segunda-feira, 3 de outubro de 2022

Policial tem a cabeça atingida por botijão de gás durante abordagem em São Paulo

Foto: Reprodução
PMs foram atacados com tijolos e pedras por pessoas que estavam no local. O caso foi registrado como tentativa de homicídio
Uma tentativa de abordagem a um suspeito terminou com dois policiais militares feridos, na noite de sábado (1°), no cruzamento da rua das Harpas com a avenida do Poeta, na Vila Sabrina, zona norte de São Paulo.

Policiais militares da 1ª Companhia do 5º Batalhão faziam patrulhamento preventivo pela avenida do Poeta quando viram um homem em atitude suspeita, com um volume na cintura, que aparentava ser uma arma de fogo.

Os soldados Bispo e Bressoline abordaram o suspeito, que resistiu. Ao tentarem imobilizá-lo, foram surpreendidos por duas mulheres e dois homens, que impediram a abordagem ao iniciar um tumulto no local.

Durante a confusão, o suspeito que era abordado chegou a cair no chão, mas se levantou e conseguiu fugir. Os dois soldados passaram a ser hostilizados e atacados com cadeiras, tijolos e pedras pelas pessoas que estavam no local.

Em um determinado momento do tumulto, um homem arremessou um botijão de gás contra a cabeça do soldado Bispo, que caiu desacordado no chão. Já o soldado Bressoline foi atingido na perna por um tijolo, mas conseguiu pedir o apoio de outras equipes da PM.

Uma das viaturas que prestavam apoio foi alvejada por um disparo. O soldado Bispo foi socorrido e encaminhado para o pronto-socorro do Hospital Municipal Vereador José Storopolli. Já o soldado Bressoline foi levado ao IML (Instituto Médico Legal), devido à lesão na perna.

O caso foi registrado no 39º Distrito Policial, no Tucuruvi, como tentativa de homicídio, lesão corporal, resistência e incitação ao crime. Nenhum suspeito foi preso.

GCMais

Capitão Wagner diz que vai virar “motorista” da esposa, eleita deputada federal

Foto: Reprodução
“Eita, meu povo, agora a vida é essa. Vou ser motorista da deputada, fazer o quê?”, ironizou Wagner
O deputado federal Capitão Wagner (UB), que perdeu as eleições ao Governo do Ceará, no domingo (2), demonstrou tranquilidade com o resultado das urnas. Em publicação feita nas redes sociais, o parlamentar disse que vai virar “motorista” da esposa, Dayany Bittencourt (UB), que foi eleita deputada federal com pouco mais de 54 mil votos.
Em publicação, Dayany do Capitão, como passou a ser conhecida, agradece os votos recebidos e mostra Capitão Wagner dirigindo o carro do casal.

“Eita, meu povo, agora a vida é essa. Vou ser motorista da deputada, fazer o quê?”, ironizou Wagner

Capitão Wagner tinha como meta para Dayany uma das maiores votações do Ceará, chegando a projetar até 200 mil votos. Dayany, porém, obteve pouco mais de 54 mil sufrágios, sendo eleita por média, devido a votação de outros parlamentares do União Brasil, como Fernanda Pessoa, Moses Rodrigues e Danilo Forte.
GCMais

De Romário a Leci Brandão, conheça os famosos que venceram e os que perderam nas eleições

Muitos famosos veem na sua fama um fator positivo na hora de tentarem uma carreira política. Por isso, não é pouco o número de atores, músicos, influenciadores e até esportistas que tentam cargos legislativos, sendo que nem todos saíram vencedores. Confira a lista de famosos que saiu vitoriosa, além dos que não conseguiram se eleger.

Quem venceu

Romário (PL), senador reeleito pelo Rio de Janeiro com mais de 2,3 milhões de votos. Lá também se elegeu deputado estadual o ator Thiago Gagliasso (PL), com mais de 100 mil votos.

Em São Paulo, a cantora e compositora Leci Brandão (PC do B) recebeu mais de 90 mil votos. Tiririca (PL) teve pouco mais de 71 mil votos em SP, bem longe dos 1,3 milhão de 2010. Mario Frias (PL), ex-galã de “Malhação” e ex-secretário de Cultura do governo Bolsonaro, é outro que conseguiu se eleger com pouco mais de 122 mil votos.

Maurício Souza (PL), que fez fama na seleção brasileira de vôlei e com escândalos de homofobia, foi eleito deputado federal por Minas Gerais com mais de 83 mil votos. E no Ceará, o influenciador André Fernandes (PL) foi o deputado federal mais votado no estado, com mais de 229 mil votos.

Quem perdeu

Leila do Vôlei (PDT-DF) ficou em 5º lugar na disputa pelo governo do Distrito Federal, mas não venceu. Também perderam o ator Felipe Folgosi (PL-SP), a personalidade da mídia Renata Banhara (Republicanos-SP) e o do lutador Wanderlei Silva (PP-PR). As estrelas pornô Kid Bengala (União Brasil-SP) e Elisa Sanches (Patriota-RJ), também não ganharam vagas em Brasília.

