, Nayra ficou recolhida por cerca de duas semanas e teve a prisão revogada em agosto do ano passado, mediante o monitoramento com a tornozeleira eletrônica e o cumprimento de outras medidas, como recolhimento domiciliar noturno, das 20h até às 6h e proibição de entrar em unidades prisionais como visitante.

De acordo com a promotoria de Justiça, a influenciadora "violou reiteradamente" as condições impostas pelo Judiciário, incluindo a monitoração eletrônica e outras obrigações judiciais.

Flagra em presídio 
A primeira prisão de Nayra Gabrielly no Ceará ocorreu no dia 27 de julho. Na ocasião, a Secretaria da Administração Penitenciária e Ressocialização (SAP) informou que no momento da revista ela foi flagrada pelo equipamento bodyscanner com 48 gramas de maconha e 118 comprimidos de Rohypnol (um medicamento com efeitos entorpecentes) escondidos nas partes íntimas.

Ela iria visitar o detento Daniel Ladeira, membro de uma organização criminosa de origem carioca e preso em fevereiro de 2025, por matar um taxista durante um assalto na casa da vítima no Parque Araxá, em Fortaleza.

Depois de sair da cadeia, Nayra Gabrielly voltou a publicar vídeos nas redes sociais e falou sobre a nova prisão, mas sem dar muitos detalhes de como tinha sido a estadia.

Início na internet - A influenciadora já havia sido presa em outubro de 2023, na cidade de Valparaíso, no interior de São Paulo, quando ela transportava quase 50 quilos de maconha em um ônibus de viagem.
Nayra Gabrielly compartilha vídeos relatando as experiências que passou em um presídio de São Paulo, quando foi detida por tráfico de drogas.

Entre os vídeos que ela posta no TikTok estão

"O que fazer quando chega na cela dentro da cadeia"

"Como é a rotina de preso dentro da cadeia"

"Como fazer amizade na cadeia"

"Como eu fui roubada dentro da cadeia"

"Como eu cuidava do meu cabelo na cadeia"

Conforme relatado por Nayra em uma das postagens, ela passou a se dedicar as redes sociais em 2024, após sair do presídio paulista.

A primeira prisão da influenciadora ocorreu em 26 de outubro de 2023, na Rodovia SP-300, na cidade de Valparaíso, no interior de São Paulo, quando ela transportava quase 50 quilos de maconha em um ônibus de viagem.

O Tribunal de Justiça de São Paulo condenou Nayra Gabrielly a 4 anos, dois meses e 12 dias de reclusão por tráfico de drogas, porém ela recebeu o direito de apelar em liberdade e retornou para Fortaleza.

Após deixar a cadeia, ela passou a publicar relatos nas redes sociais contando como foi sua passagem no presídio. Algumas publicações dela possuem mais de 3 milhões de visualizações e milhares de comentários de seguidores que interagiam com a influenciadora.

Aos 24 anos, neta de Carlos Alberto de Nóbrega é diagnosticada com câncer de mama

Bruna Furlan de Nóbrega, neta do humorista Carlos Alberto de Nóbrega, revelou nesta quarta-feira (7/1) que recebeu o diagnóstico de câncer de mama.

Ela contou que foi diagnosticada com um carcinoma mamário invasivo, do tipo não especial, hormonal, HER2 negativo e com metástase.

A jovem de 24 anos publicou um vídeo nas redes sociais contando da sua condição de saúde e explicou que a doença está em metástase e que decidiu expor para que possa ajudar outras meninas que estejam passando pelo mesmo.

Instabilidade na Venezuela após operação dos EUA eleva preços de alimentos

A pesquisadora Mônica Simioni, que vive na divisa entre a Venezuela e o Brasil, relata que o preço de um pacote de macarrão pode chegar a até US$ 12
A instabilidade política e econômica na Venezuela, causada pela operação dos Estados Unidos e pelo sequestro do líder venezuelano Nicolás Maduro, tem mantido a população do país reclusa em casa, de acordo com a pesquisadora e professora brasileira Mônica Simioni, que vive em Pacaraima, na fronteira com o Brasil, no estado de Roraima.

