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O Brasil já ultrapassou a marca de 60 casos confirmados de mpox, segundo dados do Ministério da Saúde e de secretarias estaduais. Até o momento, não há registros de quadros graves ou mortes relacionadas à doença no país.
O Brasil já ultrapassou a marca de 60 casos confirmados de mpox, segundo dados do Ministério da Saúde e de secretarias estaduais. Até o momento, não há registros de quadros graves ou mortes relacionadas à doença no país.
Ao todo, são 62 confirmações distribuídas por diferentes unidades da federação. O estado com maior número de ocorrências é São Paulo, com 44 casos. Em seguida aparecem Rio de Janeiro, com 9 registros, Rondônia, com 4, Bahia (2), Rio Grande do Sul (1), Santa Catarina (1) e Distrito Federal (1).
Embora atualmente não haja registros de mortes no Brasil, a doença pode evoluir para complicações graves em determinados casos. Estimativas apontam que, em cenários mais críticos, até 10% dos quadros podem evoluir para óbito, especialmente sem acompanhamento adequado. No entanto, o avanço nas estratégias de vigilância, diagnóstico e isolamento tem contribuído para reduzir riscos.
A mpox é uma doença infecciosa zoonótica causada por um vírus da mesma família da antiga varíola. A transmissão ocorre principalmente por contato direto com a pele de pessoas infectadas, sobretudo quando há lesões, mas também pode acontecer por meio do contato com secreções ou do compartilhamento de objetos pessoais, como toalhas e roupas.
Os sintomas mais comuns incluem febre, dores de cabeça e musculares, sensação de fraqueza e lesões na pele, que geralmente surgem no rosto e podem se espalhar pelo corpo.
Atualmente, o tratamento é baseado em medidas de suporte, com foco no alívio dos sintomas e na prevenção de complicações, já que ainda não há medicamento específico aprovado para a mpox.
CBNN