terça-feira, 2 de julho de 2024

Preocupação com a saúde dos profissionais da comunicação

As condições de saúde física e mental dos profissionais da área de comunicação estão sendo agravadas nas últimas décadas, corroboradas pelas atuais organizações do trabalho e pela ausência de normas específicas. Essa foi uma das constatações de audiência pública promovida pelo Conselho de Comunicação Social (CCS) do Congresso Nacional nesta segunda-feira (1º). No debate, foram apontados problemas que, segundo os participantes, são recorrentes e significativos, como flexibilização dos direitos trabalhistas, baixa remuneração, pressão e jornadas exaustivas.

De acordo com o conselheiro José Antônio de Jesus da Silva, que requereu a audiência e a presidiu, os problemas relatados como frequentes para os jornalistas também acontecem com radialistas, cinegrafistas e outros profissionais da comunicação.

— O ambiente de trabalho nos adoece, nos enfraquece, nos pressiona. A gente precisa discutir no Congresso Nacional o impacto que essas pressões nos trazem no dia a dia — afirmou Silva.

Pressão
Analista em ciência e tecnologia e jornalista na Fundação Jorge Duprat Figueiredo de Segurança e Medicina do Trabalho (Fundacentro), Cristiane Reimberg apresentou resultados de pesquisa para tese que concluiu em 2015 na Universidade de São Paulo (USP), quando estudou a saúde dos profissionais da imprensa. A partir da entrevista com 21 jornalistas de idades variadas e de diferentes meios de comunicação, ela analisou as condições de trabalho e saúde e a dialética de prazer e sofrimento, que pode acarretar em adoecimento.

Cristiane relatou que constatou constante flexibilização dos direitos trabalhistas dos profissionais.

— Muitos jornalistas atuavam como freelancers, fixos ou como pessoas jurídicas, que na verdade não eram pessoas jurídicas; eles cumpriam uma jornada de trabalho, mas não tinham registro de CLT [Consolidação das Leis do Trabalho]. (…) Foi constatada entre esses profissionais uma longa jornada, principalmente nos dias de fechamento e coberturas especiais. De uma forma geral, os jornalistas acabavam trabalhando mais de 14 horas no dia. Não se respeitavam os plantões, seis dias de trabalho e um de descanso… Isso não acontecia. E não havia também compensação de horas, com a inexistência de hora extra.

Em relação à organização do trabalho, a questão da exploração acontece de maneira “disfarçada”, na avaliação da jornalista, com o jornalista se vendo como parte da empresa e com isso sendo usado para extrair mais produtividade, pressão e ritmo de trabalho acelerado. Com as novas tecnologias, os profissionais também passaram a exercer diversas funções, a se tornarem um “faz-tudo”.

O sofrimento, de acordo com a pesquisadora, aparecia ligado a questões como condições de trabalho, precariedade, jornadas exaustivas, prazos curtos para conclusão das tarefas, baixa remuneração, trabalho no final de semana e busca por quantidade, em vez de qualidade. Também havia questões mais subjetivas, como autonomia e realização profissional.

O estudo apontou ainda a ocorrência de assédio moral e sexual e de estresse, apontado como algo presente no trabalho, principalmente em coberturas de maior intensidade.

— Se a gente for buscando de 2015 para hoje, a produção de notícia está muito mais acelerada. Então essa pressão é ainda maior, porque o jornalista tem que estar postando nas redes sociais para que a notícia ganhe relevância — disse Cristiane.

Organização do trabalho
Para o médico sanitarista Hélio Neves, as questões da organização do trabalho, no mundo moderno, trazem impactos complexos na saúde física e mental dos trabalhadores.

Em pesquisa que conduziu com apoio do Sindicato dos Radialistas em São Paulo, no período da pandemia, Neves constatou que o home office “foi uma oportunidade muito boa de reorganizar a vida, principalmente para quem tinha uma tarefa a entregar e, após a entrega, encerrava seu serviço.

