quinta-feira, 25 de agosto de 2022

Neymar é flagrado com modelo brasileira no colo durante festa em Paris

Neymar festinha em sua casa em Paris - Foto: Reprodução/Instagram
Neymar com mais um affair? É o que estão dizendo por aí. O jogador promoveu um churrasco com amigos em sua casa em Paris e não estava desacompanhado.

De acordo com o jornal Extra, o craque do PSG estava com a modelo brasileira Jessica Turini, de 30 anos. Ela e mais duas amigas foram convidadas para o festa.
Jessica Turini apontada como novo affair de Neymar - Foto: Reprodução/Instagram
Nos vídeos postados nas redes sociais dá pra ver que há uma pessoa sentada do colo do jogador. Ainda segundo o Extra, se trata da modelo.

No dia 12 deste mês, Neymar e Bruna Biancardi, até então sua atual namorada, oficializaram o término publicamente.

Dias depois a mídia noticiou que o jogador estaria vivendo um affair com a influencer Brenda Pavanelli, que tinha semelhanças físicas com a atriz Bruna Marquezine, que foi namorada de Neymar.

Lula e Bolsonaro empatam entre evangélicos mais pobres, aponta Datafolha

As campanhas de Jair Bolsonaro (PL) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT) fazem apostas diferentes para cativar o eleitorado evangélico. A do atual presidente elegeu a pauta moral, enquanto a do petista prefere virar a chave para o tema econômico, na expectativa de que a dificuldade de garantir o pão nosso de cada dia, em meio à crise econômica, leve esse fiel a rejeitar mais quatro anos de bolsonarismo no poder.

Números da mais recente pesquisa Datafolha mostram que as duas estratégias podem ganhar tração, a depender do grupo social. A arrancada de Bolsonaro nessa parcela religiosa se deve sobretudo aos fiéis de renda média e alta, enquanto, entre os mais pobres, Lula se mantém em empate técnico com o rival.

Novo recorte feito pelo Datafolha revela que o ex-presidente tem 41% das intenções de voto no primeiro turno entre os evangélicos que ganham até dois salários mínimos, contra 38% de Bolsonaro. Esse grupo representa 53% dos fiéis entrevistados.

Na outra fatia, os evangélicos que recebem mais de dois salários mínimos por mês, Bolsonaro dispara: tem 61% da predileção, e o petista, 22%.

A conta explica a prevalência do presidente nesse nicho como um todo: 49% dos evangélicos estão com ele, e 32% dizem optar por seu adversário à esquerda.

O levantamento indica que a economia divide espaço com a identidade religiosa na formação do voto de parte dos fiéis. Quanto menor a renda, mais sensível fica esse eleitor a fatores como a inflação.

A tendência de votar em Lula cresce. Não o bastante, contudo, para impedir que crença e temas morais roubem votos do petista entre os mais pobres, sugere o Datafolha.

O desempenho do ex-presidente entre os evangélicos de baixa renda é bem inferior ao apoio de 60% que ele tem entre eleitores pobres de outras religiões ou sem religião.

Já a dianteira de Bolsonaro entre crentes com renda superior a dois salários sinaliza que o componente religioso encontra terreno mais fértil na porção do eleitorado que pode ter sentido algum alívio no cenário econômico.

De acordo com a pesquisa, os brasileiros de renda mais polpuda perceberam um impacto maior de medidas como a redução do preço dos combustíveis e alguma recuperação no mercado de trabalho.

Esse conforto relativo pode explicar a redução do peso das preocupações econômicas na formação do voto, facilitando a infiltração de temas morais martelados pelos bolsonaristas -aborto, drogas, etc.

Entre evangélicos de renda média e alta, 54% consideram o governo Bolsonaro ótimo ou bom, e 20% tacham a gestão de ruim ou péssima. Na faixa de fiéis de baixa renda, a aprovação do presidente é de 35%, e a desaprovação, de 34%.

