Deltan Dallagnol, que comandou o processo de perseguição judicial contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e com isso enriqueceu e se elegeu deputado, perdeu o mandato em razão de uma emenda proposta à Lei da Ficha Limpa pelo atual ministro da Justiça, Flávio Dino, do tempo em que foi parlamentar.
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Por unanimidade, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiu nesta terça-feira (16) cassar o mandato do deputado federal Deltan Dallagnol (Pode-PR). Deltan atuou como chefe da força-tarefa da Operação Lava Jato em Curitiba e, após deixar o cargo, foi o deputado mais votado do Paraná nas eleições de 2022, com 344 mil votos. Cabe recurso da decisão, mas Deltan Dallagnol terá de sair do cargo eletivo, ocupado há três meses.
A decisão deverá ser cumprida imediatamente e os votos recebidos pelo parlamentar na eleição serão computados para a legenda.
Com 247 e Agência Brasil