terça-feira, 1 de novembro de 2022

Michelle se pronuncia sobre ela e Bolsonaro não se seguirem nas redes

Nesta segunda-feira (31/10), ganhou grande repercussão nas redes sociais o fato de Michelle Bolsonaro e Jair Bolsonaro não se seguirem no Instagram. Ela quebrou o silêncio e se manifestou sobre o assunto no começo da tarde.

Michele destacou que o perfil do marido não é administrado por ele e que seguem “firmes, unidos”, “juntos, nos amando, na alegria e na tristeza…”. Apesar de a web ter notado apenas nesta segunda-feira que Jair Bolsonaro e sua esposa não se seguem mais, a coluna LeoDias já havia percebido tal movimento nas redes da família do político no início deste mês.

Assim que notou tal ação, no início deste mês, a coluna procurou a assessoria de imprensa do presidente, que não revelou o motivo dessa decisão.

Confira o pronunciamento na íntegra:

“Esclarecendo a matéria de hoje sobre o meu marido ter deixado de me seguir em seu Instagram, conforme o Jair explicou em várias ‘lives’, quem administra essa rede não é ele. Eu e meu esposo seguimos firmes, unidos, crendo em Deus e crendo no melhor para o Brasil. Estaremos sempre juntos, nos amando na alegria e na tristeza… Que Deus abençoe a nossa amada Nação!”

Metrópoles

Governo Lula deve ter 40% mais ministérios para acomodar aliados; veja os cotados

Ao longo da campanha, Luiz Inácio Lula da Silva evitou antecipar quais nomes pretende levar para compor o seu novo governo, mas revelou a intenção de aumentar em até 40% o número de ministérios. Serão ao menos mais nove pastas além das atuais 23.

O novo formato possibilitará ao petista acomodar aliados dos dez partidos da coligação e novas legendas que devem ser agregadas durante a formação do governo. Lula deu algumas dicas de quem poderá levar para sua equipe. Para comandar a economia, por exemplo, afirmou que pretende colocar um político com conhecimento técnico. Os nomes para ocupar os postos-chave da administração, porém, continuam em aberto.

Lula já indicou que recriará ministérios como os do Planejamento, Fazenda e Pequenas Empresas (fundidas pela Economia); Igualdade Racial, Direitos Humanos e Mulher (também unificados no governo Bolsonaro); Previdência Social, Segurança Pública e Povos Originários (área hoje subordinada à Justiça), além de Pesca (hoje anexada à Agricultura) e Cultura (que passou a integrar a estrutura do Turismo).

É consenso que o terceiro governo de Lula terá uma participação menor de representantes do PT em relação às gestões de 2003 e 2007, em virtude da formação de um leque mais amplo de alianças. Também haverá necessidade de abrir mais espaço para mulheres, apesar de o candidato ter evitado se comprometer com um governo paritário, e para negros.

Embora o presidente eleito não tenha anunciado nomes, as relações e tarefas delegadas por Lula ao longo do período eleitoral permitem que seja elaborada uma lista de cotados para formar o primeiro escalão do novo governo.

Cotados para o novo governo

Flávio Dino (PSB)

Senador eleito pelo Maranhão, é ex-juiz federal e foi o único nome sinalizado por Lula publicamente para assumir uma função em seu governo. Poderá ocupar o Ministério da Justiça ou uma pasta técnica, como Cidades ou Integração Nacional, se esses ministérios forem recriados.

Jaques Wagner (PT)

Amigo de Lula há 40 anos, senador conta já ter dito a ele que gostaria de ser uma espécie de secretário pessoal do presidente com status de ministro. Tem bom trânsito para atuar na articulação política, é um dos interlocutores de Lula junto às Forças Armadas e poderá ter papel nas relações internacionais.

Rui Costa (PT)

Governador da Bahia por dois mandatos, é economista e foi deputado federal. Gestor bem avaliado pelos baianos, é um dos citados para ocupar cargo na economia. Também pode ocupar uma pasta técnica como Cidades ou Integração Nacional.

Aloizio Mercadante (PT)

Ao lado da presidente do PT, Gleisi Hoffmann, foi o integrante da campanha mais próximo de Lula e coordenou o programa de governo. É certo, porém, que não irá para o Ministério da Fazenda, por ser conhecido como um economista desenvolvimentista. É cotado para assumir o do Planejamento.

Gleisi Hoffmann (PT)

Presidente do PT é considerada nome certo no governo pela relação próxima com Lula nos últimos anos. É esperado, porém, que não ocupe novamente a Casa Civil, como na gestão Dilma Rousseff, quando não foi bem avaliada. Pode assumir uma das pastas de auxílio à Presidência, como a Secretaria-Geral.

Alexandre Padilha (PT)

O deputado federal atuou na interlocução da campanha com empresários e agentes econômicos. Já foi cotado como ministro da Fazenda. Lula também costuma elogiar o seu trabalho como Ministro das Relações Institucionais em seu segundo governo. O presidente eleito gosta da sua habilidade em negociações.

Fernando Haddad (PT)

Derrotado para o governo de São Paulo, é nome certo no Ministério de Lula, com boas chances de ocupar a Fazenda. Mostrou-se um aliado fiel do presidente eleito e ganhou pontos ao ser o principal responsável pela articulação que levou o ex-governador Geraldo Alckmin para o posto de vice da chapa presidencial.

Edinho Silva (PT)

Para assumir um cargo, teria que renunciar à prefeitura de Araraquara (SP). Durante a campanha, foi responsável por coordenar a comunicação. Tem muita proximidade com Lula. Pode ocupar um dos ministérios de auxílio à Presidência; da Comunicação Social, como no governo Dilma, ou de articulação política.

