domingo, 21 de agosto de 2022

Pablo Marçal: Lula é “doença” e Bolsonaro “antibiótico vencido”

Cobrado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) a se manifestar sobre o impasse em torno de sua candidatura à presidência da República, o coach Pablo Marçal atacou o presidente Jair Bolsonaro (PL) e o ex-presidente Lula (PT). Marçal criticou os líderes nas pesquisas eleitorais horas antes de o Pros pedir ao TSE o cancelamento da candidatura dele no sábado (20/8).

Marçal se diz contra o apoio à chapa Lula-Alckmin, declarado pelo Pros depois de quatro recentes decisões judiciais voltarem Eurípedes Júnior ao comando do partido. Com isso, Marcus Holanda, rival do atual presidente da sigla, foi destituído do posto em meio à guerra interna que se arrasta há mais de dois anos e virou batalha na Justiça.

“Nunca apoiarei um defunto eleitoral. Porque ele está morto. Nem certidão negativa criminal ele possui e quer ser candidato. Sem explicação isso. Lula, uma doença”, afirmou Marçal ao Metrópoles. “Bolsonaro, um antibiótico vencido (não consegue mais vencer a doença)”, acrescentou, por meio de resposta no WhatsApp.

Depois dos ataques a Lula e Bolsonaro, o coach disse ser alternativa aos dois nas urnas. “Marçal é uma vitamina para fazer o brasileiro crescer”, afirmou ele.
Prazo

O Pros e o coach, que se lançou candidato a presidente após os 15 minutos de fama adquiridos por ter se perdido com um grupo na Serra da Mantiqueira, têm 72 horas para se manifestar sobre o impasse da candidatura dele. A determinação é do presidente do TSE, ministro Alexandre de Moraes, na sexta-feira (19/8), como mostrou o Metrópoles.

A candidatura de Marçal teve mais uma barreira depois de o ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), confirmar também na sexta-feira (19/8) decisão do plenário do TSE que mandou voltar, nove dias antes, Eurípedes Júnior à presidência do Pros, fundador do partido em 2013.

O plenário do TSE, por sua vez, havia confirmado decisão do ministro Ricardo Lewandowski no mesmo sentido, proferida no dia 5 deste mês. Dois dias antes, Marcus Holanda obteve sua única decisão favorável na segunda instância até o momento, já que o ministro Antônio Carlos Ferreira o reconheceu como presidente do Pros.

Metropoles

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