quarta-feira, 18 de janeiro de 2023

Ex-companheiro que matou mulher a pedradas é preso no Ceará

Foto: Reprodução
O crime aconteceu na manhã desta quarta-feira (18), na frente da filha do casal
Um homem foi preso, na tarde desta quarta-feira (18), pela Polícia Militar do Ceará (PMCE), sob suspeita de participação na morte de uma mulher de 36 anos, ocorrida no município de São João do Jaguaribe, no interior do Ceará. O crime aconteceu na manhã desta quarta-feira (18), na frente da filha do casal.

O suspeito foi localizado durante a tarde de hoje, na mesma cidade em que o crime aconteceu. Ele está sendo encaminhado à PC-CE, onde prestará depoimento sobre o caso. A ocorrência está em andamento. Mais informações serão divulgadas posteriormente, para não comprometer o trabalho policial.

Synara Souza, 36 anos, foi morta a pedradas pelo ex-companheiro na frente da filha do casal, na localidade de Pacheco, zona rural de São João do Jaguaribe, no interior do Ceará, na manhã desta quarta-feira (18). A mulher era mãe de uma criança, de 5 anos, que não ficou ferida no momento do crime.

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Suspeitos de torturar menino em escola de Paracuru são identificados pela Polícia

Foto: Reprodução
Vídeo do caso de bullying ganhou repercussão nas redes sociais. Segundo a mãe do garoto, o filho vinha sofrendo ataques constantes na escola
A Polícia Civil do Ceará informou que a Delegacia Municipal instaurou um procedimento policial e identificou todos os envolvidos em um ato infracional análogo ao crime de tortura, registrado no último sábado (14), em uma escola de Paracuru, na Região Metropolitana de Fortaleza.

Os pés e as mãos do menino foram amarrados. O vídeo do caso de bullying ganhou repercussão nas redes sociais. Segundo a mãe do garoto, o filho vinha sofrendo ataques constantes na escola.

Depois do ocorrido na quadra, o menino ficou traumatizado e não quis mais voltar a estudar nem jogar futebol, conta. Ela relatou ainda que a direção da escola foi informada do bullying, mas não tomou providências para evitar as agressões.

Com base nas imagens, registrada pelos próprios suspeitos, a vítima, uma criança de 11 anos, tem as mãos e os pés amarrados e é agredido verbalmente pelos jovens. “Oitivas e diligências ocorrem com foco em apurar todos os detalhes sobre o crime. Outras informações serão repassadas em momento oportuno, para não comprometer os trabalhos policiais”, destacou a Secretaria de Segurança Pública e Defesa Social.

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Governo Elmano adia entrega de tratores de apoio à atividade agrícola nos municípios

O Governo do Ceará informa que a entrega de 51 tratores para apoiar atividade agrícola nos municípios, marcada para esta quarta-feira (18), às 9h, na sede da Secretaria do Desenvolvimento Agrário (SDA), em Fortaleza, será remarcada.

Nova data será informada em breve.

Fonte: Governo do Estado do Ceará 

Lucile Randon, pessoa mais velha do mundo, morre aos 118 anos

Foto Nicolas Tucat/AFP
A irmã André, nascida Lucile Randon, uma freira francesa reconhecida desde abril de 2022 como a pessoa mais velha do mundo, morreu na madrugada desta terça-feira (17), na residência para idosos onde vivia em Toulon.

"Morreu às 2h da manhã", informou o funcionário ao reportar a morte de Randon. Ela nasceu em 11 de fevereiro de 1904 na cidade francesa de Alès e tinha 118 anos de idade.

Com informações do Diário do Nordeste e AFP.

Mulher é assassinada a pedradas pelo ex na frente da filha no interior do Ceará

Foto: Reprodução
Synara Souza é a 14ª mulher encontrada morta no Ceará em 2023
Uma mulher de 36 anos foi morta a pedradas pelo ex-companheiro na frente da filha do casal, na localidade de Pacheco, zona rural de São João do Jaguaribe, no interior do Ceará, na manhã desta quarta-feira (18). A criança, de 5 anos, não ficou ferida.

De acordo com a Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social, o corpo de Synara Souza foi localizado próximo a uma estrada, com lesões decorrentes de um objeto contundente. O suspeito do crime, que já foi identificado, está sendo procurado.

