Bombeiros Civis de Poranga retiraram oito anéis que estavam presos nos dedos de um morador do município do interior do Ceará. O caso aconteceu na última terça-feira (20).
Segundo os bombeiros civis, eles foram acionados por populares, que informaram que o homem estava sofrendo com dores e ferimentos nos dedos das duas mãos, causados pelos anéis apertados.
Durante a retirada das joias, os bombeiros civis usaram uma mini retífica, que ajudou a cortá-las. A ação durou algumas horas, por conta da quantidade de anéis e da sensibilidade nos dedos do homem.
Após a conclusão do trabalho, o homem foi encaminhado ao Hospital Municipal de Poranga, para atendimento médico. Ele apresentava inchaço e ferimentos nos dedos.
De acordo com a Polícia Rodoviária Estadual (PRE), a via estava molhada no momento da colisão, após chuvas na manhã desta sexta
Um acidente envolvendo dois veículos foi registrado na manhã desta sexta-feira (23) em um trecho da CE-085 na cidade de Caucaia, Região Metropolitana de Fortaleza (RMF). Um homem morreu e outro teve ferimentos leves.
Conforme apuração, uma Hilux voltava de São Gonçalo do Amarante para Fortaleza quando o condutor perdeu o controle do veículo, invadiu a contramão e colidiu de frente contra um carro Onix.
De acordo com a Polícia Rodoviária Estadual (PRE), a via estava molhada no momento da colisão, após chuvas na manhã desta sexta.
O condutor da Hilux, de 42 anos, sofreu ferimentos leves e foi socorrido pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) para o Hospital Municipal de Caucaia. Segundo a polícia, ele usava cinto de segurança e passou pelo teste do bafômetro, que deu resultado negativo para consumo de álcool.
Já o motorista do Chevrolet Onix não resistiu aos ferimentos e morreu no local. O óbito foi constatado por um médico do Samu, e o corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML).
O suspeito não teve identidade ou imagem reveladas pela polícia Suspeito foi preso e confessou os abusos na delegacia
Uma mulher recebeu por engano imagens íntimas de seu sobrinho de 11 anos e descobriu que um amigo da família abusava dele e do filho dela, de 14 anos. O caso foi registrado na cidade de Juazeiro do Norte, no Cariri cearense. O idoso foi preso e na delegacia confessou ter praticado os crimes.
Conforme apuração, a mulher descobriu os abusos após estranhar as fotos enviadas pelo homem de 67 anos. Ao perguntar ao seu filho o que estava acontecendo, o adolescente confessou que ele e o primo eram vítimas do homem. O menino de 14 anos, inclusive, sofria abusos há cerca de quatro anos.
Para se aproximar dos primos, o homem oferecia dinheiro e dava presentes caros, como bicicletas, e pagava eventos para as crianças, como festas de aniversários. Ele fingia ser amigo das vítimas e da família, mas estava abusando dos dois meninos.
Em nota, a Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social do Estado do Ceará (SSPDS) disse que a polícia investiga o caso como estupro de vulnerável. O crime é caracterizado por relação sexual ou ato libidinoso com menor de 14 anos, ou pessoa sem capacidade de consentir devido à enfermidade, ou deficiência mental. A lei presume a vulnerabilidade, sem exigir prova de violência ou ameaça.
O documento foi assinado pelo procurador Gleydson Antônio Pinheiro Alexandre.
O Ministério Público de Contas do Ceará (MPC-CE) emitiu um parecer pela desaprovação das contas de governo do ex-prefeito de Sobral, Ivo Gomes (PSB), referente ao ano de 2023. O documento foi assinado pelo procurador Gleydson Antônio Pinheiro Alexandre.
"Isto posto, opina-se pela emissão de parecer prévio pela DESAPROVAÇÃO das contas, tendo em vista a abertura de créditos adicionais sem a existência de recursos financeiros disponíveis para lastreá-los. Ademais, opina-se no sentido de que seja representação ao Ministério Público Estadual. É o parecer", diz um trecho do documento.
Um protesto realizado na noite desta quinta-feira (22), em São Paulo, reuniu manifestantes em frente à sede do Banco Master, no Itaim Bibi, e teve como alvo principal o ministro do STF Dias Toffoli. Durante o ato, organizado pelo Movimento Brasil Livre (MBL), participantes entoaram gritos como “vagabundo” e palavras de ordem cobrando explicações sobre decisões do Judiciário ligadas às investigações envolvendo a instituição financeira.
Vídeo: Reprodução/TBR TV
Com bandeiras, faixas e sinalizadores, o grupo também direcionou críticas ao controlador do banco, Daniel Vorcaro. Entre os gritos mais repetidos estavam frases como “Ei, Vorcaro, cadê a delação?” e “Basta, fora Vorcaro”. Fotos de investigados foram coladas nos tapumes que cercam o prédio, instalado na Rua Elvira Ferraz, cujo acesso à fachada foi bloqueado desde a véspera.
Segundo os organizadores, o objetivo da manifestação foi pressionar por mais transparência no andamento do caso e pedir o afastamento de Dias Toffoli da relatoria. A investigação do Banco Master chegou ao Supremo por decisão do próprio ministro, que determinou a centralização das apurações no STF e a suspensão de procedimentos em instâncias inferiores.
