quarta-feira, 12 de abril de 2023

Duas estudantes são esfaqueadas em ataque a uma escola no município de Farias Brito, região sul do Ceará

Foto: Reprodução/ Redes Sociais
Um adolescente armado com machadinha feriu as estudantes
Um adolescente esfaqueou duas estudantes de uma escola de ensino fundamental, na zona rural do município de Farias Brito, na tarde desta quarta-feira (12). Conforme informações iniciais, o autor foi neutralizado e colocado sozinho em uma sala de aula para aguardar a chegada da polícia. As vítimas foram socorridas para uma unidade de saúde e uma delas teve ferimentos graves.

A prefeitura de Farias Brito informou que o incidente ocorreu na Escola Municipal Isaac de Alcântara Costa, localizada na zona rural do município, e envolveu um aluno do 9º ano que entrou na sala do 4º ano. Ele atingiu duas alunas dentro da escola.

“Lamentamos profundamente o ocorrido e nos solidarizamos com as famílias das vítimas. A administração municipal está tomando todas as medidas necessárias para apurar o caso”, informou a prefeitura em postagem nas redes sociais.

Conforme informações da assessoria do município, as duas vitimas tem nove anos de idade. Uma delas teve uma lesão superficial na parte de trás da cabeça, está estável e em observação. A outra ela teve uma lesão profunda, está com sinais vitais preservados e estado geral estável. Essa segunda criança com mais gravidade foi transferida para um hospital de referência na região, o Hospital Santo Antônio em Barbalha.

Ainda conforme a prefeitura de Farias Brito, a escola adotou imediatamente as medidas disciplinares cabíveis para o aluno agressor, e também está prestando assistência aos envolvidos, oferecendo acompanhamento psicológico e médico para as vítima e para a família.

“Ressaltamos que a segurança dos alunos é uma prioridade para a administração municipal e que estamos trabalhando para garantir que todas as escolas municipais tenham um ambiente seguro e acolhedor para os estudantes. Reiteramos nosso compromisso com a transparência e a responsabilidade, mantendo a população informada sobre as investigações e providências tomadas”, informou a prefeitura.

Denúncias
A população pode contribuir com as investigações repassando informações que auxiliem os trabalhos policiais. As denúncias podem ser encaminhadas ainda para o número 181, o Disque-Denúncia da Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS), ou para o (85) 3101-0181, que é o número de WhatsApp. O sigilo e o anonimato são garantidos.

GCMais

Marca famosa de camisinha emite alerta para venda de produto com validade errada; veja se você está ‘seguro’

A Agência de Vigilância Sanitária (Anvisa) suspendeu a venda de 57 lotes de preservativos masculinos Blowtex. Após a realização de testes de segurança, foi verificado que alguns produtos tem a data de validade errada na embalagem. Apesar disso, em comunicado, através das redes sociais, a marca afirmou que o recolhimento é uma ação preventiva.

Por conta do problema na data de validade, o produto corre o riso de estouro após o terceiro ano de fabricação, diz o comunicado. A Blowtex acrescenta que assim que notou o erro notificou a Anvisa sobre a necessidade do recolhimento.

A marca orienta que os consumidores confiram se o produto pertence a um dos lotes afetados. Confira abaixo:

Blowtex Zero
Blowtex Sensitive Super Aloe Vera
Estou seguro?
Segundo a Blowtex, caso algum consumidor tenha feito uso desses preservativos recentemente não há motivo para preocupação. Isso porque nenhum dos produtos distribuídos no Brasil tem prazo de fabricação superior a três anos e estão dentro do prazo de validade de segurança, desde que utilizados da maneira correta.

A marca explica que o recolhimento é uma questão de precaução para problemas futuros, impedindo que consumidores façam seu uso após três anos de fabricação.

A Blowtex orienta que caso se constate que o produto pertence a um dos lotes, o consumidor não o utilize e contate a marca para realizar o recolhimento preventivo do produto.

Brasil abandona uso e produção da vacina da AstraZeneca contra a covid-19

Desde o final do ano passado, o Ministério da Saúde recomenda que as vacinas de vetor viral (AstraZeneca e Janssen) não sejam mais aplicadas como reforço contra a covid-19, a partir da terceira dose, na população com menos de 40 anos. O motivo da decisão é o risco aumentado de trombose, principalmente em mulheres.

