segunda-feira, 24 de outubro de 2022

PM demitido por corrupção passiva é preso portando arma da Corporação no Ceará

A arma foi apreendida e o PM preso
O soldado estaria causando desordem em um estabelecimento comercial
Um policial militar já demitido por corrupção passiva foi flagrado causando desordem e em posse de uma arma da Corporação da Polícia Militar do Ceará (PMCE). O soldado Abimael de Oliveira Marques foi detido neste fim de semana, em Juazeiro do Norte. O PM foi liberado ainda no sábado (22).

Abimael foi flagrado em posse da arma enquanto estava em um estabelecimento comercial, no bairro Lagoa Seca.

Uma fonte da PM informou que Abimael recorreu da decisão administrativa pela demissão e está afastado para tratamento de saúde e não tem permissão de andar armado.

SOBRE A DEMISSÃO
No último mês de setembro, a Controladoria Geral de Disciplina dos Órgãos de Segurança Pública (CGD) informou que o soldado foi retirado da Corporação "em face da prática de atos desonrosos ou ofensivos ao decoro profissional".

A comissão processante decidiu por unanimidade que o soldado é culpado das acusações apuradas em investigação administrativa, "haja vista ter violado valores e deveres militares estaduais, bem como infringido normas disciplinares de natureza grave".

Consta na publicação oficial que o soldado, enquanto de folga, teria exigido R$ 2 mil de uma vítima de roubo, sob a promessa de entregar a quantia a dois informantes que os levariam ao local onde estavam os objetos roubados.

A informação é que o policial conhecia e mantinha relação de amizade com dois homens envolvidos no roubo ocorrido em Missão Velha, no ano de 2017.

Pinheirinho Net

Bolsonaro abre quase 7% na nova pesquisa Brasmarket

O instituto Brasmarket divulgou uma nova pesquisa sobre a corrida presidencial hoje. O segundo turno, que conta com Lula (PT) e Jair Bolsonaro (PL) na disputa, está agendado para o dia 30 deste mês.

Segundo o levantamento, o atual presidente da República tem 47,7% das intenções de voto, contra 41,8% do petista. Brancos e nulos somam 5,2%, os que não sabem/não responderam, 2,9%, e os que disseram que não irão votar, 2,5%.

Na pesquisa anterior, publicada na última quinta (20), Bolsonaro (à direita na foto) tinha 45,5%, ante 40,8% de Lula (à esquerda na foto).

A margem de erro é de dois pontos percentuais. Considerando os votos válidos, o presidente aparece com 53,3% e Lula, com 46,7%. Na semana passada, Bolsonaro tinha 52,7%, contra 47,3% de Lula.
Foram realizadas 2.400 entrevistas entre os dias 19 e 23 de outubro. O levantamento está registrado na Justiça Eleitoral sob o protocolo BR-08487/2022.

O Antagonista adotou como política editorial publicar os resultados de todas as pesquisas registradas no TSE, para garantir que o leitor tenha acesso às diversas projeções e avalie o desempenho de cada um dos institutos que medem a intenção de voto do eleitor brasileiro.

Polícia Civil investiga assassinato de Sargento da PM encontrado com mãos amarradas em Natal

A Divisão de Homicídios e Proteção a Pessoa (DHPP) já iniciou o processo de investigação para descobrir a autoria e o que motivou o assassinato contra o 3º Sargento da Polícia Militar, Neemias Ricardo da Silva Soares, de 46 anos.

O PM foi encontrado com ferimentos na cabeça provocados por tiros, no interior de um carro, em uma região de mata no bairro Lagoa Azul, na noite do sábado (22).  Uma equipe do setor da Divisão que apura homicídios envolvendo servidores da segurança pública irá ouvir pessoas ligadas a vítima, assim como analisar de maneira criteriosa a vida pregressa do policial, para que algumas perguntas sejam respondidas.

Os criminosos que mataram Neemias fugiram deixando o corpo dele no banco carona e com as mãos amarradas.

Portal BO

Com presença de Damares, acampamento ex-MST declara apoio a Bolsonaro

Acampamentos que integravam o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) no Distrito Federal abriram as portas para receber a senadora eleita Damares Alves (Republicanos) e a vice-governadora eleita do DF, Celina Leão (PP), em apoio à candidatura do presidente Jair Bolsonaro (PL). O evento ocorreu neste domingo (23), nos acampamentos Nova Jerusalém e Leão de Judá, na zona rural de Samambaia.

Damares pediu votos para Bolsonaro e prometeu atender às demandas das comunidades. “Tenham a coragem de romper com o medo. Venham para o lado do bem, da paz, da verdade”, pediu, afirmando que manterá o diálogo com os assentados e acampados.