Falando em ex-BBBs, não se elegeram Adrilles Jorge (PTB-SP), Ariadna Arantes (PSB-SP) e Marcos Harter (Podemos-MT). Lucélia Santos (PSB-RJ), Antonia Fontenelle (Republicanos-RJ) e o pastor Márcio Poncio (Pros-RJ) perderam, mas devem entrar como suplentes.

No Rio de Janeiro, perderam o ex-jogador Bebeto (PSD), o treinador Joel Santana (Pros), a ex-paquita Andrea Sorvetão (Republicanos), a ex-modelo Marinara Costa (PL) e a cantora Verônica Costa (PL).

Alexandre Frota (PSDB) não conseguiu se eleger deputado estadual, assim como o humorista Carlinhos Aguiar (PL), os atores André Gonçalves (PV), Mario Gomes (Republicanos) e a influenciadora digital Sarah Poncio (Pros).

Roberto Cláudio, Sarto e Élcio agradecem apoiadores pela campanha

O candidato Roberto Cláudio / Reprodução do Instagram
O candidato a governador pelo PDT, Roberto Cláudio, utilizou as suas redes sociais para enviar uma mensagem de agradecimento aos eleitores, aliados e militância pelo apoio que recebeu durante toda a campanha. O prefeito José Sarto e o seu vice, Élcio Batista, também escreveram mensagens.

“Muito orgulhoso também de ter construído essa caminhada com os amigos Domingos Filho e Érika Amorim. Tivemos também a oportunidade de receber o apoio de importantes e corajosas lideranças políticas municipais e regionais, prefeitos, vereadores e candidatos a deputado estadual e federal que muito nos honraram”, afirmou o ex-prefeito.

Ele também fez questão de ressaltar o apoio de do presidente nacional do PDT, Carlos Lupi, o presidente do PDT estadual André Figueiredo, do prefeito Sarto, do candidato a presidência, Ciro Gomes, do senador Tasso Jereissati e do seu irmão, Prisco Bezerra. “A força deste sentimento me faz desejar sucesso e boas realizações para os vencedores. Estaremos permanentemente vigilantes em defesa dos melhores interesses dos cearenses”, finalizou RC.

Sarto destacou que a campanha de Roberto Cláudio foi campanha brilhante e repleta de projetos. “ovem talentoso, tem muito para oferecer à nossa gente”.

O prefeito também mandou uma mensagem para os candidatos eleitos no domingo (2). “Parabéns ao governador eleito Elmano de Freitas, ao senador eleito Camilo Santana e aos deputados estaduais e federais. Desejo a todos muita sabedoria para trabalhar por nossa gente com espírito público”, disse.

Élcio parabenizou Camilo, Elmano e Jade pela vitória. “Que representem e liderem com muita garra e esperança nosso povo cearense. Aos deputados e deputadas estaduais e federais também vitoriosos, que façam mandatos pautados na coerência, humildade, sabedoria e no interesse público”, frisou.

Ele também comentou que RC foi um candidato capaz, experiente e competente. “Realizamos uma campanha justa, limpa e democrática. Estamos juntos!”.

Bolsonaro antecipa Auxílio Brasil e conclui pagamentos antes do 2º turno

Leonardo Sá/Agência Brasil
O governo federal anunciou nesta segunda-feira (3) a antecipação do calendário de pagamentos do Auxílio Brasil do mês de outubro. Com a mudança, o benefício começará a ser pago no dia 11 e o calendário de depósitos terminará no dia 25. Os pagamentos são feitos pela Caixa Econômica Federal.

A antecipação ocorre um dia após o primeiro turno das eleições e a definição da disputa entre Jair Bolsonaro (PL) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no segundo turno para presidente da República.

Com a medida, os pagamentos do auxílio de R$ 600 serão concluídos antes do segundo turno, que ocorrerá no dia 30 de outubro. O calendário original previa depósitos entre os dias 18 e 31 de outubro.

A medida foi oficializada por meio da instrução normativa 21, publicada no Diário Oficial da União, e valerá apenas para os pagamentos de outubro.

Neste mês também será pago o Auxílio Gás às famílias com direito. O pagamento é bimestral e feito nas mesmas datas do Auxílio Brasil.

Em setembro, o calendário de pagamento não foi antecipado, assim como ocorreu no mês de agosto, início da liberação do auxílio no valor mínimo de R$ 600.

Os depósitos ocorrem conforme o final do NIS (Número de Identificação Social). Primeiro, recebem os cidadãos com NIS final 1 e assim sucessivamente, até chegar em quem tem cartão com final zero.

CALENDÁRIO DO PAGAMENTO EM OUTUBRO
Número final do cartão de benefício (NIS) – Data de liberação do benefício de R$ 600
1 – 11 de outubro
2 – 13 de outubro
3 – 14 de outubro
4 – 17 de outubro
5 – 18 de outubro
6 – 19 de outubro
7 – 20 de outubro
8 – 21 de outubro
9 – 24 de outubro
0 – 25 de outubro

QUEM TEM DIREITO AO AUXÍLIO BRASIL
Têm direito ao Auxílio Brasil os cidadãos que fazem parte de famílias em extrema pobreza, com renda de até R$ 105 por pessoa da família (per capita), em situação de pobreza, com renda entre R$ 105,01 e R$ 210 por pessoa da família (per capita), ou em regra de emancipação, que é quando o beneficiário conquista um emprego formal, mas segue com direito ao benefício se a renda por pessoa da família for de até R$ 525.