— Para aquela outra parte dos trabalhadores que tinha de cumprir atividades à medida que eram convocados, e essa convocação podia acontecer, muitas vezes, a qualquer hora do dia, a qualquer dia da semana, foi uma ameaça bastante grande. (…) Na questão da relação do trabalho em site, no local da empresa ou em casa, também há um problema bastante importante para uma parte das pessoas que trabalha em teleatendimento, que é o fato de que o seu local de trabalho não é específico para aquele trabalho — afirmou o médico.

Neves também pontuou que há 20 anos a saúde mental não aparecia no Centro de Referência em Saúde do Trabalhador como um problema importante em termos numéricos — situação muito diferente da atual, quando são cada vez mais comuns problemas como a síndrome de burnout, distúrbio emocional que se manifesta como esgotamento provocado pelo excesso de trabalho.

— A síndrome chamada de burnout é de difícil cuidado, de difícil tratamento, exige terapia, exige medicamento. Muitas vezes [o profissional] perde o convênio porque é demitido, não consegue mais ser atendido pelos seus profissionais habituais, e no SUS a gente não consegue oferecer esse tipo de tratamento com a frequência e a intensidade que são necessárias.

O conselheiro Davi Emerich afirmou que é preciso equacionar a questão do apoio à saúde do trabalhador, “jogando pesado no fortalecimento do SUS como sistema ou criando mecanismos para que o trabalhador, mesmo que em relações precárias de trabalho, possa ter acesso a algum plano de saúde que pelo menos o cubra no exercício daquele trabalho específico que ele está fazendo”.

Normas
Faltam normas de saúde e segurança específicas para os profissionais de comunicação. A afirmação foi feita pela da auditora fiscal do Trabalho Roseniura Santos, que disse ser urgente traçar regras que sejam adequadas às peculiaridades do exercício das profissões no setor de comunicação, de forma tripartite, com participação institucional do Ministério do Trabalho, mas também representações patronais e de trabalhadores.

— Na questão das ausências normativas, para não dizer que as NRs [normas regulamentadoras] foram totalmente silentes, há duas citações que dizem respeito ao setor, mas de uma forma muito indireta: nós temos uma citação na NR-12 e na NR-33 para falar das interferências eletromagnéticas, ou seja, de caráter relativo ao setor de comunicação, mas uma gotinha perdida num oceano.

Assim como os demais debatedores, a auditora salientou desafios, principalmente diante da “ terceirização, quarteirização” dos profissionais. Roseniura destacou mudanças profundas nas normas regulamentadoras, entre elas a NR-1, que funciona como guarda-chuva e que entrou em vigor em 2022.

— A NR-1 traz uma nova sistemática. Essa norma exige três etapas. Uma é identificação de perigos, um conceito novo. (…) Na segunda etapa, você vai avaliar dentre esses perigos o que é um risco, ou seja, aquilo que tem uma probabilidade devida e tecnicamente fundamentada, avaliando esse risco conforme o grau de dano que ele possa causar, para, então, estabelecer a terceira etapa, que é controlar os riscos.

O controle das normas tem impacto enorme, e é importante, segundo a auditora fiscal, que as instituições representativas, tanto patronais quanto profissionais, se apropriem desse conhecimento técnico.

— É importante chamar a atenção para a importância de as entidades representativas dos profissionais de comunicação, os sindicatos, as federações atuarem de forma mais intensiva na exigência das normas de saúde e segurança.

Para a conselheira Maria José Braga, da direção da Federação Nacional dos Jornalistas e do Sindicato dos Jornalistas de Goiás, “não estamos conseguindo estabelecer as normas ou estabelecer mecanismos de cumprimento e de fiscalização das normas para minimizar os impactos dessa mudança da organização do trabalho na saúde da classe trabalhadora”.

— A gente já vivia tudo isso lá em 2015, e foi sendo gradualmente agravado com a maior precarização nas relações e nas condições de trabalho, agravado enormemente com a regularização dessa precarização das relações de trabalho oriunda da contrarreforma trabalhista de 2017, e, agora, ainda mais agravada com essa mudança provocada pelas tecnologias e que nós estamos chamando de plataformização do trabalho — disse a conselheira.