Marina Silva (Rede)

Ex-ministra do Meio Ambiente de Lula, é o quadro mais importante da Rede, partido que espera integrar o novo governo. Eleita deputada federal por São Paulo, participou de debates sobre a agenda verde e também sobre a aproximação da candidatura do eleitorado evangélico.

Wellington Dias (PT)

Senador eleito pelo Piauí foi um dos nomes responsáveis por fazer a interlocução de Lula com empresários durante a campanha. É considerado coringa para a articulação do governo com o Congresso e já teve seu nome citado entre as bolsas de apostas para a economia.

Izolda Cela

Atual governadora do Ceará, fez carreira na área de Educação. Comandou a pasta da área no estado, com bons resultados nas provas de avaliação. Mostrou fidelidade ao PT ao romper com a família de Ciro Gomes por não ter sido escolhida para disputar a reeleição pelo PDT. Ocuparia o Ministério da Educação.

Sônia Guajajara (PSOL)

A líder indígena poderia ocupar o Ministério dos Povos Originários, já anunciado por Lula como uma nova pasta em seu governo. O petista também disse que poderia colocar um indígena no cargo. Membro do povo Guajajara/Tentehar, no Maranhão, Sônia é formada em Enfermagem e Letras.

Márcio França (PSB)

O ex-governador de São Paulo foi um dos principais negociadores da aliança nacional entre o PT e o PSB. Por ser um dos políticos mais poderosos do principal partido da coligação de Lula, a expectativa é que tenha lugar de destaque no governo.

Tereza Campello (PT)

Coordenadora do programa Brasil Sem Miséria no governo Dilma Rousseff, liderou as discussões do novo Bolsa Família durante a campanha e foi uma das porta-vozes para tratar de propostas de combate à fome. A economista foi ministra de Desenvolvimento Social no primeiro mandato de Dilma.

Paulo Câmara (PSB)

O governador de Pernambuco foi o primeiro nome dentro de seu partido a defender uma aproximação com Lula na disputa pelo Palácio do Planalto. Seu mandato à frente do governo do estado termina em 1º de janeiro. Ele pode ocupar o Ministério da Ciência e Tecnologia.

José Guimarães (PT)

Deputado federal reeleito, ganhou prestígio ao articular a candidatura de Elmano Freitas, eleito governador do Ceará no primeiro turno. Faz parte do grupo de confiança de Lula e pode ocupar um ministério de articulação política ou a liderança do governo na Câmara dos Deputados.

Simone Tebet (MDB)

Após ficar em terceiro lugar na corrida presidencial, a senadora entrou de cabeça na campanha de Lula. Ela já disse que pode contribuir na área de educação e agricultura, mas ressaltou não precisar de cargo para isso . Lula, por sua vez, afirmou precisar de Tebet para “construir e reconstruir o Brasil”.

Humberto Costa (PT)

Ministro da Saúde no primeiro mandato de Lula, o senador foi responsável, durante a campanha, por centralizar as informações da área. Aprofundou as discussões sobre as políticas públicas que deverão guiar a atuação da pasta, como o desenho de um novo Mais Médicos.

Com informações do Extra

Jovem Pan demite Augusto Nunes, Caio Copolla, Guilherme Fiúza e Guga Noblat após vitória de Lula

A Jovem Pan anunciou, nesta segunda – feira (31), a demissão de quatro de seus colaboradores: Caio Copolla, Guilherme Fiúza, Augusto Nunes e Guga Noblat. Fiúza e Nunes faziam parte de Os Pingos nos Is, o principal programa da emissora. Já Copolla mantinha participações no canal pago JP News.

Noblat também anunciou o seu desligamento esta tarde. O comentarista do programa Morning Show disse que estava afastado há uma semana. “Acabo de ser comunicado que estou fora da Jovem Pan por não ter defendido a rádio na história da censura”, escreveu em suas redes.

A emissora divulgou um comunicado oficial sobre a saída de Augusto Nunes, contratado em 2016. “Os termos e detalhes do deslinde não serão objetos de comentários por conta de o contrato de origem estar acobertado e protegido por cláusula de sigilo e confidencialidade.”

Carta Capital

“Se eu ver um pobre, não vou ajudar”, diz influencer após apostar R$ 18 mil na derrota de Lula e perder

Na tarde deste domingo (30), uma influencer piauiense causou polêmica nas redes sociais. Amanda Brito, de 22 anos, discutiu com os seguidores o resultado das eleições, gerando comentários ofensivos. Luiz Inácio Lula da Silva (PT) foi eleito presidente do Brasil pela terceira vez neste domingo (30). Ele derrotou Jair Bolsonaro (PL), que buscava a reeleição.  

A jovem, que atua no agronegócio e mora no município de Bertolínia, a 402 Km de Teresina, no Piauí, afirmou que não ajudará os pobres, em uma crítica aos eleitores de Lula. “E se eu vejo um pobre, eu não vou ajudar, porque o Lula já vai ajudar vocês, ainda bem!”, publicou.

Amanda relatou que havia realizado uma aposta de R$ 18 mil no segundo turno, e ao sair o resultado, ela causou alvoroço nos stories da rede social. A influencer criticou a atitude dos piauienses ao analisar a vitória do presidente eleito, que teve o seu melhor desempenho no 2º turno da eleição de 2022 no Piauí, com 76,86% dos votos válidos.

Após a repercussão, Amanda voltou atrás e explicou o motivo e a intenção do seu posicionamento,que havia passado por mal interpretação dos seguidores. “O Lula tirou o pobre da pobreza, estou recebendo muito essa msg [sic]. E o ‘pobre’ da postagem que eu falei: é o pobre que diz que é pobre! E eu repito, eu preciso de pessoas, e sempre vou precisar! Eu não estou chamando ninguém de pobre: estou falando do pobre que falou que precisava e depois sai falando mal, porém eu tenho humildade e caráter! E foi de coração a minha ajuda, sempre vai ser! Então Deus sabe do meu coração! Eu não ajudo (essa pessoa)”, finaliza.

