sexta-feira, 26 de agosto de 2022

Ratos, sujeira e violência’: Ação na justiça pede fechamento de 2 centros Socioeducativos no CE

O Centro de Defesa da Criança e do Adolescente do Ceará (Cedeca) e a Defensoria Pública Geral do Ceará ingressaram com uma Ação Civil Pública (ACP), na Justiça Estadual, para pedir a redução imediata, pela metade, da capacidade de atendimento de duas unidades socioeducativas de Fortaleza e pela desativação das mesmas, no prazo de até um ano. 

As Instituições afirmam que realizaram diversas inspeções e vistorias no Centro Socioeducativo São Francisco e no Centro Socioeducativo São Miguel, ambos localizados no bairro Passaré, além de recomendações à Superintendência do Sistema Estadual de Atendimento Socioeducativo (Seas), porém não houve mudança na situação estrutural. 

Fonte: DN

Ceará investiga 3 casos suspeito de varíola dos Macacos em presídio RMF e suspende visitas

O Ceará investiga três casos suspeitos de Monkeypox, conhecida popularmente como ‘Varíola dos Macacos’, em um presídio da Região Metropolitana de Fortaleza (RMF). Visitas na Unidade Prisional Professor Olavo Oliveira II (UPPOO II) estão suspensas, por pelo menos, 20 dias, por orientação das autoridades sanitárias.

Visitas de advogados e familiares dos presos foram suspensas a partir desta quinta-feira (25) até o dia 13 de setembro de 2022. A Secretaria da Administração Penitenciária (SAP) e a Secretaria da Saúde do Ceará (Sesa) confirmaram a informação e disseram que “após a detecção, a equipe de saúde da unidade procedeu com o isolamento dos pacientes suspeitos.

Fonte: DN

Propaganda de políticos custa R$ 1 bi aos cofres públicos em 2022

Os anúncios de políticos custarão R$ 992 milhões aos cofres públicos em 2022. É que o governo precisa dar desconto no pagamento de impostos para TVs e rádios de acordo com o espaço cedido para comerciais para partidos e campanhas políticas.

São R$ 738 milhões separados no Orçamento de 2022 para a propaganda eleitoral “gratuita” na televisão e no rádio, que começa nesta sexta-feira (26.ago.2022). O espaço, entretanto, não é de graça. As emissoras abatem, com um cálculo contábil, o dinheiro de seus impostos à União. Há ainda R$ 254 milhões da propaganda partidária, que é veiculada fora da campanha eleitoral.

Procurado por homicídio cometido no Ceará há 25 anos é preso em São Paulo

Viatura do Baep em frente à Delegacia de Polícia de Rafard
Foto: Divulgação/ Baep Piracicaba
Em apoio à Polícia Federal, o Batalhão de Ações Especiais de Polícia (Baep) prendeu em Rafard (SP), um homem de 46 anos procurado por um homicídio cometido em março de 1997, no estado de Ceará.

A ação ocorreu às 11h30, após os militares receberem informações da PF de que o acusado estava em um estabelecimento comercial na Rua Maurício Alain, no Centro.

Durante patrulhamento pelo local, foi localizado um homem com as mesmas características físicas que, ao ser questionado, confessou que estava procurado pelo crime, segundo o Baep.

Ele foi apresentado na Delegacia de Polícia de Rafard, onde permaneceu a disposição da Justiça.

Fundo Eleitoral: Lula lidera ranking entre candidatos ao receber mais de R$ 66 milhões

Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil
O candidato à Presidência da República Luiz Inácio Lula da Silva (PT) liderou o ranking entre os adversários do Fundo Eleitoral. O petista recebeu R$ 66,7 milhões para financiar sua campanha nas Eleições de 2022, segundo levantamento extraído da Prestação de Contas Eleitorais do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) na última quarta-feira (24).

O candidato a governador no estado de Minas Gerais, Alexandre Kalil (PSD-MG), ocupou o segundo lugar na lista, ao receber R$ 16 milhões em recursos do Fundo Eleitoral. Segundo nota de Kalil, “a doação feita pelo meu partido, o PSD (Partido Social Democrático), está absolutamente dentro da lei.”

Enquanto Fernando Haddad (PT), candidato ao governo do estado de São Paulo, ficou em terceiro, com R$ 14,7 milhões e em seguida, o candidato ao Governo do estado do Rio de Janeiro Marcelo Freixo (PSB) com R$ 8,8 milhões do fundo.

Entre Jair Bolsonaro (PL) e Simone Tebet (União Brasil), receberam, cada um, a quantia de R$ 5 milhões de seus respectivos partidos, na 8ª posição.

