segunda-feira, 29 de agosto de 2022

Mulher é presa por esfaquear marido e sogros após descobrir traição

As três vítimas foram encaminhadas para uma Unidade de Pronto Atendimento
Uma mulher de 43 anos foi presa após esfaquear o marido, de 44 anos, e os sogros, ambos de 69 anos, em uma residência no Jardim Santa Lúcia, em Campinas, em São Paulo. O caso aconteceu neste domingo, 28.
De acordo com a Guarda Municipal de Campinas, a mulher admitiu o crime e explicou que a briga se deu porque ela descobriu ter sido traída pelo marido.

 O homem foi atingido por facadas nas costas e os pais deles nos braços após tentarem impedir que a mulher atingisse o marido.

A idosa sofreu um corte profundo Para evitar o sangramento, os guardas municipais fizeram um torniquete para estancar o sangue. As três vítimas foram encaminhadas para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) São José. Ainda não se sabe os estados de saúde dos três.

A mulher foi encaminhada para a 2ª Delegacia Seccional, onde a ocorrência foi apresentada.

Três pescadores estão desaparecidos no Ceará

Os homens deveriam ter regressado no último sábado, mas até o momento eles não foram encontrados
Três pescadores estão desaparecidos após partirem para uma pescaria na madrugada do último sábado, 27, na Praia de Quixaba, em Aracati. Os homens deveriam ter regressado às 16h do mesmo dia, mas até o momento eles não foram encontrados. Os pescadores estavam em uma embarcação pesqueira, do tipo Jangada, “VIVIAN JBM”.

A Marinha do Brasil (MB) tomou conhecimento do caso  e iniciou uma Operação de Busca e Salvamento. A operação está sendo coordenada pelo Salvamar Nordeste, com a participação da Capitania dos Portos do Ceará, Agência da Capitania dos Portos em Aracati. Uma aeronave da Força Aérea Brasileira também foi mobilizada para atender à ocorrência.

Lula tem 43%, Bolsonaro mantém 36%, Ciro sobe para 9% e Tebet anota 4%, aponta pesquisa BTG/FSB

A diferença entre Bolsonaro (PL) e Lula (PT) diminuiu em nova rodada da pesquisa semanal
A mais novo pesquisa feita pelo Instituto FSB para presidente da República, foi encomendada pelo banco BTG Pactual. foi divulgada nesta segunda-feira (29). O levantamento traz o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com 43% das intenções de voto, na sequência aparece o presidente e candidato à reeleição, Jair Bolsonaro (PL), com 36%. Com relação à pesquisa do dia 22 de agosto, Lula recuou 2 pontos porcentuais, quando chegou a 45%, no limite da margem de erro. Na análise de uma semana, Bolsonaro se manteve no patamar anterior, com os mesmos 36%.

Na terceira posição, aparece o ex-ministro Ciro Gomes (PDT) que anotou 9%, o que mostra um avanço de 3 pontos em uma semana, 0nde na sondagem anterior o pedetista chegou a 6%. Já a candidata Simone Tebet (MDB) chegou a 4%, antes ela tinha 3%.

Vera Lúcia (PSTU) e Pablo Marçal (Pros), mantiveram o 1% e os demais candidatos não pontuaram. Brancos e nulos não foram citados, não sabem ou não responderam foram 3%.

A pesquisa foi feita entre os dias 26 e 28 de agosto, ouvindo 2 mil eleitores. O índice de confiança é 95%, a margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com o número BR-08934/2022.

Com GCMais

Vigilante é preso após se passar por policial militar e tem arma apreendida

Na abordagem, o homem confirmou ser vigilante e disse que havia tomado a arma da empresa sem autorização
Um vigilante foi preso durante uma abordagem realizada por agentes da Guarda Municipal próximo à torre de observação do Bonsucesso, em Fortaleza. Os agentes resolveram abordar um veículo que estava trafegando com superlotação e durante a revista pessoal, Luiz Mairon Ferreira, de 33 anos, afirmou ser policial militar.