Petrobras perde R$ 34,2 bilhões em valor de mercado em um dia

A Petrobras perdeu R$ 34,2 bilhões em valor de mercado nesta 2ª feira (31.out.2022), depois da eleição do candidato Luiz Inácio Lula da Silva (PT). As ações ordinárias da estatal caíram 7,04%, enquanto as preferenciais tombaram 8,47%.

As empresas públicas perderam R$ 38,6 bilhões ao todo. O cálculo foi feito pelo analista Einar Rivero, da TradeMap. Os papéis do Banco do Brasil tiveram queda de 4,64%, o que representa uma desvalorização de R$ 5,1 bilhões. O BB Seguridade teve ganhos de R$ 700 milhões.

A Petrobras e o Banco do Brasil tiveram as maiores baixas do Ibovespa, principal índice da B3 (Bolsa de Valores de São Paulo). O recuo destas empresas limitou os ganhos do mercado de ações desta 2ª feira (31.out.2022). As companhias representam 13,9% do total da carteira da B3, sendo a Petrobras com 11,34% (ordinárias, 4,45%, e preferenciais, 6,89%. Já o BB detém 2,56%.

O valor de mercado da Petrobras caiu de R$ 448,7 bilhões para R$ 414,5 bilhões. Já o do BB recuou de R$ 110,8 bilhões para R$ 105,6 bilhões.

O Ibovespa avançou 1,31%, aos 116.037 pontos. O dólar comercial fechou aos R$ 5,17 nesta 2ª feira (31.out.2022), queda de 2,54% depois do resultado do 2º turno das eleições presidenciais.

Nos Estados Unidos, o Dow Jones fechou em queda de 0,39%. O S&P 500 caiu 0,75%. Os principais mercados de ações europeus subiram. O índice Euro Stoxx 50 avançou 0,13%. O FTSE 100 do Reino Unido teve alta de 0,66%.

O mau desempenho das empresas estatais no Ibovespa se deve à frustração dos investidores que apostaram na vitória do presidente Jair Bolsonaro (PL) nas eleições de 2022.

Poder 360

Futuro governo precisará ampliar orçamento em R$ 280,3 bilhões

Passada a disputa eleitoral, o governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), eleito neste domingo (30), começa a encarar a dificuldade para organizar as contas públicas em 2023. O País terá de colocar de pé propostas econômicas audaciosas, como a manutenção do Auxílio Brasil em R$ 600 e promover a correção da tabela do Imposto de Renda, além de enfrentar um debate sobre reajustes de servidores do Executivo.

O novo governo precisará de R$ 280,3 bilhões, o equivalente a cerca de 15% da receita total, para equilibrar as contas públicas, de acordo com um mapeamento realizado pela consultoria Tendências. Isso porque as medidas em discussão e que se desenharam ao longo da eleição presidencial deste ano não cabem no teto de gastos, a regra que limita o crescimento das despesas à inflação do ano anterior, e, portanto, vão forçar ainda mais o novo governo definir qual será a sua política para as contas públicas do País.

Será difícil fazer a conta fechar porque o Orçamento enviado pela equipe econômica para o Congresso no fim de agosto se tornou irrealista. O valor do Auxílio Brasil foi definido em R$ 405, por exemplo. “É um cenário muito desafiador. Vai exigir muita vontade política e capacidade de resolver tudo isso de forma organizada e clara”, diz Juliana Damasceno, economista da consultoria Tendências e responsável pelo levantamento.

Em alguns casos, os números apurados pelo estudo podem até ser considerados conservadores. O custo anual da manutenção do Auxílio Brasil no valor de R$ 600 é estimado em R$ 52 bilhões, mas essa cifra pode crescer a depender de qual será o desenho do programa no próximo governo.

Além do pagamento do Auxílio Brasil e do aumento linear dos salários dos servidores, que pode somar R$17,7 bilhões, haverá pressões com uma conta bilionária de precatórios, de R$ 51,2 bilhões a ser paga e com o aumento das despesas discricionárias do governo para o mesmo patamar deste ano, o que somaria R$36,8 bilhões, – o mínimo necessário, segundo a Tendências, para evitar paralisações na máquina pública.

“Por mais que o teto de gastos possa ter inúmeros problemas, eu acharia muito difícil a gente não ter um reajuste de servidor num ano eleitoral”, afirma Juliana. “O teto acabou funcionando como uma camisa de força.”

No campo da receita, uma importante fonte de queda de arrecadação pode se dar com a correção da tabela do Imposto de Renda para pessoa física.

Se o reajuste for feito com base na inflação acumulada ao longo do governo Jair Bolsonaro, a faixa de isenção subiria dos atuais R$ 1,9 mil para R$ 2.467,25, o que implicaria em uma perda de R$ 31,3 bilhões para o governo federal. Mas, com a promessa de correção da tabela do imposto de renda para isentar quem recebe até R$5 mil, o custo seria da ordem de R$197 bilhões.

A futura administração também pode ter desfalques bilionários com a manutenção do corte do Imposto sobre Produto Industrializados (IPI), prorrogação da desoneração de tributos federais sobre combustíveis e desonerações de diferentes setores.

“Não tem fundamento renovar a desoneração de combustíveis, num cenário em que o governo prevê que os grandes dois vetores, o preço do barril Brent e o câmbio, estarão comportados”, afirma Juliana. “Eu até acredito que, de alguma forma, essa medida possa cair. Estamos falando de algo da ordem de R$ 53 bilhões. Não é pouca coisa. Quanto mais a gente abre mão de receita em algum setor, mais deveríamos cobrar de outros, porque ainda estamos num cenário de déficit. A conta não fecha.

