sábado, 18 de abril de 2026

Socorrista do Samu descobre morte do próprio filho durante atendimento no Paraná

Foto Reprodução/Ministério da Saúde.
Um socorrista do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) descobriu a morte do filho ao socorrer um acidente de carro em Mauá da Serra, no Paraná, na madrugada deste sábado (18).

O pai e outros socorristas tentaram socorrer o jovem, que dirigia um carro que capotou no quilômetro 290 da BR-376. Ele não resistiu e morreu no local do acidente.

Outras quatro pessoas estavam no veículo e foram socorridas em estado grave. Todos foram ejetados após o carro capotar.

Uma das vítimas foi atropelada por dois veículos após ser laçada para fora do carro, e tem risco de amputação de uma das pernas, segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF) informou ao g1.

As identidades dos envolvidos não foram divulgadas. As circunstâncias do acidente são investigadas pela Polícia Civil do Paraná.

Com informações do Diário do Nordeste

Com um presente simples, pai agricultor realiza o sonho da filha de 3 anos

Morando numa casa de taipa no interior do Maranhão e vivendo do trabalho na roça, um  pai identificado como Nataniel, fez o que podia  para realizar o desejo da filha de 3 anos. A pequena Jasmin sonhava com uma botinha, e ele conseguiu.

Um presente simples, mas cheio de significado: esforço, carinho e tudo o que ele podia oferecer para vê-la feliz.
Razões para acreditar/ Vídeo: @niel_lu_casal_da_roca

STF determina o retorno de Monique Medeiros à prisão

O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), restabeleceu nesta sexta-feira (17) a prisão preventiva de Monique Medeiros, acusada de participação no homicídio de Henry Borel, aos 4 anos de idade, em 2021. 

O menino Henry Borel morreu na madrugada de 8 de março de 2021. Ele foi levado ao Hospital Barra d’Or pela mãe, Monique Medeiros, e pelo padrasto, o ex-vereador Dr. Jairinho, já sem vida, apresentando múltiplas lesões indicativas de agressão e tortura.

Monique, mãe da criança e o ex-namorado Jairo dos Santos Júnior, o Dr. Jairinho, estão sendo julgados pelo crime.

A decisão proferida atendeu reclamação proposta pelo pai de Henry, Leniel Borel de Almeida Junior, assistente de acusação na ação penal. Ele questionou a decisão do 2º Tribunal do Júri do Rio de Janeiro que revogou a prisão preventiva de Monique Medeiros por excesso de prazo.

A Procuradoria-Geral da República manifestou a necessidade de restabelecer a medida cautelar.

O documento da PGR encaminhado ao ministro Gilmar Mendes reconhece que o relaxamento da prisão de Monique pelo 2º Tribunal do Júri, em março, “importa em violação à autoridade das decisões do Supremo Tribunal Federal que, em análise de mérito para o mesmo caso, restabeleceram a segregação para garantia da ordem pública e conveniência da instrução”. 

Para o ministro Gilmar Mendes, ao revogar a prisão preventiva, o juízo fluminense não observou a razão de decidir contida no acórdão da Corte, proferido no recurso extraordinário com agravo.

Além disso, o ministro explicou que o suposto excesso de prazo da prisão decorreu exclusivamente de manobra de defesa técnica de um dos corréus para esvaziar a sessão de julgamento. A conduta, inclusive, foi reprovada em primeira instância como atentatória à dignidade da Justiça.

O caso

O menino Henry Borel morreu na madrugada de 8 de março de 2021. Ele foi levado ao Hospital Barra d’Or pela mãe, Monique Medeiros, e pelo padrasto, o ex-vereador Dr. Jairinho, já sem vida, apresentando múltiplas lesões indicativas de agressão e tortura.

No depoimento à Justiça, Monique relatou que acordou de madrugada, por volta de 3h30, com o barulho da TV, tendo se levantado e ido ao quarto do filho, encontrando-o deitado no chão, com mãos e pés gelados e olhos revirados.

“Quando abri a porta do quarto, o encontrei deitado no chão. Peguei meu filho, botei em cima da cama. Estranhei. As mãos e os pés dele estavam muito geladinhos. Chamei o Jairinho. Ele enrolou meu filho numa manta e fomos ao hospital”, disse em depoimento.

As médicas do hospital Barra d’Or, que atenderam o menino, garantiram à polícia que ele já chegara morto à unidade de saúde. 

As investigações mostraram, por meio das imagens da câmera do elevador, que mostram Monique e Jairinho levando Henry ao hospital e que o menino já estava morto ao deixar o apartamento do vereador.

Um laudo do Instituto Médico Legal concluiu que Henry tinha lesões no crânio, ferimentos internos e hematomas nos membros superiores.

O pai de Henry, Leniel Borel, que clama por Justiça há 5 anos, traçou um perfil do casal.