Em entrevista à Itatiaia, ela relatou que, na capital Caracas, por exemplo, os moradores temem novos ataques e, por isso, casas e comércios permanecem fechados. Segundo a pesquisadora, especialista em populações de regiões de fronteira, os poucos estabelecimentos que abrem impõem preços em dólar muito acima da média, o que acaba dificultando a compra de produtos básicos.

Em entrevista à Itatiaia, ela relatou que, na capital Caracas, por exemplo, os moradores temem novos ataques e, por isso, casas e comércios permanecem fechados. Segundo a pesquisadora, especialista em populações de regiões de fronteira, os poucos estabelecimentos que abrem impõem preços em dólar muito acima da média, o que acaba dificultando a compra de produtos básicos.

Esses relatos foram repassados à pesquisadora por venezuelanos que vivem na fronteira entre Brasil e Venezuela e que transitam entre os dois países.

Aumento na migração
A pesquisadora afirma que a tendência é de aumento no fluxo de migrantes venezuelanos para o Brasil. Segundo ela, no entanto, esse crescimento não seria apenas um reflexo do cenário pós-ataque dos Estados Unidos, mas também faria parte de movimentos migratórios já esperados após as festas de fim de ano. “A gente já esperava que janeiro tivesse um aumento. Em dezembro, recebemos famílias que, inclusive, comentavam sobre regressar ao país porque queriam estar nas festas com seus familiares. O povo venezuelano é muito religioso”, afirmou.

Ela destacou que o aumento ainda não se confirmou, mas que o andamento do fluxo migratório está sendo acompanhado por um grupo de pesquisadores.

Radio Itatiaia 

Trump diz que cancelou segundo ataque contra a Venezuela após cooperação

Foto: Reprodução
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou nesta sexta-feira (9) que cancelou uma segunda onda de ataques contra a Venezuela, anteriormente prevista, após a cooperação do país sul-americano.

“Os EUA e a Venezuela estão trabalhando bem juntos, especialmente no que diz respeito à reconstrução, em uma forma muito maior, melhor e mais moderna, de sua infraestrutura de petróleo e gás”, escreveu Trump em uma publicação na Truth Social. “Devido a essa cooperação, cancelei a segunda onda de ataques anteriormente prevista, que parece não ser necessária”, continuou o presidente.

Porém, ele afirmou que os navios anteriormente enviados para a região continuarão perto do país por “questões de segurança”.

“Pelo menos 100 bilhões de dólares serão investidos pelas grandes empresas petrolíferas, com as quais me reunirei hoje na Casa Branca”, completou Trump

CNN

Brasil anuncia doação de 100 toneladas de medicamentos à Venezuela

Foto: Rovena Rosa
O governo brasileiro, por meio do Ministério da Saúde, anunciou nesta quinta-feira (8) o envio de 100 toneladas de medicamentos e outros insumos de saúde para a Venezuela. A medida visa apoiar a população do país vizinho, que sofreu uma invasão militar dos Estados Unidos, no último sábado (3). O ataque resultou no sequestro e apreensão do presidente do país, Nicolás Maduro, e sua esposa, Cília Flores.

O ataque em Caracas destruiu o maior centro de distribuição de medicamentos do país. Na primeira leva de itens, o Brasil vai encaminhar 40 toneladas de medicamentos para atender, de forma prioritária, cerca de 16 mil pacientes que precisam de tratamento de hemodiálise e estariam desassistidos.

“Essa doação não afeta a estrutura e assistência dos cerca de 170 mil pacientes que realizam diálise atualmente no Sistema Único de Saúde. Temos estoques seguros no Brasil e podemos ser solidários com o país vizinho. Não podemos esquecer que, durante a pandemia da covid-19, a Venezuela nos disponibilizou 130 mil metros cúbicos de oxigênio para o tratamento dos nossos cidadãos, diante de uma crise por uma má gestão do governo passado”, destacou o ministro da Saúde, Alexandre Padilha.