Os riscos fiscais para 2023 vão deixar o quadro das contas públicas ainda mais nebuloso. O rumo das finanças públicas se transformou no principal nó da economia brasileira. Neste ano, os analistas até projetam um superávit para o governo central – será o primeiro desde 2013 -, mas eles dizem que essa melhora é pontual.

Em 2022, a arrecadação do governo tem sido beneficiada pelo crescimento econômico acima do esperado – as projeções para o Produto Interno Bruto (PIB) deste ano já se aproximam de 3% -, inflação elevada e alta dos preços das commodities, como petróleo e minério de ferro.

Para o próximo ano, as previsões para o crescimento da economia estão próximas de 0,5%, a inflação tende a ceder, e a expectativa de uma recessão global deve contribuir para um preço mais baixo de produtos básicos.

“Com a manutenção do Auxílio Brasil em R$ 600, projetamos um déficit de 1% e a dívida subindo para 82%, um patamar considerado elevado para os padrões de um país emergente”, afirma Daniel Couri, diretor executivo da Instituição Fiscal Independente (IFI), órgão ligado ao Senado. “Será um grande desafio para o próximo governo manter a dívida num patamar sustentável”, diz o diretor do IFI.

Lula vai ter oposição fortalecida no Congresso

Eleito para o terceiro mantado presidencial, Luiz Inácio Lula da Silva (PT) toma posse em janeiro, mas em fevereiro, quando será empossado o novo Congresso Nacional, começa a governar o país com minoria parlamentar na Câmara Federal e no Senado Federal, conforme o resultado que saiu das urnas no primeiro turno das eleições de outubro.

Partidos alinhados ao presidente Jair Bolsonaro, que perdeu a reeleição por uma margem de 1,8% dos votos, fizeram a maioria nas duas casas, contando inclusive com grande parte da bancada do Rio Grande do Norte, onde seis dos oito deputados federais se elegeram pelo Partido Liberal (4) e União Brasil (2), que se alinhou ao presidente no segundo turno (30/10), enquanto o PT elegeu dois deputados, a reeleita Natália Bonavides e o novato Fernando Mineiro.

Já no Senado Federal, o PL contará com o senador eleito Rogério Marinho, que se junta ao senador Styvenson Valentim (Podemos), que apoiou Bolsonaro no segundo turno e à senadora Zenaide Maia (PROS), aliada da governadora do Estado, Fátima Bezerra (PT).

O PL de Bolsonaro fez 99 cadeiras na Câmara dos Deputados e no Senado da República o PL registrou oito vitórias, sendo seis de políticos estreantes e duas de reeleitos: Romário (RJ) e Wellington Fagundes (MT).

Com a eleição de Jorginho Melo para o governo de Santa Catarina, o PL perde uma cadeira no Senado, em seu lugar entrará a suplente do MDB, Ivete da Silveira, mas que não altera a correlação de forças partidárias na Casa.

A legenda, que já é atualmente o maior partido na Câmara com 76 das 513 cadeiras da Casa, elegeu 99 deputados federais — 23 assentos a mais do que tem hoje — para a nova legislatura, que começa a partir de 1º de fevereiro de 2023.

Além do PL, outros partidos da coligação de Bolsonaro, PP e Republicanos, aliados a outras siglas, farão oposição ao governo Lula, como os senadores eleitos Alan Rick (União Brasil-AC), Cleitinho (PSC-MG) e Sergio Moro (União Brasil-PR).

Da base aliada do presidente eleito Lula, a federação formada pelo PT, PCdoB e PV conquistou 80 cadeiras na Câmara. Os petistas foram os eleitos mais votados em dois estados: Espírito Santo, com Helder Salomão, e Rio Grande do Norte, com Natália Bonavides. O Psol, que teve o candidato a deputado mais votado de São Paulo, Guilherme Boulos, com mais de 1 milhão de votos, também deve reforçar a base petista na Câmara.

No Senado, o PT Beto Faro (PA), Camilo Santana (CE), Tereza Leitão (PE) e Wellington Dias (PI), que volta à Casa. Os outros são estreantes e se juntarão a Jaques Wagner (BA), Humberto Costa (PT) e Paulo Paim (RS).

A bancada governista no Senado ainda contará com os senadores eleitos Renan Filho (MDB) e Flávio Dino (PSB), por Alagoas e Maranhão, respectivamente, e alguns independentes do PSD, como os reeleitos Omar Aziz, do Amazonas, e Otto Alencar, da Bahia, além de outros parlamentares que estão em meio de mandato: Randolfe Rodrigues (Rede), Eliziane Gama (Cidadania), Jader Barbalho (MDB) e Renan Calheiros (MDB).

A conclusão do segundo turno das eleições de 2022 no domingo (30) deu números finais às bancadas do Senado para o ano que vem. O PL, já confirmado como o maior partido a partir da próxima legislatura, terá 14 senadores. Ele será seguido pelo PSD, com 11; por MDB e União Brasil, com 10 cada um; e pelo PT, com 9. Juntas, essas cinco bancadas vão perfazer dois terços do Senado.

Já a Federação Brasil da Esperança, que inclui o PT, PV e PCdoB, e atuará na Câmara como um só partido, elegeu 80 deputados (12 a mais do que os 68 que as legendas têm atualmente juntas) — e será dona da segunda maior bancada na Casa.

Levando em consideração apenas o PT, partido do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, primeiro colocado no primeiro turno nas eleições presidenciais, a legenda elegeu 68 parlamentares, 12 a mais do que na eleição anterior.