Fonte: Agência Senado

Maioria do eleitorado brasileiro tem nível médio completo

Foto:Reprodução/ Agência Brasil
O Tribunal Superior Eleitoral divulga mensalmente as estatísticas do eleitorado brasileiro, servindo de parâmetro para reconhecer o perfil do eleitor, que hoje somam  43.039.745  pessoas com escolaridade declarada ensino médio concluído. 

Esse número representa um total de 27,07% do público que deve comparecer às urnas no ano de 2024, seguido por 35.411.466  que não concluíram o ensino fundamental, representando 22,27% do eleitorado.  Os dados mostram ainda que 3,53% dos eleitores são analfabetos, sendo  5.605.280 pessoas. Vale ressaltar que somente nas eleições de 2022 houve mudanças quanto à escolaridade dos eleitores, que nos anos de 2014 e 2018, a principal faixa dos eleitores era representada por pessoas com ensino fundamental incompleto. 

As eleições municipais ocorrem em todo o território brasileiro e tem como objetivo eleger Prefeitos e Vereadores das cidades para um mandato de 4 anos que serão responsáveis por manter o bem-estar social dos cidadãos. 

Caberá aos Prefeitos, zelar pela administração, controlando gastos do dinheiro público, gerar e fiscalizar obras que contribuam para a evolução da cidade, já os vereadores, são responsáveis pelo Poder Legislativo Municipal, onde deverá criar leis e votar matérias de caráter municipal. 

Os dados do TSE também mostram outros detalhes do eleitorado brasileiro, como faixa etária, sexo, identidade de gênero e mais. Confira  
Blog Edison Silva

Opositores acusam Assembleia de fazer uso político de doações para cozinhas comunitárias; governistas rebatem

Osmar Baquit e Antônio Henrique protagonizaram o embate do dia por divergências sobre os recursos da Assembleia para as cozinhas comunitárias. Foto: ALCE
Deputados de oposição ao Governo Elmano de Freitas acusaram a Assembleia Legislativa do Ceará de fazer uso político de doações para cozinhas comunitárias em Fortaleza. De acordo com os opositores, a medida seria “desvio de função da Casa” e poderia beneficiar a pré-candidatura do presidente da Mesa Diretora, o deputado Evandro Leitão (PT). A base governista, por outro lado, criticou as acusações feitas pelos oposicionistas, apontando que o Legislativo Estadual também tem dever de auxiliar o Governo nas questões sociais.

Durante o embate, o deputado Cláudio Pinho (PDT) chegou a dizer que a Casa estaria atuando como uma espécie de “secretaria de ação social”, função essa que deveria ser feita por pasta do Governo do Estado. Antônio Henrique (PDT) corroborou com o colega, e foi criticado por Osmar Baquit (PDT), que apontou que seus pares estariam se posicionando contra os trabalhos sociais prestados pela Casa à população.

“Eu não sou contra dar comida a quem tem fome. Eu moro na periferia e sei das necessidades das pessoas. Não podemos é usar a estrutura da Assembleia para sair distribuindo fogões, panelas, geladeiras para as associações”, retrucou Antônio Henrique.  “Eu gostaria de saber quais são as associações que estão recebendo esses benefícios. Temos 184 municípios e gostaria de saber quantos estão recebendo”, disse o parlamentar, falando da associação política de lideranças locais com a base do Governo.

Segundo ele, a Assembleia Legislativa está cometendo desvio de função, e que a Casa deveria  fiscalizar e legislar. Cláudio Pinho, que levou o tema à tribuna, se posicionou contra a medida adotada pela Assembleia Legislativa desde o início deste ano. Segundo ele, a Casa está atuando como se fosse uma secretaria de assistência social do Governo.