A margem de erro dos resultados por faixa de renda entre os evangélicos é de quatro pontos percentuais para mais ou para menos. No levantamento geral, sem distinção por religião, é de dois pontos, também para mais e menos.

As diferenças na avaliação do governo se refletem nos índices de rejeição a Bolsonaro. No grupo de evangélicos de baixa renda, 44% dizem não votar no presidente "de jeito nenhum". Na faixa acima, 24% dos fiéis o rejeitam.

A balança se inverte no caso de Lula: 40% dos evangélicos mais pobres não votam no petista, e essa oposição chega a 67% entre fiéis com renda superior a dois salários.

A disputa concentrada entre Lula e Bolsonaro faz com que o cenário se repita nas projeções de segundo turno. O petista é o favorito de 47% dos evangélicos mais pobres, mas tem o apoio de apenas 25% entre aqueles com renda maior. Já o atual presidente está em empate técnico com Lula no primeiro grupo, com 43%, mas abre vantagem na segunda faixa dos fiéis -aparece com 68%.

Para o cientista político Vinicius do Valle, diretor do Observatório Evangélico, essa pormenorização do comportamento eleitoral dos fiéis traz implicações para os próximos passos das campanhas.

"Se Bolsonaro conseguisse melhorar a economia, teria um índice de votação ainda maior no grupo. Do ponto de vista da estratégia lulista, introduzir a questão econômica dialoga com os evangélicos mais pobres."

Dados do Iser (Instituto de Estudos da Religião), segundo um de seus pesquisadores, o sociólogo Clemir Fernandes, corroboram o Datafolha. "A chamada pauta moral-religiosa é importante para o eleitorado evangélico mais pobre, principalmente mulheres, mas não é determinante para decisão final do voto."

"A inflação é um agravante, mas a pobreza aguda e continuada desse enorme contingente é fator racional de opção por Lula, tido como o mais capaz de enfrentar a luta contra a pobreza", afirma ele.

Valle ressalta que o sufoco financeiro pode segurar a dianteira de Bolsonaro nas igrejas, mas evangélicos pobres ainda abraçam Lula menos do que o brasileiro médio de igual renda. "Isso permite caracterizar esse segmento como mais conservador em termos de voto. É um dos motores em sentido contrário ao conjunto da população."

Evangélicos são um em cada quatro brasileiros, segundo a pesquisa Datafolha, realizada de 16 a 18 de agosto com 5.744 pessoas de 281 cidades e registrada no TSE com o número BR-09404/2022.

Saiba o que é permitido em campanhas eleitorais realizadas nas ruas

Desde o dia 16 de agosto é permitido realizar propagandas eleitorais de candidatas e candidatos às Eleições 2022. Mas é importante que os cidadãos estejam atentos ao que a legislação eleitoral permite e proíbe durante a campanha, para que possam contribuir com a Justiça Eleitoral, denunciando casos de possíveis irregularidades.

Somente pelo aplicativo Pardal, até esta quarta-feira (24), foram registradas 41 denúncias de propaganda eleitoral irregular no Rio Grande do Norte, que serão analisadas se realmente há procedência de irregularidades. O aplicativo é gratuito e pode ser encontrado nas lojas virtuais Apple Store e Google Play e em formulário web nos Portais da Justiça Eleitoral. As denúncias também podem ser realizadas presencialmente no cartório da 3ª Zona Eleitoral, na sede do TRE-RN, caso seja uma ocorrência em outra cidade pode ser realizada diretamente no cartório eleitoral do município.

Confira, a seguir, o que a legislação eleitoral permite e proíbe na propaganda eleitoral em geral:

É autorizado:

Carros de som e minitrio elétrico: somente em carreatas, caminhadas, passeatas, comícios, reuniões, até 80 db medido a 7m de distância.

Comício: das 8h às 24h, exceto encerramento da campanha, até 2h do dia seguinte.