Na sequência, aparecem os seguintes partidos por ordem de tamanho de bancada: União Brasil (58), PP (47), MDB (42), PSD (42), Republicanos (41), Federação PSDB/Cidadania (18) e PDT (17).

O PSB, partido do candidato a vice de Lula, Geraldo Alckmin, elegeu 14 deputados, assim como a Federação PSOL/Rede — esses partidos são seguidos pelo Pode (12), Avante (7), PSC (4), Solidariedade (4), Patri (4), Novo (3), PROS (3) e, por último, PTB (1).

Números

99 deputados federais foram eleitos pelo PL, partido do presidente Jair Bolsonaro.

14 senadores vão formar a bancada do PL na próxima legislatura.

Macron divulga vídeo de ligação que fez para cumprimentar Lula

O presidente francês Emmanuel Macron publicou nesta segunda-feira (31) no Twitter um vídeo que mostra trechos de seu telefonema para Luiz Inácio Lula da Silva cumprimentando o brasileiro pela vitória na eleição presidencial.

No vídeo, Macron e Lula conversam com o auxílio de tradutores intérpretes. “Estamos vivendo um dia muito feliz porque conseguimos resgatar a democracia”, diz Lula após receber os parabéns do líder francês. Macron, por sua vez, se diz satisfeito por “relançar a parceria estratégica à altura da história” de França e Brasil.

Diferentemente de Lula, a relação de Macron com Jair Bolsonaro ficou abalada após um comentário do brasileiro sobre a primeira-dama francesa.
Em 2019, Bolsonaro fez um comentário no Facebook, sobre a atuação de aviões da Força Aérea Brasileira (FAB) em Porto Velho para combater as queimadas na Amazônia.

Um seguidor postou fotos dos presidentes acompanhados de suas mulheres com a seguinte pergunta: “Entende agora pq Macron persegue Bolsonaro?”. O seguidor ainda acrescentou “é inveja presidente do Macron pode crê (sic)”.

Bolsonaro respondeu ao comentário dizendo: “Rodrigo Andreaça não humilha kkkkk”. Depois ele apagou a resposta.

Na época, Macron disse que o episódio era “triste”. “Creio que os brasileiros, que são um grande povo, têm também vergonha de ver esse comportamento — eles esperam, quando se é presidente, que nos comportemos bem em relação aos outros.”

E completou: “Como tenho uma grande amizade e respeito pelo povo brasileiro, espero que eles rapidamente tenham um presidente que se comporte à altura”.

Fonte: g1

Quem não votou no segundo turno tem até 9 de janeiro para justificar

Cada turno de votação é contabilizado como uma eleição independente
O eleitor que não compareceu às urnas nesse domingo (30), no segundo turno das eleições gerais, tem 60 dias para justificar a ausência e assim não ficar em situação irregular junto à Justiça Eleitoral.

Quem não vota e não justifica fica sem poder emitir o certificado de quitação eleitoral e pode ficar impedido de emitir documentos de identidade ou passaporte, entre outras limitações. Isso ocorre porque o voto é obrigatório no Brasil, para quem tem entre 18 e 70 anos.

Para ficar quite com a Justiça Eleitoral é preciso ter votado em todas as eleições passadas ou justificado as ausências. O eleitor também não pode ter deixado de atender aos chamados para trabalhar como mesário. Caso esteja irregular, é necessário regularizar a situação por meio do pagamento de multas, por exemplo.

Cada turno de votação é contabilizado como uma eleição independente pela Justiça Eleitoral. No caso do primeiro turno das eleições deste ano, quem não votou tem até 1º de dezembro para justificar a ausência.

Existem três formas de justificar a ausência às urnas: pelo aplicativo e-Título; pelo Sistema Justifica, nos portais da Justiça Eleitoral; ou preenchendo um formulário de justificativa eleitoral.

Cada justificativa é válida somente para o turno ao qual a pessoa não tenha comparecido por estar fora de seu domicílio eleitoral. Assim, caso tenha deixado de votar no primeiro e no segundo turno da eleição, terá de justificar a ausência em cada um.

Além de preencher dados e dar o motivo para ter faltado à votação, é aconselhável anexar documentos que comprovem a justificativa, que em todo caso deve ser analisada por um juiz eleitoral, que pode aceitá-la ou não.

As informações são da Agência Brasil

Seguro-Desemprego Pescador Artesanal: Acordo permite pagamento do Seguro Defeso 2015/2016

400 mil pescadores serão beneficiados e os segurados poderão receber entre uma e quatro parcelas de R$ 1.212
O Seguro-Desemprego Pescador Artesanal - ciclo 2015-2016 – será pago a 400 mil pescadores em todo país.

O acordo que autoriza o pagamento do benefício foi assinado na última quinta-feira (27) pelo Ministério do Trabalho e Previdência, INSS , Advocacia Geral da União e a Confederação Nacional dos Pescadores e Aquicultores.

Os segurados serão identificados pelo INSS e poderão receber entre uma e quatro parcelas de R$ 1.212, de acordo com cada situação particular. O pagamento será feito por meio de Requisição de Pequeno Valor emitida pelo Poder Judiciário.

Para ter direito as parcelas, o pescador precisa declarar que não dispôs de outra fonte de renda durante o ciclo 2015/2016; não recebeu integralmente os valores referentes ao seguro-desemprego do pescador artesanal nas esferas administrativa e judicial; e possuía, na época, inscrição no Registro Geral de Pesca do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.

Homem é preso em flagrante por tentativa de triplo homicídio na Serra da Ibiapaba

Suspeito está à disposição da Justiça
Um homem foi preso em flagrante no último domingo, 30, em São Benedito, na Serra da Ibiapaba, por suspeita de atirar contra três pessoas, que foram socorridos e encaminhados a uma unidade hospitalar.