“Outro aspecto é deixar o plenário se acabar, pegar fogo… Um cano estourou cheio de fezes em frente ao gabinete do deputado Reginauro, a manutenção do meu gabinete caia mais água dentro do que na chuva, a garagem no meu carro é pingando direto. As salas de trás do plenário eram um mofo só, tudo estourando. Não sei como o departamento médico funcionava ali”, acusou.

Ele lembrou, ainda, que nos pleitos para a Prefeitura de Fortaleza, em que os ex-presidentes da Assembleia Legislativa, Sarto e Roberto Cláudio estavam na disputa, algo parecido não aconteceu. “Não se abandonava a Casa em busca de politicagem. Eu quero é a valorização do poder e respeito às prerrogativas do parlamentar. Eu pedi à presidência como era feita a inscrição dos parlamentares, e até hoje não vi resposta. Se estão alterando o painel de inscrição, não esqueçam, já tivemos dois senadores cassados por isso”.

Osmar Baquit se irritou com as acusações feitas por Pinho, afirmando serem graves. Segundo ele, a alteração do uso do painel eletrônico seria problemático para a Casa, visto que beneficiaria uns e não a outros. “Pelo amor de Deus, falar que essa Casa está fazendo politicagem, isso é muito duro. Chegar ao ponto de achar que tem falcatrua no painel. Rapaz, pelo amor de Deus”, disse.

Ainda de acordo com Baquit, não há problema no fato de a Casa Legislativa adotar medidas de apoio às associações que cuidam das pessoas mais pobres. “O deputado Evandro Leitão teve o cuidado de ter o Ministério Público, o Tribunal de Justiça juntos nessa empreitada”, justificou. Renato Roseno (PSOL), por sua vez, lembrou que houve um pedido de fortalecimento das cozinhas comunitárias ainda no fim da Legislatura passada e houve compromisso do presidente da Assembleia, Evandro Leitão, em auxiliar nesse projeto. “Quem está contra o programa, está contra a segurança alimentar”, criticou.

Assembleia
Baquit lembrou, ainda, que se o posicionamento da oposição fosse predominante no Legislativo Estadual, espaços como a Universidade do Parlamento Cearense (Unipace) e o Complexo de Saúde não existiriam, visto que não são função da Casa. “Eles não aceitam que a Assembleia tenha outro serviço, não aceitam que a Assembleia tenha que ser inclusiva e possa prestar serviços à sociedade. Pelas palavras do Antônio Henrique e do Cláudio Pinho, não era pra ter setor de saúde na Assembleia, porque não é função dela”.

Para o líder do PT, De Assis Diniz, o posicionamento dos deputados têm relação com o momento eleitoral em que o Estado vive. “Fazer leviandade, acusaçõs, é, no mínimo, ver a política a um palmo da próxima eleição. Eu ouvi várias vezes esses deputados fazendo elogios ao presidente Evandro, e agora ele virou a besta fera? Vergonhoso é alguém instrumentalizar a fome para fazer política”.

Blog Edison Silva

Deputado do PDT levanta suspeita sobre violação do painel eletrônico da Assembleia e de gastos de recursos da Casa para campanha eleitoral

Despesas pagas pela Assembleia, neste semestre fora das atividades legislativas
O deputado estadual Cláudio Pinho, da parte do PDT não governista, depois de criticar o modo governista de como está sendo conduzida a Assembleia Legislativa cearense, chegou a sugerir, que para satisfazer os instintos de alguns, o painel eletrônico que fica no plenário do Legislativo, poderia estar sendo violado, como foi o do Senado Federal, em 2001, motivando a renúncia dos mandatos dos senadores Antônio Carlos Magalhães, do Estado da Bahia, e de José Roberto Arruda, representante do Distrito Federal. Os dois queriam saber como os senadores haviam votado no processo de cassação do mandato de Luís Esteves, senador por Brasília. O voto da senadora Eloisa Helena, naquela votação (cassação do mandato de Luís Esteve), era o centro da curiosidade.