Em carta enviada à ministra da Saúde da Venezuela, Magaly Gutiérrez, Padilha reforça o apoio do governo brasileiro para a garantia da assistência à saúde dos venezuelanos, especialmente aos pacientes de diálise, afetados pela destruição do centro de distribuição de medicamentos.

Os insumos a serem enviados para a Venezuela foram garantidos por doações de hospitais universitárias e filantrópicos de todo o país. Eles fazem parte de um conjunto estratégico e essencial de materiais. O país vizinho, com quem o Brasil tem uma fronteira de mais de mil quilômetros, receberá medicamentos de uso contínuo, filtros, linhas arterial e venosa, cateteres e soluções para o tratamento da hemodiálise.

As 100 toneladas das doações ficarão armazenadas no Centro de Distribuição de Insumos e Medicamentos do Ministério da Saúde, localizado em Guarulhos (SP), até serem totalmente despachadas.

Agência Brasil

Vídeo: Irã vive “dias sangrentos” em meio a protestos, mortes e apagão da internet

Vídeo: Reprodução/Instagram
Ao menos 45 pessoas morreram no Irã nos últimos 12 dias durante uma onda de protestos contra a crise econômica que atinge o país. Entre as vítimas estão oito crianças. As manifestações começaram em Teerã e rapidamente se espalharam por 25 das 31 províncias iranianas, sendo reprimidas com violência pelas forças de segurança.
Em meio aos atos, manifestantes derrubaram uma estátua de Qassem Soleimani, ex-comandante da Guarda Revolucionária iraniana morto em um ataque dos Estados Unidos em 2020, no Iraque. Em outro ponto, um grupo foi flagrado rasgando a bandeira do Irã, gesto considerado altamente simbólico e provocador pelo regime.

Durante os confrontos, além das oito crianças mortas, um policial também perdeu a vida ao tentar conter a multidão. O governo iraniano impôs restrições severas à internet em várias regiões, dificultando a circulação de informações e imagens sobre a repressão.

Nesta quinta-feira (8), o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que o Irã será “duramente atingido” caso as autoridades continuem matando manifestantes, sem detalhar quais medidas poderiam ser adotadas. O vice-presidente JD Vance também declarou apoio aos protestos, dizendo que os iranianos estão nas ruas lutando por direitos. Irã e Estados Unidos não mantêm relações diplomáticas há décadas.

Ministros e cúpula do poder fizeram quase 1.800 voos pela FAB em 2025

Foto: Divulgação
Os jatinhos da Força Aérea Brasileira (FAB) realizaram ao menos 1.778 decolagens em 2025 para transportar autoridades da República, consolidando mais um ano de uso intenso da frota oficial por integrantes da elite do poder em Brasília. Têm direito formal ao benefício ministros de Estado, chefes das Forças Armadas e presidentes da Câmara, do Senado e do STF — mas, no governo Lula, a prática foi ampliada e passou a incluir também ministros do Supremo, mesmo sem previsão legal. Os deslocamentos do presidente Lula e da primeira-dama Janja não entram na conta, protegidos por sigilo.

Entre os principais usuários aparece o presidente da Câmara, Hugo Motta, que mesmo possuindo avião próprio realizou ao menos 141 viagens em aeronaves da FAB ao longo do ano. O volume chama atenção pelo caráter recorrente dos deslocamentos e reforça críticas sobre o uso da estrutura pública para agendas políticas e pessoais.

Na Esplanada, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, também figura entre os que mais utilizaram os aviões oficiais: foram 132 voos em 2025, 20 a mais do que no ano anterior. O número contrasta com o discurso de austeridade fiscal e contenção de gastos defendido pelo próprio ministro.

O Supremo Tribunal Federal também ampliou o uso da frota. Apenas a Presidência da Corte realizou 100 decolagens no ano, enquanto outros ministros somaram mais 19 voos. No total, o número de viagens em 2025 supera o registrado em 2024 (1.553) e só fica abaixo de 2023, quando foram contabilizadas 1.997 decolagens, mantendo o debate sobre privilégios e transparência no uso de recursos públicos.

