quarta-feira, 8 de junho de 2022

Bolsonaro diz que Moraes não cumpriu acordo e fala em novo 7 de Setembro para povo reagir

O presidente Jair Bolsonaro (PL) disse nesta terça-feira, 7, que seus apoiadores já organizam uma nova manifestação de 7 de Setembro neste ano para “sensibilizar o Judiciário”, a menos de um mês do primeiro turno das eleições, e demarcar seu lado na disputa. A data representou um divisor de águas no governo, no ano passado, porque à época o presidente chamou o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes de “canalha” e ameaçou descumprir decisões da Corte.

Bolsonaro afirmou nesta terça-feira que Moraes não cumpriu o acordo firmado depois – sem dizer os termos do acerto – e continua perseguindo seus aliados. Na ocasião, os insultos provocaram forte impacto no meio político, a oposição levantou a bandeira do impeachment e Bolsonaro teve de fazer um recuo estratégico, auxiliado pelo ex-presidente Michel Temer. Mas não durou muito.

Pré-candidato a mais um mandato, e em segundo lugar nas pesquisas de intenção de voto, Bolsonaro fez questão de dizer que, neste novo 7 de Setembro o povo dará uma “demonstração pública” do lado em que está e dirigiu estocadas na direção do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que lidera as sondagens eleitorais.

“Eles estão do lado da ordem, do lado da lei, do lado da ética, da Constituição, da democracia. É isso que eles querem”, afirmou Bolsonaro, em entrevista ao SBT News, citando uma série de temas caros a seu eleitorado mais fiel, como a defesa da família e a pauta anti-aborto. “Enquanto (isso), do outro lado, o outro candidato não consegue juntar gente em nenhum lugar do Brasil”, emendou, numa referência a Lula, seu principal adversário.

Críticas a ministros do STF

Em mais de uma hora de entrevista, o presidente teceu várias críticas a ministros do Supremo, afirmou que Alexandre de Moraes descumpriu acordo costurado por Temer, após a tensão do 7 de Setembro de 2021, e disse que uma parte do Judiciário quer “minar a liberdade de expressão”.

Depois da crise provocada por Bolsonaro na manifestação do ano passado na Avenida Paulista, Temer foi chamado às pressas ao Palácio do Planalto e redigiu uma “Declaração à Nação” para o presidente divulgar. No texto, Bolsonaro dizia não ter tido intenção de agredir os Poderes. Foi uma espécie de trégua, há muito tempo expirada, nos ataques ao Judiciário.

“Estava (sic) eu, Michel Temer e um telefone celular na minha frente. Ligamos para Alexandre de Moraes e conversamos três vezes com ele. E combinamos certas coisas para assinar aquela carta. Ele não cumpriu nenhum dos itens que combinei com ele”, afirmou Bolsonaro, que acusou Moraes de perseguir seus apoiadores.

Como exemplo, o presidente citou o caso do deputado estadual Fernando Francischini (União Brasil-PR), cassado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) por disseminação de notícias falsas contra as urnas eletrônicas. “A opinião de Francischini sobre as urnas é exatamente igual à minha”, disse Bolsonaro.

O ministro do STF Kassio Nunes Marques derrubou a cassação com uma canetada, na semana passada. O assunto passará, nesta terça-feira, pelo crivo da Segunda Turma da Corte. Nunes Marques e seu colega André Mendonça – dois ministros indicados por Bolsonaro – estão atuando em dobradinha nesse caso.

“Se você analisar os fatos dos últimos dois anos, você vê que uma parte do Poder Judiciário foca em cima de minar a liberdade de expressão. Você viu prisão de parlamentar, que não pode ser preso por palavras e opiniões, sejam elas quais forem”, argumentou Bolsonaro, numa alusão ao deputado Daniel Silveira (PTB-RJ), condenado a oito anos e nove meses de prisão pelo STF e beneficiado pelo perdão presidencial.

Em ataque aos ministros da Corte, Bolsonaro disse que age para que a “liberdade” seja respeitada, “e não a vontade de duas ou três pessoas”, em Brasília. “Essas pessoas abusam porque querem minar a nossa candidatura para facilitar o outro lado. O que fazem com o pessoal de direita, não fazem com o pessoal de esquerda”, declarou, em mais uma referência a Moraes; ao presidente do TSE, Edson Fachin, e ao ministro Luís Roberto Barroso, que antecedeu o colega no cargo.