A oposição na Assembleia Legislativa cearense, pequena, mas porém valente, tem reclamado muito do “rolo compressor” dos governistas, sobretudo quanto a não ler permitir oportunidade de discutir as matérias encaminhadas pelo Governo à consideração dos deputados. O Governo nem pede regime de urgência, mas a liderança dele leva quase tudo a ser votado de urgência, ao ponto de um projeto ser lido no início da sessão, e em até três horas depois, ter sido aprovado. Além disso, quase     todos os requerimentos, de deputado de oposição, pedindo informações a órgãos do Governo são rejeitados.

Cláudio Pinho está irritado com o fato de a Mesa Diretora da Assembleia, está se negando  a lhe entregar  vídeo da sessão ordinária do dia 15 de fevereiro de 2018, quando Evandro Leitão, enquanto líder do Governo Camilo Santana, justificou sua decisão de não apoiar o pedido de instalação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI), para apurar o avanço do narcotráfico  no Ceará. Evandro não apenou negou apoio a CPI, como disse que não assinava o pedido de sua instalação, por temer pela sua vida e a de seus familiares. A oposição quer esse vídeo para mostrar, na campanha, o Evandro como um homem fraco.

Pinho, aproveitando o fato de a Assembleia ter que fazer sessão num plenário improvisado, por conta do incêndio que destruiu o Plenário 13 de maio, no dia 20 de junho passado, condenou o excesso de gastos do Poder Legislativo, descuidando-se da conservação do prédio, onde funcionam todos os serviços legislativos. O deputado condenou os gastos com distribuição de cozinhas e outros utensílios de produção de alimentos, com o intuito político de angariar votos nas eleições municipais deste ano, quando poderia, se dinheiro sobrando, depois de cuidar dos prédios do Legislativa, de iniciativa própria ou em convenio, montar um próprio restaurante para vender comida a preço de R$ 1 o prato.

A Assembleia Legislativa cearense, para este ano de 2024, tem um orçamento de pouco mais de R$ 1 bilhão. Até agora já foram gastos pouco mais de R$ 400 milhões, dos quais só R$ 31.415.382,28 ( trinta e um milhões, quatrocentos e quinze mil, trezentos e oitenta e dois mil e vinte e oito centavos), menos de 10% do total gasto foi com “ação legislativa”. Todo o restante foi com pessoal e outras despesas.

Blog Edison Silva

Dra. Larissa Linhares, cotada como favorita para ocupar uma vaga na Câmara Municipal de Martinópole

 

O nome da pré-candidata é o mais falado entre os martinopolenses e se propaga com grande aceitação popular - (Foto: reprodução/Instagram

Dra. Larissa Linhares, pré-candidata a vereadora em Martinópole, é um dos nomes mais aguardados para serem confirmados na Convenção do PP para concorrer nas eleições municipais de 2024. Esta será a primeira vez que a advogada disputará um cargo político e seu crescimento é bem visível entre os diversos eleitores do município. Resultado do compromisso que ela já possuía com a população martinopolense, e que ganhou notoriedade devido ao seu profissionalismo.

 

Dra. Larissa Lima Linhares é filiada do PP – Partido Progressista desde 2020 e, neste ano, colocou seu nome a disposição do partido para concorrer a uma vaga como vereadora nas eleições municipais de 2024.

 

Em Martinópole, sua terra natal, é conhecida como Dra. Larissa Linhares. O nome que designa seu Escritório de Advocacia, no centro da cidade. A pré-candidata a vereadora carrega consigo o compromisso de lutar pelos direitos da população, assim como já realiza no seu trabalho como Advogada Previdenciarista há quase 10 anos. Dedicada na causa de pessoas com TEA e/ou outras deficiências, a Dra. Larissa já atuou com sucesso em diversos casos no seu município, auxiliando essas pessoas a conseguirem seus benefícios previdenciários.

