segunda-feira, 31 de outubro de 2022

Bolsonaro avançou mais do que Lula em todos os 26 estados e no Distrito Federal; veja os números

No segundo turno mais acirrado desde a redemocratização, o atual presidente Jair Bolsonaro (PL) avançou em todos os 26 estados e no Distrito Federal em sua busca por encurtar a vantagem do ex-presidente Lula (PT), que terminou eleito. Além de ter obtido votação maior do que no primeiro turno em todas as unidades da federação — Lula, por sua vez, teve menos votos em quatro estados –, Bolsonaro ampliou sua vantagem nos estados em que já havia vencido, ou reduziu a margem que o petista tinha na dianteira no restante.

Houve ainda uma virada no segundo turno, no Amapá, onde Bolsonaro teve cerca de 10 mil votos a mais do que Lula. Na primeira rodada, Lula havia terminado com pouco mais de 9 mil votos a mais do que o atual presidente no estado.

Mesmo reduzindo em 4 milhões de votos a vantagem aberta por Lula no primeiro turno, Bolsonaro não avançou o suficiente para evitar uma derrota inédita entre presidentes que concorreram à reeleição.

Veja os dez estados em que Bolsonaro mais ampliou sua votação, em números absolutos:

São Paulo: 1,9 milhão de votos
Minas Gerais: 902,4 mil votos
Rio de Janeiro: 572,4 mil votos
Paraná: 530,6 mil votos
Rio Grande do Sul: 488,1 mil votos
Santa Catarina: 353,2 mil votos
Bahia: 309,4 mil votos
Goiás: 272,8 mil votos
Ceará: 256,6 mil votos
Pará: 189,2 mil votos

Veja os dez estados em que Lula mais ampliou sua votação, em números absolutos:

São Paulo: 1,02 milhão de votos
Minas Gerais: 388,3 mil votos
Rio de Janeiro: 308,9 mil votos
Ceará: 229,4 mil votos
Bahia: 224,7 mil votos
Paraná: 142,9 mil votos
Goiás: 87,3 mil votos
Rio Grande do Sul: 85,1 mil votos
Pernambuco: 82,6 mil votos
Distrito Federal: 79,7 mil votos

O Globo

Vídeo: Manifestantes fecham BR-163 em MT e dizem que não aceitam vitória de Lula

Manifestantes fecharam trechos da BR-163, em quatro municípios da região norte de Mato Grosso, na noite deste domingo, em protesto contra a derrota do presidente Jair Bolsonaro (PL) na disputa à reeleição para o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Eles atearam fogo em pneus em pontos da rodovia, em Lucas do Rio Verde, Sorriso, Sinop e Nova Mutum.

Vídeos feitos e publicados nas redes sociais mostram os participantes aglomerados, sendo que alguns com camisetas da seleção brasileira.
Segundo a concessionária Rota do Oeste, que administra a rodovia, os atos são monitorados.

No entanto ainda não informações sobre o congestionamento de veículos nesses trechos.
“O provo brasileiro sabe que sofreu um duro golpe, e nós não vamos aceitar”, diz o autor de um vídeo. “Vamos parar o Brasil, chega de sermos burros”, acrescenta uma mulher, na gravação.
 O Globo

Vídeo: Eleitor vai votar de cueca, sem documentos e causa confusão

Neste domingo de eleições (30), um eleitor teve que ser retirado do local de votação em Rio Tinto, na Paraíba. O homem chegou na zona eleitoral de cueca e sem documentação.

Algumas mulheres presentes para votar apresentaram constrangimento com a situação e com o tumulto causado pelo homem. Outros eleitores do local chamaram a Polícia Militar, que precisou carregar o eleitor para fora da escola onde ocorria a votação.

Os policiais, então, pediram para que ele se vestisse e buscasse a documentação exigida para ter direito de votar. O homem chegou a resistir e discutiu com os PMs, mas foi embora logo depois.