A nota técnica, publicada em 27 de dezembro de 2022, passou despercebida em meio ao caos que tomou conta do país após a posse do presidente Lula e a invasão da Praça dos Três Poderes em Brasília, em 8 de janeiro.

Segundo o documento, “do total de 40 casos prováveis e confirmados de Síndrome de Trombose com Trombocitopenia distribuídos por dose de vacina para covid-19, notificados no e-SUS Notifica Brasil (excluindo-se São Paulo), 34 foram atribuídos à vacina da AstraZeneca”.

Os incidentes foram registrados entre janeiro de 2021 e 17 de setembro de 2022. A maioria deles ocorreu cerca de duas semanas após a vacinação.

A produção do soro pela Fiocruz, que assinou, no início de 2020, um acordo com o laboratório anglo-sueco para a produção de uma versão 100% nacionalizada do imunizante foi interrompida, e o contrato não foi renovado. Até janeiro de 2022, a vacina já tinha sido usada em cerca de 115,6 milhões de pessoas no país.

A vacina recombinante Oxford/Covishield (Fiocruz e AstraZeneca) foi bastante usada como dose de reforço no ano passado, explicou à RFI Brasil o infectologista Julio Croda, especialista da Fiocruz, professor da UFMS (Universidade Federal do Mato Grosso do Sul) e da Faculdade de Saúde Pública de Yale, nos EUA.

“O Brasil tem, dentro do seu programa nacional de imunização, um sistema de farmacovigilância que é justamente feito para avaliar os eventos adversos associados às diversas vacinas. Através desse monitoramento, foi identificado um aumento de risco, eventualmente para trombose, principalmente em pessoas jovens, abaixo de 40 anos e mulheres”, explicou o infectologista.

Isso é bastante similar ao que foi identificado em outros países, como no Reino Unido, no caso da vacina da AstraZeneca, e nos Estados Unidos, no caso da vacina da Janssen. Julio Croda, infectologista

Ele ressalta que o efeito adverso observado após a aplicação do imunizante, que utiliza o adenovírus de chimpanzé como vetor viral, é raro. “No custo-benefício, ainda compensa utilizá-la no esquema inicial, porque o risco de trombose por covid-19 é bem maior do que o risco de trombose pelo uso da vacina”, avalia.

“Mas, no contexto de uma população jovem, com elevada cobertura vacinal, os efeitos raros devem ser levados em conta. Além disso, outros imunizantes não apresentam esse risco e o Ministério da Saúde, utilizando dados de outros países e de seu próprio sistema de farmacovigilância, decidiu fazer uma mudança importante, deixando de recomendar a vacina como dose de reforço em menores de 40 anos. Então, preferencialmente, essas pessoas devem usar outro imunizante”, frisa.

A vacina da Pfizer, nos primeiros dois anos de epidemia, foi considerada como um artigo de luxo. Os lotes eram reservados prioritariamente às populações dos países desenvolvidos.

EUA, França e muitos outros podiam garantir suas doses em contratos milionários, em um cenário de oferta restrita e alta demanda. A aplicação do imunizante da AstraZeneca se justificava neste contexto, diz o infectologista.

“Nesse caso, o benefício compensava o risco do efeito adverso raro. Mas agora, no Brasil, onde existem contratos específicos para vacinas de RNA e eventualmente para Coronavac, optou-se por não usar mais a vacina da AstraZeneca nos mais jovens. Isso impacta diretamente a utilização global da vacina e os contratos do Ministério da Saúde. Como acima de 40 anos a cobertura para duas doses de vacina em esquema inicial é mais de 95%, o Ministério optou por não renovar o contrato com a Fundação Oswaldo Cruz. Sem contrato, a vacina deixa de ser produzida e utilizada no país”, explica.

OMS confirma primeira morte por gripe aviária no mundo

Foto: Reprodução
Mulher, de 56 anos, morava na província de Guangdong, na China
A Organização Mundial da Saúde (OMS) confirmou a primeira morte por gripe aviária no mundo. A mulher, de 56 anos, morava na província de Guangdong, na China, e começou a apresentar sintomas em 22 de fevereiro. No dia 3 de março, ela precisou ser hospitalizada em razão de uma pneumonia grave e morreu no dia 16 do mesmo mês. No último dia 27, o governo chinês confirmou que a paciente foi infectada pelo vírus H3N8, causador da gripe aviária.