Na abordagem, o homem confirmou ser vigilante e disse que havia pego a arma da empresa sem autorização. O procedimento foi para o 32°DP, onde o suspeito foi autuado pelos artigos 307 e 14 do Código Penal Brasileiro.

GCMais

Em debate na televisão, Bolsonaro chama Lula de “ex-presidiário”

O presidente Jair Bolsonaro (PL) chamou o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) de “ex-presidiário” no último bloco do debate promovido pela TV Bandeirantes neste domingo (28.ago.2022). Principais adversários nas eleições presidenciais deste ano, ambos protagonizaram 2 confrontos diretos no programa.

“Bem, é do Lula: ‘ainda bem que a natureza criou esse monstro do coronavírus’. Que moral tu tem para falar de mim, ôh ex-presidiário? Tá? Nenhuma moral”, disse Bolsonaro.

A fala se deu em momento em que foi concedido ao presidente direito de resposta. Por isso, Lula não pode responder imediatamente. O petista rebateu seu principal adversário nas eleições deste ano já na parte das considerações finais porque também obteve direito de resposta concedido.

Lula foi preso em abril de 2018 por causa da operação Lava Jato. Mesmo na cadeia ele foi registrado pelo PT como candidato a presidente naquele ano. O TSE (Tribunal Superior Eleitoral), porém, barrou a candidatura com base na Lei da Ficha Limpa.

Poder360

Brasileiros ainda não resgataram mais de R$ 3 bilhões em dinheiro esquecido

Quatro meses após o fim da primeira fase do Sistema Valores a Receber, elaborado pelo Banco Central (BC), a segunda etapa do programa, que estava prevista para começar em 2 de maio, ainda segue sem data marcada. Um dos fatores que dificultou a realização da nova fase foi a greve dos servidores do banco, que terminou no mês passado. O BC informou que “o cronograma e as informações da nova etapa do SVR serão divulgados oportunamente, com a devida antecedência”.

A primeira fase do sistema começou em 14 de fevereiro deste ano e durou dois meses. Ela foi dividida em etapas, de acordo com a idade do cidadão ou da empresa possuidora do dinheiro esquecido. No entanto, a campanha não teve o efeito desejado pelo BC, e apenas 8,2% dos R$ 3,9 bilhões disponibilizados foram retirados do banco. Ao todo, 3,6 milhões de pessoas e 19 mil empresas resgataram o valor durante a primeira etapa.

Cerca de 13,8 milhões de brasileiros possuem, ou possuíam, menos de R$ 1 nas contas esquecidas no Banco Central. Em contrapartida, o BC fez um levantamento indicando que 1.318 brasileiros tinham R$ 100 mil ou mais em dinheiro esquecido. Um dos maiores valores era de R$ 1,65 milhão. De acordo com o banco, a pessoa tinha várias cotas de consórcio que se extinguiram, e não verificou como os grupos foram encerrados.

Para o ex-diretor do Banco Central Carlos Tadeu de Freitas, um dos motivos da baixa adesão, além dos valores pequenos, foi a falta de informação sobre o sistema. “Acredito que o pouco sucesso da primeira etapa venha da falta de informação para as pessoas. Mesmo com acesso a internet, é precário o conhecimento da maioria da população acerca desse tipo de serviço”, avalia.

Diário de Pernambuco

Chefe do PL de Bolsonaro tem madeireira com dívida federal

Presidente nacional do PL, partido que abriga Jair Bolsonaro em sua tentativa de reeleição ao Palácio do Planalto, o ex-deputado Valdemar Costa Neto tem em seu nome uma madeireira no Amazonas que acumula dívida ativa de R$ 5,4 milhões com a União, quase integralmente relativa a tributos federais não pagos.