Para receber, é preciso estar inscrito no CadÚnico (Cadastro Único). O cidadão precisa fazer uma pré-inscrição pelo site ou aplicativo e, depois, confirmar os dados nos Cras (Centro de Referência da Assistência Social) das prefeituras. O prazo para confirmação é de até 120 dias.

COMO É O PAGAMENTO DO AUXÍLIO BRASIL

Os novos beneficiários recebem um cartão em casa, por meio dos Correios, para fazer a retirada dos valores. Além do benefício, o novo cartão também tem a função débito. A distribuição começou no final de junho.

Quem já fazia parte do Programa Bolsa Família pode usar o mesmo cartão para o saque dos valores. A retirada do dinheiro segue sendo feita nas agências da Caixa Econômica Federal, nas casas lotéricas e nos correspondentes bancários Caixa Aqui.

Segundo a Caixa, também é possível receber por meio do Caixa Tem, com a abertura da poupança social digital. A conta é acessada por aplicativo. Nele, é possível fazer compras, pagar boletos, contas de água, luz e telefone, e fazer transferências, saques sem cartão nos caixas eletrônicos e nas lotéricas.

O beneficiário do Auxílio Brasil também pode utilizar o cartão social para saque da conta dos valores nas agências da Caixa e nos caixas eletrônicos.

Felipe Nunes - FolhaPress

Veja três formas de justificar a ausência nas eleições

Cabine de votação com a nova urna modelo UE2020. (Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil)
Quem não conseguiu votar neste domingo (2) precisa justificar a ausência no pleito até 1º de dezembro de 2022 para não pagar multa e perder direitos. O voto é obrigatório no Brasil, e quem está em situação irregular com a Justiça Eleitoral não pode tirar passaporte, receber salário de emprego público, obter empréstimos das caixas econômicas federais e estaduais e inscrever-se em concursos públicos.

Há três formas de justificar o voto: pelo Sistema Justifica, pelo e-Título ou pela entrega presencial de um formulário. Em qualquer um desses meios, a documentação que comprova o motivo da ausência deverá ser anexada ao requerimento para análise da autoridade eleitoral.

Sistema Justifica No Sistema Justifica, que pode ser acessado por um navegador web, o eleitor precisa incluir número do título eleitoral, nome e data de nascimento e declarar o motivo da ausência e anexar a documentação comprobatória digitalizada. Ao final, o cidadão recebe um código de protocolo para acompanhamento.

O requerimento é analisado pela zona eleitoral responsável pelo título. Depois da decisão, a pessoa é notificada. E-Título Pelo e-Título, o processo é parecido. Quem não tiver o aplicativo, disponível nas lojas para Android e iOS, precisa baixá-lo e preencher nome ou CPF, data de nascimento, nome da mãe e do pai, caso conste no registro, e senha.

Uma vez na plataforma, é só selecionar “mais opções”, no menu da parte inferior da tela, e clicar em “justificativa de ausência”. Também é necessário anexar um documento em PDF que comprove o motivo da falta na votação.

Presencialmente Caso não queria usar a internet, o eleitor precisa entregar o Requerimento de Justificativa Eleitoral pós-eleição em qualquer cartório eleitoral ou enviar o documento à autoridade judiciária da zona eleitoral responsável pelo título. É preciso anexar os documentos que comprovem o motivo da ausência.

No exterior Eleitores com domicílio eleitoral no exterior também podem justificar a ausência por um desses três meios. Presencialmente, é preciso entregar o requerimento à repartição consular ou missão diplomática. A obrigatoriedade do voto, porém, ocorre apenas na eleição para a Presidência da República.

Folhapress

Primeiro turno teve diminuição de votos brancos e nulos, diz TSE

Edifício sede do Tribunal Superior Eleitoral (TSE)
Foto: Marcelo Camargo/ Agência Brasil
O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Alexandre de Moraes, disse hoje (2) que o primeiro turno das eleições foi marcado pela redução do número de votos brancos e nulos. Os dados foram divulgados durante coletiva de imprensa para apresentação do balanço final do dia de votação. 

De acordo com tribunal, entre os 80% dos eleitores que compareceram às urnas foi registrado um número de 4,20% de votos brancos e nulos. Nas eleições de 2018, o índice foi 8,8%.

“Aproximadamente 7,5 milhões de pessoas compareceram a mais para votar em candidatos, deixando de votar nulo e em branco. Talvez porque é uma eleição acirrada, mais polarizada. Isso pode ter sido um dos motivos concorrentes para que tenham ocorrido filas. É diferente uma pessoa anular o voto, votar em branco do que escolher as cinco opções, leva um tempo a mais. É um dado interessantíssimo, porque representa uma maior participação efetiva na escolha dos dirigentes do país”, avaliou.

