Uma jovem foi presa pela Polícia Civil após ser identificada como mentora do assassinato de seu pai, o caminhoneiro Ayres Botrel, de 60 anos. As investigações revelaram que ela contratou criminosos para executar o crime, fornecendo detalhes de como o ato deveria ser cometido.
O delegado responsável pelo caso informou que a filha pediu especificamente que os executores não atirassem no rosto da vítima, visando preservar a aparência do corpo durante o velório. O crime foi executado enquanto Ayres Botrel dormia, após homens armados invadirem sua residência.
Presa dias após o ocorrido, a jovem confessou sua participação no planejamento do assassinato. As apurações indicam que o motivo principal do crime seria interesse financeiro, uma vez que o patrimônio do pai era estimado em aproximadamente R$ 2 milhões.
Ao todo, seis pessoas foram identificadas e envolvidas no esquema do assassinato. A polícia continua investigando todos os detalhes do caso para esclarecer completamente o envolvimento de cada participante.