Vídeo: Noiva sai da própria festa de casamento e vota ainda de vestido e buquê

A empresária Alzenice Rocha saiu da sua festa de casamento e foi votar neste domingo (30) usando ainda o vestido de noiva, em Jataí, no sudoeste de Goiás.

Ela disse que valoriza o direito à cidadania e que, se fosse dormir, acabaria perdendo a hora da votação. Ela ainda riu ao ressaltar que o marido não teve a mesma energia e acabou indo para casa depois do evento.

Alzenice disse que não foi algo planejado e decidiu ir direto para o local de votação no fim da festa. Ela chamou a atenção das pessoas na seção de votação. Além da noiva, o cerimonialista e as damas de honra também foram até a seção para acompanha-lá.

Eleição mais apertada da história tem virada pró-Bolsonaro em 248 cidades e nenhuma para Lula

Segundo colocado na eleição presidencial, Jair Bolsonaro (PL) conseguiu ampliar sua votação a ponto de virar sobre Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no estado do Amapá e em 248 cidades onde o petista havia vencido no primeiro turno. Isso representa 4,5% dos 5.570 municípios brasileiros.

Lula, por sua vez, não teve maioria em nenhuma cidade onde Bolsonaro prevaleceu na primeira rodada. No geral, Bolsonaro conseguiu encurtar a desvantagem em relação ao adversário de 6,2 milhões de votos no primeiro turno para 2,1 milhões nesta segunda rodada.

O crescimento foi insuficiente para garantir uma virada inédita no pleito. O atual presidente tornou-se neste domingo (30) o primeiro a não conseguir a reeleição no cargo. Segundo a apuração do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), Lula alcançou 50,90% dos votos válidos, e Bolsonaro, 49,10%. Foi a eleição mais apertada desde a redemocratização.

No primeiro turno, Lula havia sido o mais votado em 3.376 cidades. Bolsonaro, por sua vez, saiu na frente em 2.191— houve empate em Coronel Sapucaia (MS), Alecrim (RS) e Ribeirão do Sul (SP). Prova da elevada polarização desde o início da disputa, os outros candidatos não conseguiram sequer o segundo lugar em nenhum município do país.

Com a disputa restrita aos dois finalistas, o petista acabou como o mais votado em 3.123 municípios neste domingo, e o atual presidente, em 2.445. Houve também dois empates, em Guará (SP) e Irati (SC).

Estado considerado estratégico pelas duas campanhas, por ter o segundo maior colégio eleitoral e o maior número de municípios do país –além de ser um espelho histórico da eleição presidencial–, Minas Gerais foi palco de 66 viradas pró-Bolsonaro.

A principal reviravolta bolsonarista aconteceu em Grupiara, no Triângulo Mineiro, onde o presidente saltou de 46% dos votos válidos no primeiro turno para 59,4% no segundo.

Minas recebeu seis visitas presenciais de Bolsonaro durante a segunda parte da campanha. Além de Belo Horizonte, Uberlândia e Governador Valadares, apostou também em três localidades onde havia perdido para Lula: Montes Claros, Teófilo Otoni e Juiz de Fora, palco da facada sofrida por ele em 2018.

Destas, só conseguiu reverter o resultado do primeiro turno em Montes Claros. A votação do presidente subiu de 44,9% para 51,2% na cidade-polo do Norte mineiro, região com perfil similar ao Nordeste brasileiro e marcada por vitórias petistas desde 2006.

Além do próprio presidente, a primeira-dama Michelle Bolsonaro, a ex-ministra Damares Alves (Republicanos), eleita ao Senado pelo Distrito Federal, e o vereador de Belo Horizonte Nikolas Ferreira (PL), campeão de votos para a Câmara dos Deputados neste ano, foram algumas figuras que reforçaram a campanha do presidente no estado.

