quinta-feira, 25 de agosto de 2022

Capitão Wagner (UB) e Roberto Claudio (PDT) aceitaram sabatina e Elmano (PT) se recusou a participar

O terceiro momento, estava reservado ao candidato petista, que recusou o convite, justificando estar com “a agenda cheia”.
A Revista Ceará iniciou, uma série de sabatinas e entrevistas com os candidatos ao Governo do Ceará e a Senadores de República. No primeiro momento, recebemos o candidato ao Governo do Ceará pela oposição, Cap.Wagner (UB). Já no segundo momento, recebemos o candidato Roberto Cláudio (PDT). O terceiro momento, estava reservado ao candidato petista Elmano de Freitas (PT), que recusou o convite, justificando estar com “a agenda cheia”.

O convite oficial (insistentemente) foi feito pela Direção-Geral e Coordenadores do veículo de comunicação, em contato direto com sua assessoria, há cerca de três semanas atrás, consecutivas. O quadro jornalístico faz parte da sequência de entrevistas propostas pela Direção-Geral do veículo, Josias Carneiro, e tem o intuito de mostrar as propostas para um futuro cenário político.

“Quando um candidato é prontamente convidado a ser sabatinado, e em seguida aceita e confirma disponibilidade, é considerado um gesto de respeito à imprensa, e um ato de “serviço à democracia”, já que o político é candidato a servir ao povo e administrar os recursos públicos. Democracia supõe debate de ideias, supõe que os candidatos coloquem publicamente suas diferenças. Não adianta, depois, o político reclamar que não houve espaço na imprensa para debater ideias,” enfatiza Josias.

Na próxima semana, a Revista Ceará iniciará o segundo quadro das sabatinas com os candidatos ao Senado Federal.

Informações da Revista Ceará

Ao 'JN', Lula admite corrupção na Petrobras e diz que Dilma cometeu equívocos

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) criticou a operação Lava Jato em entrevista ao Jornal Nacional, da TV Globo, nesta quinta-feira, 25. "A Lava Jato ultrapassou limite da investigação e entrou no limite da política. O objetivo era tentar condenar o Lula", disse o petista, se referindo na terceira pessoa.
O candidato à Presidência da República, porém, admitiu casos de corrupção na Petrobras. "Você não pode dizer que não houve corrupção se as pessoas confessaram (os crimes)", disse. Lula, então, atacou a delação premiada. "As pessoas confessaram e, por conta das pessoas confessarem, ficaram ricas por confessar", afirmou. "Por conta da Lava Jato, tivemos R$ 270 bilhões que foram perdidos nesse País."

Lula ainda defendeu ações de combate à corrupção realizadas durante os governos do PT. "Durante cinco anos eu fui massacrado e estou tendo a primeira oportunidade de poder falar disso abertamente ao vivo com o povo brasileiro. A corrupção só aparece quando você permite que ela seja investigada", afirmou.

Com indiretas ao presidente Jair Bolsonaro (PL), o petista mencionou o fato de o chefe do Executivo não obedecer a indicação da lista tríplice para o cargo de procurador-geral da República, os sigilos de 100 anos em documentos impostos pela Presidência, e, segundo ele, impedido que a Polícia Federal investigue seus filhos.

Como defesa sobre os casos de corrupção, Lula destacou os órgãos de transparência criados durante a gestão. "Foi no meu governo que a gente criou o Portal da Transparência, CGU, Lei de Acesso à Informação, AGU, Coaf, Cade", disse.

A jornalista Renata Vasconcellos insistiu no tema e questionou se Lula não teme que, ao não expor se vai cumprir a lista tríplice para a escolha do PGR, crie suspeição sobre o trabalho do MPF. "Não quero um procurador leal a mim. O procurador tem que ser leal ao povo brasileiro, à instituição", afirmou Lula, que disse ainda que "não quer amigos, quer pessoas sérias que falem em nome da instituição".

A jornalista questionou como Lula pretende impedir tentativas de interferências na Polícia Federal. "O Bolsonaro troca qualquer diretor a hora que ele quer. Basta que ele não goste. Eu nunca fiz isso e não vou fazer", disse.

O âncora William Bonner questionou como Lula pretende reequilibrar o equilíbrio das contas públicas. O ex-presidente citou dados sobre a condução na economia durante os seus dois governos e afirmou que é necessário previsibilidade, credibilidade e estabilidade.

