terça-feira, 14 de abril de 2026

Jovem morre e irmão fica ferido após acidente entre motos durante manobra de “grau” no Ceará

Foto: Reprodução/ Internet
O acidente aconteceu enquanto os dois participavam de um chamado “treino de grau”, prática em que motociclistas realizam manobras equilibrando o veículo em apenas uma roda
Um jovem de 24 anos morreu e o irmão ficou ferido após uma colisão frontal entre motocicletas registrada na tarde do último domingo (12), no município de Jaguaribe, no interior do Ceará. O acidente aconteceu enquanto os dois participavam de um chamado “treino de grau”, prática em que motociclistas realizam manobras equilibrando o veículo em apenas uma roda.

As vítimas foram identificadas como Alisson Fidelis da Silva, que morreu ainda no local, e Anderson Fidelis da Silva, que foi socorrido com ferimentos. Ele sofreu uma fratura em um dos membros inferiores e foi encaminhado a uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) da região.

De acordo com informações policiais, equipes da Polícia Militar foram acionadas após a colisão frontal entre as motocicletas no Conjunto Industrial, área próxima a um posto da Polícia Rodoviária Federal. O impacto da batida foi forte e mobilizou também equipes da Perícia Forense do Estado do Ceará (Pefoce), responsáveis por coletar evidências que devem auxiliar na investigação.

O corpo de Alisson foi encaminhado para o município de Iguatu, onde ele residia. A Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social informou que o caso é tratado como morte acidental no trânsito. As circunstâncias do acidente seguem sendo apuradas pela Delegacia de Polícia Civil de Jaguaribe.

Prática de “grau” é infração gravíssima e pode gerar prisão
O chamado “grau”, apesar de popular entre jovens e frequentemente compartilhado nas redes sociais, é considerado uma infração gravíssima pelo Código de Trânsito Brasileiro (CTB). A legislação proíbe conduzir motocicletas realizando malabarismos ou equilibrando-se em apenas uma roda, prevendo multa e suspensão do direito de dirigir.

Quando a prática ocorre em contextos como exibição, competições não autorizadas ou os chamados “rachas”, o caso pode ser enquadrado no artigo 308 do CTB. Nesses casos, a pena pode chegar a três anos de detenção, além de multa e proibição de obter a Carteira Nacional de Habilitação (CNH).

Se houver agravantes, como lesão corporal grave ou morte, as punições podem ser ainda mais severas, com aumento do tempo de reclusão. Especialistas em trânsito alertam que esse tipo de manobra, além de ilegal, representa alto risco tanto para os praticantes quanto para outras pessoas.

Redes sociais e cultura do risco entre jovens
Nas redes sociais, os irmãos compartilhavam com frequência vídeos e imagens realizando manobras com motocicletas, incluindo o “grau”. Anderson, inclusive, acumulava mais de 100 mil seguidores em seu perfil, onde publicava conteúdos relacionados à prática.

O crescimento desse tipo de conteúdo digital tem contribuído para a popularização das manobras, especialmente entre jovens, muitas vezes sem a devida percepção dos riscos envolvidos. Embora alguns grupos afirmem realizar encontros em locais afastados e com uso de equipamentos de proteção, nem sempre há fiscalização ou garantia de segurança adequada.

No caso do acidente em Jaguaribe, não há confirmação se as vítimas utilizavam equipamentos de proteção no momento da colisão.  A investigação segue em andamento e deve esclarecer as circunstâncias exatas da colisão.

GCMais

Decisão judicial expõe dívida de R$ 10 milhões de loteamento de luxo em Jericoacoara

Gran Vellas Jeri está sendo construído em terreno de disputa judicial.
Foto: Gran Vellas Jeri/Divulgação.
Antigos proprietários do terreno reivindicam valores; atuais donos reclamam que parte da área está ocupada.
Os antigos proprietários do terreno onde está sendo construído o loteamento de luxo Gran Vellas Jeri, em Jijoca de Jericoacara, acusam a empresa responsável pelo empreendimento de ter pago apenas R$ 1,5 milhão dos R$ 11,5 milhões acordados na venda do imóvel, realizada em setembro de 2021. 