Junto com os apoiadores dos dois acampamentos visitados, famílias de outras sete comunidades ex-MST, que agora apoiam o governo Bolsonaro, também participaram do evento e entregaram uma carta conjunta com reivindicações. Líderes comunitários que antes militavam em favor do PT disseram que a mudança de posicionamento ocorreu em razão do não atendimento pelo governo petista das demandas das famílias que lutam por terras.

Com informações do R7

Coreias do Norte e do Sul trocam tiros na fronteira marítima

As Coreias do Norte e do Sul trocaram tiros de alerta na costa oeste na manhã desta segunda-feira (24), acusando-se mutuamente de violar suas fronteiras marítimas em meio ao aumento da tensão militar das últimas semanas.

Um navio comercial norte-coreano teria cruzado a chamada Linha do Limite Norte, perto da ilha de Baengnyeong, às 3h42 da madrugada do domingo (hora local), mas retirou-se para o Norte depois que a Marinha do Sul disparou, segundo o Estado-Maior Conjunto do governo de Seul relatou em um comunicado.

“As contínuas provocações e reivindicações imprudentes do Norte minam a paz e a estabilidade na Península Coreana e na comunidade internacional”, acrescentou o texto.

O exército da Coreia do Norte acusou um navio militar sul-coreano de “invadir” a fronteira de fato entre 2,5km e 5km alguns minutos depois, o que motivou 10 disparos de advertência em resposta.

Neymar e Felipe Neto rompem e deixam de se seguir nas redes por política: “incoerente e mentiroso”

O jogador Neymar e o youtuber Felipe Neto romperam e pararam de se seguir nas redes sociais por divergências políticas, no domingo (23). O atleta apoia o candidato à reeleição Jair Bolsonaro PL e o youtuber apoia a eleição de Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

O rompimento entre os dois aconteceu após Neymar começar a curtir posts nas redes sociais contra Felipe Neto, que disse ter ido tirar satisfação com o jogador no privado. “Só que ele é uma pessoa como figura pública e no privado, outra. Falei que a gente tinha uma ótima relação e que não precisava disso”, explicou o youtuber nas redes sociais.

Segundo Felipe, o jogador disse que estava brigando com muita gente, que eles estavam em lados diferentes e pediu desculpas. Mas o youtuber contou que Neymar continuou curtindo postagens contra ele nas redes.

“Eu vi que ele iria participar desta live do Bolsonaro. Eu pensei, é inacreditável o que esse moleque tá fazendo, sabe nada de política e nem vota. Abri o perfil dele e ele me deu unfollow por política. Então, eu só retribuí”, afirmou o youtuber.

Neto disse que o jogador há tempos não gostava das coisas que ele falava e publicava nas redes sociais. O youtuber afirmou ainda que, apesar de ter sido ajudado pelo jogador e a sua irmã quando esteve doente em Paris, eles nunca tiveram uma relação. “Eu vi que era um menino que nem politizado é, Neymar nem está cadastrado para votar em Paris nessa eleição. E ele tem lá as razões dele para apoiar quem apoia e tudo bem.”

Nas redes, os internautas se dividiram entre aqueles que apoiam Felipe e os que o criticam e chamam de ingrato. “O Felipe Neto que além de incoerente e mentiroso é ingrato! Na hora que o Neymar te ajudou em Paris ele foi útil né? Mas agora a Marta é melhor só porque ele pensa diferente de você. Entendi. Por isso vive sozinho, te falta lealdade e vergonha na cara”, tuitou uma internauta.

“O Neymar começou a curtir postagens contra o Felipe Neto, comentar em apoio e logo em seguida deu unfollow nele. Agora que o Felipe retribuiu o unfollow eles tão acabando com ele falando que o Felipe é mal-agradecido. Sério, que preguiça desses bolsominions”, disse um internauta.

Após Jefferson, CNJ quer regra para coibir chance de investigados andarem armados

O caso Roberto Jefferson, que disparou tiros de fuzil e granadas contra a Polícia Federal (PF) durante operação neste domingo, 23, pode impulsionar a edição de uma nova regra na Justiça que coíba a chance de investigados andarem armados. Preso preventivamente em agosto do ano passado e em regime domiciliar desde janeiro, Jefferson não poderia ter armamento em casa. Segundo apurou o Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado, o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) estuda editar um ato para aprimorar o controle feito por juízes em relação à posse e ao porte de arma de quem é alvo de investigação criminal.