Toffoli justificou a medida alegando a existência de informações econômicas sensíveis, com potencial impacto no sistema financeiro. Desde então, ele passou a concentrar decisões como decretação de sigilo sobre partes do inquérito e autorizações de diligências. A Polícia Militar acompanhou o ato, que transcorreu de forma pacífica até o fim da manifestação.
Um nome passou a acender alertas no Palácio do Planalto nas investigações que envolvem o Banco Master e fraudes em consignados do INSS: o do empresário Augusto “Guga” Lima. Ex-sócio do banqueiro Daniel Vorcaro, Lima aparece como personagem-chave por conectar o esquema financeiro a políticas de crédito criadas em governos do PT na Bahia. Ambos foram presos preventivamente na Operação Compliance Zero, da Polícia Federal, e seguem monitorados, aguardando novos depoimentos.
Guga Lima foi um dos responsáveis pela formatação do CredCesta, programa de crédito consignado vinculado à antiga Cesta do Povo, política social do governo baiano que, sob gestões petistas, migrou para um modelo financeiro baseado em desconto em folha de servidores públicos. A estrutura, inicialmente apresentada como ação de cunho social, tornou-se uma engrenagem lucrativa e de alto volume, com Lima atuando como operador privado do sistema, fora da administração formal do Estado.
A partir de 2018, ainda no governo Rui Costa (PT), o CredCesta passou a operar em parceria com o Banco Master. Dois anos depois, Lima se tornou sócio de Vorcaro, e o modelo foi replicado em escala nacional. As carteiras de consignados passaram a ser cedidas, revendidas e utilizadas como lastro em fundos de investimento e operações financeiras complexas. Parte relevante desses créditos, segundo investigações, teria origem em associações de servidores da Bahia sem capacidade comprovada para gerar os volumes bilionários apresentados.
Relatórios preliminares apontam que o Master negociou cerca de R$ 12 bilhões em carteiras com lastro questionado, incluindo contratos de consignados não apresentados às autoridades. O entrelaçamento entre associações, fundos de investimento e recursos ligados ao setor público levou órgãos de controle a aprofundarem as apurações. No Congresso, a oposição tenta avançar com CPIs para investigar as conexões entre o banco, o INSS e governos petistas, enquanto investigadores observam um padrão comum: o uso de estruturas associativas e benefícios públicos como base para operações financeiras de alto risco.
O ministro do Supremo Tribunal Federal José Dias Toffoli utiliza o resort Tayayá, em Ribeirão Claro (PR), para receber empresários, banqueiros e políticos. Imagens obtidas pela coluna da jornalista Andreza Matais, do Metrópoles, mostram um desses encontros. Na cena, Toffoli aparece com camiseta azul-escura, bermuda cáqui e chinelos. (Veja o vídeo abaixo).
O ministro aguarda os convidados em uma área reservada dos jardins do resort. O local fica às margens da represa de Xavantes, na divisa entre os estados do Paraná e de São Paulo.
No heliponto em frente a Toffoli, aterrissa um Eurocopter AS365 Dauphin, da fabricante francesa Airbus. O prefixo é PT-PCT — referência ao nome do banco de investimentos BTG Pactual.
De dentro da aeronave descem dois homens. Primeiro, o empresário Luiz Pastore, dono do grupo metalúrgico Ibrame. Minutos depois, vem o banqueiro André Esteves, do BTG Pactual. Avaliado em cerca de US$ 12 milhões, o Dauphin era do banqueiro.
Toffoli vai até Pastore e o cumprimenta com um forte abraço e um beijo no rosto.
André Esteves sai da aeronave e vai até o ministro. Toffoli o cumprimenta com um aperto de mão e um abraço.
Na sequência, Esteves e Toffoli aparecem com um copo de bebida na mão, em uma roda de conversa.
O encontro ocorreu no dia 25 de janeiro de 2023. Capturado em vídeo, o episódio exemplifica a rotina do Tayayá, usado frequentemente por Toffoli para receber autoridades, artistas e nomes do PIB brasileiro.
Os convidados do ministro Dias Toffoli
Um dos homens mais poderosos e ricos do país, André Esteves é próximo de ministros do Supremo, do Executivo e do Tribunal de Contas da União.
O banqueiro tem diversos negócios que podem ser impactados por decisões da mais alta Corte do país, embora ele mesmo não tivesse, à época, nenhum processo seu ou do BTG sob relatoria de Toffoli.
Pastore também mantém relações próximas com figuras influentes da política e do meio empresarial. Ele atua nos setores de metalurgia, importação, indústria e administração de imóveis.
Foi em uma aeronave de Pastore, um jatinho, que Toffoli viajou acompanhado do advogado Augusto de Arruda Botelho para assistir à final da Copa Libertadores, no Peru.
A viagem, em novembro passado, gerou questionamentos sobre a isenção do ministro para relatar investigações envolvendo o Banco Master. Botelho é advogado de defesa de Antonio Bull, ex-diretor do Banco Master.
