sábado, 6 de agosto de 2022

60% dos eleitores de Lula não gostariam que filhos se casassem com bolsonaristas

Perguntados na pesquisa PoderData sobre o que fariam se os filhos se casassem com um simpatizante de Bolsonaro – e vice e versa – os resultados mostram que mais da metade dos lulistas e dos bolsonaristas ficariam “muito infelizes” com a situação. O levantamento foi realizado de 31 de julho a 2 de agosto.

Os eleitores do ex-presidente Lula se mostraram mais insatisfeitos: 60% afirmam que ficariam “muito infelizes” caso um filho formalizasse união com um simpatizante de Bolsonaro. Outros 8% ficariam “pouco infelizes” e, para ¼, “não faria diferença”.

Já as respostas entre os bolsonaristas mostraram um clima mais ameno. São 52% os que ficariam “muito infelizes” se um filho tivesse um parceiro lulista. Outros 13% afirmam que ficariam “pouco infelizes”. Para 28%, “não faria diferença”.

A pesquisa foi realizada pelo PoderData, empresa do grupo Poder360 Jornalismo, com recursos próprios, e divulgada em parceria editorial com a TV Cultura. Os dados foram coletados de 31 de julho a 2 de agosto de 2022, por meio de ligações para celulares e telefones fixos. Foram 3.500 entrevistas em 322 municípios nas 27 unidades da Federação. A margem de erro é de 2 pontos percentuais. O intervalo de confiança é de 95%. O registro no TSE é BR-08398/2022.

Lula sugere usar Auxílio Brasil para comprar livro sobre ele

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva sugeriu nesta sexta-feira (5.ago.2022) que apoiadores beneficiários do Auxílio Brasil utilizassem o dinheiro para comprar o livro “Quatro décadas com Lula: O poder de andar junto”, de Clara Ant. Deu a declaração durante o lançamento da obra, no Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, em São Bernardo do Campo.

“Eu sei que pode ser que tenha gente que não tem dinheiro, mas como Bolsonaro está a fim de disputar as eleições, e ele quer ganhar, ele criou um tal de distribuir R$ 600 agora. Ele vai distribuir dinheiro para taxista, dinheiro para motorista. Então, por favor, se não tem dinheiro agora, compre o livro, receba o salário emergencial e você paga o livro que você comprou porque é importante que a gente estabeleça para a Clara uma renda emergencial porque ela está precisando”, disse.

Poder360

Adolescente denuncia irmão por estupro e pai por assédio após ele pedir fotos dela de calcinha

Uma adolescente de 14 anos procurou a Polícia Civil, na quinta-feira (4), para denunciar o próprio pai por assédio sexual após ele pedir fotos dela de calcinha, em Anápolis, a 55km de Goiânia. Ela também relatou que o irmão a estuprou na noite anterior, quando ela foi dormir na casa dele, segundo a corporação.

Os nomes do pai, de 43 anos, e do irmão, de 20, não foram divulgados pela polícia.

Em depoimento, o pai admitiu que conversou com a filha por aplicativo de mensagem e pediu fotos dela só de calcinha. O irmão alegou que o estupro foi, na verdade, uma relação consensual. Eles não foram presos por falta de provas, segundo a Polícia Civil.

Mensagens

Na conversa com a filha pelo celular, o homem pede fotos dela seminua: “De calcinha, você tem, pode mandar meu amor”, escreveu.

A filha diz que não tem fotos de lingerie. O pai rebate: “Sei, é claro que tem, meu amor”. A adolescente responde mais uma vez:

“Não tenho pai. De onde o senhor tirou isso?”, pergunta a menina. O pai então responde:

“Nada. Que estou com muito tesão, meu amor. Então você não pode ajudar o pai, ok aí”.

g1

Mulher faz processo seletivo para contratar amantes para o marido: ‘Quero que ele seja feliz’

Na Tailândia, uma mulher decidiu realizar um “processo seletivo” para encontrar três amantes para satisfazerem seu marido, segundo informações do The Mirror. “Tenho depressão crônica e sinto que não posso cuidar bem do meu marido Eu não tenho dormido com ele e isso me faz sentir que não sou uma boa esposa”, justificou ao tabloide britânico.