Alto-falante e amplificador de som: permitido das 8h às 22h, até a véspera da eleição, desde que respeitada a distância mínima de 200m:

– das sedes dos Poderes Executivo e Legislativo, sedes dos tribunais judiciais, quartéis e outros estabelecimentos militares;
– dos hospitais e casas de saúde;
– das escolas, bibliotecas públicas, igrejas e teatros, quando em funcionamento.

Bandeiras ao longo de vias públicas: permitido desde que sejam móveis e que não dificultem o bom andamento do trânsito de pessoas e veículos;

Adesivo plástico: permitido em automóveis, caminhões, bicicletas, motocicletas e janelas residenciais, desde que não exceda a 0,5m² (meio metro quadrado). É permitido adesivos microperfurados até a extensão total do para-brisa traseiro e, em outras posições, adesivos que não excedam a 0,5m².

Propaganda em via pública: É permitida a colocação de mesas para distribuição de material de campanha e a utilização de bandeiras ao longo das vias públicas, desde que móveis e que não dificultem o bom andamento do trânsito de pessoas e veículos, no horário das 6h às 22h.

IMPORTANTE: é permitido ao eleitor o uso de bandeiras, broches, dísticos, adesivos, camisetas e outros adornos semelhantes, como forma de manifestação de suas preferências políticas.

É vedado:

Justaposição de adesivo que ultrapasse a metragem;
Outdoor;
Showmícios;
Trio elétrico: exceto para sonorização de comício;
Derrame de material de propaganda.

Nos bens que o uso dependa de cessão ou permissão do poder público, e nos bens de uso comum, inclusive postes de iluminação pública, sinalização de tráfego, viadutos, passarelas, pontes, paradas de ônibus e outros equipamentos urbanos, é proibida a veiculação de propaganda de qualquer natureza;

Em cinemas, clubes, lojas, centros comerciais, templos, ginásios, estádios, ainda que de propriedade privada;

Nas árvores e nos jardins localizados em áreas públicas, bem como em muros, cercas e tapumes divisórios;

Confecção, utilização ou distribuição por comitê, candidato, ou com a sua autorização, de camisetas, chaveiros, bonés, canetas, brindes, cestas básicas ou quaisquer outros bens ou materiais que possam proporcionar vantagem a eleitora ou eleitor, respondendo o infrator, pela prática de captação ilícita de sufrágio, emprego de processo de propaganda vedada e, se for o caso, pelo abuso de poder.

As regras da propaganda eleitoral estão contidas na Resolução nº 23.610/2019, alterada pela Resolução nº 26.671/2021, que dispõe também sobre o horário gratuito e as condutas ilícitas na campanha.

Garoto de 10 anos encontra figurinha ‘impossível’ de Neymar estimada em até R$ 9 mil: “Não vou vender, ele é meu ídolo”

O estudante Miguel Santos Paolinelli de Castro, de 10 anos, recebeu um presente do pai: um álbum da Copa do Mundo do Catar. O garoto não perdeu tempo e foi logo colando as figurinhas que ganhou, como as do craque dinamarquês Christian Eriksen e do brasileiro Neymar.

Foi só no dia seguinte, quando foi mostrar o álbum para os colegas da escola, que Miguel descobriu que tinha colado uma das figurinhas mais cobiçadas.

Os amigos contaram para ele que o cromo de Neymar era raro e chegava a custar R$ 9 mil em alguns sites – especula-se que uma Legend dourada, como a do craque brasileiro, seja obtida a cada 1.900 pacotes.

“Eu tenho uma figurinha rara, não ia vender. Eu não sabia que valia isso tudo, mas ele é meu ídolo, também sou colecionador”, disse o garoto.

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TSE propõe a comandantes da PM restrições a porte de armas nas eleições

O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Alexandre de Moraes, reuniu-se com comandantes-gerais das Polícias Militares em Brasília, na manhã de ontem, para discutir medidas de segurança nos primeiros e segundo turnos das eleições de 2022, como foi o caso do comandante da PM do Rio Grande do Norte, o coronel Alarico Azevedo. 