Equipes da Polícia Civil, da Polícia Militar e da Perícia Forense (Pefoce) foram acionadas e realizaram os primeiros levantamento sobre o caso, que é investigado pela Delegacia Municipal de São João do Jaguaribe.

Além de Synara Souza, pelo menos outras 13 mulheres foram assassinadas no Ceará somente neste ano.

Com informações do G1 Ceará

Planalto paga R$ 216,8 mil de hotel para Lula e Janja em Brasília

O Palácio do Planalto desembolsou R$ 216,8 mil para custear o hotel onde o presidente Lula e a primeira-dama Janja estão hospedados em Brasília até se mudarem para o Palácio da Alvorada, residência oficial da Presidência da República.

O valor pago consta em ato publicado nesta quarta-feira (18/1), no Diário Oficial da União (DOU). O serviço foi contratado por meio de inexigibilidade de licitação. O hotel é o “Meliá”, na Asa Sul, o mesmo em que Lula e Janja estão desde a transição.

No ato publicado no DOU, a Presidência da República justificou a dispensa de licitação argumentando a “necessidade de implantação de medidas de proteção da autoridade e de familiares nas residências oficiais”. Ou seja, no Alvorada.

Lula e Janja só devem se mudar para o Alvorada no início de fevereiro. Como vem mostrando o Metrópoles, a residência oficial passa por reformas para receber o casal, após a primeira-dama apontar uma série de danos no palácio em entrevista à Globonews.

Em nota, a Secretaria de Comunicação da Presidência informou que os R$ 216,8 mil também custearam hospedagem da equipe de segurança de Lula. A Secom também infomou que o presidente deve ficar no hotel até 2 de fevereiro, quando a obra no Alvarada deve ser concluída.

Metrópoles

Participante do BBB23 acusa colega negro de racismo

Fred Nicácio ressuscitou uma fala de Rodolffo Matthaus sobre o cabelo de João Luiz Pedrosa, do BBB 21, que naquela época virou uma discussão sobre o racismo estrutural. Cezar Black defendeu o cantor e afirmou que não enxergou maldade no comentário dele. O médico se preocupou por uma pessoa negra reproduzir o racismo de forma involuntária. “Isso é prejudicial”, criticou ele.

Tina Calamba comentou que uma pessoa preta do BBB 23 apoiou uma atitude racista. Nicácio a questionou sobre quem, e a angolana entregou o nome de Cezar Black. “A parte do cabelo você pode me explicar? Eu também sou preto e o bagulho que envolve raça me interessa”, pediu o especialista da saúde.

“Foi uma opinião já formada do Cezar sobre uma edição lá de fora, em que ele não achou nada demais, e eu cortei”, revelou a analista de marketing. “Eu queria entender quem era a pessoa, agora faz sentido”, comentou o médico.

“Eu imagino sobretudo porque vem de um homem preto isso, sabe?”, completou ele, preocupado. “Eu não critico, porque tem gente preta que não tem conhecimento de pauta racial”, apontou Tina.

“Quando a gente fala de pessoas pretas que não têm conhecimento de pauta racial e estão num programa que fala com o Brasil inteiro, isso é prejudicial. Isso reforça linguagens de quem não faz ideia do que é uma pessoa preta falar um absurdo desse tamanho, principalmente de questões capilares”, se revoltou Nicácio.

Por Notícias da TV

Paraibana vence concurso e se torna “a nova voz feminina” da banda Mastruz com Leite

Em um concurso que reuniu representantes de várias cidades do nordeste a cantora paraibana, de Bonito de Santa Fé, Roberta Felina se destacou entre as quatro candidatas e foi a escolhida pelos jurados como “A Nova Voz Feminina” da banda mastruz com leite.

A live da escolha aconteceu em Fortaleza, Ceará, na noite desta terça-feira (17), e foi transmitida pelo Youtube da Banda. As cantoras participantes foram: Caroline Melo, de Mossoró, Rio Grande do Norte; Layane Soares, do Cedro, Ceará; Naína Lima de Balsas no Maranhão e Roberta Felina de Bonito Santa Fé, Paraíba; essa última vencedora do concurso.

Roberta Felina tem 20 anos, é natural de Bonito de Santa Fé, cidade a 65 km de Cajazeiras, no Sertão paraibano, e começou na música com apenas 9 anos. Multi-instrumentista, a jovem toca clarinete, sax e violão – inclusive, esse último instrumento ela aprendeu de forma autodidata.