“Na verdade, o Jairo é um sádico. Ele é um psicopata, mas ele é consciente, com nível superior, médico. Ele não fazia sem consciência, não. Eu estou falando de um vereador com cinco mandatos, que tinha prazer em agredir crianças”, diz.

“Hoje, eu ouso dizer que o Jairo só foi morar com a Monique por causa do Henry. Isso pra mim é terrível. Como a gente pode explicar um adulto que pode agredir uma criança, um anjo, uma criança indefesa”, destacou Leniel Borel.

Ele criticou também a mãe de Henry, Monique Medeiros. “Uma mãe que sabia das agressões e nada fez. Hoje eu falo que a Monique é muito pior do que o Jairo. Foram vários cenários, o Jairo dando banda, dando cascudo na criança, agredindo. O Henry desesperado. Quando ele via o Jairo, vomitava”, afirmou.

Agência Brasil/ Fernando Frazão

PM que ma.tou mulher com ti.ro no peito passa de estagiária a soldado

A policial militar Yasmin Cursino Ferreira, de 21 anos, passou de aluna, como se fosse uma estagiária, a soldado duas semanas depois de matar com um tiro no peito Thawanna Salmázio, na Zona Leste de São Paulo. A efetivação foi publicada no Diário Oficial desta sexta-feira (17).

A soldado está afastada das ruas e é investigada pela Corregedoria da PM e pelo Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) da Polícia Civil.

A Secretaria da Segurança Pública disse que não houve promoção, apenas equiparação salarial.

“A Polícia Militar esclarece que não houve qualquer promoção da policial citada, que permanece afastada de suas funções. A recente publicação reflete apenas o cumprimento da Lei nº 18.442, de 2 de abril de 2026. A nova legislação extinguiu a antiga divisão entre Soldados de 1ª e 2ª Classe, unificando a graduação sob a nomenclatura única de ‘Soldado PM’. Dessa forma, o ajuste salarial de R$ 480 trata-se unicamente da equiparação remuneratória automática garantida pela lei a todos os policiais que ocupavam a extinta 2ª Classe. A corporação ressalta, ainda, que não existe a figura de ‘estagiário’ na instituição; após a fase de Aluno-Soldado, o policial passa diretamente a atuar como Soldado.

Thawanna morreu após ser baleada durante uma ação policial no início do mês, em Cidade Tiradentes. Ela caminhava pela rua durante a madrugada com o marido, quando o braço dele tocou o retrovisor de uma viatura em patrulhamento. O policial que conduzia o veículo deu ré e questionou o casal sobre andar na rua, dando início a uma discussão.

A policial Yasmin, que estava no banco do passageiro, desceu da viatura. Nas imagens registradas pela câmera corporal do motorista, é possível ouvir Thawanna dizendo à militar para não apontar o dedo para ela. Em seguida, foi efetuado o disparo.

“Você atirou? Você atirou nela? Por quê, ca***?”, questionou o também soldado Weden Silva Soares. Yasmin respondeu que atirou porque a moradora teria dado um tapa na cara dela.

A ação policial foi marcada por abusos e violência desde o primeiro contato, segundo especialistas ouvidos pelo g1, e se configurou como uma “briga” entre agentes e civis, não uma abordagem, além de desrespeitar protocolos da Polícia Militar.

Na época, a soldado Yasmin estava na etapa final do estágio na corporação e fazia patrulhamento nas ruas havia cerca de três meses. Ela não usava uma câmera corporal.

Thawanna esperou mais de 30 minutos pelo resgate, apesar de haver bases do Corpo de Bombeiros a poucos minutos do local do disparo. O atestado de óbito emitido pelo Instituto Médico Legal (IML) apontou hemorragia interna aguda como causa da morte. Socorristas ouvidos pela TV Globo afirmam que a demora no resgate contribuiu diretamente para o agravamento do quadro, já que o ferimento não foi estancado nos primeiros minutos após o tiro.

30 minutos separaram tiro e resgate

Uma sequência de registros oficiais e imagens de câmera corporal aos quais a TV Globo teve acesso revela como se deram os mais de 30 minutos entre o disparo que atingiu Thawanna da Silva Salmázio e a chegada do resgate, na madrugada de 3 de abril, em Cidade Tiradentes, na Zona Leste de São Paulo.

Às 2h59, por meio do registro feito pela câmera corporal do soldado Weden Silva Soares, é possível ouvir o som do tiro dado pela PM Yasmin Cursino Ferreira.

Na sequência, ainda com a vítima no chão, o policial questiona a colega: “Você atirou? Você atirou nela? Por quê, ca***?” A policial responde: “Ela deu um tapa na minha cara”.

No Ceará, acidente entre moto, carro e caminhonete deixa um morto e feridos na BR-020

Um acidente de grandes proporções foi registrado na noite desta sexta-feira, 17 de abril de 2026, na BR-020, nas imediações da localidade de Santa Fé, no município de Caridade, no Sertão de Canindé.