O presidente também confirmou que o índice de abstenção ficou em 20,89%, número considerado pelo ministro na média de pleitos anteriores, que costuma ficar em torno de 20%. Nas eleições municipais de 2020, realizadas durante o auge da pandemia de covid-19, o número de eleitores faltosos foi 23,15%.

Sobre o dia de votação, o presidente do TSE considerou que a Justiça Eleitoral cumpriu a missão de garantir a segurança e transparências das eleições.

“A sociedade brasileira demonstrou grande maturidade democrática. Os eleitores se dirigiram às seções eleitorais, votaram, escolheram seus candidatos em absoluta paz e segurança”, afirmou.

Sobre as filas de eleitores registradas em diversos pontos do país, Moraes disse que o problema pode ter sido causado pelo acréscimo dos 7,5 milhões de eleitores que passaram a escolher um candidato, a mudança que permitiu que o eleitor tenha um segundo a mais na tela de urna para confirmar o candidato de sua preferência antes de confirmar o voto e falhas no reconhecimento da leitura biométrica.

“São causas que serão analisadas para o segundo turno”, completou.

Agência Brasil

Eduardo Bolsonaro perde 1 milhão de votos; Boulos é o deputado mais votado por SP

Em 2018, Eduardo Bolsonaro foi o candidato a deputado federal mais bem votado da história, com 1.843.735 votos. Agora, ele ficou em terceiro lugar, com 741.701 votos. O candidato do PSOL venceu a disputa e conquistou 1.001.472
O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP), filho do presidente da República, Jair Bolsonaro (PL), perdeu mais de 1 milhão de votos em São Paulo em relação à eleição de 2018, mesmo sendo reeleito para um mandato na Câmara dos Deputados. O candidato Guilherme Boulos (PSOL) foi o deputado mais votado no Estado, vencendo o desafio que lançou durante a sua campanha de ficar à frente de Eduardo na disputa.

Em 2018, Eduardo Bolsonaro foi o candidato a deputado federal mais bem votado da história, com 1.843.735 votos. Agora, ele ficou em terceiro lugar, com 741.701 votos. O candidato do PSOL venceu a disputa e conquistou 1.001.472.

Em São Paulo, o PL ficou com 17 deputados eleitos e terá a maior bancada paulista na Câmara. A federação formada por PT, PCdoB e PV ficou com 11 vagas e a federação do PSOL e da Rede elegeu 6 candidatos.

Nas redes sociais, Boulos publicou uma foto agradecendo pelos votos com a frase “Vamos juntos, pra cima deles”.

A posse dos deputados eleitos está marcada para fevereiro de 2023, quando o Congresso elege os presidentes da Câmara e do Senado.

Agência Estado

“Estou preocupado com o que eu estou assistindo”, diz Ciro sobre resultado do primeiro turno

Ciro Gomes no debate. Foto: Divulgação/SBT
"Eu nunca vi uma situação tão complexa, tão desafiadora, tão potencialmente ameaçadora sobre a nossa sorte como nação", destacou Ciro
Ciro Gomes, candidato do PDT à presidência, já se manifestou após o resultado das eleições, que teve como resultado final o segundo turno marcado entre Lula (PT) e Bolsonaro (PL). 

“Quero dizer a vocês que estou profundamente preocupado com o que eu estou assistindo acontecer no Brasil”, declarou o ex-governador do Ceará. “Eu nunca vi uma situação tão complexa, tão desafiadora, tão potencialmente ameaçadora sobre a nossa sorte como nação”, destacou Ciro.

“Por isso, eu peço a vocês que me deem mais algumas horas para conversar com os meus amigos, com o meu partido para que a gente possa achar o melhor caminho para bem servir à nação brasileira”, complementou Ciro. 

As informações são do G1.

É possível solicitar voto em trânsito no segundo turno? Entenda

Prazo foi encerrado em agosto deste ano. Pode votar em trânsito quem já fez a solicitação junto aos cartórios eleitorais
Com a confirmação do segundo turno das eleições de 2022, eleitores de várias regiões do país estão pesquisando na internet sobre o voto em trânsito. A alternativa é como uma transferência de domicílio eleitoral, mas temporária. Porém, para participar do pleito fora do domicílio eleitoral, o eleitor teria que ter feito a solicitação até 18 de agosto em um cartório eleitoral. 

De forma resumida: o voto em trânsito ocorre quando o eleitor está fora do domicílio eleitoral e indica outra cidade para votar, mas somente em capitais e municípios com mais de 100 mil eleitores.

Essa possibilidade pode ocorrer no primeiro, no segundo ou em ambos os turnos. Neste ano, o primeiro turno ocorreu em 2 de outubro e o segundo turno está marcado para o dia 30 do mesmo mês.

MODALIDADES DE VOTO EM TRÂNSITO:
Segundo o Código Eleitoral (artigo 233-A) e a Resolução TSE nº 23.669/2021, que também trata do assunto, são duas as possibilidades de voto em trânsito:
  1. Para quem estiver fora da cidade, mas dentro do mesmo estado em que vota, poderá participar das eleições para os cargos de presidente da República, governador, senador, deputado federal, deputado estadual ou deputado distrital.
  2. Já as eleitoras e os eleitores que pretendem votar em outro estado poderão participar da escolha apenas para o cargo de presidente da República.