Após identificar o autor dos disparos, os Policiais Militares envolvidos na ocorrência chegaram ao local onde encontraram João Paulo Silva de Moraes, de 31 anos, conhecido como “Coruja”, que, ao perceber a chegada dos agentes, tentou fugir com uma bolsa, mas foi capturado.

Com ele, foram apreendidos dois revólveres, sendo um calibre 38 e outro calibre 32, munições, 870 gramas de maconha e uma quantidade de dinheiro em espécie.

O suspeito foi conduzido à Delegacia Municipal de São Benedito da Polícia Civil do Ceará, onde foi autuado em flagrante por tentativa de triplo homicídio, tráfico de drogas e posse irregular de arma de fogo. O homem está à disposição da Justiça.

Homem morreu depois de abordagem da PM

Segundo o boletim de ocorrência, a polícia foi acionada depois que o fisiculturista colocou para fora a namorada que usava apenas com roupas íntimas
Um fisiculturista morreu depois de ter sido imobilizado por policiais militares por se envolver em uma briga dentro de um condomínio na Vila Andrade, Zona Sul da capital paulista, nesta segunda-feira (31). Câmeras de segurança registraram a abordagem dos policiais.

De acordo com o boletim de ocorrência, Reinaldo Armando Vettilo Junior morava com a namorada em um apartamento. Os dois se envolveram em uma briga, e ele a colocou para fora do imóvel vestindo apenas calcinha e sutiã.

Os vizinhos que estavam no salão de festas viram a situação e tentaram conter Reinaldo. A polícia foi chamada, e imagens de celular mostram os policiais militares chegando.

No vídeo, é possível ver que dois agentes apontaram a arma para o fisiculturista, que colocou a mão na cabeça. Depois, um deles foi para cima do homem e o imobilizou. Um dos PMs pressionou o joelho sobre o pescoço dele. Em determinado momento, o homem parou de responder.

A família diz que foi informada pelo médico do Hospital do Campo Limpo que Reinaldo morreu por asfixia mecânica. Mas o laudo oficial diz que a causa da morte ainda precisa ser esclarecida.

No boletim de ocorrência, consta que um policial atirou com pistola taser, que não foi suficiente pra contê-lo e que outros disparos foram feitos.
PMs são acionados para ocorrência de briga, e homem morre em SP

Quando a derrota moral é pior do que a derrota eleitoral

O Brasil e o mundo aguardam fala de Bolsonaro / Tomaz Silva/Agência Brasil
Dois dias depois do resultado eleitoral que deu vitória a Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o Brasil segue numa encruzilhada política.

Não, exatamente, pelo resultado apertado. Pela regra, a vitória acontece quando o concorrente alcança 50% mais um dos votos. O restante é sobra.

Portanto, temos um novo presidente da República eleito, muito bem referendado dentro e fora do Brasil e pronto para começar a transição.

A questão da divisão que persiste é mais política. E nem poderia ser diferente, dadas as circunstâncias que nos trouxeram até aqui.

Mas a tensão que transbordou o anúncio do resultado não é, necessariamente, ruim para o grupo que começa a se organizar para assumir.

O silêncio do presidente derrotado, os crimes cometidos por caminhoneiros Brasil afora e outras atitudes reprováveis tendem a murchar a bolha bolsonarista.

O motivo
Ninguém nunca saberá. Mas, como aqui já foi dito, foi, provavelmente, o bolsonarismo que derrotou Bolsonaro. E segue derrotando.

Antes do dia da votação, tivemos os casos Roberto Jefferson, Carla Zambelli, Paulo Guedes, Paraisópolis, Foz do Iguaçu, entre muitos outros.

Agora, depois do resultado, caminhoneiros bloqueiam rodovias, a Praça dos Três Poderes, em Brasília, está cercada e voos em aeroportos já são impactados.

A atuação da Polícia Rodoviária Federal, a antes gloriosa PRF, é um episódio à parte. A vergonhosa atuação da corporação começou no final de semana e segue digna de polícia política.

Ao não falar à nação, Bolsonaro sopra seu apito de cachorro, numa espécie de versão tupiniquim do que aconteceu nos Estados Unidos após a derrota de Donald Trump.

Entretanto, assim como lá, tudo que vem acontecendo no Brasil pós-30 de outubro poderá cair na conta da extrema direita, liderada pelo ex-capitão.

Tamanho real
O bolsonarismo continuará significante. Porém, bem menor do que aquele que se expressou nas urnas, no último domingo. Voltará a seu tamanho real.

O movimento e ideário seguirão uma máquina difícil de desmontar, como reconhece a maioria. No entanto, parte do trabalho já está sendo feita pelos próprios bolsonaristas mais virulentos.

O bolsonarismo meteu medo em parte do eleitorado indeciso. A outra parte, que mesmo assim votou nele, deve, agora, estar impactada pela derrota moral do presidente e parte de seus seguidores.

Isso tem muito mais peso e será muito mais eloquente do que a estreita diferença de votos, depois de descontados os 50% mais um.

Derrotas eleitorais são do jogo jogado. Derrotas morais maculam, politicamente, por muito mais tempo.

O Otimista 
Por Erivaldo Carvalho

Quais as vantagens da água mineral em lata, como a de William Bonner?

Na noite de domingo (30), durante a apuração das eleições, o apresentador da TV Globo William Bonner acabou virando alvo de piadas e memes na internet quando abriu uma lata de bebida ao vivo. Era água, mas muita gente nas redes sociais achou que era cerveja. Mais tarde, Bonner teve de se explicar: “Gente, a água aqui é latinha. Vocês acham que eu ia beber outra coisa durante uma apuração? Pelo amor de Deus”, disse.