Bonner retomou o tema e questionou Lula sobre a recessão e a "explosão" da inflação nos governos Dilma Rousseff e perguntou se ele pretende implantar a política econômica dos dois primeiros mandatos ou de sua sucessora. O ex-presidente reconheceu que Dilma cometeu erros na condução da economia, mas defendeu a sua sucessora.

"Dilma cometeu equívocos na questão da gasolina, ao fazer R$ 540 bilhões de desonerações em isenção fiscal. Quando ela tentou mudar, ela tinha uma dupla dinâmica contra ela. O Eduardo (Cunha), presidente da Câmara, e o Aécio no Senado, que trabalharam o tempo inteiro para que ela não fizesse mudanças", disse.

Lula foi duro com as palavras ao falar do orçamento secreto. Ele chamou o mecanismo revelado pelo Estadão de "excrescência" e de um "escárnio". "(O orçamento secreto) não é moeda de troca, isso é usurpação de poder. Acabou o presidencialismo. Bolsonaro é refém do Congresso, ele sequer cuida do orçamento. Isso nunca aconteceu desde a proclamação da República", disse.

O petista ainda usou o orçamento secreto para minimizar o escândalo do mensalão. "Você acha que o mensalão que tanto se falou foi mais grave que o orçamento secreto?", questionou.

Lula também reforçou as críticas ao novo Auxílio Emergencial. "Ele acabou de aumentar o Auxílio Emergencial. Até quando? Até o dia 31 de dezembro, porque na LDO (Lei de Diretrizes Orçamentárias) não tem continuidade. Ele agora manda a LDO (ao Congresso) e mente dizendo que vai continuar", afirmou.

Questionado sobre a recepção da base petista em relação à formação de campanha com 10 partidos, o ex-presidente defendeu a união com seu vice, Geraldo Alckmin (PSB), seu rival nas eleições presidenciais de 2006. "Alckmin já foi aceito pelo PT de corpo e alma. Alckmin é uma pessoa que vai me ajudar, tenho confiança que a experiência como governador de São Paulo vai me ajudar a consertar esse País", disse.

Questionado se o PT não foi um dos responsáveis pelo atual cenário de polarização na política, Lula afirmou que polarização é diferente de estímulo ao ódio e que o Brasil era "feliz" quando a disputa política era entre PT e PSDB.

"Feliz era o Brasil e a democracia brasileira quando a polarização deste país era entre PT e PSDB. A gente era adversário política, trocava farpas... Quando a gente se encontrava em um restaurante, eu não tinha problema em tomar uma cerveja com o Fernando Henrique Cardoso, com o José Serra ou com o Alckmin. A gente não se tratava como inimigo. A militância é como torcida organizada. Política é assim. Você tem divergência, você briga, mas você não é inimigo", afirmou.

Bonner citou o fato de Lula ter usado a narrativa do "nós contra eles" durante o seu governo e questionou se isso não estimula a polarização. "Polarização é saudável no mundo inteiro. Tem nos EUA, na Alemanha, na França, na Noruega, na Finlândia... Não tem polarização no Partido Comunista Chinês, no Partido Comunista Cubano. Quando se tem democracia, a polarização é saudável. É estimulante. Não podemos confundir polarização com o estímulo ao ódio", disse.

Lula foi o terceiro entrevistado da série de sabatinas do Jornal Nacional, que recebe os principais presidenciáveis ao longo da semana. O presidente Jair Bolsonaro (PL) foi o primeiro a ser ouvido, na segunda-feira, seguido por Ciro Gomes (PDT) na terça-feira. A senadora Simone Tebet (MDB) será a última a participar, na sexta-feira.

A última vez que Lula foi sabatinado como candidato pelo principal telejornal da Globo foi em 2006, quanto tinha seu atual vice, Geraldo Alckmin, como adversário na disputa pelo Palácio do Planalto. Como mostrou o Estadão, o ex-presidente passou por um intenso treinamento de preparação para o JN na última terça-feira em sala reservada do QG petista instalado na zona oeste de São Paulo.

Participaram do treinamento com Lula o coordenador de comunicação da campanha, Edinho Silva, prefeito de Araraquara (SP) e ex-ministro da Secretaria de Comunicação da Presidência da República, e o jornalista e ex-ministro-chefe da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República durante o segundo governo Lula, Franklin Martins, que trabalhou na Globo antes de integrar a equipe do petista.