Bolsonaro também contou com o apoio engajado do governador reeleito Romeu Zema (Novo), escalado para mobilizar os prefeitos mineiros. “Nenhuma região e nenhuma parte desse estado ficará para trás”, declarou Bolsonaro ao lado de Zema em Montes Claros.

Mesmo com um crescimento de 6,2 pontos percentuais no estado, o presidente não conseguiu reverter a vitória petista. O estado manteve a sua tradição de refletir os resultados da disputa nacional, com vitória de Lula por apertados 50,2%.

No maior colégio eleitoral do Brasil, Bolsonaro conseguiu 10,5 pontos de vantagem neste domingo (55,24% a 44,76%), o equivalente a 2,7 milhões de votos a mais entre os paulistas.

Foi pouco para compensar os 12,6 milhões eleitores a mais conquistados pelo petista entre os nordestinos. Depois de vencer no primeiro turno em apenas 15 das 1.794 cidades na região, Bolsonaro conseguiu aumentar esse número para somente 20 municípios no maior reduto lulista.

Na capital paulista, Bolsonaro aumentou sua votação em relação ao primeiro turno, de 37,9% para 46,5% dos votos válidos, mas voltou a ser derrotado, desta vez com uma diferença de 486,4 mil eleitores paulistanos a mais para Lula.

O PT não virou o resultado em nenhuma das cidades conquistadas pelo PL na primeira rodada. Garantiu a vitória nacional com aumentos, ainda que menos expressivos, nos locais onde conseguiu repetir as vitórias do primeiro turno.

“Foi a campanha mais difícil da minha vida”, declarou Lula ao discursar para seus eleitores que comemoravam a vitória do ex-presidente na avenida Paulista, no centro de São Paulo.

O maior salto de Lula foi observado em Sobral (CE), berço político de Ciro Gomes (PDT), quarto colocado no primeiro turno. O petista já havia vencido na primeira parcial e aumentou sua votação na cidade, de 55,4% para 69% na segunda rodada.

Nova Pádua (RS) manteve o título de cidade mais bolsonarista do país, com aumento de 83,97% dos votos no primeiro turno para 88,99% no segundo. Guaribas (PI) também conservou o posto de município mais lulista do Brasil. A votação do novo presidente eleito subiu de 92,14% para 93,85% na cidade piauiense.

Em nível estadual, Lula saiu vitorioso em 13 unidades da federação, uma a menos que Bolsonaro, contando o Distrito Federal. Considerando os três maiores colégios eleitorais, o resultado deste domingo repetiu o do primeiro turno. O petista venceu em Minas Gerais, e o atual presidente, em São Paulo e Rio de Janeiro.

Em mais um capítulo da polarização regional, Lula foi o mais votado em todos os estados do Nordeste, e Bolsonaro, em todos das regiões Sul e Centro-Oeste.

O Amapá, que também vinha refletindo os resultados nacionais desde a redemocratização ao lado de Minas Gerais e Amazonas, saiu dessa lista ao ser o único estado com virada bolsonarista neste ano em relação ao primeiro turno.

Em nível nacional, nunca houve uma virada entre o primeiro e o segundo turno das eleições presidenciais. Fernando Collor (1989), Lula (2002 e 2006) e Dilma Rousseff (2010 e 2014) também conseguiram confirmar a vitória após terem largado em vantagem nas edições anteriores decididas em duas rodadas.

No pleito realizado há quatro anos, apenas 147 das 5.570 cidades brasileiras (3%) haviam registrado vencedores diferentes entre a primeira e a segunda rodada da eleição presidencial, com 121 viradas a favor do então candidato petista Fernando Haddad, derrotado na ocasião por Bolsonaro.

Blog do BG PB

Ditadores da América Latina parabenizam Lula por vitória

O ditador da Nicarágua, Daniel Ortega, parabenizou Luiz Inácio Lula da Silva pela vitória no pleito deste domingo (30).