Durante a reunião, Alexandre de Moraes, pediu que os comandantes analisassem “eventual restrição ao porte de armas” para a categoria de Caçadores, Atiradores e Colecionadores (CACs) no dia das eleições. 

O presidente do Conselho Nacional de Comandantes-Gerais (CNCG) da PM, coronel Paulo Coutinho, disse que não houve consenso entre os oficiais sobre a restrição do porte de armas pelos CACs. Segundo Coutinho, a decisão é de competência judicial e não cabe aos policiais opinar sobre assuntos da Justiça.

Em julho, deputados da oposição ao governo Bolsonaro consultaram o TSE sobre a possibilidade de proibir o porte de armas de todos os cidadãos do País no dia das eleições. Os parlamentares pedem que somente as forças de segurança pública possam transitar armados. O documento foi entregue em mãos a Alexandre de Moraes, à época vice-presidente do TSE.

Lei prevê multa para quem recusar fornecer informações a recenseadores

De acordo com a Lei nº 5.534/1968, toda pessoa natural ou jurídica sob a jurisdição da lei brasileira é obrigada a prestar as informações solicitadas pelo IBGE.

Quem se recusa a fazer dentro do prazo ou prestar informações falsas está sujeito a uma multa de até dez vezes o maior salário-mínimo vigente no país, se o infrator for primário, e de até o dobro desse valor, se reincidente.

Desde o dia 1º de agosto, 183 mil recenseadores estão indo de porta em porta em todos os 5.570 municípios do país, incluindo  localidades quilombolas, terras e grupamentos indígenas e aglomerados subnormais, em 89 milhões de endereços, sendo 75 milhões de domicílios, com a expectativa 

Alemanha lança primeira frota mundial de trens de passageiros a hidrogênio

O governador do Estado, Stephan Weil, disse que o projeto de 93 milhões de euros (US$ 92 milhões) é um "excelente exemplo" dos esforços da Baixa Saxônia para tornar sua economia mais verde
Autoridades alemãs lançaram a primeira frota mundial de trens de passageiros movidos a hidrogênio nesta quarta-feira, 24, substituindo 15 trens a diesel que anteriormente operavam em trilhos não eletrificados no Estado da Baixa Saxônia.

Os 14 trens usam células de combustível de hidrogênio para gerar eletricidade que alimenta os motores. O governo alemão apoiou a expansão do uso do hidrogênio como alternativa limpa aos combustíveis fósseis.

O governador do Estado, Stephan Weil, disse que o projeto de 93 milhões de euros (US$ 92 milhões) é um “excelente exemplo” dos esforços da Baixa Saxônia para tornar sua economia mais verde.

Os trens fabricados pela empresa francesa Alstom são operados pela empresa ferroviária regional LNVG em rotas entre as cidades do norte de Cuxhaven, Bremerhaven, Bremervoerde e Buxtehude.

Agência Estado.

focus@focus.jor.br

Vídeo: veja o que diz RC sobre ausência de Cid e Ivo de sua campanha

Foi no Conversa com os Candidatos, entrevista em rede formada pelo Focus, ANC e TVDD, que candidato do PDT ao Governo, Roberto Cláudio, respondeu acerca de uma questão delicada: a ausência e o silêncio de Cid e Ivo Gomes em relação à sua campanha. A resposta se deu a partir de uma provocação do jornalista Fábio Campos, editor do Focus.

Veja o vídeo AQUI.

Focus

Eleições no Ceará têm 34 candidatos que usam ‘doutor’ no nome da urna, 15 pastores e 8 sargentos

Eleições 2022: 11,3% dos candidatos cearenses são empresários; 28 policiais disputam cargos
Foto: Divulgação
Trinta e quatro candidatos se identificam como “doutor” no nome utilizado na urna eletrônica nas eleições 2022 no Ceará, sendo a alcunha ligada a ocupação mais comum no estado. A segunda mais comum é “professor”, que estará no nome de 20 candidatos.