Confira o ranking: 

1º Luiz Inácio Lula da Silva (PT) – R$ 66,7 milhões

2º Alexandre Kalil (PSD) – R$ 16 milhões

3º Fernando Haddad (PT) – R$ 9,7 milhões 

4º Marcelo Ribeiro Freixo – (PSB) R$ 8,8 milhões

5º Onyx Dornelles Lorenzoni (PL) – R$ 6 milhões

6º Danilo Jorge de Barros Cabral (PSB) – R$ 5,7 milhões

7º Maria de Fatima Bezerra (PT) – R$ 5,2 milhões

8º Carlos Orleans Brandão Júnior (PSB)/Jair Messias Bolsonaro (PL)/Rodrigo Neves Barreto(PDT)/Simone Nassar Tebet(mdb)/Soraya Vieira Thronicke (PSL) – R$ 5 milhões

9º Edivaldo de Holanda Braga Júnior (PSD) – R$ 4,7 milhões

10º Raquel Teixeira Lyra Lucena (PSDB) – R$ 4 milhões

Christina Rocha quebra silêncio e fala sobre fim do ‘Casos de Família’

Foto: Reprodução/SBT
Christina Rocha usou as redes sociais para se pronunciar pela primeira vez após o anúncio oficial da suspensão das gravações do programa Casos de Família. Em uma publicação no Instagram, nesta quinta-feira (25), ela afirmou que não se limita a atração do SBT e que precisava dar essa pausa na carreira.

A apresentadora comandou a atração durante 13 anos. “Tenho muita gratidão por ter feito esse programa. Aprendi muito fazendo esse programa. Além dos memes que é a parte mais engraçada, é um programa muito sério, que mexe com conflitos. Mas eu acho que 13 anos é muito tempo. Tudo tem um lado bom, às vezes de repente é preciso dar essa parada. Não sei se vai voltar, o SBT diz que talvez volte”, inicia a apresentadora.

No vídeo, a famosa diz que está aberta a novos desafios. “Eu estou inteira, em paz. Continuo contratada do SBT, meu contrato é por tempo indeterminado. Eu estou com muita garra. Ciclos se fecham para outras janelas e portas se abrirem. Eu tenho muita coisa para mostrar, mil opções para vocês conhecerem a Christina… Eu não sou Christina Rocha do Casos de Família, eu não sou Christina Rocha do SBT, eu sou a Christina Rocha que ama o que faz. Eu estou com vontade de dar uma parada no sentido de parar de pensar no que eu quero. Mas de uma coisa eu sei, eu estou com muita vontade de ter novos desafios. Quando você fica muito tempo fazendo uma coisa, você fica acomodada”, disse a apresentadora.

“A gente não sabe se vai voltar. Se voltar, legal. Pode voltar comigo, com outra pessoa ou não voltar. Mas o importante é que esse programa foi muito importante na minha vida, aprendi muito. Vamos ver! Não estou pensando será que vai voltar ou não, estou pensando agora na Christina, que precisava dar essa parada. Uma nova Christina, um renascimento”, finalizou.

Lula fala por 30 minutos no “JN”; Bonner e Renata, por 10 min

O ex-presidente e candidato ao Palácio do Planalto, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), falou por 30min16s dos 40 minutos de entrevista ao Jornal Nacional nesta quinta-feira (25.ago.2022). O restante do tempo, 9min44 minutos, foi ocupado pelas perguntas dos apresentadores William Bonner e Renata Vasconcellos.

Em suma, o petista ocupou 75% do tempo de 40 minutos previstos.

A entrevista é importante para a eleição porque o JN, da TV Globo, é o principal telejornal do país. Os candidatos terão poucas chances de falar a um público tão amplo.

Além do petista, também já foram sabatinados no programa o atual presidente, Jair Bolsonaro (PL), e Ciro Gomes (PDT). Bolsonaro falou por 24 minutos. Ciro, por 30 minutos.

Poder360

Bolsonaro posta foto associando Lula ao PCC

Foto: Fabio Rodrigues/Agência Brasil
O presidente Jair Bolsonaro (PL) postou uma foto no Twitter, na noite desta quinta-feira (25), associando o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), seu principal rival nas eleições, à facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC). 
Na montagem, Bolsonaro assiste a uma suposta reportagem na televisão, onde aparece a frase 'Esse é o PCC'. A publicação foi feita durante a entrevista de Lula ao Jornal Nacional.

Mais de 10 milhões de pessoas ainda não sacaram fundo do PIS/Pasep

Foto: José Cruz/Agência Brasil
Liberado desde agosto de 2019, o saque das contas dos fundos do Programa de Integração Social (PIS) e do Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (Pasep) está esquecido por muitos trabalhadores. Segundo balanço divulgado hoje (25) pela Caixa Econômica Federal, cerca de 10,6 milhões de brasileiros ainda não retiraram R$ 24,6 bilhões.

Têm direito ao saque quem trabalhou com carteira assinada na iniciativa privada entre 1971 e 4 de outubro de 1988. Os interessados podem procurar agências da Caixa ou efetuar o saque por meios digitais.

Até 2020, a Caixa administrava apenas as cotas do PIS, destinadas aos trabalhadores do setor privado. O Banco do Brasil (BB) gerenciava o fundo do Pasep, destinadas a servidores públicos, militares e funcionários de estatais. A Medida Provisória 946, editada em Em 2020, a Medida Provisória 946 extinguiu o fundo PIS/Pasep e transferiu todos os recursos para o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), unificando todo o saque na Caixa Econômica Federal.