Estadão Conteúdo

Ministério da Justiça investiga bancos por fraude em empréstimos

Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil
O Ministério da Justiça e Segurança Pública vai investigar 23 bancos e instituições financeiras pela suposta prática de fraude em cartões de crédito consignados. Há denúncias de que diversos consumidores têm sido lesados ao contratarem empréstimo consignado e sendo expostos ao risco de superindividamento.

A denúncia foi apresentada pelo Núcleo de Defesa do Consumidor da Defensoria Pública (Nudecon) do estado do Rio de Janeiro. De acordo com o órgão, têm sido lesados com a emissão não autorizada dos cartões e pela cobrança de juros em faturas com desconto do pagamento mínimo feito diretamente em folha.

Segundo a denúncia, a fraude seria praticada quando, ao contratar um empréstimo consignado, o cliente também recebe um cartão de crédito, sem ser informado que o dinheiro tomado como empréstimo, na verdade, seria lançado como saque no cartão e depositado na conta corrente do cliente.

A Nudecon entende que a prática pode levar o cliente ao endividamento, pois o pagamento mínimo, feito através do desconto em folha, abateria apenas o valor dos juros de financiamento do saldo devedor, impedindo a quitação dos outros débitos.

“Desta forma, considerando a existência de 4.575.529 cartões consignados ativos, 3,7% do total de cartões ativos no país, foi determinada a investigação para apurar a ocorrência de prática abusiva”, afirmou o ministério, em nota.

Confira no site do ministério a lista das instituições e bancos a serem investigados.

Em nota, a Febraban afirmou que "prestará todos os esclarecimentos necessários às autoridades", e condenou tentativas de fraude na prestação e oferta de serviços e produtos bancários. Leia a manifestação na íntegra:

Em relação à investigação do Ministério da Justiça sobre eventual emissão não autorizada de cartão de crédito consignado, a FEBRABAN informa que as instituições financeiras, assim que notificadas, prestarão todos os esclarecimentos necessários às autoridades.

Cabe esclarecer que, das 23 instituições apontadas como investigadas pela Senacon, apenas 7 atuam neste mercado de cartão consignado, ou seja, 16 sequer ofertam o produto a seus clientes e, mesmo as que estão autorizadas a atuar, não necessariamente estariam ofertando.

A FEBRABAN e os bancos associados condenam qualquer tentativa de fraude na prestação e oferta de serviços e produtos bancários e estão empenhados em reduzir ao máximo as reclamações de consumidores. Desde janeiro de 2020 está em vigor a Autorregulação do Consignado, em parceria com a Associação Brasileira de Bancos (ABBC), que visa eliminar do sistema as más práticas relacionadas à oferta e contratação dessa modalidade de crédito.

Para coibir fraudes e aperfeiçoar a oferta do crédito consignado no país, a FEBRABAN e a ABBC estabeleceram regras voltadas ao cartão de crédito consignado, após amplo diálogo com os órgãos de proteção e defesa do consumidor. Elas entraram em vigor em outubro de 2020 e incluem o envio, no ato da contratação do cartão, de material informativo para melhor compreensão do produto; envio obrigatório de fatura, com informações essenciais mínimas em destaque; uso do termo de consentimento esclarecido em todas as contratações; envio obrigatório do cartão físico; saques no cartão limitados a 70% do limite, entre outras medidas.

Desde o início das regras, em 2020, até junho de 2022, 959 empresas receberam punições por irregularidades na oferta do consignado, 436 correspondentes foram advertidos e 483 tiveram suas atividades suspensas temporariamente. Outros 40 tiveram as suas atividades suspensas em definitivo.

Entrevista de Lula no JN tem manifestações contra e a favor do petista pelo País

A entrevista do candidato do PT à Presidência, Luiz Inácio Lula da Silva, foi marcada por atos contrários e a favor do ex-presidente nas principais capitais do País.

Em São Paulo, manifestações a favor do candidato foram registradas em bairros como Santa Cecília, Bela Vista, Perdizes e Vila Madalena. Já as contrárias foram em Lauzane Paulista e Interlagos.
No Rio de Janeiro, houve manifestações a favor do ex-presidente no bairro do Flamengo. Em Brasília, os atos foram na Asa Sul e Asa Norte. Também houve gritos a favor no bairro do Bom Fim, em Porto Alegre.

Lula dribla no JN pergunta sobre corrupção, admite erros de Dilma e enaltece Alckmin

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) buscou driblar perguntas sobre como evitará corrupção no país caso seja eleito, admitiu desvios na Petrobras em governos petistas e erros da gestão Dilma Rousseff na economia e exaltou seu antigo adversário e atual candidato a vice de sua chapa, Geraldo Alckmin (PSB).