O caso foi detectado por meio do sistema de vigilância de infecções respiratórias agudas graves. A mulher tinha comorbidades e um histórico de exposição a aves vivas antes do início dos sintomas da doença, além de contato com pássaros selvagens dentro da própria casa.

De acordo com a OMS, apenas três casos de gripe aviária foram identificados em humanos em todo o mundo – todos na China. “Uma investigação epidemiológica e o rastreamento de contatos próximos foram realizados. Não foram encontrados outros casos entre pessoas próximas ao indivíduo infectado”, destacou a entidade, por meio de nota.

“Com base nas informações disponíveis, o vírus não parece ter a capacidade de se espalhar facilmente de pessoa para pessoa e, portanto, o risco de se espalhar entre humanos em níveis nacional, regional e internacional é considerado baixo”, avaliou a organização. “Entretanto, devido à natureza de constante evolução dos vírus influenza, a OMS enfatiza a importância da vigilância global para detectar alterações virológicas, epidemiológicas e clínicas associadas aos vírus influenza circulantes.”

Entenda
Os vírus da gripe aviária são comumente detectados em animais em todo o mundo. São alguns dos subtipos mais frequentemente encontrados em aves, causando pouco ou nenhum sinal de adoecimento em pássaros domésticos e selvagens. A chamada transmissão entre espécies do H3N8 foi reportada em diversos mamíferos, inclusive de forma endêmica entre cães e cavalos.

Brasil
No último dia 30, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento publicou portaria que suspende, em todo o território nacional, a realização de exposições, torneios, feiras e demais eventos com aglomeração de aves. A medida, de caráter preventivo, tem validade inicial de 90 dias e foi tomada em função do risco de ingresso e de disseminação de casos de gripe aviária no país.

Em janeiro, nota técnica da pasta já alertava para a necessidade de adoção de medidas preventivas contra a gripe aviária em razão do aumento de notificação de casos em diversos países. Na ocasião, o govrno federal determinou o aumento das atividades de vigilância sanitária nos estabelecimentos avícolas por parte de órgãos estaduais de vigilância sanitária animal.

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PF e CGU investigam 20 faculdades por suposta fraude para receber recursos do Fies

São cumpridos 20 mandados de busca e apreensão no DF e em sete estados
AA Polícia Federal e a Controladoria-Geral da União (CGU) deflagraram nesta quarta-feira (12) uma operação contra supostas fraudes praticadas por criminosos usando títulos públicos do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies).

Segundo a corporação, 77 policiais cumprem 20 mandados de busca e apreensão no Distrito Federal e em sete estados: Bahia, Goiás, Mato Grosso, Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo e Sergipe.

Há, ainda, autorização judicial para o bloqueio de quase R$ 21,3 milhões – valor estimado dos prejuízos causados à União com as fraudes.

Ao todo, 20 faculdades supostamente beneficiadas pelas fraudes são alvo da operação; a lista não foi divulgada. A CGU diz que os valores já apurados pagariam integralmente a formação superior de pelo menos 50 alunos em cursos de cinco anos.

Os envolvidos no esquema, de acordo com a Polícia Federal, inseriam informações falsas no sistema usado pela União para gerenciar as instituições de ensino vinculadas ao Fies.

Essas informações falsas levavam o governo federal a recomprar títulos públicos do Fies que estavam com as faculdades e entidades mantenedoras – injetando dinheiro em instituições que, na verdade, não cumpriam os requisitos mínimos para essa operação (entenda abaixo).

Há, ainda, casos em que os suspeitos cadastraram financiamentos estudantis fora do prazo regimental, beneficiando estudantes de modo individual.

Segundo as investigações, a fraude envolvia:

– servidores do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação – órgão vinculado ao Ministério da Educação que distribui e executa a maior parte do orçamento federal para o setor;

– funcionários terceirizados, também contratados pelo FNDE;

– advogados e escritórios de advocacia especializados em “direito educacional” que representavam instituições de ensino.

O esquema, segundo a PF

As fraudes, segundo as investigações da Polícia Federal, atingem um sistema complexo de transferências financeiras entre o governo e as universidades.