Segundo a Caixa, desde a transferência das cotas para o FGTS até 31 de julho deste ano, o banco pagou R$ 493 milhões a 340 mil antigos trabalhadores. Em caso de morte do beneficiário, os dependentes e herdeiros têm direito aos recursos.

Fisiculturista Renato Cariani perde 25 mil seguidores ao anunciar live com Bolsonaro

Foto: Reprodução
O fisiculturista Renato Cariani, de 46 anos, perdeu 25 mil seguidores ao anunciar live com o presidente e candidato à reeleição Jair Bolsonaro (PL) no podcast Ironberg junto com o médico Paulo Muzy. Ele gravou uma sequência de stories para falar sobre o assunto.

"Será que as pessoas acham se eu fico aborrecido por perder seguidores? Claro que eu fico. Eu fico acima de tudo por quê? Porque eu amo meus seguidores e eu entendo que de alguma forma eu magoei essas pessoas e eu não quero entrar na vida das pessoas através da minha rede social para magoar", disse.

"Mas, eu tenho minha consciência tranquila por três fatores: número 1, esses seguidores vão voltar, porque o que eu transmito na internet é algo bom que faz bem pra elas; segundo, amanhã, após o podcast, todos esses seguidores verão que a causa que é nobre, que é algo importante e necessário; e terceiro, a lei da justiça. Eu tenho certeza que amanhã faremos algo épico para nosso esporte", afirmou.

quinta-feira, 25 de agosto de 2022

Inaugurada em 1996, urna eletrônica terá um novo modelo nesta eleição

O teclado foi aprimorado, e a bateria terá duração por toda a vida útil do equipamento. Foto: Ascom/TSE.
A urna eletrônica começou a ser usada em 1996. Primeiramente, em algumas cidades. A partir de 2000, passou a ser usada nacionalmente. Para aumentar a segurança do voto, a Justiça Eleitoral também iniciou o cadastro biométrico dos eleitores, ou seja, identificação por meio da impressão digital.

Em junho último, o TSE apresentou um novo modelo de urna. As urnas modelo UE2020, além de um novo design, possuem um processador 18 vezes mais rápido que o da versão anterior. O teclado foi aprimorado, e a bateria terá duração por toda a vida útil do equipamento.

O terminal do mesário também passou por modernização: deixou de ter teclado físico e, agora, conta com tela sensível ao toque. Assim, enquanto uma pessoa vota, outra poderá ser identificada pelo mesário, o que aumenta o número de eleitores por seção ou diminui eventuais filas. Foram adquiridas 225 mil novas urnas, que correspondem a quase metade das urnas em operação na eleição (577 mil).

Sequência do voto

Vale lembrar que, no dia 2 de outubro, o eleitor deverá votar primeiro para deputado federal. Em seguida, para deputado estadual ou distrital, senador, governador e presidente da República. No momento da votação, ao digitar o número do candidato na urna eletrônica, o eleitor verá no painel o nome, a fotografia, a sigla do partido político e o cargo disputado. Basta confirmar o número. Há ainda a opção de corrigir a digitação, de votar em branco por meio de uma tecla, ou digitar um número fictício e confirmar, para anular o voto. Votos brancos e nulos não interferem no resultado da eleição.

Bruno Andrade, da Academia Brasileira de Direito Eleitoral e Político (Abradep), destacou que, quando há algum problema na urna eletrônica, ela é substituída na hora.

Segurança

Bruno Andrade explicou a segurança do sistema. “O processo conta com uma série de garantias de segurança, tanto na parte de hardware (equipamento), quanto do software (programas), assim como todo o ecossistema eletrônico de votação. Há uma série de outros programas que circundam o processo de votação na totalização, na transmissão dos resultados e não apenas na urna eletrônica. Todo esse arcabouço de artefatos faz com que a urna eletrônica seja um equipamento seguro e que até hoje a gente não tenha nenhum registro de fraude contra o processo eletrônico de votação desde 1996”, disse.

A cada dois anos, a Justiça Eleitoral organiza o processo eleitoral, intercalando eleições municipais e eleições em nível estadual e federal, como as de 2022. O órgão máximo é o Tribunal Superior Eleitoral, e cada estado tem o seu Tribunal Regional Eleitoral (TRE), com juízes e juntas eleitorais. Cabe à Justiça Eleitoral organizar, fiscalizar e realizar as eleições em todos os detalhes e regras, desde o cadastro dos eleitores, até as candidaturas, prestação de contas, logística, realização das eleições, diplomação dos eleitos e também o julgamento de denúncias de irregularidades, o que pode ocorrer anos após a posse do eleito.

Fonte: Agência Câmara

Bonner e Renata Vasconcelos, os bons companheiros de Lula no JN

William Bonner e Renata Vasconcelos foram os bons companheiros que Lula esperava encontrar na Globo nesta quinta-feira. Agradaram ao ex-presidente, mas ficaram devendo aos telespectadores. Alguns vão dizer que Lula engoliu os dois jornalistas da bancada do Jornal Nacional. Não, eles foram complacentes, generosos com o ex-presidente. Não estavam  armados como na entrevista com o presidente Bolsonaro. Aliás, Lula deitou e rolou, dominou os 40 minutos que tinha para a entrevista. Gostou tanto que passou o tempo todo  sorrindo.