Líder nas pesquisas de intenção de voto, Lula participou de sabatina na noite desta quinta-feira (25) no Jornal Nacional, da TV Globo.

O ex-presidente tentou reconhecer parte das críticas que são motivo de desgaste do PT nos últimos anos, principalmente em relação à corrupção e ao desempenho da economia sob Dilma.

Também fez críticas a sigilos decretados no governo Jair Bolsonaro (PL) e à ação do procurador-geral da República, Augusto Aras, chamado por ele de "engavetador". Mas não quis se comprometer a indicar à PGR um nome apontado na tradicional lista tríplice da categoria, que acabou descartada pelo atual presidente.

Lula também disse que a "polarização é saudável no mundo inteiro", mas chegou a criticar ditaduras de governos que têm a simpatia de alas petistas. "Não tem polarização no partido comunista chinês, não tinha polarização no partido comunista cubano", afirmou.

A entrevista provocou panelaços, mas o movimento foi menor do que o registrado na segunda-feira (22), durante a entrevista de Bolsonaro à emissora. Também ocorreram buzinaços e gritos de apoio ao petista.

Na cidade de São Paulo, panelaços aconteceram nas sacadas de edifícios de bairros como Santana (zona norte) e Vila Leopoldina (zona oeste) e houve ainda gritos de "fora, Lula" e "ladrão". Atos contra o petista foram registradas em outras capitais, como Rio de Janeiro e Salvador, além do Distrito Federal.

Também ocorreram manifestações a favor do candidato do PT à Presidência. Em São Paulo, houve um buzinaço e gritos de "Olê, olê, olê, olá, Lula, Lula" em Perdizes, na zona oeste. Em Santa Cecília, região central, algumas pessoas gritaram "fora, Bolsonaro".

"Você não pode dizer que não houve corrupção se as pessoas confessaram", disse Lula, em relação a escândalos na Petrobras em governos petistas. Ele não respondeu de forma clara quais seriam suas propostas para evitar que esse tipo de caso volte a acontecer em nova gestão.

Questionado sobre a corrupção, Lula insistiu em dizer que só surge corrupção em governo que permite a investigação.

Ao falar a respeito do escândalo do mensalão, que ocorreu durante seu primeiro mandato, Lula fez comparação com o que chamou de "orçamento secreto", mecanismo no qual parlamentares conseguem indicar verbas para obras sem transparência sobre o autor da destinação.

Lula disse que Dilma é uma das pessoas por quem mais ele tem respeito, mas que houve a gestão dela "cometeu equívoco".

"Dilma fez um primeiro mandato extraordinário. Mesmo assim ela se endividou para manter as políticas sociais e [lutar contra] desemprego", disse Lula. "Cometeu equívoco na questão da gasolina, ela sabe disso, 518 mi de desoneração. Acho que quando ela tentou mudar ela tinha uma dupla dinâmica contra ela."

Apesar disso, ele defendeu Dilma e culpou o Legislativo na época por parte das dificuldades econômicas que Dilma enfrentou durante seu mandato.

Em diversas respostas, Lula fez questão de citar a participação do ex-governador de São Paulo Geraldo Alckmin (PSB) em um futuro governo, caso seja eleito, especialmente na área econômica.

De acordo com o petista, uma chapa entre os dois permitirá maior estabilidade na economia. "Ganhar credibilidade interna e externa para fazer as coisas nesse país", disse.

Ainda na área econômica, Lula disse que seu plano de governo será elaborado em conjunto com os dez partidos que fazem parte da chapa do petista que concorre à Presidência da República.

"Tenho a experiência do ex-governador Geraldo Alckmin. Muita gente pensava que era difícil Lula se juntar com Alckmin. Política não tem que ter ódio, a política é extraordinária para conviver".

O petista também defendeu "imprensa livre" e disse que Bolsonaro atualmente "não manda nada", é "refém do Congresso".

O ex-presidente disse ainda, ao ser questionado sobre o papel que o MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra) terá em um eventual governo, que "aquele MST de 30 anos atrás não existe mais" e criticou a política armamentista do presidente Bolsonaro.