Antes de ser adquirido pela Gran Vellas Urbanismo, Construções e Loteamento Ltda, o terreno pertencia ao casal de portugueses José Dionísio Alves e Maria de Jesus da Conceição Alves, residentes em Portugal. O casal relata ter buscado, ao longo dos últimos cinco anos, sem sucesso, receber o restante da dívida de forma amigável.

Em 2023, contudo, foi a própria Gran Vellas quem tomou a iniciativa judicial, processando o casal sob a alegação de que o imóvel não havia sido entregue "livre e desimpedido" porque cerca de 3,6 hectares estariam ocupados por terceiros com moradias, supostamente inviabilizando o projeto. 

A empresa também alegou que os vendedores teriam violado uma cláusula de confidencialidade ao tratar de assuntos do contrato com pessoas não autorizadas.

Em entrevista, o advogado Klaus Borges afirmou que a empresa não reconhece a dívida no valor alegado pelos antigos proprietários e que já teria sido pago aproximadamente R$ 2 milhões, e não apenas R$ 500 mil.

Além disso, ele destacou que esse "desentendimento" não oferece risco aos compradores dos lotes. "Temos investidores fortíssimos que garantem a solidez do empreendimento. (...) Como estamos vendo, o projeto está andando sem nenhum problema", afirmou. 

(Leia o posicionamento da empresa abaixo).

Processo judicial
O Diário do Nordeste teve acesso ao processo, que tramita na 34ª Vara Cível da Comarca de Fortaleza. Na decisão proferida em dezembro de 2025, dois anos após o início do processo, o juiz Jorge Di Ciero Miranda condenou o Gran Vellas por entender que a empresa agiu de má-fé para ganhar tempo.

No processo, o magistrado concluiu que a empresa alterou a verdade dos fatos e utilizou o processo como mecanismo para protelar o pagamento de uma dívida que sabia ser devida. 

"Em vez de cumprir sua obrigação de pagamento, ajuizou a presente ação, alegando supostos descumprimentos contratuais por parte dos réus, sem apresentar provas concretas e com argumentos que se mostraram inconsistentes diante dos fatos e do direito", diz  a decisão. 

O juiz acrescentou que "a conduta de utilizar o processo judicial como subterfúgio para justificar o próprio inadimplemento e retardar o pagamento de uma dívida que sabe ser devida configura litigância de má-fé, nos termos do artigo 80, incisos II e V, do Código de Processo Civil".

De autor a condenado
Com a virada do jogo, o grupo Vellas foi derrotado em todas as frentes. O juiz julgou improcedentes todos os pedidos feitos pela empresa e, por entender que ela agiu de má-fé, aplicou várias penalidades. 

A empresa deverá pagar multa de 2% sobre o valor corrigido da causa em favor dos vendedores e também terá de indenizá-los pelos prejuízos sofridos ao longo do processo, cujo valor exato será definido futuramente em fase de liquidação de sentença.

A empresa também foi condenada a arcar com os honorários advocatícios dos réus, fixados em 10% sobre o valor corrigido da causa e com as custas processuais.
Empreendimento engloba uma série de empreendimentos turísticos em Jeri.
Foto: Gran Vellas Jeri/Divulgação.

A Gran Vellas recorreu em segunda instância.

O Gran Vellas Jeri, situado no terreno envolvido no imbróglio judicial, é comercializado como um condomínio fechado ao lado da Lagoa do Paraíso, um dos principais pontos turísticos de Jeri.

São oferecidos lotes a partir de 250 m², além de casas de dois, três ou quatro quartos. Segundo o site do empreendimento, as obras estão em ritmo acelerado, com muro, terraplanagem e sistema de águas pluviais já concluídos.