Vale reforçar que não é possível votar em trânsito fora do Brasil. No entanto, quem tem o título de eleitor cadastrado no exterior e estiver em trânsito no território brasileiro poderá, sim, votar na eleição para o cargo de presidente da República, desde que habilitado dentro do prazo.

COMO SE HABILITAR
A possibilidade de voto em trânsito não é mais possível para o segundo turno das eleições deste ano. O pedido deveria ter sido feito até 18 de agosto nos cartórios eleitorais de forma presencial.

DN

Saiba quem foram o senador e os deputados federal e estadual mais votados nas eleições de 2022

Mesmo com um número expressivo de votos, as eleições deste ano não quebraram os recordes históricos de votação no país para esses cargos
Saíram de São Paulo e Minas Gerais os candidatos mais votados para cargos no Poder Legislativo na eleição deste domingo (2). O astronauta Marcos Pontes (PL-SP), Nikolas Ferreira (PL-MG) e Eduardo Suplicy (PT-SP) foram recordistas de votos para senador, deputado federal e deputado estadual, respectivamente.

Mesmo com um número expressivo de votos, eles não bateram os recordes históricos de votação para os cargos. Para o cargo de senador, José Serra (PSDB) foi quem mais recebeu votos, na eleição de 2014 (foram 11.105.874 votos). 

O recorde de votos para deputado federal ocorreu em 2018. Na eleição passada, Eduardo Bolsonaro, à época no PSL, recebeu 1.843.735 votos. Já quem teve mais votos para o deputado estadual na história foi Janaína Paschoal (PSL), nas eleições de 2018, quando se elegeu recebeu apoio de 2.060.786 eleitores. 

QUEM FOI O SENADOR MAIS VOTADO?
Na disputa para o Senado deste ano, o mais votado foi o Marcos Pontes. Ex-ministro da Ciência do atual presidente Jair Bolsonaro (PL), o astronauta recebeu 10,7 milhões de votos.
Legenda: Astronauta Marcos Pontes (PL) vence eleição para senador
Foto: Agência Senado/Marcos Oliveira
Marcos Pontes, de 59 anos, é engenheiro, astronauta e tenente-coronel reformado da Força Aérea. Nascido em Bauru (SP), Pontes é o único brasileiro enviado ao espaço, em março de 2006, e chefiou o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (2019-2022) no governo Bolsonaro. 

QUEM FOI O DEPUTADO FEDERAL MAIS VOTADO?
Nikolas Ferreira (PL), de 26 anos, foi o deputado federal mais votado em 2022. O jovem recebeu 1.492.047 votos e é o primeiro mineiro a ser campeão de votos para o cargo. 
Legenda: Nikolas Ferreira (PL) foi o deputado federal com mais votos em 2022
Foto: Reprodução
Nascido em Belo Horizonte em 1996, Nikolas é formado em direito pela PUC-MG e, desde a época da faculdade, mantém o discurso de “cristão, conservador e defensor da família”. 

QUEM FOI O DEPUTADO ESTADUAL MAIS VOTADO?
Já entre os deputados estaduais, o mais votado foi Eduardo Suplicy (PT-SP). Ele ocupará uma cadeira na Alesp (Assembleia Legislativa de São Paulo) e deixará o cargo de vereador na capital paulista. O ex-senador foi a opção de cerca de 800 mil eleitores. 
Legenda: Eduardo Suplicy (PT-SP) ocupará uma cadeira na Alesp
Foto: Moreira Mariz/Agência Senado Fonte: Agência Senado
Formado em administração pela Fundação Getúlio Vargas, Suplicy tem mestrado e doutorado em economia pela Michigan State University.Ele foi deputado estadual em São Paulo entre 1979 e 1983. Depois disso, Suplicy foi deputado federal (1983-1987), vereador na capital paulista (1989-1991 e 2017-2022) e senador por três vezes (1991-2015). Ele sempre foi filiado ao PT.

DN

Tenho direito a votar no segundo turno mesmo não tendo votado no primeiro? Entenda

O primeiro turno das eleições foi realizado ontem (2) em todo Brasil. Já o segundo turno está marcado para o próximo dia 30. E mesmo aqueles que não votaram no primeiro turno têm direito de votar no segundo. Ou seja, o eleitor que deixou de votar ontem poderá votar no dia 30, desde que o título de eleitor esteja regularizado.

Isso ocorre porque o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) trata cada turno como uma eleição independente. Dessa forma, o eleitor poderá votar se estiver em situação regular com a Justiça Eleitoral, ou seja, o título eleitoral não pode estar cancelado ou suspenso.

O título é cancelado quando o eleitor falta às urnas por três eleições seguidas e não justifica a ausência nem paga a multa. Já a suspensão ocorre quando não há cumprimento do serviço militar obrigatório, condenação criminal transitada em julgado ou condenação por improbidade administrativa.

