O presidente do STF, ministro Edson Fachin, autorizou a atuação da Advocacia-Geral da União (AGU) na defesa do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, nos Estados Unidos, em ação que questiona decisões de Moraes relacionadas à remoção e ao bloqueio de perfis e conteúdos digitais sob alegação de suposta violação da liberdade de expressão garantida pela Primeira Emenda da Constituição dos Estados Unidos.
A atuação da Advocacia-Geral da União (AGU) na defesa do ministro do STF deverá gerar custos elevados aos cofres públicos. De acordo com observação do jornalista Cláudio Humberto a AGU precisará contratar escritórios de advocacia locais com licença para atuar em tribunais norte-americanos com honorários que variam de US$ 300 a mais de US$ 1.300 por hora. O valor final total para custear o processo internacional pode atingir milhões de dólares, recaindo sobre o contribuinte brasileiro.