As dívidas fizeram a empresa ser abandonada nas últimas décadas e, em junho de 2022, ela foi declarada inapta pela Receita Federal por não fazer declarações ao Fisco há pelo menos dois anos.

Caso não haja medidas efetivas de cobrança, a empresa pode ser beneficiada com a prescrição e consequente arquivamento dos débitos. Essas medidas de cobrança incluiriam, por exemplo, a penhora de bens.

Há um processo de execução que tentou penhorar bens da empresa, mas oficiais de Justiça tiveram dificuldade em localizá-los ao longo dos anos. A União é a responsável por tentar recuperar esses valores, por meio da PGFN (Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional).
Valdemar é listado como sócio da empresa, chamada Agropecuária Patauá, desde a década de 1980. A empresa foi criada em 1983 e se chamava, antes, Agropecuária São Sebastião. Os negócios eram conduzidos principalmente pelo pai de Valdemar, o ex-prefeito de Mogi das Cruzes (SP) Waldemar Costa Filho, morto em 2001.

A firma dizia atuar em "fabricação de madeira laminada, compensada, prensada e aglomerada".

Em fevereiro do ano 2000, outra empresa, chamada Reflorestadora Holanda, comprou 75% da Patauá.

O presidente do PL ficou com 25% da Patauá, mas argumentou à Junta Comercial do Amazonas que as quotas ficariam em seu nome, mas seriam destinadas à sua ex-mulher (ele não especifica o nome) por acordo de partilha de divórcio.

Segundo Valdemar, ela "oportunamente deverá manifestar sua intenção, ou não, de permanecer na sociedade".

Mais de 20 anos depois, não houve nenhuma manifestação no processo. A empresa continua em nome do presidente do PL.

A Folha procurou Valdemar Costa Neto várias vezes, por meio de sua assessoria, mas ele não quis se manifestar.

Consultados pela Folha, dois advogados especializados em direito tributário e um auditor da Receita Federal afirmam que, para fins legais, a empresa ainda não foi transferida.

Apesar disso, o ex-deputado parou de declarar os 25% da propriedade à Justiça Eleitoral ao se candidatar em 2002, 2006 e 2010. A empresa constou em sua lista de bens de 1998.

Ele não concorreu a cargos eletivos após esse período, já que foi condenado por corrupção passiva e lavagem de dinheiro no caso do mensalão e preso em 2013.

Por causa de um débito trabalhista da Reflorestadora Holanda, sua sócia, Valdemar chegou a ter as contas bloqueadas pela Justiça em 2016.
O presidente do PL recorreu, sob o argumento de que nessas contas ele recebia aposentadoria e salário e que o ex-funcionário que o processou não provou que a Patauá era uma empresa do mesmo grupo da Reflorestadora Holanda (à qual o ex-funcionário pertencia), e conseguiu o desbloqueio.

"Ele [Valdemar] conseguiu desbloquear, mas nós continuamos [tentando o bloqueio], porque como era uma [empresa de sociedade] Ltda., a desconsideração da personalidade jurídica tinha que ser feita através de um processo à parte, que não foi feito no inicial", afirma Edmilson Almeida de Oliveira, advogado do ex-funcionário.

A Reflorestadora Holanda pertence a um empresário chamado Francisco Jonivaldo Mota Campos, que diz não conhecer o político e ter comprado as quotas da empresa para fazer um trabalho de "reflorestamento de áreas degradadas".

A Holanda tem débitos ainda maiores com a União: R$ 13 milhões, em parte também por ausência de pagamentos de tributos federais, como o ITR (Imposto Territorial Rural).

Ela foi considerada "baixada" em 2015, medida tomada também por ausência de declarações por ao menos cinco anos. É uma escala abaixo da empresa "inapta", que ainda pode regularizar o CNPJ e voltar a funcionar.