De acordo com informações preliminares, a colisão envolveu três veículos: uma motocicleta Honda CB300, um carro modelo Ford Fiesta e uma caminhonete Toyota Hilux. Devido à força do impacto, o motociclista não resistiu aos ferimentos e morreu ainda no local. A identidade da vítima não foi divulgada pelas autoridades até o fechamento desta matéria.
Outras pessoas envolvidas no acidente ficaram feridas. Equipes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) prestaram os primeiros socorros e encaminharam os feridos para unidades hospitalares da região. O estado de saúde deles não foi atualizado.

A ocorrência mobilizou equipes da Guarda Civil Municipal, da Polícia Rodoviária Estadual (PRE), da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros, que atuaram no resgate às vítimas, no controle do tráfego e no isolamento da área.

A PRE ficará responsável por apurar as circunstâncias e as causas do acidente. A perícia foi acionada para realizar os levantamentos no local. O corpo do motociclista foi recolhido pelo rabecão do IML.

Caminhão com carga de milho avaliada em até R$ 1 milhão tomba no interiro do Ceará

Um caminhão carregado com milho especial tombou em um trecho próximo à Vila Caipu, no município de Cariús, no Centro-Sul do Ceará. O acidente provocou congestionamento e chamou atenção pelo valor da carga transportada.

De acordo com informações preliminares, a carga pode chegar a R$ 1 milhão. O milho é classificado como “especial”, o que eleva o valor de mercado do produto.

Relatos de motoristas apontam que o acidente teria sido causado por buracos na pista. A via ficou parcialmente interditada durante o trabalho de remoção do veículo e da carga, o que gerou horas de lentidão no tráfego.

Até o fechamento desta matéria, não havia confirmação oficial sobre feridos. Equipes da Polícia Rodoviária Estadual (PRE) foram acionadas para sinalizar o local e organizar o fluxo de veículos.
As causas do tombamento serão apuradas pelas autoridades competentes.

Colisão entre dois caminhões é registrado na parede do açude Jaibaras em Sobral

Um acidente de trânsito envolvendo dois caminhões foi registrado na tarde desta sexta feira (17) na Parede do Açude Ayres de Sousa no distrito de Jaibaras Sobral/CE.

Segundo informações os veículos tentaram passar na parede do Açude em um trecho de uma rodovia estadual que liga Cariré e acabaram ficando imprensados , houve apenas danos materiai. 

A PRE foi acionada para atender a ocorrência e o trânsito está  sendo condições de tráfego .

Acidente com topic é regsitrado nas proximidades de Patos/Sobral, local onde morreram avós e neto na semana passada

Foto: Reprodução
Um acidente envolvendo uma Topic de Irauçuba foi registrado na BR-222 no início da tarde desta sexta-feira (17), nas proximidades da localidade de Patos/Sobral.

As circunstâncias do acidente ainda serão investigadas, mas segundo populares, o veículo havia parado no Pare e Siga, quando foi atingido por veículos que trafegavam logo atrás. 

Pelo menos mais dois carros se envolveram no sinistro.
Um total de 8 passageiros ficaram feridos e foram socorridos por uma ambulância do SAMU para o hospital de Irauçuba. 

Dois pacientes apresentam maior gravidade e estão recebendo os devidos atendimentos.

Em Sobral, furto de roda de carro é registrado na Praça da Coluna da Hora durante a noite

Um caso de furto chamou a atenção na noite desta quinta-feira, dia 16, na Praça da Coluna da Hora. Um proprietário de um veículo modelo Oroch, de cor cinza, relatou que teve uma roda completa do carro roubada enquanto o automóvel estava estacionado no local.

De acordo com a vítima, o crime ocorreu entre aproximadamente 21h30 e 00h30, período em que o carro permaneceu na praça. Ao retornar, o dono percebeu que uma das rodas havia sido levada.

A área é bastante movimentada, principalmente no período da noite. Situações como essa reforçam o alerta para que motoristas redobrem a atenção ao estacionar veículos em locais públicos, mesmo em pontos considerados centrais da cidade.

Quem tiver qualquer informação que possa ajudar na identificação do responsável pelo furto pode entrar em contato pelo número (88) 9 9636-0820.

A colaboração da população pode ser fundamental para ajudar a recuperar o item e coibir esse tipo de crime na região.

Cemitério quer exumar corpos de pessoas de 300 famílias que estão inadimplentes no Ceará

Foto Divulgação/Grupo Zelo
Quase 300 famílias com parcelas em atraso relacionadas à manutenção de jazigos no Cemitério Memorial da Paz, localizado em Maracanaú, na Região Metropolitana de Fortaleza, Ceará, receberam uma notificação da empresa gestora do espaço alertando para os riscos de não se regularizarem. As sanções podem levar à exumação dos restos mortais, com transferência para ossário coletivo do próprio estabelecimento.