Justificativa
Caso o eleitor não tenha votado no primeiro turno, deverá apresentar justificativa à Justiça Eleitoral em até 60 dias. Ou seja, como o segundo turno é ainda este mês, a menos de 30 dias do primeiro turno, será possível votar antes mesmo de justificar a ausência na zona eleitoral no último domingo. O prazo para justificar ausência no primeiro turno é 1º de dezembro de 2022. Já a ausência no segundo turno deve ser justificada até 9 de janeiro de 2023.

Mesmo passada a eleição, é importante apresentar a justificativa de ausência. Existem algumas formas de fazê-lo: pelo aplicativo e-Título; pelo Sistema Justifica, nos portais da Justiça Eleitoral; ou preenchendo um formulário de justificativa eleitoral.

Cada justificativa é válida somente para o turno ao qual a pessoa não tenha comparecido por estar fora de seu domicílio eleitoral. Assim, caso tenha deixado de votar no primeiro e no segundo turno da eleição, terá de justificar a ausência a cada um, separadamente, obedecendo aos requisitos e prazos de cada turno.

O acesso ao aplicativo e-Título está disponível somente para quem está com o título eleitoral regular ou suspenso.

Para justificar a ausência no Sistema Justifica, o eleitor deverá informar os dados pessoais exatamente como registrados no cadastro eleitoral. Em seguida, deve declarar o motivo da ausência às urnas e anexar a documentação comprobatória digitalizada. Em seguida será gerado um código de protocolo para acompanhamento e o requerimento será transmitido à zona eleitoral responsável pelo título do eleitor ou da eleitora para análise. Após a decisão, a pessoa será notificada.

Se a opção for pela entrega do Requerimento de Justificativa Eleitoral. O formulário deve ser impresso e preenchido com os dados pessoais e a justificativa da ausência, anexando os documentos comprobatórios. O requerimento deverá ser entregue em qualquer cartório eleitoral ou ser enviado via postal à autoridade judiciária da zona eleitoral responsável pelo título.

Caso não justifique dentro do prazo, além de pagar uma multa de R$ 3,51, a pessoa fica impedida de retirar documentos como passaporte e RG; receber salário ou proventos de função em emprego público; prestar concurso público; renovar matrícula em estabelecimento de ensino oficial ou fiscalizado pelo governo; entre outras consequências. O site do TSE traz a lista completa dos efeitos ao eleitor da ausência e da não justificativa.

Fonte: Agência Brasil

Conheça os famosos eleitos que conseguiram cargos públicos nas eleições de 2022

Mário Frias, Thiago Gagliasso e Romário são alguns dos nomes que conquistaram cargos públicos nas eleições 2022
Foto: Reprodução/Instagram
Nomes da TV, esporte e internet disputaram o pleito
Nomes conhecidos da população brasileira conseguiram entrar em diferentes cargos públicos, pela primeira vez, nas eleições 2022. Apesar disso, não foram todos que tiveram o mesmo êxito em obter uma reeleição.

O ex-jogador Romário (PL) foi reeleito como senador pelo Rio de Janeiro com mais de 2,3 milhões de votos. Ele poderá eventualmente se encontrar em Brasília com outro ex-atleta, Maurício Souza (PL), que fez fama na seleção brasileira de vôlei. Ele foi eleito deputado federal por Minas Gerais.

Mario Frias, conhecido por atuar em novelas da Globo como "Malhação", é outro que conseguiu se eleger para a Câmara dos Deputados. Ele vai ficar com uma das 17 vagas que o PL conseguiu por São Paulo, assim como Tiririca, que teve pouco mais de 71 mil votos (bem longe dos 1,3 milhão de 2010, quando foi o deputado mais votado).

No Rio de Janeiro, o destaque ficou por conta do ator Thiago Gagliasso (PL), que se elegeu deputado estadual. Isso mesmo sem contar com o voto do irmão Bruno Gagliasso, já que os dois divergem publicamente quando o assunto é política.
Em São Paulo, a cantora e compositora Leci Brandão recebeu mais de 90 mil votos e ficará com uma das 11 vagas da Federação Brasil da Esperança, que reúne o PT, o PV e o PC do B. Este último é o partido da deputada estadual, reeleita pela quarta vez.

NÃO ELEITOS SÃO BEM MAIS NUMEROSOS
Leila do Vôlei (PDT-DF) ficou em 5º lugar na disputa pelo governo do Distrito Federal. Ela terminou com apenas 4,81% dos votos, mas deve voltar ao cargo de senadora, do qual havia se licenciado para disputar as eleições.

Também ficaram sem vaga na Câmara dos Deputados nomes o ator Felipe Folgosi (PL-SP),  Renata Banhara (Republicanos-SP) e o lutador Wanderlei Silva (PP-PR).

Astros do mundo pornô, como Kid Bengala (União Brasil-SP) e Elisa Sanches (Patriota-RJ), também não ganharam vagas em Brasília.
Conhecidos ex-BBBs não se elegeram: Adrilles Jorge (PTB-SP), Ariadna Arantes (PSB-SP) ou Marcos Harter (Podemos-MT).