Em meio às críticas sobre a conduta de ministros, o presidente do Supremo, Edson Fachin, propôs a elaboração de um código de conduta para os magistrados da Corte. A iniciativa provocou mal-estar entre os membros, que se sentiram expostos. Entre eles, Alexandre de Moraes. O escritório da mulher e dos filhos de Moraes foi contratado pelo Banco Master por R$ 129 milhões.
Veja as imagens obtidas pelo Metrópoles cedidas ao jornal O Tempo:
Com informações da coluna de Andreza Matais – Metrópoles
Senador Jaques Wagner (PT-BA) com ministro da Casa Civil, Rui Costa – Foto: redes sociais
Ex-sócio de Daniel Vorcaro no Banco Master e também preso na Operação Compliance Zero, da Polícia Federal, Augusto Lima liga diretamente o PT ao escândalo de fraude no mercado financeiro. “Guga”, como é mais conhecido, casado com a ex-ministra e ex-deputada Flávia Peres (ex-Arruda), irá depor na PF na próxima semana.
A informação, divulgada na Gazeta do Povo, foi avançada em dezembro pelo Diário do Poder. De acordo com a investigação, Lima articulou a entrada no negócio da Cesta do Povo na Bahia e operou o CredCesta, programa de crédito consignado formalizado no governo de Rui Costa (PT), atual ministro da Casa Civil de Lula (PT). Tudo foi realizado em 2018 com articulação de Jacques Wagner, prestes a deixar a liderança do governo no Senado.
Dos 338.600 contratos de consignado do INSS entre 2021 e 2025, cerca 252 mil (74,3%) não foram teriam autorização dos aposentados em nome dos quais o crédito foi concedido, com valores descontados dos proventos em esquema semelhante das parcelas mensais de “filiação” não autorizados de sindicatos e associações picaretas autoridades. São R$ 6,7 bilhões em créditos não comprovados, mais R$ 5,5 bilhões em valores “acessórios” sem explicação — total de R$ 12,2 bilhões sob investigação.
As associações Asteba e Asseba, da Bahia, aparecem tanto no caso Master quanto na CPMI do INSS. Não possuíam estrutura compatível com o volume de crédito atribuído a elas.
Uma passageira em Cabo Frio, no Rio de Janeiro, teve R$ 1.411 retirados de sua conta por um motorista da 99, depois de uma corrida que custava apenas R$ 13,45. O caso, ocorrido no dia 15 de janeiro, praticamente zerou as economias da mulher. A empresa bloqueou o condutor do aplicativo.
O motorista, dono de um Volkswagen Voyage prata registrado em Belo Horizonte, disse à polícia que tudo não passou de um “mal entendido”. Ele alegou que a passageira teria feito o pagamento errado ao escanear um QR Code no carro e que não percebeu o valor cobrado.
A Polícia Civil do Rio informou que o dinheiro foi devolvido via Pix e, como a vítima se deu por satisfeita, o caso foi encerrado sem representação. A família da passageira contou que só percebeu a falta do valor ao chegar em casa e que todas as tentativas de contato com o motorista foram frustradas.
Em nota, a 99 disse que bloqueou o motorista e reforçou que comportamentos assim violam os termos de uso do aplicativo. A empresa ainda alertou passageiros a sempre conferirem o valor e a confirmação do pagamento antes de sair do carro.
Sargento Anderson Bremen de Sousa Nogueira e o cabo Wagner da Silva Barbosa estão sendo investigados por abonarem o serviço em Jaguaribara para irem beber em Limoeiro do Norte Sargento e cabo foram para bar em Limoeiro do Norte quando deveriam estar trabalhando em Jaguaribara
Dois policiais militares estão sendo investigados por suspeita de abandonarem o serviço para consumirem bebida alcoólica e provocarem baderna, com tiro em via pública, em um bar na cidade de Limoeiro do Norte, no interior do Ceará.
Os agentes investigados são o 3º sargento Anderson Bremen de Sousa Nogueira e o cabo Wagner da Silva Barbosa, ambos do 31º Batalhão do 8º Comando Regional, e atuantes no pelotão de Jaguaribara.
Conforme apuração, Anderson Bremen e Wagner Silva estavam escalados para cumprir o plantão em Jaguaribara com início na manhã do dia 29 de dezembro e término às 8h do dia 30 dezembro.
Os dois chegaram a iniciar o serviço. No entanto, antes do fim do período estipulado, eles saíram e viajaram para a cidade de Limoeiro do Norte, a cerca de 70 quilômetros de distância do local de trabalho.
A câmera de segurança de um bar registrou que na madrugada do dia 30, por volta de 1h, o sargento e o cabo estavam à paisana, consumindo bebida alcoólica, acompanhados de dois homens.
Durante o período em que ficaram no estabelecimento, um dos agentes sacou a arma e fez um disparo para o alto, assustando outras pessoas que estavam no local.
Conforme a Polícia Militar, uma sindicância foi aberta para apurar a conduta dos agentes, que foram remanejados para a sede do 1º Batalhão.
A Controladoria Geral de Disciplina dos Órgãos de Segurança informou que não irá se manifestar.