Para participar da seleção, é preciso ter alguns pré-requisitos, como não ser mãe e ter diploma universitário, além de ser comunicativa e ter uma boa aparência.

As escolhidas serão tratadas como família e trabalharão na empresa do casal. Elas, ainda, receberão cerca de um salário mínimo do país, £ 342 (aproximadamente R$ 2,2 mil), e terão como missão principal agradar o homem.

A ideia foi uma surpresa para o marido, que declarou: “Minha mulher me disse que queria encontrar alguém para cuidar de mim. Eu nunca quis ter uma amante, mas já que minha esposa está oferecendo, não vou rejeitar”.

Segundo ele, os homens que gostam da ideia precisam comunicar suas parceiras. “Eles devem pedir permissão a suas esposas para que não haja problemas no futuro”, concluiu.

A ideia foi uma surpresa para o marido, que declarou: “Minha mulher me disse que queria encontrar alguém para cuidar de mim. Eu nunca quis ter uma amante, mas já que minha esposa está oferecendo, não vou rejeitar”.
Segundo ele, os homens que gostam da ideia precisam comunicar suas parceiras. “Eles devem pedir permissão a suas esposas para que não haja problemas no futuro”, concluiu.

Estadão Conteúdo

Vereadores de Horizonte acreditam que execução de Franzé do Hospital foi crime político

Franzé do Hospital era vereador em Horizonte e foi morto a tiros numa churrascaria do município
O vereador Haroldo da Saúde informou que ele e outros vereadores estavam almoçando com Franzé do Hospital. Estavam o vereador Getúlio Vargas, Renan do Posto Coluna e Antônio Filho, o próprio Haroldo da Saúde e Franzé do Hospital. Ele relata que todos os aparelhos celulares estavam em cima da mesa, e nada foi levado. Eles foram obrigados a deitar no chão enquanto o executor foi em busca de Franzé.

O político ressalta que o crime foi uma execução. Ele disse que o clima político em Horizonte é tenso em razão das eleições para a Câmara de Vereadores.

O vereador Getúlio Vargas afirmou que eles estavam na Câmara Municipal de Horizonte e, por volta das 12h40min, foram almoçar. Ele afirmou que foram aproximadamente cinco ou seis tiros na cabeça de Franzé. A suspeita do vereador é de que seja um crime político, pois eles são oposição.

Os dois ainda ressaltaram que, por pouco, outro vereador que estava no local também não foi morto. Eles relatam que o executor chegou a apontar a arma para o vereador Antônio Filho, mas não o matou por falta de munição. 

Ex-aliado do governo Camilo Santana, oficializa apoio à chapa Roberto Cláudio-Domingos Filho ao Governo do Ceará

Com o Agir 36, a chapa Roberto Cláudio-Domingos Filho chega a seis partidos: além de PDT e PSD, estão no bloco o PSB, a federação PSDB-Cidadania e, agora, o Agir 26.
O partido Agir 36 – antigo PTC – formalizou, nesta sexta-feira, 5, em convenção realizada na Câmara Municipal de Fortaleza, apoio à candidatura de Roberto Cláudio (PDT) ao Governo do Estado e Domingos Filho (PSD)como candidato a vice-governador. O evento também conta com as presenças do deputado federal Mauro Filho (PDT), dos prefeitos de Redenção, Davi Benevides (PDT), e de Quixeramobim, Cirilo Pimenta (PDT), e de outras lideranças. Também participou o líder do partido no Estado, Carlos Kléber.

Com o Agir 36, a chapa Roberto Cláudio-Domingos Filho chega a seis partidos: além de PDT e PSD, estão no bloco o PSB, a federação PSDB-Cidadania e, agora, o Agir 26.