Entre as patentes militares, há 15 “sargentos”, quatro “cabos”, quatro “cabos” e um “soldado”. Outros 15 pastores usam “pastor” seguido do nome.

Ocupações
No Ceará, 11,3% dos 991 candidatos aos cargos de governador, senador, deputado federal e estadual são empresários. Além disso, 6,3% dos candidatos são advogados e professores, enquanto 4,7% deles são médicos e servidores públicos.

Há ainda 28 policiais na disputa, sendo 26 militares e dois civis. Concorrem aos cargos, ainda, profissionais como administradores, agricultores, comerciantes, jornalistas e donas de casa.

Confira a quantidade de candidatos por profissão

16 administradores
63 advogados
12 agricultores
31 aposentados
36 comerciantes
15 donas de casa
112 empresários
12 enfermeiros
19 estudantes
16 jornalistas
14 locutores de rádio
5 militares reformados
47 médicos
28 policiais (2 civis 26 militares)
63 professores
47 servidores públicos

Eleições no Ceará
A maioria dos candidatos do Ceará – incluindo os candidatos a governador, senador, deputado federal e deputado estadual – é homem, negro, e possui ensino superior completo. De acordo com a Justiça Eleitoral, 66% dos candidatos cearenses são homens e 34% são mulheres.

Os dados são do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), divulgados nesta terça-feira (16), primeiro dia de campanha eleitoral.

Patrimônio
O Ceará terá 104 candidatos milionários, o que equivale a 10,5% do total de candidatos. Dos 991 que vão concorrer, 396 declaram não ter nenhum patrimônio.

O maior valor declarado dos candidatos ao Senado foi de Amarílio Macêdo (PSDB), com R$ 98.093.523,00. O valor do patrimônio dos candidatos a governador do Ceará varia de R$ 72 mil a pouco mais de R$ 1 milhão, conforme dados divulgados pelo Superior Tribunal Eleitoral (TSE).

Com informações do G1

Globo proíbe manifestações políticas de artistas durante eleições

Foto: Divulgação
A Globo reuniu, nesta quarta-feira (24), com atores que estão no ar ou em produções que terão estreia em breve e proibiu manifestações políticas durante as eleições.

De acordo com o UOL, artistas como Marcos Veras, Marcos Caruso, Tonico Pereira, Rosamaria Murtinho e Flávia Reis participaram da reunião, online, e receberam orientações como evitar posicionamentos políticos e também não subir em palanques de candidatos.

Em nota, a emissora informou que "não existe proibição de manifestações políticas pessoais dos talentos artísticos, desde que não vinculadas à emissora, inclusive em eventos presenciais e nas redes sociais".

Confira na íntegra;

"A Globo cumpre rigorosamente a legislação eleitoral e tem uma política interna sobre eleições alinhada à sua posição de neutralidade e isenção. A Globo reitera que não apoia qualquer candidato e que, em questões eleitorais, se limita a realizar a cobertura jornalística das eleições, seguindo seus Princípios Editoriais. Por isso, nos períodos eleitorais, conversamos com os profissionais do nosso casting para relembrá-los sobre as regras que, entre outras restrições, impedem que contratados da empresa que desejem se candidatar estejam no ar em qualquer programa. Não existe proibição de manifestações políticas pessoais dos talentos artísticos, desde que não vinculadas à Globo, nclusive em eventos presenciais e nas redes sociais. Elas não podem envolver ativos da Globo, como instalações da empresa, cenários e figurinos de personagens, etc. Não são permitidas manifestações de apoio a partido ou candidato em propagandas eleitorais no rádio e na televisão. Essas regras são essenciais para que não seja comprometida a percepção do público sobre a isenção da empresa. Aos jornalistas, no entanto, pela natureza da função, são vedadas manifestações de apoio eleitoral em quaisquer instâncias.".