“Com muita alegria celebramos sua merecida vitória, rogando a Deus que lhe dê saúde, força e muito amor para construirmos juntos e encorajamos o futuro de seu grande país, o bem-estar das famílias, e continuemos contribuindo na busca pela paz no mundo”, escreveu em uma carta.

Ortega foi uma pedra no sapato da campanha de Lula, com o presidente Jair Bolsonaro explorando frequentemente a relação entre o petista e o ditador.

Alas do PT são próximas à Frente Sandinista de Libertação Nacional, partido que ajudou a derrubar a ditadura de Anastasio Somoza em 1979. Os partidos atuam juntos no Foro de São Paulo, grupo que reúne dezenas de legendas de esquerda da América Latina e do Caribe.

Vídeo: Redação da Globo comemora vitória de Lula

A redação da Rede Globo vibrou com o anúncio da vitória de Lula nesse domingo após o resultado final das eleições de 2022.

Detento é morto a tiros por colega de cela após comemoração da vitória de Lula em presídio

O delegado Victor Leite informou que o crime aconteceu enquanto alguns detentos comemoravam a vitória de Lula (PT) para a Presidência da República e um deles sacou uma pistola e atingiu o outro.

“Um ressocializando estava comemorando quando puxou uma pistola calibre .40. Ele alega que estava efetuando disparos para cima e que foi um tiro acidental”, afirmou o delegado.

A polícia não sabe se ambos tinham algum vínculo de amizade ou inimizade antes do crime. O autor dos disparos cumpria pena por porte ilegal de arma, homicídio e tráfico de drogas.

O delegado não explicou como o detento estava portando uma arma dentro da unidade prisional. “Ele não falou sobre a arma no interrogatório, usou do direito de ficar calado”, concluiu Leite.

Após o assassinato, o homem foi preso em flagrante por porte ilegal de arma e homicídio. A audiência de custódia acontece nesta segunda-feira (31).

Lula é o primeiro presidente a ser eleito três vezes no Brasil

Foto: Reprodução
O petista teve 59 milhões de votos, a maior votação da história
Luiz Inácio Lula da Silva (PT) foi eleito, neste domingo (30), presidente do Brasil ao vencer Jair Bolsonaro (PL) no segundo turno das eleições 2022. Lula teve 59 milhões de votos, a maior votação da história. O presidente Jair Bolsonaro (PL) conseguiu mais de 57 milhões de votos.

Às 19h51, o sistema do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) apontava o petista com 50,81% (59.359.299 votos). O principal adversário do petista, o presidente Jair Bolsonaro (PL), 67 anos, tinha 49,19% (57.476.680 votos).

A primeira vitória aconteceu em 2002, quando disputou o segundo turno contra o candidato José Serra, e a segunda, em 2006, quando venceu o segundo turno contra Geraldo Alckmin, seu vice no pleito deste ano. Desta vez, o candidato travou a disputa contra Jair Messias Bolsonaro, que disputava a reeleição pelo Partido Liberal.

Primeiro turno
Com 96,74% das urnas apuradas, Lula teve 47,84% dos votos e Bolsonaro teve 43,71%. Ao todo, Lula somou mais de 55 milhões de votos e Bolsonaro mais de 50 milhões. Com isso, os brasileiros devem voltar às urnas no próximo dia 30 de outubro para escolher o presidente.

Conheça a história de Lula
Luiz Inácio Lula da Silva foi presidente da República por dois mandatos, de 2003 a 2007 e de 2007 a 2011, e deputado federal constituinte de 1987 a 1991. É fundador do Partido dos Trabalhadores (PT), maior legenda de esquerda do Brasil, e continua sendo o principal quadro do partido.

Lula se elegeu presidente em sua quarta tentativa. Perdeu para Fernando Collor no segundo turno em 1989, e para Fernando Henrique Cardoso (PSDB) em 1994 e 1998, ambas as vezes no primeiro turno. Foi finalmente vitorioso em 2002, sobre José Serra (PSDB), e em 2006, contra Geraldo Alckmin (PSDB), as duas vezes em segundo turno.