SUPLENTES DE ELEITOS
Mesmo sem se eleger neste domingo, algumas celebridades podem acabar ganhando um cargo mais adiante. Isso porque muitas ficaram como suplentes dos eleitos em seus estados. Foi o caso da atriz Lucélia Santos (PSB-RJ), o da influenciadora digital Antonia Fontenelle (Republicanos-RJ) e o do pastor Márcio Poncio (Pros-RJ).

Pelo Rio de Janeiro, também ficaram nessa situação o ex-jogador Bebeto (PSD), o treinador Joel Santana (Pros), a ex-paquita Andrea Sorvetão (Republicanos), a ex-modelo Marinara Costa (PL), bem como a cantora e empresária Verônica Costa (PL), conhecida como Mãe Loira do Funk. Já no Distrito Federal, a ex-loira do Tchan Silmara Miranda (Republicanos) poderá ser chamada para uma vaga que venha a ficar desocupada no futuro.

Na Assembleia Legislativa de São Paulo, Alexandre Frota (PSDB) não conseguiu se eleger deputado estadual, bem como o ator e humorista Carlinhos Aguiar (PL), conhecido pelos programas do SBT. No Rio de Janeiro, os atores André Gonçalves (PV) e Mario Gomes (Republicanos) também ficaram apenas como suplentes, assim como a influenciadora digital Sarah Poncio (Pros).

DN

Mesária é presa após votar no lugar de idoso

Uma mulher que atuava como mesária em uma seção eleitoral na cidade de Paramirim, no Centro-Sul baiano, foi presa em flagrante, neste domingo (2), após ter sido vista votando no lugar de um idoso.

Em vídeo que circula nas redes, a mulher de 35 anos, que não teve o nome divulgado, parece segurar um papel na mão, o que seria uma “cola” dos votos do idoso, lê em voz alta, e aperta os botões no lugar dele.

De acordo com a Polícia Civil, foi lavrado um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO) contra a mulher. Ela foi conduzida à unidade por policiais militares e responderá pelo Artigo 312 do Código Eleitoral, que trata sobre violar ou tentar violar o sigilo do voto.

Governadores são reeleitos em 12 estados; veja lista

Governadores de 12 estados foram reeleitos neste domingo (2), no primeiro turno das eleições de 2022. Os chefes dos Executivos estaduais do Pará, Acre, Roraima, Tocantins, Rio Grande do Norte, Maranhão, Goiás, Distrito Federal, Mato Grosso, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Paraná terão direito a mais quatro anos como governadores.

Os postulantes a continuar na cadeira de governador conseguiram mais de 50% dos votos válidos, dispensando a necessidade de um segundo turno.

Outros candidatos ao governo de 10 estados disputarão as vagas no 2º turno, que deve ocorrer no dia 30 de outubro.

Veja a lista com os 12 candidatos reeleitos ao cargo de governador:

Norte

Helder Barbalho (MDB), do Pará, com 70,39% dos votos
Gladson Cameli (PP), do Acre, com 56,75% dos votos
Antonio Denarium (PSL), de Roraima, com 56,47% dos votos
Wanderlei Barbosa (Republicanos), do Tocantins, com 58,14%

Nordeste

Fátima Bezerra (PT), do Rio Grande do Norte, com 58,31% dos votos
Carlos Brandão (PSB), do Maranhão, com 51,25% dos votos

Centro-Oeste

Ronaldo Caiado (União Brasil), de Goiás, com 51,81% dos votos
Ibaneis Rocha (MDB), do Distrito Federal, com 50,30% dos votos
Mauro Mendes (União Brasil), Mato Grosso, com 68,45% dos votos

Sudeste

Romeu Zema (Novo), Minas Gerais, com 56,18% dos votos
Cláudio Castro (PL), no Rio de Janeiro, com 58,67% dos votos

Sul

Ratinho Júnior (PSD), no Paraná, com 69,64% dos votos

CNN Brasil

Erros de pesquisas de intenção de voto mancham credibilidade de institutos, dizem especialistas

Os resultados do primeiro turno das eleições, que ocorreram nesse domingo (2), frustraram as previsões das pesquisas feitas pelos principais institutos que fazem levantamentos sobre a preferência do eleitorado do país.

Na eleição presidencial, por exemplo, Datafolha e Ipec davam menos de 40% dos votos para o presidente Jair Bolsonaro (PL) e apontaram a possibilidade de o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ganhar sem a necessidade de segundo turno, mas ambos erraram.


Desde agosto, o Ipec fez sete pesquisas de intenção de voto ao Palácio do Planalto. Considerando os votos válidos, o petista oscilou de 52% para 51%. Levando em conta a margem de erro de dois pontos percentuais estabelecida pelo instituto, o Ipec se aproximou do resultado divulgado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que registrou 48% dos votos para Lula.

No entanto, a empresa não chegou nem perto do total de votos obtidos por Bolsonaro. O presidente teve 43%, segundo o TSE. Nos sete levantamentos do Ipec, contudo, o chefe do Executivo começou e terminou com 37% dos votos válidos. Com o Datafolha não foi diferente. Em seis pesquisas feitas desde agosto, Lula iniciou com 51% dos votos válidos e terminou com 50%. Bolsonaro, por sua vez, tinha 35% na primeira amostra e 36% na última.