 

A advogada Dra. Larissa Linhares faz parte da base do prefeito Betão Souza (PP), atual administrador de Martinópole. Foi escolhida para exercer o cargo de Procuradora Adjunta no município em 2021 e atuou com maestria, até o momento de pedir sua exoneração para participar das eleições municipais. O nome da Dra. Larissa Linhares se tornou um dos mais cotados pela população para ocupar uma cadeira na Câmara Municipal de Martinópole, a partir de 2025. Nas ruas e nas redes sociais as pessoas confirmam que desejam vê-la exercendo um cargo político. E seu favoritismo foi construído tanto a partir do seu legado como excelente profissional, quanto como cidadã martinopolense que sempre esteve, de alguma forma, atuando na política pelo bem do povo de Martinópole.


(Com informações Ceará Acontece)






 

segunda-feira, 1 de julho de 2024

TSE permite uso do nome de marca comercial de candidato na urna eletrônica

Ministro Raul Araújo é o relator. Foto: TSE.
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) manteve, na sessão administrativa desta segunda-feira (1°), a proibição do uso de marca ou produto em toda e qualquer modalidade de propaganda eleitoral, conforme previsto na legislação eleitoral. Os ministros reforçaram esse posicionamento ao concluir a análise de uma consulta que havia sido iniciada na última quinta-feira (27).

A resposta veio a partir de consulta feita pela deputada federal Simone Aparecida Curraladas dos Santos (MDB-SP), conhecida como Simone Marquetto. Na primeira indagação, a parlamentar questionou o Tribunal sobre a abrangência da proibição de marcas comerciais com a intenção de promover marca ou produto na propaganda eleitoral, prevista na Resolução TSE nº 23.609/2019.

Além disso, por maioria de votos, os ministros concluíram pela possibilidade do uso de marca, sigla ou expressão pertencente à empresa privada em nome de candidata ou candidato na urna eletrônica, pergunta que também havia sido feita pela parlamentar na consulta.

Na Câmara Municipal de Fortaleza, por exemplo, existe o vereador Pedro Ferreira Mesquita Filho (PDT), mas que na urna eletrônica usa o nome PPCelll que é a marca de sua empresa de venda de assessórios para tefefone celular.

Divergência
O julgamento foi retomado nesta segunda-feira (01) hoje por meio do voto-vista apresentado pela presidente do TSE, ministra Cármen Lúcia. Ela divergiu parcialmente do relator, ministro Raul Araújo, que entendeu que a candidata ou o candidato pode se apresentar ao eleitorado na urna eletrônica com o nome pelo qual é efetivamente conhecido, desde que o nome na urna não atente contra o pudor, não seja ridículo ou irreverente e não acarrete dúvida quanto à identidade.

Para a ministra Cármen Lúcia, a norma proibitiva busca proteger o equilíbrio entre as candidaturas, que poderiam se valer de siglas, marcas ou expressões de empresas privadas para ter um diferencial na votação. “Há uma exploração indevida dessas marcas, que se convertem em propagandas. Devemos evitar que o uso de siglas e expressões, que são de abrangência pública, beneficie de forma abusiva alguma candidatura. Essas entidades, embora privadas em sua natureza, têm repercussão pública”, afirmou a presidente do Tribunal.

No voto, o relator, ministro Raul Araújo, permitiu o uso de marcas comerciais por candidatas ou candidatos nas urnas, mas proibiu a utilização do nome de uma entidade ou de um órgão público em associação ao nome de candidata ou de candidato na urna eletrônica.

Com  informações do TSE.

Fã joga celular e Léo Santana é atingido nas partes íntimas durante show, em Pernambuco

Foto Eder Mota/Divulgação
O baiano Léo Santana cantava o hit do Carnaval deste ano, "Perna Bamba", no último sábado (29), quando precisou interromper o show durante o São João de Gravatá, em Pernambuco. Isso porque uma pessoa da plateia jogou um celular no palco e o objeto atingiu as partes íntimas do artista.

Ele comentou a situação nas redes sociais e inclusive compartilhou imagens em câmera lenta. "Fui derrubado por um celular. Gente, isso é sério, não vale rir", escreveu o cantor, junto ao vídeo do momento em que se curva, após ter sido atingido.