Bonner, como não tinha muito o que perguntar, enveredou pelo governo Dilma e recebeu de Lula uma boa resposta: “Olha, estive com Dilma esta semana e ela me falou que se fosse para vocês falarem do governo dela, que a chamassem”.

Lula também disse que não tinha o que fazer em relação a um governo que não era dele e fez uma brincadeira com Bonner: “Se um dia alguém te substituir no jornal Nacional você vai entender o que é rei morto e rei posto”.

Pois, é .. Lula é inteligente, fala bem, conhece o mundo, a economia, as fraquezas  dos jornalistas mais afoitos e que se perdem nas perguntas.  Bonner e Renata Vasconcelos ficaram devendo ao Brasil como entrevistadores de um ex-presidente que tem calos no dedos e marcas de tinta-carimbo no polegar. 

Aliás, para você que não tem uma noção exata das tramas que havia no governo Lula, especialmente com construtoras, sugiro que leia o livro A Organização, da jornalista Malu Gaspar, que retrata fielmente os financiamento dos governos Lula às empreiteiras que faziam negócios com países vizinhos  e a propina que rolava…

Texto de Raimundo de Holanda

Lula é ovacionado ao sair da Globo após entrevista do JN

Foto: Reprodução
O ex-presidente Lula (PT) foi ovacionado por apoiadores ao sair da TV Globo, no Rio de Janeiro, na noite desta quinta-feira (25). Ele, que é candidato à presidência, participou de uma entrevista no Jornal Nacional. 
O ex-presidente desceu do carro e foi abraçado pelas pessoas que o aguardavam do lado de fora da emissora com faixas, bandeiras e gritos de "Lula, presidente".

A última vez que Lula esteve no Jornal Nacional foi em 2006, quando disputou a reeleição e tinha como um dos adversários Geraldo Alckmin (PSB), que hoje é candidato a vice em sua chapa. 

Em entrevista, Roberto Cláudio destaca projetos para a saúde e segurança no interior do estado

Nesta quinta-feira, 25, o candidato ao Governo do Estado, Roberto Cláudio (PDT), concedeu entrevista ao Sistema Verdes Mares. O pedetista ressaltou a necessidade de união em torno do desenvolvimento do Ceará, focando no projeto político que busque mais oportunidades de emprego e renda, modernização na segurança pública e investimentos na saúde e educação.

Roberto Cláudio revelou que vai implantar o “Mais Médico Ceará”, para garantir atendimento nos postos de saúde do interior e regiões urbanas do estado. Ele apontou algumas das necessidades na área, comprometendo-se com a ampliação do Sistema Único de Saúde, em todo o Ceará.

Afirmou ainda que os hospitais regionais do estado representam um avanço, mas é preciso fazer um melhor uso dos equipamentos, integrando-os, de forma a garantir que cada unidade exerça uma especialidade importante nas regiões do estado, diversificado o atendimento especializado para a população, inclusive, com tratamento contra o câncer.

Sobre a Segurança Pública, um dos destaques do seu discurso foi a necessidade de qualificar a proteção as mulheres vítimas de violência. Ele afirmou que deseja ampliar de 10 para 20 delegacias da mulher e que a problemática não é só relacionada ao acesso à justiça e sim uma questão mais ampla, que envolve diretamente a economia. “É preciso uma política de autonomia as mulheres. E essa autonomia precisa passar por uma política de emprego, renda e crédito, que dê a mulher autossuficiência e redenção”, finaliza.

Ainda sobre a segurança, o candidato afirmou que pretende ampliar as forças policiais do estado. “Quero garantir a universalidade da cobertura da polícia especializada do Raio, em todo o território do Ceará”, afirmou Roberto Cláudio.

Para o candidato, também é preciso investir na Polícia Judiciária, que vai apurar o crime organizado. “Só tem hoje uma delegacia de combate ao crime organizado. Queremos que, em cada região do estado, tenha pelo menos um departamento especializado desta natureza, somando 14”, disse Roberto.

No decorrer da entrevista, Roberto Cláudio também comentou as ações em torno da proteção animal, inclusive, destacando realizações em sua gestão na Prefeitura de Fortaleza, como a instalação da Clínica Veterinária Popular e as unidades móveis de atendimento a animais de pequeno porte, os Vet Móveis. “Precisamos regionalizar essa atenção. Mas não só para animais de pequeno porte. A realidade de abandono e maus tratos de animais de grande porte também é real”, lembrou o candidato, ressaltando que vai pedir o apoio de municípios no enfrentamento do problema.

Repórter Ceará

Capitão Wagner (UB) e Roberto Claudio (PDT) aceitaram sabatina e Elmano (PT) se recusou a participar

O terceiro momento, estava reservado ao candidato petista, que recusou o convite, justificando estar com “a agenda cheia”.
A Revista Ceará iniciou, uma série de sabatinas e entrevistas com os candidatos ao Governo do Ceará e a Senadores de República. No primeiro momento, recebemos o candidato ao Governo do Ceará pela oposição, Cap.Wagner (UB). Já no segundo momento, recebemos o candidato Roberto Cláudio (PDT). O terceiro momento, estava reservado ao candidato petista Elmano de Freitas (PT), que recusou o convite, justificando estar com “a agenda cheia”.