Luiz Inácio Lula da Silva foi presidente da República por dois mandatos, de 2003 a 2007 e de 2007 a 2011, e deputado federal constituinte de 1987 a 1991. É fundador do Partido dos Trabalhadores (PT), maior legenda de esquerda do Brasil, e continua sendo o principal quadro do partido.

Na disputa de 2018, preso no âmbito da Operação Lava Jato, chegou a lançar sua candidatura ao Palácio do Planalto, rejeitada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com base na Lei da Ficha Limpa. Agora livre de sentenças, o petista se prepara para disputar pela sexta vez em 2022.

Lula tem uma longa trajetória na política brasileira. Metalúrgico, tornou-se o líder sindical que comandou as greves no ABC Paulista de 1978 a 1980; fundou um dos principais partidos do país e a Central Única dos Trabalhadores (CUT). Foi deputado, eterno candidato e, finalmente, presidente da República.

Elegeu sua sucessora, Dilma Rousseff (PT), que sofreu um impeachment no meio do mandato. Ao deixar o governo, Lula tinha aprovação positiva: segundo levantamento CNI-Ibope, 80% dos brasileiros avaliavam o governo como ótimo ou bom em dezembro de 2010.

Anos depois, foi investigado e condenado no âmbito da Operação Lava Jato, desencadeada em 2014 inicialmente para investigar suspeitas de corrupção na Petrobras.

Foi preso por ordem do então juiz federal Sérgio Moro, que o havia condenado no caso envolvendo um apartamento tríplex no Guarujá (SP). O início do cumprimento da pena ocorreu após confirmação da condenação pela 8ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4) pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro, e depois que o Supremo Tribunal Federal (STF) negou pedido de habeas corpus preventivo apresentado pela defesa.

Assistiu da cadeia em Curitiba (PR) a ascensão de Jair Bolsonaro (PL) e sua vitória sobre Fernando Haddad (PT). Permaneceu preso por 580 dias, até que o STF decidiu mudar seu entendimento sobre prisão em segunda instância e, posteriormente, anular todos os processos contra ele na Justiça Federal da capital paranaense.

GCMais

Michelle e Bolsonaro deixam de se seguir nas redes sociais

Foto: Marcelo Camargo / Agência Brasil
Futura ex-primeira-dama também deixou de seguir o vereador Carlos Bolsonaro, filho do presidente
A segunda-feira (31) começou agitada nas redes sociais com a repercussão do unfollow mútuo entre Michelle e Jair Bolsonaro. Os dois deixaram de se seguir no Instagram. O motivo, no entanto, não foi revelado publicamente e gerou muitas especulações no mundo virtual. A futura ex-primeira-dama também deixou de seguir o vereador Carlos Bolsonaro, filho do presidente.

Jair e Michelle não foram mais vistos juntos desde antes da apuração dos votos. A atual primeira-dama teve uma intensa participação na campanha durante o segundo turno, promovendo atos em igrejas católicas e evangélicas em prol da eleição de Bolsonaro.

Silêncio após derrota
Luiz Inácio Lula da Silva (PT) foi eleito presidente do Brasil com o maior número de votos da história: 60 milhões. Ele governará o País de 2023 a 2026. O político superou os 58.295.042 votos que ele mesmo teve em 2006 e os 57.797.847 votos que Jair Bolsonaro conquistou em 2018. O ex-metalúrgico governou o País por dois mandatos, entre 2003 e 2010. Filho de lavradores, o pernambucano de Garanhuns se mudou ainda criança para São Paulo, onde iniciou sua trajetória política.

Lula da Silva (PT) foi eleito com 50,87% dos votos e venceu o atual presidente, Jair Bolsonaro (PL), que registrou 49,13%.

Bolsonaro mantém o silêncio após a derrota para o candidato petista.

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