Governo Lula frustra evangélicos progressistas, e pastores pró-Bolsonaro ensaiam trégua

Petistas sabem que Lula ganhou esta eleição por um triz, e que o sufoco eleitoral pode em parte ser creditado à repulsa que o PT evoca em tantas igrejas evangélicas, após anos de campanha bolsonarista pesada nelas.

Daqui pra frente tudo vai ser diferente, ouvia-se nos bastidores da esquerda. Afinal, esse bloco cristão ainda deve crescer um bocado nos próximos anos. O tipo de coisa que pode fazer toda a diferença em um Brasil polarizado a ponto de consagrar um vencedor por margem tão mirrada como a que separou Lula de Jair Bolsonaro (PL).

Mas o que se viu, uma vez garantida a volta de Lula à Presidência, aborreceu tanto a cúpula evangélica à direita quanto a minoria progressista que fez o “L” de Lula com uma mão enquanto segurava a Bíblia com a outra.

O governo Lula ainda não deu sinais de que pretende priorizar o segmento que por anos negligenciou, o que ajudou a empurrá-lo para o colo do bolsonarismo.

Exemplo simbólico: lideranças que integraram grupos de transição do novo governo propuseram não retirar o termo “família” que Bolsonaro agregou no Ministério dos Direitos Humanos ao confiá-lo à pastora Damares Alves.

“Quando falamos em família não estamos falando em carga moral, seja que modelo de família for”, faz a ressalva a batista Nilza Valeria Zacarias, coordenadora da Frente Evangélica pelo Estado de Direito. O movimento ganhou assento no Conselho de Participação Social montado pela equipe lulista.

Ela argumenta que deletar “família” da Esplanada poderia passar um recado ruim para um grupo já reticente ao petista. Nos grupos de trabalho das áreas da mulher e dos direitos humanos, ficou claro para evangélicos presentes que a proposta era indigesta.

A palavra acabou ensanduichada no Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome, o que não agradou. Ninguém se refere à pasta pelo nome completo.

“Mais cedo ou mais tarde, pode respingar no segmento evangélico que este é um governo que não se importa com a família, o que não é verdade”, lamenta Zacarias. “A gente está na guerra de narrativas.”

E está perdendo batalhas, avaliam crentes que apoiam Lula.

A ideia de criar uma Secretaria de Assuntos Religiosos, ventilada antes da posse, por enquanto saiu do radar. Má sinalização. “Até avançamos na transição. O governo assumiu, e tudo retrocedeu”, ela diz.

Do lado bolsonarista, a birra já estava estabelecida, e o início do Lula 3 não ajudou. Irritaram o uso do pronome neutro (“todes”) em eventos oficiais e a limpeza do Palácio do Planalto com sal grosso. O gesto é associado a religiões afrobrasileiras, alvo de intolerância religiosa por uma fatia desse grupo cristão. A posse de Anielle Franco (Igualdade Racial) e Sonia Guajajara (Povos Indígenas), com atabaques e uma saudação a Xangô, o orixá da Justiça, também não passou despercebida.

Mas acenos foram feitos dos dois lados. A Assembleia de Deus Madureira, um dos principais ministérios desta que é a maior igreja evangélica do Brasil, é tida no meio como respaldo garantido a Lula. Nem todos, contudo, abriram os braços para o novo presidente.

O presidente da bancada evangélica, Sóstenes Cavalcante (PL-RJ), conta que foi procurado logo após o segundo turno pela senadora Eliziane Gama (Cidadania-MA), aliada de Lula. Para Sóstenes, a real intenção dela era descobrir se Silas Malafaia, seu pastor e uma bazuca anti-PT, topava uma trégua. O deputado diz que rechaçou qualquer proximidade.

Depois de tanto tempo pintando o PT como Partido das Trevas, e Lula como o diabo em pessoa e barba, pastores se viram diante de um dilema. Nunca antes um presidente foi tão consanguíneo com a liderança evangélica quanto Bolsonaro. Mas ele perdeu a eleição. “Bola pra frente”, como pregou o bispo Edir Macedo não fazia nem 72 horas do triunfo lulista?

A marcha à ré não seria inédita. O próprio Macedo primeiro demonizou Lula e depois o apoiou, ao sabor do vento político. Parlamentares do batalhão de choque bolsonarista, como o senador eleito Magno Malta (PL-ES) e o deputado Marco Feliciano (PL-SP), outro dia mesmo eram só sorrisos para a petista Dilma Rousseff.