O convite oficial (insistentemente) foi feito pela Direção-Geral e Coordenadores do veículo de comunicação, em contato direto com sua assessoria, há cerca de três semanas atrás, consecutivas. O quadro jornalístico faz parte da sequência de entrevistas propostas pela Direção-Geral do veículo, Josias Carneiro, e tem o intuito de mostrar as propostas para um futuro cenário político.

“Quando um candidato é prontamente convidado a ser sabatinado, e em seguida aceita e confirma disponibilidade, é considerado um gesto de respeito à imprensa, e um ato de “serviço à democracia”, já que o político é candidato a servir ao povo e administrar os recursos públicos. Democracia supõe debate de ideias, supõe que os candidatos coloquem publicamente suas diferenças. Não adianta, depois, o político reclamar que não houve espaço na imprensa para debater ideias,” enfatiza Josias.

Na próxima semana, a Revista Ceará iniciará o segundo quadro das sabatinas com os candidatos ao Senado Federal.

Informações da Revista Ceará

Ao 'JN', Lula admite corrupção na Petrobras e diz que Dilma cometeu equívocos

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) criticou a operação Lava Jato em entrevista ao Jornal Nacional, da TV Globo, nesta quinta-feira, 25. "A Lava Jato ultrapassou limite da investigação e entrou no limite da política. O objetivo era tentar condenar o Lula", disse o petista, se referindo na terceira pessoa.
O candidato à Presidência da República, porém, admitiu casos de corrupção na Petrobras. "Você não pode dizer que não houve corrupção se as pessoas confessaram (os crimes)", disse. Lula, então, atacou a delação premiada. "As pessoas confessaram e, por conta das pessoas confessarem, ficaram ricas por confessar", afirmou. "Por conta da Lava Jato, tivemos R$ 270 bilhões que foram perdidos nesse País."

Lula ainda defendeu ações de combate à corrupção realizadas durante os governos do PT. "Durante cinco anos eu fui massacrado e estou tendo a primeira oportunidade de poder falar disso abertamente ao vivo com o povo brasileiro. A corrupção só aparece quando você permite que ela seja investigada", afirmou.

Com indiretas ao presidente Jair Bolsonaro (PL), o petista mencionou o fato de o chefe do Executivo não obedecer a indicação da lista tríplice para o cargo de procurador-geral da República, os sigilos de 100 anos em documentos impostos pela Presidência, e, segundo ele, impedido que a Polícia Federal investigue seus filhos.

Como defesa sobre os casos de corrupção, Lula destacou os órgãos de transparência criados durante a gestão. "Foi no meu governo que a gente criou o Portal da Transparência, CGU, Lei de Acesso à Informação, AGU, Coaf, Cade", disse.

A jornalista Renata Vasconcellos insistiu no tema e questionou se Lula não teme que, ao não expor se vai cumprir a lista tríplice para a escolha do PGR, crie suspeição sobre o trabalho do MPF. "Não quero um procurador leal a mim. O procurador tem que ser leal ao povo brasileiro, à instituição", afirmou Lula, que disse ainda que "não quer amigos, quer pessoas sérias que falem em nome da instituição".

A jornalista questionou como Lula pretende impedir tentativas de interferências na Polícia Federal. "O Bolsonaro troca qualquer diretor a hora que ele quer. Basta que ele não goste. Eu nunca fiz isso e não vou fazer", disse.

O âncora William Bonner questionou como Lula pretende reequilibrar o equilíbrio das contas públicas. O ex-presidente citou dados sobre a condução na economia durante os seus dois governos e afirmou que é necessário previsibilidade, credibilidade e estabilidade.

Bonner retomou o tema e questionou Lula sobre a recessão e a "explosão" da inflação nos governos Dilma Rousseff e perguntou se ele pretende implantar a política econômica dos dois primeiros mandatos ou de sua sucessora. O ex-presidente reconheceu que Dilma cometeu erros na condução da economia, mas defendeu a sua sucessora.

"Dilma cometeu equívocos na questão da gasolina, ao fazer R$ 540 bilhões de desonerações em isenção fiscal. Quando ela tentou mudar, ela tinha uma dupla dinâmica contra ela. O Eduardo (Cunha), presidente da Câmara, e o Aécio no Senado, que trabalharam o tempo inteiro para que ela não fizesse mudanças", disse.

Lula foi duro com as palavras ao falar do orçamento secreto. Ele chamou o mecanismo revelado pelo Estadão de "excrescência" e de um "escárnio". "(O orçamento secreto) não é moeda de troca, isso é usurpação de poder. Acabou o presidencialismo. Bolsonaro é refém do Congresso, ele sequer cuida do orçamento. Isso nunca aconteceu desde a proclamação da República", disse.