Francisco Jonivaldo também responde a uma ação civil pública do Ministério Público Federal sob acusação de dano ambiental pelo suposto desmatamento de uma área de 23,6 hectares de floresta nativa da Amazônia, sem autorização do órgão ambiental competente.

A reportagem da Folha visitou os lugares onde a Patauá dizia funcionar, nos endereços da matriz e da filial, e não encontrou sinais de atividade. Um dos endereços, onde foi registrada a filial, nem sequer existe hoje em dia.

Francisco Jonivaldo afirma que as empresas existem apenas "para o sistema". "Porém, elas não estão funcionando desde 2004, se não me falha a memória", afirma o empresário.

Ele diz que não conhece Valdemar Costa Neto e que, quando se instalou no Amazonas para "um projeto de reflorestamento para recuperar áreas degradadas", comprou uma fazenda com pasto da Patauá porque tinha melhores condições de solo.

Afirma que teve problemas com supostas fraudes relacionadas a uma empresa de contabilidade contratada pela sua companhia relacionadas ao INSS. Após esses problemas, diz, "a empresa Reflorestadora Holanda perdeu o interesse de seus investidores e tudo veio abaixo".

"A reflorestadora morreu no nascedouro por conta disso. Só sobrou dívida", afirma.

Ainda de acordo com Francisco Jonivaldo, a acusação por dano é "provavelmente um engano", porque ele não tem áreas na região apontada pelo Ministério Público.

Também diz que o funcionário que processou as empresas e conseguiu bloquear as contas de Valdemar é "o único que entrou na Justiça do Trabalho" depois que a empresa fechou.

Também procurada a respeito de quais providências tem tomado para cobrar as dívidas da Patauá e da Reflorestadora Holanda, a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional afirmou, por meio da assessoria de imprensa, que "não comenta sobre dívidas específicas de devedores que constam na Dívida Ativa da União".

Bolsonaro, que foi eleito em 2018 pelo PSL (atual União Brasil), se filiou ao PL em novembro do ano passado para disputar a reeleição à Presidência.

A ida de Bolsonaro para o PL consagrou a aliança do presidente com o centrão, que também tem como representantes partidos como o Republicanos e o PP, que dão sustentação ao governo federal no Congresso Nacional.

Ciro diz que Bolsonaro precisa explicar contradição sobre corrupção e ex-mulheres

O candidato a presidente Ciro Gomes (PDT) afirmou que o presidente Jair Bolsonaro (PL) deve explicar a promessa não cumprida de combate à corrupção em seu governo. Para o pedetista, apesar de Bolsonaro ter herdado uma "trágica" questão econômica dos governos do PT, ele não conseguiu mudar a governança política do País. "O senhor está filiado ao partido do Valdemar Costa Neto", pontuou.

No primeiro debate presidencial em 2022 na TV, Ciro foi relembrado por Bolsonaro em relação a uma fala machista em relação à sua ex-esposa Patrícia Pillar. "Há 20 anos eu cometi uma absoluta infelicidade de fazer uma gracinha com uma mulher extraordinária que foi minha mulher durante 18 anos, já me desculpei por isso um milhão de vezes, e isso é de se desculpar a vida inteira", afirmou. "Não é isso que eu estou falando Bolsonaro, é da sua falta de escrúpulo. Você corrompeu todas as suas ex-esposas, todas elas estão envolvidas em escândalos. Você corrompeu os seus filhos. Essa é a questão, tendo prometido que ia combater a corrupção do PT e do Lula. Essa é a grande contradição que você precisa explicar".

Ciro, no entanto, afirmou que aprendeu com o erro, já Bolsonaro "não aprende nada nunca, porque você é uma pessoa que não tem coração".

Renegociação de dívidas

Ciro também defendeu a renegociação de dívidas a partir de um grande leilão entre credores. Para ele, renegociar dívidas "é relativamente simples". "Em grande leilão, todos os crediaristas, as contas que estão aí, os credores, que derem o maior desconto, traz a dívida média sua de R$ 1.400. Refinanciar esse R$ 1400, em muitas prestações, 36 vezes, com juro moderado, é simples e eu posso fazer", defendeu no debate da Band.