Gran Vellas atribui impasse a invasões e nega má-fé
O advogado Klaus Borges, que representa a Gran Vellas, afirmou que, na compra, foi feito o pagamento de aproximadamente R$ 2 milhões e que, após o início das obras, foi percebido que havia invasões no terreno.

Por isso, ele destaca a necessidade de recalcular o valor devido, levando em consideração o que já foi pago e as terras que, por conta das invasões, não poderão ser aproveitadas para o empreendimento. Ele também negou que a empresa tenha utilizado o Poder Judiciário para retardar o pagamento da dívida.

Foi uma questão contratual e a solução que temos é bater às portas do Judiciário. (...) Essa ação é uma mera tentativa de exercer nosso direito em relação às terras invadidas. Assim que for resolvido, o valor vai ser pago.

Klaus Borges

Advogado representante do Gran Vellas Jeri

O advogado também alega que, anteriormente, os donos da Gran Vellas e os antigos proprietários tinham um relacionamento de confiança. Com o "desentendimento", porém, a empresa teria tentado um acordo que foi declinado, com a devolução de um valor pago ao casal. Apesar disso, ele destacou que a empresa continua aberta a um acordo.

Borges ainda pontuou que não houve nenhum comunicado oficial da empresa aos compradores dos lotes, porque não há riscos para os clientes.

"Essa questão não afeta em nada a solidez do projeto. Inclusive, o terreno já foi transferido, já é de posse e propriedade definitiva do Gran Vellas", pontuou.

Casal quer apenas o que foi acordado, diz advogado
No processo, a Gran Vellas processa o casal de portugueses, representado no Brasil pelo advogado Caio Cabral, que afirma querer apenas o cumprimento do acordo firmado há quase cinco anos.

"Meu cliente vendeu o terreno para o Grupo Gran Vellas e não recebeu o valor integral. Na verdade, recebeu um valor muito baixo. Não foi paga a diferença sob alegação de que tinha sido recebido um terreno menor", aponta.

"Logo depois que houve a venda, combinaram de fazer os pagamentos, mas não faziam. O imóvel foi transferido para o Grupo Gran Vellas. Como meus clientes passaram o imóvel, iam ficar praticamente sem garantias. Na hora que foi transferido, foram feitas as transferências das matrículas com as notas promissoras para garantir o negócio", acrescenta.

Essas notas promissórias previam o pagamento em três parcelas: em dezembro de 2022, 12 meses após a assinatura do acordo; em dezembro de 2023, 24 meses após; e em dezembro de 2024, 36 meses após.

Conforme Cabral, as parcelas "já estavam vencidas há muito tempo", mas a situação dos antigos donos mudou a ponto de tornar a cobrança necessária, mesmo após diversas tentativas de acordo amigável.

"Meu cliente começou a precisar do dinheiro, não via a situação andar e nos procurou para resolver a situação. Eles não se colocam na posição de pagar, querem fazer outro tipo de negócio, mas o negócio era pago em dinheiro", considera.

O advogado explica que, do total devido, apenas R$ 500 mil foram pagos em dinheiro. O R$ 1 milhão restante foi quitado em um acordo entre os portugueses e a empresa para amortizar a dívida.

"Alegação de invasão foi pretexto para não pagar", diz a outra parte
Sobre a acusação de que o terreno estava ocupado, Cabral afirma que se trata de uma estratégia para driblar o pagamento. "O Grupo Gran Vellas alega, para não pagar o restante, que o terreno não foi entregue integralmente, mas foi. Eles conferiram o terreno, fizeram o desmembramento, as aprovações do empreendimento e começaram a vender. Só depois vieram com essa alegação", comenta.

Na decisão, o juiz determinou que, como o Grupo Gran Vellas tinha a posse do terreno desde setembro de 2021, a responsabilidade pela manutenção, vigilância e desocupação de eventuais invasões posteriores a essa data é da própria compradora, não dos vendedores.