Uma ideia, ainda em fase de análise, é que o CNJ determine uma consulta obrigatória aos sistemas de registro de armas tão logo seja aberto um inquérito policial ou uma denúncia seja recebida pela Justiça. Se houve registro de armas no nome do investigado, o ato seria suspenso, com a consequente entrega do armamento à Polícia Federal ou ao Exército.

Uma avaliação feita por uma fonte do Judiciário é de que, atualmente, juízes que atuam em casos criminais acabam fazendo essa conferência normalmente apenas em casos em que o delito tenha relação com a arma registrada.

Na avaliação da advogada Isabel Figueiredo, do Conselho do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, essa verificação, de fato, não é “bem amarrada” atualmente. “A princípio, a Justiça não tem acesso aos sistemas”, disse ela, ponderando que, durante a investigação, a polícia pode ter acesso ao Sistema Nacional de Armas (Sinarm) e ao Sistema de Gerenciamento Militar de Armas (Sigma), do Exército Brasileiro.

Para o gerente do Instituto Sou da Paz, Bruno Langeani, a Justiça deveria poder consultar se um investigado possui armas. Na avaliação de Langeani, “o fato de o sistema do Exército ser uma caixa-preta, sem acesso às demais polícias, muitas vezes impede esta checagem”. “O que é um risco aos policiais, como o episódio de hoje demonstra”, afirma.

A situação da prisão domiciliar de Roberto Jefferson provocou indignação em ministros de Cortes Superiores. Ele foi preso preventivamente em agosto do ano passado, investigado por atuação em milícia digital contra a democracia. Desde janeiro, no entanto, estava em regime domiciliar. Após o reiterado descumprimento de medidas restritivas impostas ao ex-deputado, o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou neste sábado, 22, que o ex-parlamentar voltasse à cadeia. Porém, neste domingo, 23, ele resistiu à prisão e disparou tiros de fuzil e atirou granadas contra agentes da PF, ferindo dois deles na manhã deste domingo. Os agentes passam bem, segundo a PF.

Isabel Figueiredo explica que nenhuma pessoa pode possuir uma granada. O artefato é um produto controlado pelo Exército, de uso exclusivo das Forças Armadas. Segundo a advogada, como Jefferson está preso, ele não poderia ter armamento em casa. Ela explica ainda que para Colecionador, Atirador Desportivo e Caçador (CAC) ter acesso às armas, eles precisam ser ficha limpa, não podem ter condenação.

A advogada afirma que será necessário investigar a origem da granada e rastrear se o artefato foi desviado do arsenal das Forças Armadas. Na avaliação da advogada, o Exército tem controlado os produtos “do modo mais burocrático possível”.

“É preciso apurar que granada é essa”, afirma a advogada. “Assusta uma pessoa em prisão domiciliar ter esse artefato na casa dele.”

Na avaliação de Langeani, o episódio “reforça a importância da implementação da lei brasileira que impede investigados e condenados da Justiça e pessoas sem aptidão psicológica de registrarem armas”. Ele ressalta a importância de que civis não tenham acesso a armas mais potentes que a da polícia, como fuzis e granadas.

“Será fundamental a polícia investigar para entender qual órgão falhou para que alguém denunciado e condenado em processo judicial tenha conseguido acesso a artefatos de guerra e com isso possibilitado a vitimização de agentes federais”, disse.

Estadão Conteúdo

Rishi Sunak é o novo primeiro-ministro do Reino Unido

Sem concorrência, Rishi Sunak foi anunciado como o novo primeiro-ministro do Reino Unido nesta segunda-feira (24), depois que seu rival Boris Johnson desistiu da disputa e Sunak foi o único candidato a conseguir apoio suficiente nas eleições internas para líder do Partido Conservador.

A britânica Liz Truss renunciou aos postos de líder do Partido Conservador e de primeira-ministra do Reino Unido nesta quinta-feira (20), abrindo novamente eleições para o cargo. A última eleição havia sido definida há pouco mais de um mês, no dia 5 de setembro.

Sunak, ex-ministro das Finanças de 42 anos, é o terceiro primeiro-ministro do Reino Unido em menos de dois meses.

Com informações do G1

Roberto Jefferson deve ser transferido para Bangu 8 nesta segunda

Foto: Reprodução
Durante a madrugada de hoje, 24, o ex-deputado e ex-presidente do PTB, Roberto Jefferson chegou ao Presídio de Benfica, no Rio de Janeiro. Jefferson foi preso por tentativa de homicídio, depois de ter atirado contra a Polícia Federal para resistir a uma ordem de prisão solicitada por Alexandre de Moraes, em decorrência de desobediência das normas da prisão domiciliar que ele cumpria.