Ao aderir ao Fies, as faculdades criam bolsas de estudo para os estudantes. Em vez de receber do aluno, as instituições recebem as mensalidades em forma de títulos da dívida pública.

Esses títulos não podem ser comercializados, mas as faculdades podem usar para:

– quitar dívidas tributárias junto ao governo;

– pagar tributos administrados pela Receita, caso não tenham dívidas anteriores;

– vender os papéis de volta ao governo – apenas se não houver dívidas tributárias que possam ser compensadas.

Essa última opção, em que as faculdades trocam os títulos por “dinheiro vivo”, exige a apresentação de uma Certidão Negativa de Débitos ou de uma decisão judicial (no caso das instituições inadimplentes).

A fraude, segundo a PF, envolvia justamente a inserção de certidões ou decisões judiciais forjadas no sistema do FNDE.

Com isso, essas faculdades, que em tese só poderiam usar os títulos do Fies para quitar impostos, foram “autorizadas” ilegalmente a vender os títulos de volta ao governo.

Ainda de acordo com a PF, de um lado, os servidores e funcionários terceirizados do FNDE recebiam vantagens indevidas para cadastrar liminares falsas que, na prática, liberavam as faculdades para vender títulos do Fies.

Esse grupo também criava financiamentos individuais por conta própria, fora dos prazos dos editais, para beneficiar estudantes.

A PF cita que uma empregada terceirizada chegou a adulterar os dados do próprio financiamento estudantil e do companheiro.

De outro lado, advogados das faculdades beneficiadas atuavam junto a esses servidores para conseguir os processos de recompra dos títulos públicos.

Por G1.

Chuvas no Ceará já deixaram 7 mortes, 29 feridos e quase 3.000 desabrigados

Volumes acima da média histórica, sete mortos, quase 3 mil pessoas deixando as próprias casas e cidades destruídas pela força de enchentes. Esses são os impactos causados pela força das chuvas aliada à falta estrutura no Ceará, até o momento, faltando ainda praticamente dois meses para acabar o período conhecido como “inverno” no Estado.

De acordo com a Coordenadoria Estadual de Proteção e Defesa Civil (Cedec), 19 municípios decretaram Situação de Emergência, quando os desastres causam danos que levam ao comprometimento parcial da capacidade de resposta do poder público:Altaneira

Missão Velha
Aratuba
Antonina do Norte
Guaramiranga
Itapipoca
Uruburetama
Porteiras
Deputado Irapuan Pinheiro
Tururu
Senador Pompeu
Itapajé
Lavras da Mangabeira
Barreira
Pedra Branca
Umirim
São Benedito
Piquet Carneiro
Tabuleiro do Norte

Milhã foi a única cidade que decretou Situação de Calamidade, estágio em que o desastre anormal gera prejuízos com comprometimento substancial dessa capacidade de resposta.

2.951 pessoas ficaram desabrigadas ou desalojadas, até a última segunda-feira (11), conforme balanço da Defesa Civil. Também houve 29 feridos e 7 mortos

Com informações do Diário do Nordeste.

Casas desabam parcialmente após fortes chuvas no interior do Ceará

Foto Patrícia Silva/TVM
Pelo menos duas casas desabaram parcialmente no município do Crato, no interior do Ceará, na manhã do último sábado (8). Chovia forte no momento do desabamento e por pouco moradores não ficaram feridos.

Uma idosa de 80 anos que morava em uma das residências que foi parcialmente desabada foi retirada do local pela família e outra, de 83 anos, ainda tá morando em uma das casas atingidas.

Além das fortes chuvas, moradores afirmam que os desabamentos foram provocados devido a um muro de contenção de uma obra municipal. Segundo eles, parte do muro teria cedido sobre as casas, provocando a destruição.

A Superintendência de Obras Públicas (SOP) disse que foi informada pela Defesa Civil do Crato que os desabamentos não estão relacionados com o muro de contenção.

Com informações do G1 Ceará.

Saúde vai credenciar 57 mil equipes para reforçar unidades básicas; entenda

Foto: Agência Brasil
Medida atende pedidos de quase 4 mil municípios
O Ministério da Saúde informou que irá credenciar 57 mil equipes para reforçar e ampliar o atendimento nas unidades básicas, consideradas a porta de entrada no Sistema Único de Saúde (SUS). De acordo com o ministério, o credenciamento das novas equipes irá zerar a fila de pedidos pendentes de municípios feitos até janeiro deste ano. No total, 3,8 mil municípios serão atendidos e mais 33,8 milhões de brasileiros passarão a ter atendimento médico na rede pública. Para as contratações, será liberado montante de R$ 1,6 bilhão ao ano.

