Prosperar no meio rural não é uma tarefa simples. A agricultura de subsistência, em pequenas propriedades, ainda predomina como a principal atividade do segmento no País. Na Serra da Ibiapaba, no entanto, pouco a pouco os produtores evoluem e consolidam um plantio forte, baseado nos aprendizados familiares.
Segundo informações do último Censo Agropecuário, em 2022 e elaborado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), os municípios da região de planejamento da Serra da Ibiapaba tinham cerca de 20 mil unidades familiares de produção rural.
Na maior parte delas, são agricultores familiares de pequeno porte. Alguns deles, contudo, conseguem escalar a produção, auxiliados por programas de microcrédito rural, como o Agroamigo, do Banco do Nordeste (BNB), e tornar-se produtores rurais de porte mais elevado, escoando a produção para grandes mercados.
Do cultivo orgânico ao convencional, a produção é respaldada por técnicas marcadas pela inovação e tecnologia, com altas captações de crédito. Esse desenvolvimento dá visibilidade aos saberes tradicionais aprendidos nas bases da agricultura familiar.
Com informações do Diário do Nordeste