Em mais uma tentativa de lançar dúvidas sobre o processo eleitoral, Bolsonaro disse que “não tem cabimento” o TSE ser presidido por Fachin. “O próprio ministro Fachin foi relator do processo que botou o Lula em liberdade. Não tem cabimento ele estar à frente do TSE e ter adotado as condutas que vem adotando”, destacou. Na sua avaliação, o magistrado age “com irresponsabilidade” para beneficiar Lula, ao lado de Moraes e Barroso.

Na prática, as críticas de Bolsonaro fazem parte de uma estratégia. Ao longo dos últimos meses, o presidente tem procurado construir um discurso que sirva como “vacina” para explicar eventual derrota nas urnas.

“Nós queremos eleições limpas e dá tempo ainda de termos eleições limpas. Não podemos terminar as eleições sobre o manto da desconfiança, de modo que o lado perdedor fique revoltado”, insistiu Bolsonaro. Ao mesmo tempo em que fustigou Fachin, Moraes e Barroso, o presidente elogiou a atuação de André Mendonça e Nunes Marques. “Raramente discordo”, comentou.

Fonte: Estadão

Vídeo: Mulher se empolga e dança em cima de viatura da PM com latinha de cerveja

Imagine a cena: durante uma festa popular, uma mulher, com a devida latinha de cerveja na mão, faz uma viatura da Polícia Militar de carro alegórico e sai dançando e acenando para o público, em cima do carro, que percorria as ruas da cidade.

Não dá para imaginar? Pois foi exatamente o que aconteceu no último sábado (4/4), durante a festa da “Tropeada”, em Araguaína, norte do Tocantins. As imagens viralizaram nas redes sociais.

Segundo informações da PM, a guarnição fazia o policiamento da festa e, ao parar em um sinal de trânsito teve a carroceria do veículo invadida pela mulher, que aparentemente estava sob o efeito de álcool. “A Polícia Militar lamenta atitudes como essa”, diz a corporação.

Áudio apresentado na “CPI do Motim” aponta suposta tentativa de tráfico de influência do presidente da APS

Após divulgação de áudio, Cleyber Araújo foi orientado por seu advogado a permanecer em silêncio. Foto: ALCE
A “CPI do Motim” passou por uma reviravolta nesta terça-feira (07) após divulgação de áudio apresentado pelo relator Elmano de Freitas (PT), em que o depoente do dia, Cleyber Araújo, presidente da Associação dos Profissionais de Segurança (APS), aparece, supostamente, negociando R$ 400 mil para obtenção de liminar. Após ouvir os áudios, o dirigente da entidade foi orientado por seu advogado a permanecer em silêncio, e ele não respondeu aos questionamentos feitos a posteriori. Cleyber, sendo Elmano, agora estará na condição de indiciado.

De acordo com a gravação, pessoas estariam reunidas e discutindo como fariam para conseguir limiar junto à justiça, e em determinado momento alguém propõe uma negociação com uma terceira pessoa, que cobraria dois meses de arrecadação da Associação naquele momento, ou seja, algo em torno de R$ 400 mil. Esse valor, inclusive, motivou novo depoimento de Cleyber Araújo nesta terça-feira, a pedido do deputado Marcos Sobreira (PDT).

Antes da divulgação do áudio, o dirigente apresentou documento sobre os serviços de advocacia no valor de R$ 400 mil, que segundo ele, tratava-se de serviço de consultoria e treinamento para dois advogados da Associação.  Ainda de acordo com ele, o outro documento entregue à CPI estava “equivocado”, mas nada teria sido alterado. “Nada foi alterado. O que alterou foi que esse está com a assinatura original”, justificou.

Para Elmano de Freitas, o que está no áudio é um fato grave que não interfere apenas na APS, mas “em outras coisas maiores”. Ainda de acordo com o relator, após suspensão de descontos para as associações, algumas dessas entidades conseguiram liminares que permitiram a obtenção dos descontos, enquanto que a Associação dos Profissionais de Segurança não conseguiu. “A APS começou a não honrar com seus compromissos. E talvez começou a atrasar salários e começou a se encontrar em situação de desespero”, disse.