O brasileiro está acostumado a comprar e consumir garrafinhas de plástico quando quer beber água na rua, mas algumas marcas já vendem água em lata no mercado brasileiro, como Minalba e Ambev AMA. Até mesmo o surfista Pedro Scooby criou a sua própria marca de água enlatada.

E o mais importante: muitos ainda não sabem que as latinhas de alumínio são mais sustentáveis para o planeta do que as garrafas PET e ainda geram mais emprego e renda à cadeia de reciclagem. Segundo estudo de 2022 do Instituto Internacional do Alumínio feito em cinco mercados – Brasil, Estados Unidos, Europa, China e Japão -, as latas de alumínio têm 71% de índice de reciclagem, enquanto as garrafas PET tem índice de 40%.

Cada nova lata feita a partir da coleta e reciclagem contém 33% de material reciclado, enquanto a garrafa de plástico tem apenas 7%; e 98% das embalagens de alumínio recicladas transformam-se em produtos infinitamente recicláveis, enquanto esse índice é de 20% para o plástico. As latinhas também remuneram bem melhor os profissionais de coleta. Segundo a associação sem fins lucrativos Cempre, o alumínio vale oito vezes mais do que o vidro e catorze vezes mais do que o papelão para o mercado de reciclados.

No Brasil, 97,4% das latinhas são recicladas e retornam às prateleiras em até 60 dias, segundo a Associação Brasileira do Alumínio (Abal). Já o plástico e as garrafas PET encontram uma situação bem menos sustentável.

As garrafinhas de plástico também são as maiores vilãs dos oceanos. Segundo a Ocean Conservancy, um grupo sem fins lucrativos de defesa ambiental, as garrafas plásticas são o terceiro tipo de resíduo mais comumente encontrado nas praias do mundo, atrás somente das bitucas de cigarro e das embalagens plásticas de alimentos. E, segundo estudo de 2020 da agência científica nacional da Austrália, CSIRO, o fundo dos oceanos abriga 14 milhões de toneladas de microplástico. 

Guilherme Dearo/Folhapress
O Otimista

Eleitos devem ser diplomados até 19/12

A diplomação dos candidatos eleitos no primeiro e no segundo turnos nas eleições deste ano deve ocorrer até o dia 19 de dezembro. Cabe ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) entregar os diplomas de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Geraldo Alckmin (PSB), eleitos respectivamente presidente e vice-presidente da República no domingo (30). A data da cerimônia de diplomação no TSE ainda será definida.

Já aqueles que se elegeram para os cargos de governador, senador, deputado federal e estadual ou distrital serão diplomados pelos Tribunais Regionais Eleitorais (TREs). As cerimônias de entrega dos diplomas a esses eleitos serão marcadas pelos próprios TREs, respeitando a data-limite de 19 de dezembro.

A diplomação serve para formalizar que o diplomado foi escolhido pela maioria dos eleitores. Ela marca o encerramento do processo eleitoral. Nessa ocasião, são entregues os diplomas, assinados pelo presidente do TSE e dos respectivos TREs.

O diploma expedido pela Justiça Eleitoral atesta a vitória nas urnas, tornando os eleitos aptos a tomar posse. Sem esse documento, eles não podem assumir o cargo. Não pode ser diplomado o candidato que estiver com o registro indeferido, ainda que o recurso esteja pendente de julgamento.

O Estado/CE

Homem joga dinheiro para romeiros em Juazeiro do Norte

Vídeo foi filmado por uma turista pernambucana, no dia 31 de outubro
Vídeo postado nas redes sociais mostra um homem jogando dinheiro para fiéis nas proximidades da Estátua de Padre Cícero na Colina do Horto, em Juazeiro do Norte. O momento foi filmado por uma turista pernambucana, no dia 31 de outubro.
De acordo com informações iniciais, o homem pagava uma promessa. A “chva de dinheiro” movimentou os romeiros da região.
GCMais

Ceará lança edital de concurso para PM com 113 vagas

"Seguimos investindo no fortalecimento da segurança pública para os cearenses", destacou
A governadora Izolda Cela (Sem Partido) anunciou hoje, nesta segunda-feira, 31, em transmissão ao vivo pelo Facebook, a abertura do novo concurso para a Polícia Militar (PM) com 113 vagas, incluindo cadastro de reservas.

Conforme a governadora, são vagas imediatas, com cotas para mulheres e pessoas negras ou pardas. As inscrições começam no dia 18/11 e seguem até 21/12, tendo o IDECAN como banca organizadora.

Podem participar candidatos que tenham entre 18 e 30 anos incompletos no ato da inscrição. “Seguimos investindo no fortalecimento da segurança pública para os cearenses”, destacou.

O edital será a publicado no Diário Oficial do Estado (DOE) desta segunda-feira, 31. As inscrições para o concurso serão oficialmente iniciadas no dia 18 de novembro e se estendem até 21 de dezembro de 2022. Dentre outros requisitos para a investidura no cargo é exigida a idade mínima de 18 anos no ato de inscrição e até 30 anos incompletos.

O processo seletivo será composto por cinco fases, a primeira delas são as provas objetivas (intelectual), que tem previsão para acontecer no dia 5 de fevereiro de 2023. As fases seguintes são: exame de saúde, teste de aptidão física, exame psicológico e investigação social. O Instituto de Desenvolvimento Educacional, Cultural e Assistência Nacional (IDECAN) foi escolhido como a banca organizadora do certame.

Os aprovados serão admitidos na PMCE como Cadetes e, após a aprovação no Curso de Formação de Oficiais, sob a Coordenação da PMCE e realizado pela Academia Estadual de Segurança Pública, serão declarados Aspirante-a-oficial, dando início a um estágio supervisionado de seis meses. Obtendo conceito favorável na forma de regulamento da Corporação Militar estadual, o Aspirante-a-Oficial será promovido ao posto de 2.º Tenente QOPM.