Gran Vellas teria oferecido lotes em vez de dinheiro para quitar dívida, diz advogado 
O advogado do casal afirma que outro representante dos portugueses entrou em contato com os sócios do Grupo Vellas, que teria admitido a dívida e apontado como solução devolver uma parte do terreno para José Dionísio e Maria da Conceição.

Sempre alegam que a gente não entregou o terreno do tamanho certo. Até fazem uma proposta, mas não é em dinheiro, é com partes do terreno que eles compraram. Como se paga 10% do terreno usando mais de 90%? Esse tempo todo é de um empreendimento dito de sucesso".

Caio Cabral

Advogado representante dos antigos proprietários do terreno do Gran Vellas Jeri

Sávio Queiroz, advogado especialista em Direito Privado, avalia que a sentença do juiz foi pedagógica ao decidir que a posse e a responsabilidade do terreno, desde 2021 sob propriedade da Gran Vellas, pertencem à empresa.

"Para o mercado imobiliário, isso reforça que, uma vez detendo o controle físico da área, o adquirente assume o dever de vigilância e proteção contra invasões, não podendo, anos depois, transferir esse risco ao antigo proprietário sem provas robustas de preexistência do problema", avalia o especialista.

"A decisão consolida o entendimento de que o adquirente deve ser diligente não apenas na auditoria prévia, mas principalmente na vigilância imediata após a posse", completa. 

No processo, o juiz menciona que o negócio estava "em plena atividade, com obras e negociações, e a entrada de um novo sócio investidor de renome (Zezé Di Camargo)".

Casal comprou o terreno em 1990
Comissário de bordo aposentado, José Dionísio Alves, de 84 anos, conta que a compra do terreno aconteceu no início dos anos 1990, durante uma das vindas de férias ao Ceará, quando Jijoca de Jericoacara ainda pertencia ao município de Cruz.

Conforme relatou ao Diário do Nordeste, sua esposa ficou encantada com as belezas da Lagoa do Paraíso e de Jericoacoara. Aos poucos, o terreno foi sendo ampliado até chegar aos 36 hectares. Problemas de saúde, no entanto, forçaram a decisão de vender a propriedade.

As tratativas começaram e, em setembro de 2021, o negócio foi firmado com a assinatura de notas promissórias.

"Já queria vender. Apareceu gente dizendo que tinha interesse em construir. Chegamos em um acordo, facilitei o pagamento, assinamos promissórias, mas não foram cumpridas. Fui deixando passar, até acabaram por dar uma compensação pelo atraso. Agora não pagaram nenhuma promissória", relata o português.

Com a idade que tenho, já me fizeram a proposta de me dar não sei quantos lotes. Não sou corretor de imóveis nem vendedor de lotes. O contrato que fiz foi pura e simplesmente venda. O que quero e sempre quis é que o contrato seja cumprido. Tenho 84 anos, e o tempo que eu tenho a cada dia mais se escassa".

José Dionísio Alves

Comissário de bordo aposentado e antigo dono do terreno do Gran Vellas Jeri
O comissário aposentado afirma que, no contrato de venda firmado com os sócios do Gran Vellas Jeri, um pedaço do terreno nas áreas laterais estava cedido para outras pessoas, mas que não chegava a dois hectares.

"Deixei bem claro no contrato que já tinha cedido um pedaço nas áreas laterais, com casas feitas. Está escrito em uma das cláusulas dos contratos que fica a cargo dos compradores para ver a área disponível para o que eles queriam fazer", diz.

Diário do Nordeste

“Está me matando”: Mãe chora ao ver filho ser preso pela segunda vez em ação policial

Imagens: Reprodução/Instagram/Charles Pessoa
Um vídeo divulgado pelo delegado Charles Pessoa, da Polícia Civil do Piauí, mostra o momento em que uma mãe reage, em prantos, à prisão do próprio filho pela segunda vez. O registro foi compartilhado nas redes sociais nesta quarta-feira (13).