Bolsonaro chama Lula de ex-presidiário e rebate Simone Tebet sobre corrupção

O presidente Jair Bolsonaro (PL) chamou o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) de "ex-presidiário" na noite deste domingo, 28, no primeiro debate presidencial das eleições na TV, e afirmou que o petista "não tem moral" para falar dele. Os dois são os mais bem colocados nas pesquisas de intenção de voto para o Palácio do Planalto.

O chefe do Executivo se defendeu de acusações de corrupção na compra de vacinas contra a covid-19, durante a pandemia, disse que vetou o orçamento secreto na peça orçamentária deste ano, e minimizou o sigilo de cem anos que impôs a determinadas informações de seu governo.

"Está de brincadeira a nobre senadora. Cadê a corrupção? Cadê o contrato assinado?", declarou Bolsonaro, ao se dirigir à candidata Simone Tebet (MDB), que criticou omissões do governo na pandemia.

Sigilos de 100 anos

O ex-presidente Lula criticou sigilos de 100 anos sobre documentos públicos decretados pelo presidente Jair Bolsonaro e voltou a defender que criou mecanismos de combate à corrupção em seus governos.

"Hoje qualquer coisinha é um sigilo de 100 anos pro cartão corporativo. Enquanto o nosso, eu tirei um ministro porque comeu um pastel, porque comeu uma tapioca", provocou o petista durante participação no debate eleitoral, ao lembrar que o adversário decretou sigilo sobre gastos com cartão corporativo e seu próprio cartão de vacinação.

Questionado pela candidata Simone Tebet sobre casos de corrupção nos governos do PT, Lula voltou a citar medidas tomadas nas gestões do partido para combater desvios de dinheiro público.

"A diferença é que, no meu governo, nós fizemos, não teve nenhum processo que facilitou mais investigação, que melhor remunerou os policiais federais, que contratou mais policiais federais. Não tinha procurador engavetador. Portal da Transparência, tudo isso foi o PT que criou", disse.

Ao falar sobre economia, Lula retrucou a candidata Soraya Thronicke (União Brasil), que disse não ter visto avanços sociais nos governos do petista. "A candidata pode não ter visto (esse País), mas seu motorista viu, seu jardineiro viu, sua empregada doméstica viu que esse país melhorou, que ela podia almoçar e jantar todo dia, tomar café, podia entrar na universidade. E assim que vai voltar a ser", disse.

Porte de armas

O candidato à Presidência pelo PDT, Ciro Gomes, defendeu que a arma "só serve para matar, não serve para outra coisa". Segundo ele, é compreensível que, no interior do Brasil, a população tenha armas em casa, mas não defende a flexibilização a nível nacional.

"Essa frouxidão, acabar com a regulação do Exército, no sensoriamento de armas e munições só presta para reforçar milícias", disse, no debate da Band. Segundo ele, caso eleito, haverá uma instrumentalização da Polícia Federal para enfrentar o contrabando de armas.

Vera Magalhães rebate ataque de Bolsonaro: 'Não gosta de ser questionado por mulheres'

Foto: Reprodução
A jornalista Vera Magalhães, da TV Cultura, rebateu o ataque do presidente Jair Bolsonaro (PL) contra ela, neste domingo (28), durante debate presidencial na Band.
"Ele teve uma atitude absolutamente descontrolada, desnecessária e, ao meu ver, prejudicial a ele mesmo", disse ela em entrevista ao UOL na saída do debate. "Ele já fez isso em relação a mim e a outras jornalistas mulheres, é da natureza dele, ele não gosta de ser questionado por mulheres", afirmou a jornalista.

Magalhães disse que o ataque do presidente "não gosta de ser questionado por mulheres".