O petista ainda usou o orçamento secreto para minimizar o escândalo do mensalão. "Você acha que o mensalão que tanto se falou foi mais grave que o orçamento secreto?", questionou.

Lula também reforçou as críticas ao novo Auxílio Emergencial. "Ele acabou de aumentar o Auxílio Emergencial. Até quando? Até o dia 31 de dezembro, porque na LDO (Lei de Diretrizes Orçamentárias) não tem continuidade. Ele agora manda a LDO (ao Congresso) e mente dizendo que vai continuar", afirmou.

Questionado sobre a recepção da base petista em relação à formação de campanha com 10 partidos, o ex-presidente defendeu a união com seu vice, Geraldo Alckmin (PSB), seu rival nas eleições presidenciais de 2006. "Alckmin já foi aceito pelo PT de corpo e alma. Alckmin é uma pessoa que vai me ajudar, tenho confiança que a experiência como governador de São Paulo vai me ajudar a consertar esse País", disse.

Questionado se o PT não foi um dos responsáveis pelo atual cenário de polarização na política, Lula afirmou que polarização é diferente de estímulo ao ódio e que o Brasil era "feliz" quando a disputa política era entre PT e PSDB.

"Feliz era o Brasil e a democracia brasileira quando a polarização deste país era entre PT e PSDB. A gente era adversário política, trocava farpas... Quando a gente se encontrava em um restaurante, eu não tinha problema em tomar uma cerveja com o Fernando Henrique Cardoso, com o José Serra ou com o Alckmin. A gente não se tratava como inimigo. A militância é como torcida organizada. Política é assim. Você tem divergência, você briga, mas você não é inimigo", afirmou.

Bonner citou o fato de Lula ter usado a narrativa do "nós contra eles" durante o seu governo e questionou se isso não estimula a polarização. "Polarização é saudável no mundo inteiro. Tem nos EUA, na Alemanha, na França, na Noruega, na Finlândia... Não tem polarização no Partido Comunista Chinês, no Partido Comunista Cubano. Quando se tem democracia, a polarização é saudável. É estimulante. Não podemos confundir polarização com o estímulo ao ódio", disse.

Lula foi o terceiro entrevistado da série de sabatinas do Jornal Nacional, que recebe os principais presidenciáveis ao longo da semana. O presidente Jair Bolsonaro (PL) foi o primeiro a ser ouvido, na segunda-feira, seguido por Ciro Gomes (PDT) na terça-feira. A senadora Simone Tebet (MDB) será a última a participar, na sexta-feira.

A última vez que Lula foi sabatinado como candidato pelo principal telejornal da Globo foi em 2006, quanto tinha seu atual vice, Geraldo Alckmin, como adversário na disputa pelo Palácio do Planalto. Como mostrou o Estadão, o ex-presidente passou por um intenso treinamento de preparação para o JN na última terça-feira em sala reservada do QG petista instalado na zona oeste de São Paulo.

Participaram do treinamento com Lula o coordenador de comunicação da campanha, Edinho Silva, prefeito de Araraquara (SP) e ex-ministro da Secretaria de Comunicação da Presidência da República, e o jornalista e ex-ministro-chefe da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República durante o segundo governo Lula, Franklin Martins, que trabalhou na Globo antes de integrar a equipe do petista.

Estadão Conteúdo

Ministério da Justiça investiga bancos por fraude em empréstimos

Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil
O Ministério da Justiça e Segurança Pública vai investigar 23 bancos e instituições financeiras pela suposta prática de fraude em cartões de crédito consignados. Há denúncias de que diversos consumidores têm sido lesados ao contratarem empréstimo consignado e sendo expostos ao risco de superindividamento.

A denúncia foi apresentada pelo Núcleo de Defesa do Consumidor da Defensoria Pública (Nudecon) do estado do Rio de Janeiro. De acordo com o órgão, têm sido lesados com a emissão não autorizada dos cartões e pela cobrança de juros em faturas com desconto do pagamento mínimo feito diretamente em folha.

Segundo a denúncia, a fraude seria praticada quando, ao contratar um empréstimo consignado, o cliente também recebe um cartão de crédito, sem ser informado que o dinheiro tomado como empréstimo, na verdade, seria lançado como saque no cartão e depositado na conta corrente do cliente.

A Nudecon entende que a prática pode levar o cliente ao endividamento, pois o pagamento mínimo, feito através do desconto em folha, abateria apenas o valor dos juros de financiamento do saldo devedor, impedindo a quitação dos outros débitos.

“Desta forma, considerando a existência de 4.575.529 cartões consignados ativos, 3,7% do total de cartões ativos no país, foi determinada a investigação para apurar a ocorrência de prática abusiva”, afirmou o ministério, em nota.

Confira no site do ministério a lista das instituições e bancos a serem investigados.

Em nota, a Febraban afirmou que "prestará todos os esclarecimentos necessários às autoridades", e condenou tentativas de fraude na prestação e oferta de serviços e produtos bancários. Leia a manifestação na íntegra:

Em relação à investigação do Ministério da Justiça sobre eventual emissão não autorizada de cartão de crédito consignado, a FEBRABAN informa que as instituições financeiras, assim que notificadas, prestarão todos os esclarecimentos necessários às autoridades.