Com informações do Diário do Poder

CV executa comerciante após recusa em pagar “taxa do crime” e polícia prende cinco em operação

Foto: Reprodução
O comerciante conhecido como “Cascudo do Gás”, identificado como Carlos Henrique Paula de Souza, foi executado por traficantes do Comando Vermelho (CV) após se recusar a pagar uma taxa imposta pela facção criminosa em Tanguá, na região metropolitana do Rio de Janeiro. Ex-candidato a vereador no município, ele foi morto a tiros no dia 27 de dezembro de 2025, em frente ao próprio estabelecimento, no centro da cidade.

A informação é da coluna Na Mira, do Metrópoles. Segundo a Polícia Civil do Rio de Janeiro (PCRJ), dois homens em uma motocicleta se aproximaram da vítima, sacaram armas de fogo e efetuaram os disparos. Carlos Henrique morreu no local. As investigações indicam que traficantes vinham exigindo pagamentos ilegais de comerciantes da região para permitir o funcionamento dos negócios, e a execução teria sido motivada pela recusa do comerciante em atender às exigências.

Além da cobrança de propina, o grupo criminoso também controlava a venda de produtos como água, carvão e cigarros, restringindo o comércio local para ampliar os lucros do tráfico. O esquema fazia parte de uma estratégia de domínio territorial e intimidação de comerciantes.

Nesta quinta-feira (8), a PCRJ deflagrou uma operação contra os envolvidos, resultando na prisão em flagrante de cinco suspeitos e na apreensão de grande quantidade de drogas, rádios transmissores, balança de precisão, celulares e dinheiro em espécie. A ação também visa cumprir mandados de prisão contra integrantes do CV investigados por associação criminosa, extorsão, homicídio e tortura.

Com informações do Metrópoles

Carro da cantora Alcione é roubado na Zona Norte

Artista está viajando e apenas o motorista estava no veículo no momento do assalto
O carro da cantora Alcione foi roubado nesta quinta-feira (8), na Avenida Pastor Martin Luther King Junior, na altura do Cemitério de Inhaúma, na Zona Norte do Rio. A artista, que está viajando com a família, não estava no veículo no momento do assalto. Apenas o motorista estava presente na hora da abordagem.

A assessoria da cantora informou que o funcionário passa bem, apesar do susto. O veículo, da marca BYD e de cor cinza, ainda não foi encontrado e o caso está sendo investigado pela Polícia Civil.

Vídeo: Veto de Lula à dosimetria aprofunda tensão com Congresso e STF, afirma Waack

Vídeo: Reprodução/CNN
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) vetou nesta quinta-feira (8) o Projeto de Lei da Dosimetria das penas, aprovado pelo Congresso Nacional, e optou por um gesto de confronto institucional ao transformar a decisão em um ato de caráter político no Palácio do Planalto. A proposta reduzia penas aplicadas aos envolvidos nos atos de 8 de janeiro de 2023 e poderia beneficiar, inclusive, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
A cerimônia contou com baixa participação popular e foi interpretada como um comício, marcado pela ausência dos presidentes da Câmara, do Senado e do Supremo Tribunal Federal, além de lideranças partidárias fora do PT. O projeto vinha sendo tratado nos bastidores como uma tentativa de acomodação entre os Poderes, com o objetivo de reduzir tensões e abrir espaço para outras agendas no Congresso.

Ao rejeitar o texto, Lula contrariou o Legislativo e reforçou o embate político. A expectativa agora é que deputados e senadores derrubem o veto, o que deve levar o tema novamente ao STF, prolongando o impasse institucional. Juristas e parlamentares avaliam que o ciclo tende a aumentar o desgaste entre os Poderes.

No campo político-eleitoral, aliados do presidente veem a decisão como uma aposta para fortalecer o discurso em defesa da democracia e endurecer a pauta de segurança pública, considerada sensível para o eleitorado. A estratégia, porém, é vista como arriscada, pois pode aprofundar a crise institucional e ampliar o isolamento do Planalto em relação ao Congresso.

Com informações de William Waack, da CNN