sexta-feira, 21 de outubro de 2022

Bolsonaro bate recorde de Lula e ultrapassa 1,4 milhão de acessos simultâneos e 1 milhão de ‘curtidas’ em podcast

Dois dias depois, o presidente Jair Bolsonaro (PL) bateu nesta quinta-feira (20) o recorde de audiência simultânea alcançada pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em um podcast, no YouTube.

Foram mais de 1,4 milhão de internautas simultâneos e mais de 1 milhão de ‘curtidas’, por volta das 20h, que acompanharam a entrevista do atual mandatário no Inteligência Ltda..O recorde foi alcançado com apenas 28 minutos de entrevista.

Na última terça-feira (18), Lula havia registrado o recorde ao conceder entrevista no Flow Podcast, com 1.096.000 de internautas, simultaneamente —quase o dobro do programa com Bolsonaro, que teve pouco mais de 550 mil em mais de 5 horas de conversa, em agosto.

Com informações de UOL

Vídeo: Record expulsa dois participantes de A Fazenda 14 após briga com agressão

Às 2h15 da madrugada desta sexta-feira (21), a produção da Fazenda 14 anunciou oficialmente a expulsão de Tiago Ramos e Shayan Haghbin após uma briga que culminou em agressão de ambas as partes. No comunicado, foi pedido para que os confinados arrumassem as malas do Tiago. Sendo assim, tanto um quanto o outro terão valores descontados na 3ª parcela do cachê pago pela Record TV.

“A produção decidiu retirar do programa os participantes Shay e Tiago. Ambos colocaram em risco a integridade um do outro e também dos outros peões”, informou o comunicado lido por Lucas Santos, Fazendeiro da semana.

Após o anúncio da produção, os participantes ficaram visivelmente chateados com a decisão e lamentaram o ocorrido.

Homem passa HIV para a esposa e é condenado a 12 anos de prisão

A Justiça de Santa Catarina condenou em 14 de setembro, em 1ª instância, Dauro Favaro a 12 anos de prisão pelo homicídio da própria esposa. A acusação do Ministério Público Estadual (MPE-SC) é de que ele não avisou à parceira que tinha o vírus HIV. A defesa nega o desconhecimento por parte da mulher, que morreu há nove anos, e apresentou recurso.

Favaro, morador de Araranguá (SC), ficou viúvo pela primeira vez em 2003 e, após um ano, se casou novamente. Na época, ele tinha 56 anos e a mulher, 52. Segundo a família dela, os dois foram morar juntos oito meses depois de se conhecerem. “Ele era agricultor, muito trabalhador e veio trabalhar aqui”, contou a irmã da vítima, que preferiu não ser identificada. Ela disse ainda que a irmã era simples, também agricultora, e até então havia vivido apenas com a mãe, ajudando a criar os irmãos mais novos.

A relação familiar era boa nos dois primeiros anos de casamento, mas se deteriorou. A saúde da mulher também teve piora progressiva, até o dia em que a irmã decidiu levá-la de volta para a casa da mãe. “Fui até a casa dele e ela estava muito doente. Disse que não tinha a chave da casa para sair. Uma vizinha nos ajudou a tirar ela de lá por um buraco no muro”, contou.

Favaro tentou evitar que a mulher fosse levada, conforme o relato, mas sem sucesso. “Insisti e levei ela”, lembrou a irmã. A mulher morreu em poucas semanas, três dias após ser diagnosticada com aids. Essa discussão foi o que motivou o boletim de ocorrência que resultou mais tarde na investigação da Promotoria.

No entendimento do MPE-SC, Favaro, “ciente de que era portador do vírus da aids, transmitiu, por meio de relações sexuais”, a doença para a mulher. “Era uma briga familiar, uma ocorrência menor, que acabou levando à investigação”, lembrou o promotor Gabriel Ricardo Zanon Meyer, que apresentou a denúncia.

A aids é a doença ocasionada pelo HIV, mas pessoas que tenham o vírus no organismo não necessariamente desenvolvem a infecção sexualmente transmissível (IST). De acordo com a advogada de Favaro, Edna Borges Antonello Rocha, o cliente manteve contato constante com a mulher durante todo o período em que ela esteve com a família e também a visitou no hospital.

Versões
A família da vítima afirma ter procurado vários médicos para a mulher, que já tinha problemas graves de visão. “O oftalmologista que procuramos chegou a dizer que suspeitava que ela estava com aids”, relembra a irmã. Mas o diagnóstico definitivo só viria alguns dias depois, quando ela já estava internada e prestes a ser entubada.