Durante esse processo, as remunerações iniciais são de R$ 4.560,65 para Cadetes; R$ 7.128,23 para Aspirantes; e de R$ 8.084,05 para o cargo de 2º Tenente.

Focus

A eleição mais apertada da Nova República

A desconfiança quanto às urnas vai crescer após a eleição mais apertada e polarizada da Nova República? Descobriremos em breve
Se as urnas forem respeitadas, Lula da Silva será o próximo presidente do Brasil. Com 99,98% das urnas apuradas, o líder petista tem 50,9% dos votos. Foi a eleição presidencial mais apertada da Nova República.

Eis a lista completa das eleições que chegaram ao segundo turno, da mais acirrada para a menos acirrada:

Ano         Placar           Diferença
2022 50,9% x 49,1% 1,8
2014 51,6% x 48,4% 3,2
1989 53,0% x 47,0% 6
2018 55,1% x 44,9% 10,1
2010 56,1% x 43,9% 11,2
2006 60,1% x 39,9% 20,2
2002 61,3% x 38,7% 22,6
Média 55,4% x 44,6% 10,7
Lula teve 2,1 milhões de voto a mais que Bolsonaro. Em 2014, Dilma superou Aécio por 3,5 milhões de votos. Considerando a República Populista, até há diferenças menores: em 1955, Juscelino Kubitschek teve 470 mil votos a mais do que Juarez Távora. A comparação precisa considerar que o eleitorado era menor, não havia 2º turno e a diferença foi de 5,3 pontos percentuais.

Por outro lado, o Brasil também vivia um período de polarização em 1955 e o resultado quase não foi aceito. O Marechal Henrique Teixeira Lott teve que articular o famoso “Golpe da Legalidade” para garantir a posse de JK.

Segundo as últimas pesquisas Atlas, 75% dos eleitores de Bolsonaro não confiam nas urnas e 70% acreditam que há um alto risco de fraude eleitoral. A desconfiança vai crescer após a eleição mais apertada e polarizada da Nova República? Descobriremos em breve.

Focus com a PollsterGraph
Por Por Pedro Menezes

segunda-feira, 31 de outubro de 2022

Saiba quem é Janja, a futura primeira-dama do Brasil

Foto: Reprodução
Rosângela da Silva é paranaense, socióloga, tem histórico de militância no PT e atuou na campanha do presidente eleito.
A socióloga Rosângela da Silva, a Janja, de 56 anos, será a primeira-dama do Brasil, a partir de 2023. Ela nasceu em União da Vitória, cidade no Paraná, mas foi na capital Curitiba que ela cresceu. A paranaense foi peça-chave na disputa acirrada que reconduziu Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao Palácio do Planalto pela terceira vez.

Janja filiou-se ao PT aos 17 anos e, nas redes sociais, se apresenta como”petista de carteirinha”. Ela é formada em Ciências Sociais pela Universidade Federal do Paraná (UFPR) e se especializou em História.

Com MBA em gestão social e sustentabilidade, a próxima primeira-dama do Brasil atuou como coordenadora de programas voltados ao desenvolvimento sustentável na hidrelétrica de Itaipu, onde ingressou em 2005.

A socióloga também foi assessora de comunicação e relações institucionais na estatal Eletrobras entre 2012 e 2016. Ela voltou a Itaipu em 2016 e se desligou definitivamente da hidrelétrica em 2020.

Romance
Os dois começaram a namorar antes de Lula ser preso, em abril de 2018, quando o petista foi condenado por corrupção e lavagem de dinheiro. O presidente eleito estava viúvo de Marisa Letícia, há cerca de um ano. Ela morreu aos 66 anos em decorrência de um acidente vascular cerebral (AVC).

Durante os 580 dias em que esteve preso em uma cela da Polícia Federal em Curitiba, ele e Janja trocaram cartas e se encontravam nas visitas autorizadas pela Justiça. No dia em que foi solto, o ex-metalúrgico oficializou publicamente o namoro com Janja.

“Eu quero apresentar para vocês uma pessoa de quem eu já falei, mas que nem todos vocês conheciam. Eu quero apresentar a minha futura companheira. Vocês sabem que eu consegui a proeza de, preso, arrumar uma namorada e ainda ela aceitar casar comigo. É muita coragem dela”, disse Lula após deixar a Superintendência da Polícia Federal, em Curitiba, em novembro de 2019.

Em cerimônia com políticos famosos e celebridades, em São Paulo, o petista e a socióloga se casaram em maio de 2022.

Este é o terceiro casamento de Lula. O primeiro foi em 1969, com a operária Maria de Lourdes da Silva. O matrimônio durou até 1971, quando Lourdes morreu devido a um quadro de hepatite. Ela estava no oitavo mês de gravidez à época. O filho que os dois estavam esperando também morreu.

O segundo casamento foi com Marisa Letícia, em 1974. Lula e ela ficaram juntos por mais de 40 anos, até a morte de Marisa, em 2017, por conta de um acidente vascular cerebral. Eles tiveram três filhos: Fábio Luís, Sandro Luís e Luís Cláudio.

GCMais

RC parabeniza Lula por sua vitória e deseja sucesso a sua gestão

Foto: Divulgação
RC, durante disputa ao governo do Ceará, fez campanha para o ex-governador Ciro Gomes (PDT).
O ex-prefeito de Fortaleza, Roberto Cláudio (PDT), também foi para as redes sociais parabenizar o presidente eleito, Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

“Parabenizo o presidente Lula por sua eleição e desejo sucesso a sua gestão à frente dos desafios a serem enfrentados em defesa do povo brasileiro”, escreveu em seu Twitter.

Com Focus