De acordo com o delegado, o jovem já havia sido preso anteriormente. As imagens foram feitas durante a condução do suspeito em uma viatura, enquanto a mãe acompanha a ação e demonstra desespero com a situação.
No vídeo, a mulher relata sofrimento com a reincidência do filho e faz um desabafo emocionado. Segundo o delegado, o caso expõe o impacto das ações criminosas dentro do ambiente familiar.

Ainda nas imagens, o delegado repreende o suspeito e afirma que “o crime não compensa”, orientando o jovem a valorizar a família e evitar envolvimento com atividades ilegais, conforme registrado na gravação.

Laboratório do crime é descoberto em Sobral: drogas, arma calibre 12 e celulares são apreendidos

Na manhã desta segunda-feira (13), uma grande apreensão foi registrada em Sobral, no bairro Vila Recanto. Durante a ação, foram encontrados diversos materiais ilícitos, incluindo drogas como cocaína, uma arma de fogo calibre 12, do tipo espingarda, drogas, várias munições, além de aparelhos celulares. A ocorrência aponta para a existência de um verdadeiro laboratório do crime no local.

Em entrevista, o capitão Pessoa explicou como aconteceu a ação policial, destacando o trabalho de inteligência que levou os agentes até o imóvel e resultou na apreensão de todo o material.

Já o aspirante Carlos também comentou sobre a ocorrência, reforçando a importância da operação e apresentando mais detalhes sobre o andamento da ação.

O indivíduo preso, apesar de ter 38 anos, não possui passagens pela polícia.

Mais informações podem ser divulgadas a qualquer momento, já que a ocorrência segue em andamento. 

Com informações do Sobral Online

Vídeo com conteúdo sensível: PM feminina m4ta dois bandido durante assalto

Uma câmera de segurança flagrou o momento em que uma policial militar (PM) reagiu a um assalto e matou dois suspeitos, de 19 e 21 anos, na noite dessa quinta-feira (9/4), na Casa Verde, zona norte de São Paulo.

Nas imagens cedidas ao Metrópoles, é possível ver o momento em que duas motos circulam na Rua Maria Medeiros, por volta das 21h14, e retornam ao ver uma mulher caminhando sozinha.

O vídeo mostra que a vítima se assusta e levanta as mãos após ser abordada pelos suspeitos. Ela entrega o solicitado pelos criminosos, porém, ao abrir a mochila, saca uma pistola e efetua, pelo menos, sete tiros na direção da dupla.
O primeiro suspeito a ser atingido cai quase instantaneamente. O segundo atingido também vai ao chão, mas é possível vê-lo com as mãos para cima, em sinal de rendição.

Um dos homens morreu no local. O segundo chegou a ser socorrido, mas não resistiu.

Segundo a Polícia Militar, a soldado passa bem. A pistola da corporação foi apreendida e o caso é investigado como tentativa de roubo, apreensão de veículo e morte decorrente de intervenção policial pelo Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).

segunda-feira, 13 de abril de 2026

Homem é morto com tiro na cara após provocar policial de folga

Um policial militar, que estava de folga praticando atividade física na companhia de um amigo, em Canoas, região metropolitana de Porto Alegre RS, foi perseguido por um indivíduo em surto, que passou a investir contra ambos. Durante a abordagem, o militar se identificou como policial, porém o indivíduo continuou a agir de forma agressiva. 
Em determinado momento, ele se aproximou, fazendo menção de sacar uma faca da cintura e afirmando que não tinha medo de polícia. Na sequência, tentou subtrair o armamento do policial. Diante da iminente ameaça, foi necessária a intervenção por parte do militar, que efetuou um disparo de arma de fogo, atingindo o indivíduo na face, que resistiu e foi a óbito no local.