A última década, contudo, consolidou lutas identitárias, inflamou ânimos conservadores e catapultou Bolsonaro, um congressista do baixo clero até então isolado no extremismo, à Presidência. Praticamente todos os pastores de parruda influência nacional embarcaram no bolsonarismo.

Mas nem todos desejam estacionar nele. A questão era entender o caminho menos traumático para se descolar do ex-presidente sem parecer oportunista, após uma relação tão simbiótica entre as partes.

As cenas de vandalismo explícito em Brasília podem, agora, oferecer uma saída honrosa para pastores que não querem ficar atrelados a pautas radicais. Não que antes elas fossem mais palatáveis à democracia, mas dentro de muitas igrejas há a percepção de que não há espaço, por ora, para a estridência bolsonarista outrora abraçada com tanto entusiasmo.

Os apóstolos Estevam Hernandes (Renascer em Cristo) e César Augusto (Fonte da Vida) fizeram campanha para Bolsonaro e, após a vitória de Lula, amansaram as críticas. Augusto, inclusive, enviou representante para a posse do vice-presidente Geraldo Alckmin como ministro da Indústria.

Os dois criticaram o quebra-quebra na capital -desaprovado, aliás, por 94% dos evangélicos, segundo pesquisa Datafolha.

Vieram da Igreja Universal sopapos em série na esquerda, como a recusa em aceitar que um cristão pudesse se reconhecer nesse campo. O bispo Eduardo Bravo, um porta-voz da igreja, repudiou o extremismo do dia 8. Bola pra frente.

Não que a resistência a Lula tenha sumido do mapa. A maioria ainda se ressente de Lula ter vencido, ainda que entenda que continuar a bater de frente com ele não é vantajoso para ninguém.

E há pastores firmes e fortes na oposição, que até relativizaram a destruição em Brasília. Vide Silas Malafaia, Josué Valandro Jr. (líder da igreja de Michelle Bolsonaro) e alguns líderes da Igreja Presbiteriana do Brasil –o reverendo Ludgero Bonilha chegou a reproduzir numa rede social um post sobre o “povo brasileiro de bem” e seu direito de não mais reconhecer a legitimidade do Estado.

Folhapress

Lula promete obrigar empresas de apps pagarem direitos trabalhistas e entregadores suspendem greve; Eles também querem autonomia

Motoboys e entregadores autônomos suspenderam a paralisação dos serviços de aplicativo após uma reunião nesta terça-feira (17) entre os líderes do movimento e o secretário de Economia Solidária, Gilberto Carvalho. A paralisação estava prevista para acontecer na próxima quarta-feira (25).

Segundo a coluna da Mônica Bergamo na Folha de São Paulo , o secretário disse que a regulamentação da categoria é uma das prioridades do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). De acordo com ele, todos os tópicos discutidos durante o encontro serão levados a Lula nesta quarta-feira (18).

Jr Freitas, dirigente da Aliança dos Entregadores de Aplicativos (AEA) e líder do movimento na capital paulista, afirmou que a suspensão da manifestação se deu por conta do diálogo entre os motoristas e o governo. Segundo ele, o governo pediu um plano “bem montado” para a formação de políticas para a classe.

Também foi discutido durante o encontro a criação de uma comissão dedicada apenas para a regulamentação dos trabalhadores de aplicativo.

A paralisação dos motoboys estava prevista para o dia 25 de janeiro, e deveria acontecer nos principais centros comerciais do Brasil, pontos de coleta e escritórios do Ifood. Entre as medidas pedidas pela categoria estão a criação do fundo social para a proteção dos trabalhadores, melhores condições de trabalho e participação nas discussões do governo sobre a classe.

Os entregadores autônomos também exigiam o fim das operadoras logísticas que atuam para terceirizar a profissão, o reajuste das taxas dos Apps, e a volta de um plano de aluguel de bicicletas para os profissionais.

Outra reunião sobre o assunto está marcada no calendário do governo em 30 dias. Segundo a colunista, foi prometido aos trabalhadores que o ministro do Trabalho, Luiz Marinho, deve estar presente.

Durante sua campanha, Lula defendeu a criação de novas regras para a categoria, além da criação de novas medidas para a proteção dos trabalhadores de entrega. No entanto, até agora não foi decidido pela sua equipe se os entregadores autônomos serão formalizados por CLT.

IstoÉ