A defesa contesta a informação de que a doença do marido não era conhecida pela esposa e seus parentes. Segundo a advogada, o cliente avisou à mulher sobre o fato de não usar medicação quando começaram o relacionamento. Isso ocorria porque, segundo ele, a unidade de saúde não fornecia o remédio para pacientes com o quadro clínico como o dele, em que não havia agravamento.

De acordo com a Promotoria, informações relatadas pela vítima à médica – que constam no prontuário – indicam que o casal fazia sexo sem preservativo. “Não se trata de cercear o direito sexual de pessoas com HIV. Eu mesmo já tive casos em que se pediu denúncia contra o parceiro e neguei porque a pessoa que morreu sabia da doença”, afirma Meyer.

Vice-presidente da Associação Brasileira Interdisciplinar de Aids (Abia), Veriano Terto Jr chama atenção justamente para o risco de aumento do estigma que pessoas portadoras de HIV sofrem com essas ações judiciais. “Vemos um tratamento superficial de um sistema que é complexo e deveria ser melhor analisado e estudado antes de se divulgar, para que não se criem dúvidas que caiam na conta, na responsabilidade do soropositivo”, diz.

Em 2012, a 5ª Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) já havia decidido que a transmissão consciente do HIV trata-se de lesão corporal grave, prevista pelo artigo 129 do Código Penal. Já o Supremo Tribunal Federal (STF), em 2010, havia firmado a compreensão de que praticar sexo com a finalidade de transmitir aids não configura crime doloso contra a vida. Com isso, a Corte afastou a possibilidade de uma conduta do tipo ser avaliada pelo Tribunal do Júri.

Redes sociais criticam decisão do TSE para tirar posts do ar em até 2h: “inviável”

A resolução aprovada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), nesta quinta-feira (20/10), que reduz o prazo para plataformas digitais excluírem publicações contendo Fake News, gerou críticas e questionamentos por parte das empresas.

Representantes das redes sociais ouvidos pelo Metrópoles apontam dificuldades para cumprir a determinação. Algumas consideram até ser “inviável” fazer alterações imediatas nas equipes, a fim de possibilitar a remoção de URLs em duas horas desde já e em até uma hora no dia do segundo turno das eleições (30/10).

A norma chancelada pelo TSE aumenta o poder de polícia da Justiça Eleitoral e abre a possibilidade de retirada de conteúdo desinformativo em até duas horas. A Corte vai poder determinar que as plataformas derrubem um conteúdo, mesmo não haja ação de um candidato ou coligação contra essa publicação. Se for considerado que aquela fake news já foi discutida pelo plenário do tribunal e removida em outros locais, a Assessoria Especial de Enfrentamento à Desinformação do órgão poderá obrigar a retirada do ar.

Antes, o prazo para a remoção de posts era de 24 horas. Agora, o estipulado poderá ser de até duas horas. “A exceção virou regra. Como vou excluir dezenas de conteúdos que chegam do TSE e de todos os TREs em duas horas? Sem treinar equipe, sem contratar, a 10 dias das eleições? É inviável. Decisão judicial se cumpre, lógico, mas é preocupante”, analisou o integrante de uma das plataformas digitais. Todas os representantes de redes ouvidos pelos Metrópoles preferiram não se identificar por temer retaliações.

Há preocupação também sobre a nova multa por descumprimento, que varia de R$ 100 mil a R$ 150 mil por hora: “É o taxímetro da multa, com a hora em mais de R$ 100 mil”, reclamou representante de plataforma.

Metrópoles

Ministra do TSE suspende 164 direitos de resposta para Lula em inserções de Bolsonaro

A ministra Maria Claudia Bucchianeri, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), suspendeu o direito de resposta concedido ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com 164 inserções durante a propaganda obrigatória eleitoral do presidente Jair Bolsonaro (PL). Depois que a campanha do candidato do PL entrou com recurso, a ministra decidiu pela suspensão da decisão até ter uma análise do colegiado no plenário do TSE.

A decisão foi dada na noite desta quinta-feira (20). Bucchianeri argumentou que a campanha de Bolsonaro apresentou embargos de declaração (um tipo de recurso) em vez de recurso inominado, que daria mais celeridade ao caso.

Na prática, porém, ela aceitou o recurso, suspendendo a eficácia da decisão que concedia o direito de resposta até que todos os ministros do TSE se manifestem sobre o caso em um julgamento. Ainda não há data marcada para a análise do caso.

A decisão diz respeito a peças veiculadas pela campanha de Bolsonaro entre os dias 11 e 17 de outubro (164 vezes), que, de acordo com a ação dos advogados petistas, buscavam “incutir a ideia de que Lula estaria associado à criminalidade”.