Boninho mostra detalhes do novo reality “Casa do Patrão” com estreia em abril na TV Cidade/Record

Foto: Reprodução
O programa será exibido na TV aberta pela TV Cidade/Record e também contará com transmissão 24 horas no streaming.
O diretor de televisão Boninho, anunciou neste domingo (12), por meio de vídeo publicado em suas redes sociais, detalhes do novo reality show “Casa do Patrão”. A atração será produzida em parceria com a Record TV e a plataforma de streaming Disney+, com estreia marcada para o dia 27 de abril. O programa será exibido na TV aberta pela TV Cidade/Record e também contará com transmissão 24 horas no streaming.

De acordo com as informações divulgadas, o formato do reality terá duração inferior a outros programas do gênero exibidos atualmente na televisão brasileira. O projeto foi desenvolvido pelo próprio Boninho, que apresentou detalhes da dinâmica e da estrutura da nova produção.

VEJA VÍDEO AQUI.

Formato terá duração reduzida e exibição multiplataforma
Segundo documento comercial do programa, serão exibidos 81 episódios ao longo da temporada. O número é inferior ao de realities como Big Brother Brasil e A Fazenda, que, desde 2020, costumam ter cerca de 100 dias de duração.

A exibição ocorrerá simultaneamente em diferentes plataformas. Na televisão aberta, o programa será transmitido pela Record, enquanto o Disney+ ficará responsável por disponibilizar o sinal ao vivo durante 24 horas, permitindo o acompanhamento contínuo do confinamento pelos assinantes.

Outro ponto definido entre as empresas envolvidas foi a mudança no dia de eliminação dos participantes. Inicialmente prevista para os domingos, a saída dos confinados passará a ocorrer nas noites de quinta-feira, seguindo um padrão já adotado por outras atrações do gênero exibidas pela emissora.

Reality Casa do Patrão de Boninho na TVCidade/Record terá dinâmica com três casas
O reality contará com apresentação do humorista Leandro Hassum, que ficará responsável pela condução da atração. O programa reunirá participantes anônimos em um formato de confinamento dividido em três ambientes distintos e interligados.

Os competidores serão distribuídos entre a Casa do Patrão, a Casa do Trampo e a Casa da Convivência, espaços que devem influenciar diretamente na dinâmica do jogo e na convivência entre os participantes. A proposta prevê interação constante entre os ambientes, criando diferentes condições de disputa e estratégias ao longo da temporada.

A escolha do dia de eliminação às quintas-feiras segue o modelo já adotado por programas como Power Couple Brasil e outras produções da Record, que utilizam esse período da semana para momentos decisivos dentro do jogo.

Com estreia prevista para o fim de abril, o programa amplia a parceria entre televisão aberta e plataformas de streaming, apostando em um formato híbrido de exibição e em uma estrutura diferenciada de confinamento para atrair o público.

GCMais

Ministra Cármen Lúcia diz que família pede para que ela deixe o STF diante de ofensas

Foto:  Foto: Fellipe Sampaio/STF
A ministra Cármen Lúcia, do Supremo Tribunal Federal (STF), afirmou, na manhã desta segunda-feira (13/4), que é aconselhada por pessoas da família a deixar a Corte.

Em participação em um debate na Fundação FHC, Cármen disse que há muita repercussão para quem ocupa uma cadeira de ministro do STF e que teme que futuros magistrados não queiram assumir uma vaga na Corte.

“Eu temo também para futuros ministros do Supremo, porque algumas pessoas não vão querer ir, porque a nossa família não quer que a gente fique. A tendência para nós mulheres nem se fala, porque o discurso de ódio contra homem é ‘mal administrador’, e contra nós [mulheres], os senhores já viram o que fazem contra meu respeito, é sexista, machista, desmoralizante, e todo mundo da minha família fala: ‘Cármen, sai disso, chega, já fez o que tinha que fazer’”, afirmou a ministra.