Um comunicado sobre o tema foi publicado na edição de terça-feira (14), do jornal O Estado, afetando 269 famílias. O aviso tem caráter de notificação extrajudicial e pede que os responsáveis regularizem as parcelas em aberto do Contrato de Cessão de Direito de Utilização Jazigo Perpétuo.

De acordo com o texto divulgado, caso as dívidas não sejam quitadas, os contratos poderão ser rescindidos e, os jazigos, retomados pela administração do cemitério. O procedimento poderá ocorrer a partir de maio deste ano, caso não haja regularização.

“Os restos mortais serão enviados para o ossuário geral, sepultados em valas comuns ou incinerados a critério do cedente (o cemitério), em conformidade com a legislação vigente à época”, alertou, lembrando que os contratos serão rescindidos pela inadimplência.

Em nota, o Cemitério Memorial da Paz, administrado pelo Grupo Zelo, informou que a publicação da notificação extrajudicial representa a etapa final das iniciativas de contato adotadas junto às famílias com pendências financeiras, “após o esgotamento de todas as tentativas administrativas de regularização”.

“O procedimento encontra respaldo contratual e contempla múltiplos canais de comunicação, incluindo contatos telefônicos, envio de correspondências com aviso de recebimento (AR) e publicações em veículos de ampla circulação”, declara.

Segundo a empresa, a primeira publicação ocorreu no mês de janeiro. Agora, os titulares dos jazigos poderão regularizar suas pendências até o dia 31 de maio, com possibilidade de negociação e parcelamento até essa data.

O Cemitério ressaltou que “atua em estrita conformidade com a legislação vigente e com as normativas aplicáveis ao setor, sendo este o segundo chamamento público direcionado aos titulares em questão”.

Em nota, a presidente do Sindicato das Empresas Funerárias do Estado do Ceará (Sefec-CE), Nazaré Névoa, confirmou que a prática de convocação para regularização de jazigos é um procedimento padrão e legal nas empresas privadas do setor.

“As administradoras de cemitérios particulares operam mediante contratos de cessão de uso que estabelecem obrigações de manutenção, sendo a adimplência essencial para a sustentabilidade operacional e a conservação dos espaços”, declarou.

Névoa reforça que a rescisão contratual e a posterior exumação são “medidas de última instância”, adotadas somente após o esgotamento de todas as tentativas de contato administrativo, observando “os preceitos legais e o respeito às famílias” e conduzindo o processo “com o devido cuidado, dignidade e ética”.

O que diz a legislação?

No Brasil, não existe uma lei federal específica que determine exumação automática em razão de inadimplência de taxas de jazigo. Em geral, a gestão de cemitérios e as regras sobre sepulturas são definidas por legislações municipais ou pelos contratos firmados com administradores, especialmente no caso de cemitérios privados.

O direito de uso do jazigo pode prever a cobrança de taxas de manutenção e conservação. Em caso de inadimplência prolongada, a administração pode buscar a rescisão do contrato e retomar o espaço, desde que haja previsão legal e comunicação prévia aos responsáveis.

Para o advogado Eduardo Brasil, membro da Comissão de Estudos em Direito Funerário da Ordem dos Advogados do Brasil no Estado do Ceará (OAB-CE), qualquer medida adotada por cemitérios vai além da relação de consumo e atinge diretamente os direitos de personalidade e dignidade tanto dos mortos quanto de seus familiares.

Em vez de ameaçar a retirada dos restos mortais, o advogado explica que o cemitério, enquanto entidade privada, possui outros meios legais para buscar o pagamento, como o ajuizamento de ações de cobrança.

O especialista reforça que a exumação só é juridicamente válida se seguir requisitos rigorosos, incluindo a prova de que o consumidor foi avisado individualmente sobre as dívidas e a observância de normas sanitárias que garantam a rastreabilidade dos corpos.

Brasil destaca ainda que o consumidor tem direito à informação adequada, clara e individualizada sobre sua situação. “O fornecedor não pode impor vantagens ou exigir obrigações que sejam manifestamente excessivas em relação ao consumidor”, adverte.

Para ele, a notificação de casos assim deve garantir que os responsáveis tenham ciência prévia e expressa da situação antes de qualquer ameaça de exumação. Além disso, considera que as empresas devem manter canais abertos para negociação, parcelamento e repactuação das dívidas antes de recorrer a medidas extremas.

Quanto aos prazos para a realização de exumações, Eduardo esclarece que, embora não exista uma legislação nacional ou estadual unificada, a prática comum e o costume administrativo estabelecem um intervalo mínimo de 3 a 5 anos após o sepultamento.

Com informações do Diário do Nordeste