Recuperado da dor, o Léo Santana retomou o show minutos depois. "Simplesmente prejudicado por uma tentativa de selfie. Mas voltei e finalizei meu show, né?", continuou o cantor, rindo da situação que o deixou "de perna bamba".

Com informações do Diário do Nordeste.

139 cearenses levaram prêmio de até R$ 17.803,80 na Mega-Sena

Foto Marcello Casal Jr/ Agência Brasil
A Mega-Sena concurso 2743 drew 139 cearenses na quadra. Os valores variam com prêmios de R$ 847,80 a R$ 17.803,80. O resultado foi divulgado pela Caixa Econômica Federal (CEF), no sábado (29).

Ao todo, 9.980 apostas levaram o prêmio da quadra, ao acertarem 4 números do concurso. Em Fortaleza foram 72 ganhadores. Nenhuma aposta no Ceará acertou a quina, enquanto o prêmio principal, com 6 números, acumulou mais uma vez.

Os números sorteados foram: 13 - 25 - 27 - 30 - 37 - 53

O próximo sorteio da Mega-Sena ocorrerá na terça-feira, 2 de julho. O prêmio estimado é de R$ 120 milhões.

Com informações do O Povo.

Mulher é estuprada enquanto carregava filho de 3 anos no colo

Mulher é estuprada enquanto carregava filho de 3 anos no colo, no litoral de SP
Além do abuso, ela também teve o dinheiro que levava roubado
Uma mulher de 27 anos foi estuprada enquanto carregava o filho de 3 anos no colo, na noite da última quinta-feira (27), em Mongaguá, no litoral de São Paulo. Além do abuso, ela também teve o dinheiro que levava roubado. O criminoso não foi capturado. A mulher estava a caminho de casa com o filho quando foi abordada por um homem de bicicleta. O suspeito portava um punhal e a levou, puxada pelos cabelos, até uma viela, onde cometeu o crime.

Toda a situação aconteceu enquanto ela carregava o filho no colo. Após a situação, o homem exigiu que ela entregasse o dinheiro que tinha — R$ 50 — e a mandou ir embora "sem olhar para trás". A criança não foi ferida. A vítima acionou a Polícia Militar (PM) e foi levada ao Hospital e Maternidade de Mongaguá, onde passou pelos protocolos devidos. O caso foi registrado como estupro e roubo na Delegacia de Mongaguá. O suspeito ainda não foi detido.

Senado vota na terça-feira (2) regras que endurecem cumprimento de pena no Brasil

A Comissão de Segurança Pública do Senado analisará, em sua próxima reunião, um pacote de matérias que endurecem as regras sobre prisões e cumprimento de penas.

A sessão estava marcada para a última terça-feira (25), mas foi adiada. Agora, ela será realizada às 11h de terça-feira (2).

O pacote na pauta da comissão tem debates sobre:
  • saidinha
  • detenção em presídio federal para quem matar agentes de segurança
  • violência contra crianças
  • prisão especial
Um dos projetos de lei que será debatido sugere a detenção em presídio federal de segurança máxima para quem assassinar integrantes das Forças Armadas, policiais civis, federais e militares, bombeiros militares e agentes das polícias Rodoviária e Ferroviária Federal.

A matéria tem autoria do deputado Carlos Jordy (PL-RJ) e foi aprovada na Câmara em agosto de 2021. No Senado, o relator é Flávio Bolsonaro (PL-RJ), que divulgou parecer sobre o projeto em setembro do ano passado.

Como é a lei hoje?

Atualmente, a Lei de Execução prevê a detenção em prisões federais para líderes de facções criminosas e milícias privadas ou para quem tenha atuação criminosa em dois estados da federação. O intuito é que esses criminosos cumpram pena com regime diferenciado.

O senador não fez nenhuma alteração no conteúdo da proposta aprovada na Câmara. O projeto sugere que o juiz da execução ou da decretação da prisão solicite ao Departamento Penitenciário Nacional do Ministério da Justiça a reserva de vaga em prisão federal.

CNN Brasil