Cármen tem aposentadoria compulsória prevista para abril de 2029, quando completará 75 anos. A magistrada entrou na Corte em junho de 2006, após ser indicada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para ocupar a vaga deixada por Nelson Jobim.

A ministra, recentemente, antecipou sua saída do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para dar mais tempo para que a nova presidência da Corte conduza o processo eleitoral de outubro deste ano.

O evento da fundação teve início nesta segunda-feira, com Cármen abrindo a programação com o tema “O Brasil na visão das lideranças públicas”.

Metrópoles

Operação da Polícia Civil prende 11 foragidos da Justiça em Acaraú, Fortaleza e outras cidades do inetrior do Ceará

A Polícia Civil do Estado do Ceará (PCCE) realizou, na manhã da última quinta-feira (9), uma operação para cumprimento de mandados de prisão contra foragidos da Justiça em diversas regiões do estado. As diligências ocorreram de forma simultânea em Fortaleza e em municípios da Região Metropolitana e do Interior, como Cascavel, Sobral, Mombaça e Acaraú.

De acordo com a Polícia Civil, os alvos capturados são investigados por crimes como participação em organização criminosa, homicídios, roubos e crimes sexuais. A ação faz parte do Programa de Cumprimento de Mandados de Prisão (Procumpri), da Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS).

Coordenada pelo Departamento Técnico Operacional (DTO), a ofensiva contou com o apoio de diferentes unidades da PCCE, entre elas o Departamento de Inteligência (DIP), o Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), o Departamento de Proteção aos Grupos Vulneráveis (DPGV), o Departamento de Combate a Crimes Contra o Patrimônio (Depatri), o Departamento de Recuperação de Ativos (DRA) e a Coordenadoria de Operações e Recursos Especiais (Core).

A operação integra uma série de ações estratégicas voltadas à localização e prisão de suspeitos com pendências judiciais, com o objetivo de reforçar a segurança e reduzir os índices de criminalidade no Ceará.

Via portal CN7

Em Sobral, polícia acaba com 0rgia em motel e apreende arma, drogas e integrantes de facção

Uma ocorrência inicialmente registrada como perturbação do sossego terminou na descoberta de um cenário ainda mais grave na manhã deste domingo (12), em Sobral, no interior do Ceará. A ação da Polícia Militar do Ceará resultou no encerramento de uma orgia que acontecia dentro de um motel, além da apreensão de arma de fogo, drogas e na condução de vários suspeitos com ligação a facção criminosa.

De acordo com a PM, por volta das 7h, equipes foram acionadas após denúncias de som automotivo do tipo “paredão” em alto volume no interior do estabelecimento. Ao chegarem ao local, os policiais flagraram diversas pessoas reunidas em meio a uma festa de cunho sexual.

Durante a abordagem, os agentes constataram a presença de menores de idade consumindo bebidas alcoólicas. A situação se agravou quando dois homens tentaram se isolar em um dos quartos ao perceberem a chegada das equipes. Eles foram rapidamente abordados e, após buscas, os policiais apreenderam um revólver calibre .38, cinco munições intactas e dez papelotes de maconha.

Segundo a polícia, a droga estava sob posse de uma mulher maior de idade que também participava da festa. Ao todo, oito homens foram conduzidos à delegacia. Desses, quatro já possuem antecedentes criminais por homicídio, tráfico de drogas e roubo qualificado.

Ainda conforme as investigações iniciais, todos os envolvidos têm ligação com a facção criminosa Comando Vermelho (CV), com atuação no bairro Sinhá Sabóia, em Sobral.

Os suspeitos foram levados à Delegacia Regional, onde permanecem à disposição da Justiça. A ação contou ainda com o apoio da Guarda Civil Municipal de Sobral, por meio da equipe da Ronda Ostensiva Municipal (ROMU), que auxiliou na abordagem das mulheres presentes no local.

Via portal CN7