sexta-feira, 31 de março de 2023

Concurso: Secretária confirma concursos para Polícia Militar e Corpo de Bombeiros em Pernambuco

O concurso para preenchimento de vagas na Polícia Militar de Pernambuco e no Corpo de Bombeiros Militar será anunciado em abril. A confirmação foi dada pela secretária de Defesa Social, Carla Patrícia Cunha, durante Debate nesta quinta-feira (30).

Segundo a secretária, mais de 2 mil vagas para praças da Polícia Militar de Pernambuco estão previstas. Haverá vagas também para oficiais

Além disso, segundo Carla Patrícia Cunha, 300 vagas para o Corpo de Bombeiros Militar devem ser anunciadas.

"Serão muitas vagas abertas. Inicialmente, essas duas operativas serão priorizadas, porque sabemos que há uma defasagem significativa em relação ao Brasil. Estamos em 17º lugar em relação aos Estados brasileiros. Nossa meta é ficar entre os 10 em número de efetivo até o fim da gestão", afirmou.

A secretária estadual descartou uma possível convocação de pessoas que participaram do concurso da Polícia Militar realizado em 2018.

CONCURSO DA POLÍCIA MILITAR DE PERNAMBUCO VAI DIMINUIR DÉFICIT

A secretária de Defesa Social reforçou que os concursos são muito necessários para diminuir o déficit de profissionais da segurança em Pernambuco.

Atualmente, o efetivo da Polícia Militar de Pernambuco é de 16.539 profissionais. O número mínimo ideal seria de 27.672, ou seja, faltam mais de 11 mil PMs nas ruas para garantir, de forma mais eficaz, a segurança da população.

O Corpo de Bombeiros conta com 2.465 profissionais na ativa.

Já a Polícia Civil, 5.032. A Polícia Científica conta com 645. Ainda não há previsão para anúncio de vagas para essas duas operativas.

A entrada de novos policiais militares - que só deve acontecer no ano de vem, após o curso de formação dos aprovados - deve aliviar também a situação do efetivo atual, que reclama da sobrecarga de trabalho.

PMs relatam uma rotina de pressão por metas e exigência de participação em plantões extras nos dias de folga.

Muitos militares afirmam que estão esgotados de tantos dias consecutivos trabalhados e sem intervalo para descanso.

Por causa disso, segundo eles, os casos de ansiedade, depressão e afastamentos para tratamento de saúde se multiplicam nos batalhões.

Jornal do Commercio

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