A filha de Roberto Jefferson, Cristiane Brasil, postou um vídeo na última sexta-feira em que o ex-deputado se manifestava contra o voto da Ministra Carmen Lúcia, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que foi a favor da punição da Jovem Pan. No vídeo, Jefferson ofendia a Ministra, o que gerou grande revolta e uma onda de solidariedade por parte de diversas autoridades. Uma das regras da prisão domiciliar que era cumprida, porém, impedia Jefferson de fazer o uso das redes sociais, por isso, o Ministro Alexandre de Moraes decretou sua prisão.

Desde a chegada da Polícia Federal à casa do ex-deputado até o momento da entrada no presídio, foram aproximadamente 14 horas de tensão. Há previsão que ele seja transferido ainda hoje para Bangu 8, no complexo penitenciário de Gericinó.

Pela lei brasileira, para um crime tentado aplica-se a pena do crime consumado reduzida de um a dois terços. A pena por homicídio no Brasil pode ficar entre 6 e 20 anos de reclusão. A presidente da Federação Nacional dos Delegados da Polícia Federal, Tania Prado, porém, afirmou em sua conta no Twitter que “os fatos ocorridos são gravíssimos, trata-se de tentativa de homicídio qualificado praticado contra policiais federais”. Neste caso, a pena aplicada poderia ser ainda maior.

Roberto Jefferson já foi condenado por participação no esquema de corrupção conhecido como “mensalão”. Ao todo, recebeu pena de 7 anos e 14 dias de prisão, porém, o ex-deputado ganhou liberdade condicional após 3 anos. No sábado, o presidente da OAB pediu que o “crime contra a honra da digna Ministra, que foi atingida não só no seu exercício profissional, mas também como mulher” fosse apurado. “Solicito a V. Exa. a adoção de providências pertinentes visando a instauração de processo ético-disciplinar para apuração da conduta do advogado Roberto Jefferson Monteiro Francisco, inscrito nesse e. Conselho Seccional, considerando a repercussão prejudicial à dignidade da advocacia”, disse Beto Simonetti a seccional do Rio de Janeiro.

O Código de Processo Penal prevê que presos diplomados por qualquer das faculdades superiores da República recebam prisão especial, que constitui exclusivamente no recolhimento em local distinto da prisão comum. É válido ressaltar que esta regra só é válida antes da sentença.

No meio da tarde, com o agravamento da situação, o Ministro Alexandre de Moraes emitiu um novo pedido de prisão contra Jefferson que restringe o contato do ex-deputado com advogados de defesa, família e líderes religiosos. Estes, só poderão visitá-lo mediante autorização do Supremo Tribunal Federal. “Fica o denunciado proibido de conceder qualquer entrevista ou receber quaisquer visitas no estabelecimento prisional, salvo mediante prévia autorização judicial por este Supremo Tribunal Federal, inclusive no que diz respeito a líderes religiosos, familiares e advogados”

Roberto Jefferson é conhecido por se aliar a quem está no poder: Ex-deputado foi o “pivô do mensalão”

Uma interessante publicação do jornal UOL traz importante relato da vida pregressa/política do advogado Roberto Jeferson, ou melhor, Bob Jeferson, acusado de atirar em policiais federais que tentaram prende-lo nesse domingo, 23/10/2022. Outrora, Bob – há época deputado/Centrão – seria aliado de Lula e do PT (fotos comprovavam), porém, como conta a história, virou pivô do mensalão e acabou escancarando os crimes que culminaram com a Lava Jato. 

Entenda.

O ex-deputado federal Roberto Jefferson (PTB-RJ) se tornou mais conhecido ao denunciar o esquema do chamado Mensalão do PT, em junho de 2005, e agora domina o noticiário nacional devido à sua prisão determinada pelo ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Alexandre de Moraes.

Presidente nacional do PTB, Jefferson, 69, tem demonstrado um posicionamento político mais radical de direita nos últimos anos, especialmente ao longo do governo de Jair Bolsonaro (sem partido). Nas redes sociais, se notabilizou por postar vídeos segurando armas, criticando o Supremo e atacando adversários políticos.

Bob Jeff, como é conhecido em Brasília, virou ferrenho defensor do voto impresso, da facilitação ao acesso às armas e da chamada “família cristã”, por exemplo. Um dos principais objetivos do ex-deputado federal seria atrair Bolsonaro para a sigla, até hoje, sem sucesso, dizia a matéria do UOL.

No entanto, nem sempre essas foram suas principais preocupações. Pelo contrário. Como integrante do centrão, Jefferson é conhecido por se aliar a quem está no poder, sem se importar tanto com o espectro político do mandatário no Palácio do Planalto. Concluiu Luciana Amaral (repórter UOL), aos 14/08/2021, direto de Brasília.