Os profissionais de saúde serão deslocados para o Mais Médicos, saúde da família (1,4 mil), agentes comunitários (30 mil), programa de assistência odontológica (3,6 mil equipes), atenção primária (2,9 mil) e consultórios de rua (30).

Segundo o ministério, 47 equipes serão credenciadas para atender populações ribeirinhas. “Esse primeiro atendimento, realizado nas Unidades Básicas de Saúde, é responsável pelo acompanhamento da situação de saúde da população, prevenção e redução de doenças. Nesse contexto, preencher os vazios assistenciais que deixaram de ser atendidos pelo governo anterior é uma forma de resgatar o direito e o acesso da população brasileira à saúde”, diz nota divulgada pela pasta.

Os estados e municípios terão 90 dias para efetivarem o credenciamento das equipes. O prazo para gestores locais do SUS apresentarem novas solicitações é de 40 dias.

GCMais

terça-feira, 11 de abril de 2023

Ouça: Sérgio Aguiar alerta governo sobre falta de recursos para obras paralisadas e desemprego

“O local onde se dá o maior número de empregos no estado do ceará, se chama na construção civil, e obras paradas significa desemprego de boa parte da população e não é isso que queremos para o nosso estado do Ceará”, comentou.

Blog do Edison Silva

Com voto favorável de Sérgio Aguiar, Assembleia Legislativa do Ceará aprova reajuste de 14,95% no piso salarial dos professores

A proposta prevê alteração da tabela de vencimentos dos profissionais de nível superior do Grupo Ocupacional Magistério da Educação Básica (MAG) a partir de 1° de junho de 2023.
A Assembleia Legislativa do Ceará (Alece) aprovou, nesta terça-feira (11), o novo piso salarial dos professores do Estado. votação foi realizada em regime de urgência, após o governador anunciar o reajuste na segunda-feira (10). A aprovação ocorreu por unanimidade.

Há cerca de três meses o anúncio nacional do reajuste foi feito pelo ministro da Educação.

O projeto de lei do Ceará reestrutura o Sistema Remuneratório dos Profissionais de Nível Superior do Grupo Ocupacional Magistério da Educação Básica. O objetivo é promover ganhos que se repercutam em toda a carreira dos professores, não apenas daqueles cuja remuneração encontre-se abaixo do novo piso definido para o magistério nacional, visando garantir a continuidade de uma política de valorização dos profissionais da educação.

A proposta prevê alteração da tabela de vencimentos dos profissionais de nível superior do Grupo Ocupacional Magistério da Educação Básica (MAG) a partir de 1° de junho de 2023. Os demais docentes do mesmo grupo, com vencimento inferior ao piso nacional vigente, terão direito ao retroativo da diferença a partir de 1° de janeiro de 2023. As aposentadorias e pensões dos profissionais regidos pela paridade constitucional também serão afetadas.

Além disso, o vencimento dos professores graduados contratados nos termos da Lei Complementar n° 22/2000, para jornada de 40 horas semanais, será atualizado para o valor do piso salarial nacional a partir de 1° de janeiro de 2023.

Já a proposição 36/23 altera as leis nº 15.064, de 13 de dezembro de 2011, que dispõe sobre os professores de nível superior do grupo ocupacional Magistério da Educação Básica (MAG), e nº 18.338, de 4 de abril de 2023, que cuida do modelo de gestão no âmbito da saúde pública estadual.

O objetivo da proposta é buscar, em um primeiro ponto, um ajuste na legislação, na parte que trata da carga horária para enquadramento na Secretaria da Saúde do Ceará (Sesa) dos ex-empregados da Fundação Nacional de Saúde (Funsaúde), a fim de prever também a jornada de 30 horas, à qual se submetem alguns profissionais da saúde estatutários.

O projeto busca ainda promover alteração na lei que dispõe sobre a gratificação de efetiva regência de classe devida aos professores do magistério estadual.

Com informações da Assembleia Legislativa do Ceará (Alece).