Cabe esclarecer que, das 23 instituições apontadas como investigadas pela Senacon, apenas 7 atuam neste mercado de cartão consignado, ou seja, 16 sequer ofertam o produto a seus clientes e, mesmo as que estão autorizadas a atuar, não necessariamente estariam ofertando.

A FEBRABAN e os bancos associados condenam qualquer tentativa de fraude na prestação e oferta de serviços e produtos bancários e estão empenhados em reduzir ao máximo as reclamações de consumidores. Desde janeiro de 2020 está em vigor a Autorregulação do Consignado, em parceria com a Associação Brasileira de Bancos (ABBC), que visa eliminar do sistema as más práticas relacionadas à oferta e contratação dessa modalidade de crédito.

Para coibir fraudes e aperfeiçoar a oferta do crédito consignado no país, a FEBRABAN e a ABBC estabeleceram regras voltadas ao cartão de crédito consignado, após amplo diálogo com os órgãos de proteção e defesa do consumidor. Elas entraram em vigor em outubro de 2020 e incluem o envio, no ato da contratação do cartão, de material informativo para melhor compreensão do produto; envio obrigatório de fatura, com informações essenciais mínimas em destaque; uso do termo de consentimento esclarecido em todas as contratações; envio obrigatório do cartão físico; saques no cartão limitados a 70% do limite, entre outras medidas.

Desde o início das regras, em 2020, até junho de 2022, 959 empresas receberam punições por irregularidades na oferta do consignado, 436 correspondentes foram advertidos e 483 tiveram suas atividades suspensas temporariamente. Outros 40 tiveram as suas atividades suspensas em definitivo.

Entrevista de Lula no JN tem manifestações contra e a favor do petista pelo País

A entrevista do candidato do PT à Presidência, Luiz Inácio Lula da Silva, foi marcada por atos contrários e a favor do ex-presidente nas principais capitais do País.

Em São Paulo, manifestações a favor do candidato foram registradas em bairros como Santa Cecília, Bela Vista, Perdizes e Vila Madalena. Já as contrárias foram em Lauzane Paulista e Interlagos.
No Rio de Janeiro, houve manifestações a favor do ex-presidente no bairro do Flamengo. Em Brasília, os atos foram na Asa Sul e Asa Norte. Também houve gritos a favor no bairro do Bom Fim, em Porto Alegre.

Lula dribla no JN pergunta sobre corrupção, admite erros de Dilma e enaltece Alckmin

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) buscou driblar perguntas sobre como evitará corrupção no país caso seja eleito, admitiu desvios na Petrobras em governos petistas e erros da gestão Dilma Rousseff na economia e exaltou seu antigo adversário e atual candidato a vice de sua chapa, Geraldo Alckmin (PSB).

Líder nas pesquisas de intenção de voto, Lula participou de sabatina na noite desta quinta-feira (25) no Jornal Nacional, da TV Globo.

O ex-presidente tentou reconhecer parte das críticas que são motivo de desgaste do PT nos últimos anos, principalmente em relação à corrupção e ao desempenho da economia sob Dilma.

Também fez críticas a sigilos decretados no governo Jair Bolsonaro (PL) e à ação do procurador-geral da República, Augusto Aras, chamado por ele de "engavetador". Mas não quis se comprometer a indicar à PGR um nome apontado na tradicional lista tríplice da categoria, que acabou descartada pelo atual presidente.

Lula também disse que a "polarização é saudável no mundo inteiro", mas chegou a criticar ditaduras de governos que têm a simpatia de alas petistas. "Não tem polarização no partido comunista chinês, não tinha polarização no partido comunista cubano", afirmou.

A entrevista provocou panelaços, mas o movimento foi menor do que o registrado na segunda-feira (22), durante a entrevista de Bolsonaro à emissora. Também ocorreram buzinaços e gritos de apoio ao petista.

Na cidade de São Paulo, panelaços aconteceram nas sacadas de edifícios de bairros como Santana (zona norte) e Vila Leopoldina (zona oeste) e houve ainda gritos de "fora, Lula" e "ladrão". Atos contra o petista foram registradas em outras capitais, como Rio de Janeiro e Salvador, além do Distrito Federal.

Também ocorreram manifestações a favor do candidato do PT à Presidência. Em São Paulo, houve um buzinaço e gritos de "Olê, olê, olê, olá, Lula, Lula" em Perdizes, na zona oeste. Em Santa Cecília, região central, algumas pessoas gritaram "fora, Bolsonaro".

"Você não pode dizer que não houve corrupção se as pessoas confessaram", disse Lula, em relação a escândalos na Petrobras em governos petistas. Ele não respondeu de forma clara quais seriam suas propostas para evitar que esse tipo de caso volte a acontecer em nova gestão.

Questionado sobre a corrupção, Lula insistiu em dizer que só surge corrupção em governo que permite a investigação.