CNN Brasil

Após Datafolha mostrar empate técnico, Lula vê eleição apertada e faz acusação contra Bolsonaro: “Usa robôs e máquina de mentiras”

Um dia após a pesquisa Datafolha mostrar um empate técnico, dentro da margem de erro, entre o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, candidato do PT à Presidência, e o presidente Jair Bolsonaro (PL), o petista afirmou na manhã desta quinta-feira, 20, no Rio, que a eleição está muito “apertada” e que é difícil competir com robôs e com uma “poderosa máquina de contar mentiras”.

“A pesquisa serve para nos alertar. Estamos disputando o voto dos indecisos. A eleição está muito parelha, muito apertada. A enxurrada de anúncios do governo na TV, liberação de fundo de garantia ele tem ganhado pontos lentamente. Nosso primeiro objetivo é diminuir a abstenção. Estou certo de que vamos ganhar a eleição”, disse Lula.

Para tentar barrar a disseminação de desinformação e fake news, ministros do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) concederam 184 inserções de direito de resposta ao ex-presidente Lula no tempo destinado a Bolsonaro nas propagandas eleitorais.

A ministra Maria Bucchianeri diz que a campanha de Bolsonaro veiculou fatos sobre Lula “sabidamente inverídicos por descontextualização”.

“Nosso adversário tem uma máquina poderosa de contar mentiras. Não é pouca coisa a rede que o meu adversário usa para contar mentiras, vender monstruosidade e se explicar”.

“Se você pegar essa situação das meninas em Brasília, ele levantou à 1h para fazer uma live, tentando explicar, desmentir, o que ele mesmo havia confessado. O que ele fez está contado em um vídeo feito por ele mesmo. Ele foi na casa achando que as meninas eram prostitutas, quando na verdade, ele ficou assustado com a repercussão”, disse

De acordo com o ex-presidente, “é muito difícil competir com robôs”. “A rede social dele é muito grande. A nossa rede também é muito boa. É muito difícil a gente competir com robôs. Temos que reconhecer a capacidade do exército de milicianos dele de fazer o enfrentamento nas redes sociais. Não tínhamos cultura e experiência. O Brasil não estava habituado com isso”, disse Lula.

Conselho investiga mulher que marcou rosto de bezerro com ’22’

Após um vídeo de uma veterinária marcando o número 22 no rosto de um bezerro com ferro quente viralizar nas redes sociais, o Conselho Regional de Medicina Veterinária do Tocantins informou que vai analisar a conduta da mulher.

Assim que o vídeo repercutiu na internet, diversos protetores de animais e influencers pediram uma explicação da veterinária, identificada comoFernanda Paula Kajozi, sobre o caso.

Segundo informações do G1, Kajozi confirmou ser apoiadora do candidato à presidência do país, Jair Bolsonaro, que usa o número 22 em sua campanha; porém, ela alegou que marcou o número para diferenciar os rebanhos.

No vídeo, podemos ver a veterinária marcando o animal enquanto ele é segurado por um homem. Ao fundo, Kajozi colocou o áudio do jingle “vota, vota e confirma. 22 é Bolsonaro”.

O Ministério da Agricultura esclareceu que a marcação no rosto para vacinação e marcação do rebanho é liberada, mas que a ação da veterinária estava fora do padrão exigido. No Brasil, atualmente, existem dois tipos: a marcação por comprovação de imunização e por controle de rebanho. Além dessa, há outros padrões, mas em outras partes do corpo do animal.

O animal que aparece no vídeo foi marcado na face esquerda e com os dois últimos dígitos do ano.

Segundo a explicação da veterinária, ela fazia uma marcação que corresponderia ao controle de rebanho. No entanto, o número 22 não segue o que é estabelecido pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.

“Eu não marquei 22 na cara do bezerro por conta do Bolsonaro, não. É porque você marca na cara do bezerro o ano, na paleta você marca o mês e atrás, na anca do bezerro, você marca a marca da propriedade, no caso a do meu pai é F1. Eu apenas filmei fazendo um procedimento que desde o mês um está fazendo e até o mês 12 vai estar fazendo. Ano que vem vai ser 23 e assim sucessivamente. Então não tem nada a ver com Bolsonaro. Mas eu sou Bolsonaro”, disse.

Câmara dos Deputados aprova regulamentação da profissão de bugueiro turístico

Foi aprovado na Câmara dos Deputados, nesta semana, o Projeto de Lei N° 5.256/16, sob relatoria do deputado federal Eduardo Bismarck (PDT-CE), que regulamenta a profissão de bugueiro turístico. O projeto prevê normas para o exercício da profissão nos moldes da Lei n° 12.468/2011, que regulamenta a profissão de taxista, permitindo a criação de sindicatos em nível nacional, estadual e municipal. O Projeto de Lei classifica a atuação como bugueiro em três categorias: o turístico permissionário, que é o proprietário de veículo habilitado; o turístico auxiliar, que é o motorista que possui autorização para exercer a atividade, e o turístico locatário, que é o que aluga veículo especial tipo buggy para trabalhar. O texto segue agora para o Senado.