"O Bolsonaro está ganhando alguns fazendeiros porque está liberando arma, tem gente que acha que é bom ter arma em casa, que acha que 'eu vou matar alguém'. Não. O que nós queremos é pacificar esse país, porque o pequeno produtor rural e o médio tem que conviver pacificamente com o grande negócio. O Brasil tem possibilidade de ter os dois."

Lula também disse que há parte do agronegócio "fascista e direitista" que se coloca contra a preservação do meio ambiente --mas que ela não representa a totalidade do segmento.

"Os empresários sérios que trabalham no agronegócio, que têm comércio com o exterior, que exporta para a Europa, para a China esses não querem desmatar, querem preservar nossos rios, nossas águas e nossa fauna."

Lula foi o terceiro candidato à Presidência entrevistado pelos apresentadores William Bonner e Renata Vasconcellos.

Na segunda-feira (22), o JN sabatinou Bolsonaro, que mentiu sobre STF e pandemia e impôs condições para aceitar os resultados das eleições.

Na terça-feira (23), foi a vez de Ciro Gomes (PDT). Ele atacou o que chamou de "polarização odienta" protagonizada por seus dois principais rivais na disputa, Lula e Bolsonaro, e prometeu criar uma "lei antiganância".

A última entrevista que Lula concedeu enquanto candidato ao Jornal Nacional foi no pleito de 2006. Na época o petista enfrentava o ex-governador de São Paulo Geraldo Alckmin (PSB), que será seu vice na chapa deste ano.

"Hoje iremos juntos até lá", escreveu Lula nas redes na manhã desta quinta (25). E Alckmin respondeu: "E hoje estarei lá ao seu lado. Pela democracia, pela paz e pelo Brasil! Vamos juntos".

O perfil do PT no Twitter compartilhou o momento da chegada de Lula na Globo por volta das 19h30.

Mais cedo nesta quinta (25), circulou em grupos de WhatsApp criados pela campanha do petista um flyer com dicas de como os apoiadores do petista poderiam ajudar "a espalhar a palavra de Lula no Jornal Nacional".

"Publique nas redes fotos assistindo ao JN, sempre usando a hashtag #LulaNoJN", "relembre feitos positivos dos governos de Lula e Dilma", "fale sobre novos projetos de Lula" e "compartilhe os motivos que levam você a votar no Lula" eram algumas das recomendações.

À tarde, Lula compartilhou foto em suas redes sociais antes de sua participação na sabatina. "Gostaram da gravata? #LulaNoJN", escreveu o petista.

Gretchen dá entrevista nua para o SBT e choca Chris Flores

Foto: Reprodução/SBT
Gretchen apareceu nua durante entrevista ao vivo ao Fofocalizando, do SBT, nesta quinta-feira (25) e chocou a apresentadora Chris Flores. 
A situação aconteceu no intervalo de um procedimento estético que ela realizava após uma recauchutagem.  "Fiz o peito, troquei a prótese porque já estava na época, aproveitei. E tô aqui, minha filha, na drenagem. Vocês estão vendo que estou até sem roupa", disparou ela, que só mostrou o rosto e os ombros no vídeo. 

Empolgada com o resultado das novas plásticas, a rainha do rebolado fez propaganda dos procedimentos. 

Alanis Guillen, a Juma de Pantanal, revela que tem sexualidade fluida; saiba o que é

Foto: Reprodução
Alanis Guillen, que interpreta Juma em Pantanal, não se considera heterossexual, nem bissexual ou lésbica. A atriz de 24 anos contou à revista Elástica que tem a sexualidade fluida.

A sexualidade fluida não se identifica completamente com nenhuma das letras da sigla LGBTQIA+, mas como já diz o próprio nome, flui entre as orientações sexuais e não se identifica com um “rótulo” permanente. A pessoa pode se sentir atraída por ambos os sexos em um determinado momento, mas em outros momentos pode sentir vontade apenas de estar em relações heterossexuais, por exemplo.

"Eu me interesso pela troca, pelos diálogos. Eu me relaciono com pessoas com quem me conecto e que fazem sentido", disse. "Não somos uma coisa só. E que bom que podemos amar de diversas formas", completou.

No bate-papo, Alanis afirmou que foi uma libertação falar sobre a  sexualidade fluida em público e que artistas podem "ajudar a fortalecer o espectador e dizer para ele que amar uma pessoa fora do espectro heteronormativo não é errado".