Perda de credibilidade

Na avaliação de especialistas, a quantidade de erros compromete a credibilidade das empresas. Doutor em ciência política, Leandro Gabiati diz que os institutos de pesquisa fazem parte do processo eleitoral e ajudam o eleitor a entender melhor em qual contexto ele vai votar, mas alerta que a baixa assertividade atrapalha o cenário eleitoral.

“Quando as pesquisas trazem informações erradas, isso confunde o eleitor. E se os institutos passam a ter descrédito na sociedade e com atores políticos, isso é negativo para a democracia como um todo. É fundamental que os institutos façam uma mea culpa e aprimorem a metodologia e as ferramentas de pesquisa para acertar mais”, afirmou.

R7

Com oito senadores eleitos, PL de Bolsonaro terá a maior bancada do Senado em 2023

O PL, partido do presidente e candidato à reeleição Jair Bolsonaro, terá a maior bancada no Senado Federal após as eleições gerais deste domingo.

A sigla elegeu oito senadores – e, com isso, ocupará 14 das 81 cadeiras do Senado na próxima legislatura, que começa em 2023.O PL pode perder a liderança do ranking, no entanto, se União Brasil e PP efetivarem a fusão partidária anunciada por dirigentes das siglas neste sábado (1º). Neste caso, o novo partido chegaria a 16 senadores.

Veja a lista de senadores que o PL elegeu neste domingo: Espírito Santo: Magno Malta, Goiás: Wilder Morais, Mato Grosso: Wellington Fagundes (reeleito), Rio de Janeiro: Romário (reeleito), Rio Grande do Norte: Rogério Marinho, Rondônia: Jaime Bagattoli, Santa Catarina: Jorge Seif, São Paulo: Marcos Pontes, Além deles, seguem na bancada do PL no próximo ano os senadores Carlos Portinho (PL-RJ); Carlos Viana (PL-MG); Flávio Bolsonaro (PL-RJ); Jorginho Mello (PL-SC); Marcos Rogério (PL-RO) e Zequinha Marinho (PL-PA).O PSD terá a segunda maior bancada, com 11 senadores – dois, eleitos neste domingo.

O União Brasil (que anunciou fusão com o PP) e o MDB vêm em seguida, com 10 senadores cada.Em 2022, os eleitores decidiram a composição de um terço do Senado, ou seja, 27 parlamentares.

Os mandatos dos senadores são de oito anos. Em 2026, cada eleitor votará em dois nomes e serão renovadas (ou mantidas) as outras 54 cadeiras.

G1

Vídeo: “Nós vencemos a mentira no dia de hoje”, diz Bolsonaro sobre resultado do 1º turno

“Nós vencemos a mentira no dia de hoje”, diz Bolsonaro sobre resultado do 1º turno.

Candidato à reeleição destacou que terá o mesmo tempo de propaganda eleitoral de seu adversário no 2º turno.
Metrópoles

Nove ex-ministros de Bolsonaro se elegeram neste domingo

Entre os 17 ex-ministros do governo de Jair Bolsonaro (PL) que disputaram cargos públicos nas eleições, 9 foram eleitos nestas eleições.

Em maio, 10 ministros deixaram o governo para se candidatar nas eleições. Antes disso, outros 18 saíram ou foram demitidos de seus cargos. Destes, 7 disputaram o pleito deste domingo (2.out).

Dos 17 ministros que concorreram a cargos eletivos nessas eleições, 12 receberam o apoio oficial de Bolsonaro em suas candidaturas. O ex-ministro da Defesa Walter Braga Netto (PL) disputa a eleição para o cargo de vice-presidente da chapa de Bolsonaro à reeleição e segue para o 2º turno.

Além de Braga Netto, o ex-ministro da Infraestrutura Tarcísio de Freitas (Republicanos) segue na disputa por São Paulo contra Fernando Haddad (PT). O ex-ministro do Trabalho e Previdência Social Onyx Lorenzoni (PL) também disputa o 2º turno contra Eduardo Leite (PSDB).

Entre os 4 ex-ministros que não receberam apoio oficial do chefe do Executivo nas candidaturas, 3 romperam com o governo, são eles: Sergio Moro (União), ex-ministro da Justiça e Segurança Pública; Luiz Henrique Mandetta (União Brasil), ex-ministro da Saúde; e Abraham Weintraub (PMB), ex-ministro da Educação.

Leia o desempenho dos ex-ministros do governo no 1º turno das eleições:
Poder360

Abstenção supera por pouco a de 2018 e é a maior desde 1998

Mais de 32 milhões de eleitores não compareceram às urnas neste domingo, segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral. O nível de abstenção, de 20,9%, é o mais alto desde as eleições de 1998, quando 21,5% do eleitorado não votou.

O maior percentual de abstenção foi registrado em 1994, quando cerca de 1 em cada 3 eleitores aptos não compareceram.

A abstenção tem crescido desde 2006, quando 16,8% dos eleitores não votaram. Em 2010, o índice subiu para 18,1%. Quatro anos depois, foi para 19,4%. E nas eleições presidenciais passadas, em 2018, alcançou 20,3%.

g1