Camilo Santana, ex-ministro da Educação - Foto: Fabiana de Paula/SVM.
A hipótese de o presidente Lula desistir de tentar a reeleição fez com que alas do partido defendessem logo a substituição, com a definição do ex-governador cearense Camilo Santana no posto. A ideia encorpou após possibilidade de Ciro Gomes (PSDB) se lançar ao Planalto, dando fôlego a Elmano de Freitas, com complicada missão de se reeleger, até agora, no pleito contra o tucano. Santana, inclusive, é tido também como “plano B” caso a disputa no Ceará aperte, assumindo a disputa contra Ciro.
A hipótese de o presidente Lula desistir de tentar a reeleição fez com que alas do partido defendessem logo a substituição, com a definição do ex-governador cearense Camilo Santana no posto. A ideia encorpou após possibilidade de Ciro Gomes (PSDB) se lançar ao Planalto, dando fôlego a Elmano de Freitas, com complicada missão de se reeleger, até agora, no pleito contra o tucano. Santana, inclusive, é tido também como “plano B” caso a disputa no Ceará aperte, assumindo a disputa contra Ciro.
Pé de meia
Como Santana comandou o Ministério da Educação, a avaliação é que o petista consegue dialogar com o eleitor mais jovem, cansado de Lula.
Nome conhecido
Santana tem desbancado Fernando Haddad na preferência interna por ser reconhecido no Nordeste, região que é fortaleza eleitoral do partido.
Backup
Se tudo errado, Camilo Santana não vai ficar na chuva. O petista ainda tem mais quatro anos de mandato no Senado.
Diário do Poder