Durante a convenção, o deputado federal Mauro Filho (PDT), que chegou a ser pré-candidato pelo partido na disputa majoritária – assim como a governadora Izolda Cela (sem partido) e Evandro Leitão (PDT) -, elogiou a gestão de RC à frente da prefeitura de Fortaleza. “O objetivo hoje é assegurar que o estado do Ceará possa ter essa trilha da expansão das mais diversas áreas”, iniciou.

“Consolidar o sistema educacional que ele, como gestor de Fortaleza, tirou a Prefeitura lá de baixo e ascendeu aos níveis dos indicadores brasileiros. Tô falando do melhor prefeito do Brasil e que será o melhor governador do Estado do Ceará: Roberto Cláudio.”

O Agir 36 compunha base do ex-governador Camilo Santana (PT). Anteriormente, no início do ano, chegou a integrar a oposição, por decisão de dirigentes anteriores. Ligado ao deputado Mauro Filho, decidiu optar pelo candidato do PDT ao Governo do Estado.

Mais um secretário está deixando o governo Izolda

O secretário executivo da Secretaria de Cidades, Paulo Henrique Lustosa, está deixando o governo Izolda. Foi atropelado pela crise interna com o PP, seu partido.

O secretário Marcos Cals convidou o ex-prefeito de Russas, o agrônomo Weber Araújo, para o cargo.

Com Roberto Moreira

Roberto Cláudio, Domingos Filho e Amarílio Macedo recebem apoio de vereadores e lideranças políticas de Fortaleza

O candidato Roberto Cláudio (PDT) esteve reunido, na noite desta sexta-feira (05.08), ao lado do candidato a vice-governador Domingos Filho e do candidato a senador Amarilio Macedo, com 177 vereadores e suplentes de vereadores de Fortaleza. 

A reunião marcou o início da mobilização de um grupo de lideranças que somaram, na última eleição na Capital, mais de 506 mil votos.

“Estamos trazendo para a campanha quem realmente conhece a alma e o povo de Fortaleza. Desde que Roberto Cláudio iniciou sua gestão, foram essas as lideranças que trabalharam,  trazendo as demandas e fazendo o melhor pelo nosso povo”, disse o vereador Antonio Henrique, presidente da Câmara Municipal de Fortaleza.

O ex-prefeito Roberto Cláudio destacou o trabalho que foi feito em Fortaleza, durante os seus dois mandatos, “graças a histórias que construímos juntos. Eu vejo no rosto de vocês, o espelho da luta de que participamos para atender os sonhos e as necessidades da nossa gente, da população mais carente de Fortaleza, no tempo em que estávamos na Prefeitura e, ao lado de cada um de vocês, buscamos sentir o coração do nosso povo”, disse Roberto Cláudio, destacando que, agora, “o desafio é trabalhar com muita dedicação para fazer o melhor por todo o Ceará. 

“Estamos ao lado deste homem fantástico, um empresário com profunda sensibilidade social e humana que é o Amarilio Macedo que será, pela força do povo do Ceará, o nosso próximo senador da República. Estamos junto com este grande líder que é o Domingos Filho, um homem que conhece a alma da gente cearense, a partir lá do interior e que me acompanhará nesta jornada. E nós vamos rumo à vitória, pelo bem do nosso Ceará”, concluiu Roberto Cláudio.

Por Roberto Moreira

Saiba quem são os candidatos a governador e vice no Ceará

Conforme estabelecido pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), as convenções partidárias c nesta sexta-feira (5)
Conforme estabelecido pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), as convenções partidárias começaram no dia 20 de julho e terminaram nesta sexta-feira (5). Essas reuniões são fundamentais para a definição das concorrências dos partidos políticos. Sendo assim, todos os candidatos para os governos estaduais estão definidos. A seguir, confira quem são os candidatos para governador e vice no Ceará.