De acordo com as falas no áudio alguém diz “isso é contra a nossa essência, mas na guerra a gente faz coisas que não concorda”. “Alguém ofereceu o serviço e alguém, por desespero, pode ter aceitado”, apontou Elmano de Freitas. Na conversa, um dos homens fala na possibilidade de levar ações dos consignados para outras instâncias da Justiça, em Brasília, o que envolveria o montante negociado de R$ 400 mil.

Elmano de Freitas afirmou que iria solicitar à CPI que Cleyber passasse para a condição de indiciado e não mais de testemunha, e também destacou que vai pedir a perícia do áudio, além da quebra sigilo bancário e fiscal da pessoa que foi contratada para a suposta capacitação de advogados  “para irmos vendo o percurso desse recurso. Vou juntar o áudio aos altos para que temos a confirmação que é a voz de vossa senhoria”, disse o relator.

“Não tenho dúvida que o áudio está posto e a voz é do presidente da APS. Primeiro ele disse que tinha uma advogado para atuar no processo, agora o contrato é para capacitação do processo. Está negociando para fazer tráfico de influência para dar certo a liminar. O contrato do advogado que virou contrato de capacitação. O áudio diz que não era nem uma coisa e nem outra” – (Elmano de Freitas)

Salmito Filho, presidente do colegiado, fez os devidos encaminhamentos. Segundo ele, o áudio será periciado, e se a voz, de fato, foi de Cleyber Araújo, a investigação prosseguirá. “Se a perícia disser que não é, vai perder o valor”, afirmou. Ainda de acordo com ele, durante todo o trabalho do colegiado, nenhum dado vazou para qualquer veículo de comunicação. “Isso é uma demonstração de zelo e cuidado”.

Quebra de sigilo

Os próximos passos da CPI, segundo o relator: juntar o áudio à Polícia Civil para confirmação da voz do depoente; apresentação de requerimento da quebra de sigilo fiscal do que está apresentado no contrato; solicitação à entidade das contas para as quais foram enviados os contratos.

Deputados trocam acusações durante reunião da CPI

O relator da CPI, o deputado Elmano de Freitas, foi o principal alvo das críticas de membros do colegiado que se opõem ao inquérito. Foto: ALCE
Depois de um momento de calmaria, os ânimos voltaram a ficar exaltados durante reunião da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI), que investiga envolvimento de associações militares com o financiamento de motins de policiais no Ceará.  O clima esquentou após Delegado Cavalcante (PL) ter lembrado ações envolvendo o senador Cid Gomes (PDT), que quando governador do Estado enfrentou atritos com a PM.

De acordo com o parlamentar, que tem apontado interesses políticos na condução dos trabalhos do inquérito, o senador teria “ranço” da Polícia após ter levado “um murro” durante ato em Sobral. “Até hoje ele tá complexado, um cara cheio de revolta. Aquele murro que ele levou em Sobral ainda está doendo, porque ele não tem coração, talvez não tenha nem Deus”, disse.

Cavalcante voltou a defender a necessidade de se investigar o aumento no número de facções no Estado e chegou a propor um convite ao ex-governador Camilo Santana, para que ele deponha na CPI. “Isso aqui é bastidor de politicagem, é um constrangimento”, disparou.

O deputado Marcos Sobreira (PDT) repreendeu o colega e disse lamentar que ele tenha comemorado que um senador da República tenha sido agredido. “É desrespeitoso com esta Casa, com este Parlamento. Todos merecem respeito, porque as próximas vítimas podem ser eu e pode ser vossa excelência”, disse. Queiroz Filho (PDT) também se indignou. “O senhor, que é um homem de Deus, não deveria questionar a fé dos outros. o senador Cid merece respeito”.

Delegado Cavalcante também chegou a dizer que o relator da CPI, o deputado Elmano de Freitas (PT), faltava com a ética, ao apresentar áudio atribuído ao depoente do dia, o dirigente Cleybe Araújo. Elmano retrucou e chamou o oposicionista de “mentiroso” pelos dados incorretos que levou até o colegiado.