Ao falar a respeito do escândalo do mensalão, que ocorreu durante seu primeiro mandato, Lula fez comparação com o que chamou de "orçamento secreto", mecanismo no qual parlamentares conseguem indicar verbas para obras sem transparência sobre o autor da destinação.

Lula disse que Dilma é uma das pessoas por quem mais ele tem respeito, mas que houve a gestão dela "cometeu equívoco".

"Dilma fez um primeiro mandato extraordinário. Mesmo assim ela se endividou para manter as políticas sociais e [lutar contra] desemprego", disse Lula. "Cometeu equívoco na questão da gasolina, ela sabe disso, 518 mi de desoneração. Acho que quando ela tentou mudar ela tinha uma dupla dinâmica contra ela."

Apesar disso, ele defendeu Dilma e culpou o Legislativo na época por parte das dificuldades econômicas que Dilma enfrentou durante seu mandato.

Em diversas respostas, Lula fez questão de citar a participação do ex-governador de São Paulo Geraldo Alckmin (PSB) em um futuro governo, caso seja eleito, especialmente na área econômica.

De acordo com o petista, uma chapa entre os dois permitirá maior estabilidade na economia. "Ganhar credibilidade interna e externa para fazer as coisas nesse país", disse.

Ainda na área econômica, Lula disse que seu plano de governo será elaborado em conjunto com os dez partidos que fazem parte da chapa do petista que concorre à Presidência da República.

"Tenho a experiência do ex-governador Geraldo Alckmin. Muita gente pensava que era difícil Lula se juntar com Alckmin. Política não tem que ter ódio, a política é extraordinária para conviver".

O petista também defendeu "imprensa livre" e disse que Bolsonaro atualmente "não manda nada", é "refém do Congresso".

O ex-presidente disse ainda, ao ser questionado sobre o papel que o MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra) terá em um eventual governo, que "aquele MST de 30 anos atrás não existe mais" e criticou a política armamentista do presidente Bolsonaro.

"O Bolsonaro está ganhando alguns fazendeiros porque está liberando arma, tem gente que acha que é bom ter arma em casa, que acha que 'eu vou matar alguém'. Não. O que nós queremos é pacificar esse país, porque o pequeno produtor rural e o médio tem que conviver pacificamente com o grande negócio. O Brasil tem possibilidade de ter os dois."

Lula também disse que há parte do agronegócio "fascista e direitista" que se coloca contra a preservação do meio ambiente --mas que ela não representa a totalidade do segmento.

"Os empresários sérios que trabalham no agronegócio, que têm comércio com o exterior, que exporta para a Europa, para a China esses não querem desmatar, querem preservar nossos rios, nossas águas e nossa fauna."

Lula foi o terceiro candidato à Presidência entrevistado pelos apresentadores William Bonner e Renata Vasconcellos.

Na segunda-feira (22), o JN sabatinou Bolsonaro, que mentiu sobre STF e pandemia e impôs condições para aceitar os resultados das eleições.

Na terça-feira (23), foi a vez de Ciro Gomes (PDT). Ele atacou o que chamou de "polarização odienta" protagonizada por seus dois principais rivais na disputa, Lula e Bolsonaro, e prometeu criar uma "lei antiganância".

A última entrevista que Lula concedeu enquanto candidato ao Jornal Nacional foi no pleito de 2006. Na época o petista enfrentava o ex-governador de São Paulo Geraldo Alckmin (PSB), que será seu vice na chapa deste ano.

"Hoje iremos juntos até lá", escreveu Lula nas redes na manhã desta quinta (25). E Alckmin respondeu: "E hoje estarei lá ao seu lado. Pela democracia, pela paz e pelo Brasil! Vamos juntos".

O perfil do PT no Twitter compartilhou o momento da chegada de Lula na Globo por volta das 19h30.

Mais cedo nesta quinta (25), circulou em grupos de WhatsApp criados pela campanha do petista um flyer com dicas de como os apoiadores do petista poderiam ajudar "a espalhar a palavra de Lula no Jornal Nacional".

"Publique nas redes fotos assistindo ao JN, sempre usando a hashtag #LulaNoJN", "relembre feitos positivos dos governos de Lula e Dilma", "fale sobre novos projetos de Lula" e "compartilhe os motivos que levam você a votar no Lula" eram algumas das recomendações.

À tarde, Lula compartilhou foto em suas redes sociais antes de sua participação na sabatina. "Gostaram da gravata? #LulaNoJN", escreveu o petista.

Gretchen dá entrevista nua para o SBT e choca Chris Flores

Foto: Reprodução/SBT
Gretchen apareceu nua durante entrevista ao vivo ao Fofocalizando, do SBT, nesta quinta-feira (25) e chocou a apresentadora Chris Flores. 
A situação aconteceu no intervalo de um procedimento estético que ela realizava após uma recauchutagem.  "Fiz o peito, troquei a prótese porque já estava na época, aproveitei. E tô aqui, minha filha, na drenagem. Vocês estão vendo que estou até sem roupa", disparou ela, que só mostrou o rosto e os ombros no vídeo. 

Empolgada com o resultado das novas plásticas, a rainha do rebolado fez propaganda dos procedimentos.