O pleito contará com a disputa entre:

-Capitão Wagner (União Brasil) e Gomes de Matos (PL)
O deputado federal Capitão Wagner (União Brasil) realizou convenção nesta sexta-feira (5), em um centro universitário em Fortaleza, para oficializar a candidatura a governador. Na solenidade, o presidente do UB no Ceará confirmou o ex-deputado federal Raimundo Gomes de Matos (PL) como candidato a vice-governador.
-Roberto Cláudio (PDT) e Domingos Filho (PSD)
O PDT aprovou em convenção estadual, no dia 24 de julho, a candidatura de Roberto Cláudio ao Governo do Ceará e de Domingos Filho (PSD) a vice-governador da chapa nas eleições de 2022. A oficialização aconteceu em convenção do partido, realizada em uma quadra de uma escola particular em Fortaleza.
-Elmano de Freitas (PT) e Renata Almeida (MDB)
Após romper a aliança de 16 anos com o PDT no Ceará, o PT oficializou Elmano de Freitas como candidato do partido ao Governo do Ceará e Renata Almeida foi anunciada como candidata a vice.
E partidos de esquerda com menor expressão na cena política atual, também lançaram suas candidaturas para o Governo do Ceará neste ano. Os nomes dos candidatos são: Chico Malta (PCB), Serley Leal (UP) e Zé Batista (PSTU).

Com GCMais

Mais de 23 milhões de eleitores estão aptos a votar

Votação será realizada no dia 2 de outubro
Mais de 156,45 milhões de pessoas estão aptas a votar no próximo dia 2 de outubro, quando os brasileiros começarão a escolher o próximo presidente da República, além dos futuros governadores, senadores e deputados federais, estaduais e distritais. Neste universo heterogêneo de cidadãos, ao menos 23,34 milhões de eleitores e eleitoras atenderão ao compromisso cívico por vontade própria, já que não são obrigados a votar.

A Constituição Federal estabelece o voto facultativo, ou seja, opcional, para os jovens de 16 e 17 anos de idade; pessoas com 70 anos ou mais e também para analfabetos. Só os eleitores que declaram não saber ler, nem escrever, ultrapassam os 6,33 milhões de pessoas, segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Um número que representa cerca de 4% de todas as pessoas em condições legais de votar.

A diarista Maria Sônia Ribeiro da Silva, 50 anos, é uma dessas pessoas. Ainda que, a rigor, sua participação nos pleitos anteriores não tenha sido exatamente espontânea. “Até hoje, eu não sabia que não era obrigada a votar”, reagiu a diarista ao ser informada, pela reportagem, que, na condição de analfabeta, não teria sofrido sanções caso tivesse deixado de votar em eleições passadas. Abolido em 1881, o direito dos analfabetos ao voto só foi restituído em 1985, por meio de uma Emenda Constitucional que garantiu a uma parcela da população que, à época, era ainda maior, o direito a ajudar a escolher seus representantes políticos.

“Eu votava porque achava que era o jeito. Que perderia o título de eleitor, pagaria multa, caso não comparecesse. Até falei com meu marido que, se não fosse obrigatório, eu não votaria mais, porque é sempre a mesma coisa, as mesmas promessas. Por outro lado, também acho importante a gente participar, tentarmos fazer com que o país melhore. Tanto que, agora, sabendo que não sou obrigada, acho que vou repensar e, talvez, continuar indo votar”, destacou a diarista, explicando que costuma se informar sobre política pelos telejornais e conversando com parentes e amigos e na hora de votar, leva consigo uma “cola” com o número dos seus candidatos.

De acordo com o último censo populacional realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em 2010, a taxa de analfabetismo entre a população de 15 anos ou mais tinha caído de 13,63%, em 2000, para 9,6%, totalizando 13.933.173 em 2010. Pelos dados disponibilizados pelo TSE, este ano, o maior número de eleitores que se autodeclararam analfabetos no momento do alistamento eleitoral tem entre 70 a 74 anos de idade, superando as 730 mil pessoas.