“Desequilibrado”

O presidente da CPI, Salmito Filho, criticou as agressões feitas e exigiu que os termos utilizados por Cavalcante fossem retirados da ata. O parlamentar também lembrou que na semana passada chegou a chamar Capitão Wagner (UB) de “desequilibrado”, mas afirmou que iria voltar ao Plenário 13 de Maio para refazer suas falas.

“Não podemos aceitar esse tipo de agressão. Esta CPI está sendo acusada de bastidor de politicagem. O Delegado pode até pensar assim, mas isso é uma agressão aos membros desta CPI. Estamos procurando ter o máximo de zelo, de cuidado. Ninguém aqui viu especulação de nada. O relator e sua assessoria, e todos os deputados, têm o máximo de cuidado”, afirmou Salmito.

Blog do Edson Silva

PDT realiza encontro regional em apoio à pré-candidatura de Ciro Gomes na próxima semana

Principais lideranças do PDT nacional e regional devem comparecer ao evento. Foto: Miguel Martins
O Partido Democrático Trabalhista (PDT) inicia, na próxima semana, uma série de encontros pelas cinco regiões do Brasil, em apoio ao nome do pré-candidato à Presidência da República Ciro Gomes. A primeira reunião está marcada para a quarta-feira (15), e será realizada em Fortaleza, com a presença de lideranças partidárias do Nordeste, além de prefeitos e pretensos candidatos ao pleito deste ano.

De acordo com o presidente estadual da sigla, o deputado federal André Figueiredo, o evento ocorrerá durante todo o dia, iniciando às 9 horas e encerrando às 17 horas, e contará com as presenças do prefeito de Aracaju, Edvaldo Nogueira, além das vice-prefeitas de Recife, Isabella de Roldão, de Natal, Alla Cortez, e de Salvador, Ana Paula Matos.

O senador do Maranhão Weverton Rocha, pré-candidato ao Governo do Maranhão, também confirmou presença no evento. Do Ceará estão confirmadas as presenças do senador Cid Gomes, do ex-prefeito de Fortaleza Roberto Cláudio, do prefeito Sarto, da governadora Izolda Cela, deputados federais, estaduais, vereadores e prefeitos, além do presidente nacional do PDT, Carlos Lupi, e do presidenciável Ciro Gomes.

De acordo com André Figueiredo, apesar de ser um evento que concentrará esforços para mostrar a força de Ciro Gomes em seu principal colégio eleitoral, não é objetivo da direção do partido realizar um evento grandioso, mas com qualidade. “Queremos mostrar à população o jeito PDT de se governar”, afirmou.

Blog do Edson Silva

Estudo aponta que após os 60 anos risco de derrame aumenta 14% a cada hora em frente à TV

O risco de derrame aumenta 14% para cada hora em atividades sedentárias, como o tempo gasto na frente da TV, conforme pesquisadores da Universidade Estadual de San Diego, nos Estados Unidos.

De acordo com o portal Metrópoles, no estudo publicado na revista científica JAMA, na última sexta-feira (3), os cientistas monitoraram hábitos de 7.607 americanos com idade média de 63 anos.

Para a análise dos dados, o trabalho incluiu dispositivos de rastreamento de movimento posicionados na altura do quadril dos voluntários para saber quando as pessoas se moviam e em que intensidade. Os participantes do estudo também passaram por check-ups de seis em seis meses para avaliações sobre a saúde.

Com as informações da pesquisa, os cientistas apontaram que os sedentários que, mal se moviam quando despertos, tinham 44% mais risco de sofrer um Acidente vascular Cerebral (AVC). Para cada hora acima de 13 horas de descanso sem atividade, o risco de derrame aumentava 14%.

“O tempo gasto em comportamento sedentário foi interessante porque a maioria dos adultos passa a maior parte do tempo acordado sendo fisicamente inativo. Notavelmente, os participantes com maior tempo sedentário (mais do que 13 horas por dia) tiveram um aumento de 44% no risco de acidente vascular cerebral em comparação com aqueles no tercil mais baixo (menos de 11 horas/dia)”, destacaram os autores.