Conforme detalha o projeto, a ausência de regulamentação dificulta a atividade de fiscalização de diversos órgãos com os quais a atividade de buggy-turismo se relaciona, entre eles os de trânsito, segurança, meio ambiente, seguros e defesa do consumidor. ’’Esse projeto garante mais segurança para os bugueiros e para quem pretende contratar os serviços, além de garantir treinamento que possibilita segurança em rotas, o que evita acidentes, fomentando ainda mais a cadeia do turismo, gerando mais renda e movimentando economia para esses profissionais’’, defende Eduardo.

O projeto propõe ainda a isenção de IPI na compra de veículos e peças (buggys) para a categoria, além de assegurar aos bugueiros turísticos o apoio do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para ações de melhoria da qualidade, da eficiência e da segurança dos serviços de buggy-turismo.

Aprovado em 2017 na Comissão de Finanças e Tributação (CFT), o projeto estava parado desde então. Em 2019, o projeto foi colocado em pauta novamente pelo deputado Eduardo Bismarck, sob sua relatoria, que desde então, vem lutando pela aprovação do PL. Como relator, o deputado apresentou parecer pela constitucionalidade da matéria na forma de um substitutivo e foi aprovado na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ).

’’Foi uma grande conquista para todos. O turismo consciente e regulamentado gera enormes benefícios; evita acidentes em passeios, impactos ambientais e promove passeios seguros e garantias tanto para trabalhadores quanto para contratantes. Um grande viva para o nosso turismo, um grande viva para os bugueiros’’, comemora o deputado.

Mais turistas, mais empregos
Promovendo um turismo consciente, com profissionais e veículos mais seguros, as regiões que proporcionam esse tipo de atividade tendem a receber mais turistas e, consequentemente, qualificar ainda mais os profissionais, gerando mais emprego e renda para a região.

Habilitação
Para atuar como bugueiro, além de respeitar normas de segurança, proteção do meio ambiente e do patrimônio turístico e paisagístico, o profissional precisa de:

  • habilitação para conduzir veículo automotor, nas categorias B (carro), C (caminhão), D (ônibus) ou E (articulados);
  • curso de relações humanas, direção defensiva, primeiros socorros, mecânica e elétrica básica de veículos;
  • veículo com as características exigidas pelas autoridades de trânsito;
  • certificação específica para exercer a profissão, emitida pelo órgão competente da localidade da prestação do serviço;
  • inscrição como segurado do Instituto Nacional de Seguridade Social;
  • carteira de trabalho, para o bugueiro turístico empregado.
Com O Estado/CE

Bolsonaro no Inteligência Ltda bate recorde de audiência simultânea

A entrevista de Jair Bolsonaro (PL) ao podcast Inteligência Ltda nesta quinta-feira (20/10) bateu o recorde de audiência simultânea, com mais de 1,7 milhão de espectadores ao mesmo tempo.

Os números superaram os da entrevista do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para o @flowpdc , nessa terça-feira (18/10), que havia alcançado 1,096 milhão de visualizações.

Bolsonaro atrasou cerca de 30 minutos do horário previsto para o início da conversa. Durante a espera, cerca de 400 mil pessoas aguardavam a presença do candidato a reeleição.

A participação do presidente foi divulgada nas redes sociais, o que foi reforçado para a militância bolsonarista pelos filhos Flávio, Eduardo e Carlos ao longo do dia.

Estado de Minas

Lula não vai ao debate da Record com Bolsonaro, no domingo, 23

Foto: Renato Pizzutto/Band
A Record confirmou, nesta quinta-feira (20), que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) não irá participar do debate que seria promovido no próximo domingo (23). Neste caso, pelas regras do confronto aprovadas previamente com as duas candidaturas à Presidência da República, no lugar do debate será transmitida uma sabatina com o candidato à reeleição, Jair Bolsonaro (PL). A entrevista será apresentada pelo jornalista Eduardo Ribeiro.

De acordo com a equipe de campanha da coligação Brasil da Esperança, Lula tem uma agenda em Minas Gerais na sexta-feira e no sábado. O programa também vai adotar o formato de sabatina apenas com Bolsonaro. O ex-presidente Lula já havia declarado anteriormente que deveria participar apenas de “um ou dois” debates neste segundo turno. Além destes dois programas, o próximo debate entre os presidenciáveis será o da TV Globo, no dia 28 de outubro.

JC PE