Jovens e Idosos
Além dos analfabetos, há, entre os dito eleitores espontâneos, 815.063 pessoas com 16 anos de idade e outros 1.301.718 que já completaram 17 anos. Juntos, os dois grupos somam 2.116.781 eleitores. Um número cerca de 50% superior aos 1.400.617 registrados em 2018.

Já o total de eleitores e eleitoras com mais de 70 anos de idade aumentou de 12,02 milhões, em 2018, para 14.893.281, em 2022. Destes, 184.438 têm mais de 100 anos – dentre os quais, 45,4 mil não sabem ler ou escrever.

Favorável à tese de que o voto deveria deixar de ser obrigatório e passar a ser facultativo para toda a população brasileira, o cientista político Antonio Lavareda acredita que o crescente número de pessoas votando sem ser obrigadas indicam um “maior nível de consciência cívica” e de interesse pela política.

“As pesquisas têm demonstrado que as pessoas vêm manifestando um inusual grau de interesse pela política, mais especificamente pelo pleito deste ano. O que pode ser um indicador de que a participação eleitoral pode vir a ser maior que na eleição de 2018, quando a abstenção superou os 30 milhões de eleitores”, disse Lavareda à Agência Brasil.

“O crescimento do número de eleitores com 70 anos ou mais e de jovens com 16 e 17 anos acompanha o manifesto interesse do restante da população pelo pleito deste ano. E será muito bom para o processo democrático se a alienação eleitoral registrada na última eleição for menor”, acrescentou o cientista político ao pontuar que, apesar das poucas pesquisas acadêmicas sobre os eleitores espontâneos, é possível afirmar que, confirmada a hipótese deles serem mais interessados, tendem a ser mais “ideologizados”, tendo preferências mais “articuladas e consolidadas”. “Com isso, quem tende a ser menos beneficiado por estes votos são os candidatos situados mais ao centro do espectro político ideológico”.

Professora e pesquisadora do Centro de Estudos de Opinião Pública (Cesop), da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), a também cientista política Rachel Meneguello considera que a motivação para o voto espontâneo está associada ao interesse pela política e à percepção da importância de que, em uma democracia representativa como a brasileira, os cidadãos devem assumir a responsabilidade de ajudar a escolher seus líderes políticos.

“As pesquisas mostram que, nos últimos 20 anos, se o voto não fosse obrigatório, não menos que 40% dos eleitores iriam votar. Ainda assim, o eleitorado entende o ato de votar como um ato cívico que faz parte de sua vida política – a ponto de, na redemocratização, após a ditadura militar, [o direito a] votar para presidente em eleições diretas ter sido um dos pontos centrais das campanhas que envolveram grande parte da população”, destacou Rachel.

De acordo com a cientista política, as pesquisas existentes indicam que a maioria dos eleitores que votam por vontade própria possuem maiores escolaridade e renda média, mas também exigem campanhas públicas específicas.

“O acesso à informação geral e à informação política é um fator central para a mobilização política e esses grupos [no geral] têm maior acesso, contudo, dependem mais de campanhas específicas. Neste ano, por exemplo, vimos a campanha do TSE destinada a estimular o envolvimento dos mais jovens”, frisou Rachel, que também espera uma menor abstenção eleitoral para este ano, mas ao contrário de Lavareda, defende a manutenção do voto obrigatório para os demais eleitores.

“Entendo o voto obrigatório como um dever cívico muito positivo. O eleitor deve praticar a responsabilidade pela escolha dos representantes que votam por ele no Congresso, assembleias ou câmaras municipais. O que pode ser aperfeiçoado no caso brasileiro é a organização do sistema partidário, de forma que os partidos de fato consigam organizar a informação política para os eleitores, pois sabemos que a média do eleitoral tem dificuldades em localizar-se no sistema de partidos e definir as escolhas de deputados federais, estaduais e senadores em um sistema partidário fragmentado como é o sistema brasileiro”, explicou.

GCMais