Ciro Gomes diz que País “amanhecerá em guerra” se Lula for eleito

O pré-candidato à Presidência Ciro Gomes (PDT) afirmou nesta segunda-feira, 6, que o País amanhecerá “em guerra” se Luiz Inácio Lula da Silva (PT) for eleito em outubro. 

O ex-ministro questionou a capacidade do petista de pacificar o Brasil, dada a polarização que o ex-presidente protagoniza contra Jair Bolsonaro. ⁠ ⁠ 

“Você acha que se o Lula for eleito, o País vai amanhecer mais ou menos pacificado? Vai amanhecer em guerra, é evidente”, afirmou Ciro em entrevista ao Flow Podcast. 

“Você acha que o Lula tem condição de oferecer uma agenda de enfrentamento à corrupção, que é um problema gravíssimo no Brasil? 

Ele não tem condição nem de tocar no assunto”, disse.⁠ 

Fonte: O POVO Online

Vídeo: ‘Agora vou ter sossego. Falta de conselho não foi’, diz mãe após filho ser assassinado

A mãe de Hugo Fernando da Silva Queiroz, homem de 30 anos que foi morto a tiros na noite desta segunda-feira (6) no bairro Golandim, em São Gonçalo do Amarante, na Grande Natal, fez um forte desabafo logo após reconhecer o corpo do filho ainda no local do crime.

Em entrevista à TV Ponta Negra, a dona de casa – que teve a identidade preservada pela reportagem – disse que agora que o filho morreu terá “sossego”. Ela falou que já esperava que o destino de Hugo fosse esse, por causa do seu envolvimento com as drogas e com uma torcida organizada.

O homem também já tinha sido preso por assalto a mão armada, mas já tinha cumprido toda a pena imposta pela Justiça e estava trabalhando. Mas seguia consumindo drogas e integrando a torcida organizada, de acordo com a mãe.
“Falta de conselho não foi. (…) Ele pagou a pena em 2014, terminou tudo. Desde então, só trabalhando. (O problema era) as drogas e torcida da Máfia Vermelha. Ele torcia e procurava confusão na rua. Acho que é por conta disso. Na verdade, eu já esperava”, afirmou a mãe.

Sikêra Júnior faz acordo para não enfrentar processo contra Xuxa

A coluna LeoDias descobriu que Sikêra Junior fez acordo com o Ministério Publico do Estado do Amazonas para não ser processado criminalmente em razão das ofensas proferidas a apresentadora Xuxa Meneghel. A assessoria jurídica da artista disse a esta equipe que, dessa forma, Sikêra se abstém de enfrentar a Rainha dos Baixinhos nos tribunais.

De acordo com os advogados de Xuxa, o processo civil ainda está em curso, no qual Sikêra já foi condenado a pagar R$ 300 mil para a artista, em razão dos danos morais causados por tais ofensas.

Ao aceitar a transação, Sikêra fica cinco anos proibido de proferir ofensas e fazer novo acordo com o Ministério Público, dizem os advogados da famosa.

Com informações do Metrópoles

terça-feira, 7 de junho de 2022

Leonardo sobre uso de verba pública: ‘Se tirar da saúde, não faço show’

Em entrevista ao colunista Léo Dias, do Metrópoles, o cantor Leonardo disse concordar com a criação da CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) para investigar casos de desvios de verbas.

“Não acho que tenha uma perseguição aos sertanejos. Dentro da lei, tudo se resolve. A lei tem que ser para todos. A CPI tem que voltar em muitos setores, inclusive na dos empresários, e não porque artista A ou B falou alguma coisa”, disse.

O sertanejo ainda defendeu o cantor Gusttavo Lima que recentemente teve shows cancelados após apuração de irregularidades em pagamento de cachê. “Gusttavo Lima não está errado. O artista vai onde o povo está”.

Leonado também afirmou que não concorda que seja tirado verba da saúde para pagamento de shows. “Quem contrata é que tem que saber se tem verba para Cultura ou não. Se eu souber que tirou verba da Saúde, eu não faço show. Isso tudo só está prejudicando o meio artístico. Não tem que ter briga nem de um lado nem de outro, tem que apurar as irregularidades”.