Trabalhadores podem sacar valores 'esquecidos' no Pis/Pasep; veja se você tem direito

Foto: José Cruz/Agência Brasil
A Caixa Econômica Federal anunciou nesta quinta-feira (25) que os trabalhadores podem consultar e sacar valores 'esquecidos' no Pis/Pasep. De acordo com a instituição, há R$ 24,6 bilhões disponíveis e 10,6 milhões de pessoas têm valores a receber. 

Tem direito aos recursos os trabalhadores que atuaram de carteira assinada na iniciativa privada, ou como servidor público, entre 1971 e 1988. O valor médio das cotas é de R$ 2.300, mas o individual vai depender do tempo que a pessoa trabalhou, entre os anos citados, e o valor do salário na época. 

Os valores podem ser solicitados nas agências da Caixa. Basta comparecer aos locais com o documento de identificação, certidão do PIS/Pasep e declaração de dependentes habilitados. O valor pode ser creditado em conta bancárias de qualquer instituição financeira, sem custos. 

Também é possível solicitar o saque no aplicativo FGTS, selecionando a mensagem "Você possui saque disponível, e depois clicando em "Solicitar o saque do PIS/Pasep. Em seguida, você precisa escolher a forma do saque: crédito em conta ou presencial. 

Os trabalhadores que optarem por receber os recursos em espécie, o saque pode ser feito com o cartão cidadão até o valor de R$ 3 mil em lotéricas, ou terminais de autoatendimento da Caixa. 

Pessoas falecidas - Se o trabalhador tiver falecido, o seu parente beneficiário poderá solicitar os recursos no aplicativo, escolhendo a opção "Meus saques", em seguida "Outras situações de Saque" e depois "PIS/Pasep - Falecimento do trabalhador". Será solicitado anexo dos documentos de identificação com foto, uma "selfie" e uma certidão do PIS/Pasep do INSS.

Lívia Andrade mostra chegada à Globo com recepção de Luciano Huck

Foto: Reprodução
Bastante animada, Lívia Andrade, nova contratada da TV Globo, compartilhou no Instragram, nesta quinta-feira, 25, sua chegada aos estúdios da emissora no Rio de Janeiro. A ex-funcionária do SBT publicou um vídeo com vários recortes de momentos no local, desde a chegada na recepção até o camarim, onde recebe um abraço do apresentador Luciano Huck. 

Nas imagens, a artista mostra um roupão personalizado que ganhou e exibe o nome na porta do camarim 1, junto com Domingão com Huck.

Na atração, ela vai estrear na bancada da próxima temporada do quadro Acredite em Quem Quiser, sendo acompanhada pelo padre Fábio de Melo e por Déa Lúcia, mãe do humorista Paulo Gustavo (1978-2021).
A atriz e apresentadora anunciou que estava na nova emissora no último dia 16, pelo Instagram.  Em um vídeo que trazia a chamada do "Plantão da Globo" e uma foto dela mesma, Lívia contou ter sido contratada para atuar no Domingão com Huck. "Quando eu vou voltar para a TV? Agora, sim, posso responder. De volta no domingo, um dia tão especial para mim", escreveu a atriz na legenda.
No Twitter, Lívia também comemorou a contratação. "E houve boatos que ela estava na pior", brincou.

Saída do SBT

A atriz foi desligada em 2020 do SBT após uma série de cortes de gastos feitos pela emissora durante a pandemia. À época, Lívia atuava, principalmente, no programa Fofocalizando.

Em abril deste ano, Silvio Santos chegou a comentar sobre a demissão e revelou que a apresentadora havia sido demitida pelo alto salário que recebia.

"Lívia só foi demitida porque ela ganhava muito mais do que nós poderíamos pagar. A Lívia Andrade saiu porque o ordenado era alto e, ao invés de mandar gente que precisa do emprego, temos que mandar embora aqueles que não precisam do emprego", disse o comunicador, em entrevista ao repórter Roger Turchetti.

Em live, Bolsonaro pede para assistir ‘aquele canal’ durante entrevista de Lula ao Jornal Nacional

Foto: Reprodução
Jair Bolsonaro teria cometido uma gafe ao fim da sua live nas redes sociais nesta quinta-feira (25). “Já bota aí no... naquele canal”, disse o presidente e candidato à reeleição, aparentemente achando que a transmissão já havia sido encerrada.

Rapidamente o trecho do vídeo viralizou, e internautas apostam que com “aquele canal” ele estivesse se referindo à TV Globo.

No momento da fala de Bolsonaro, estava passando a entrevista ao vivo do também candidato à presidência Luiz Inácio Lula da Silva no Jornal Nacional.