Marcelo fica em pé pela primeira vez, apoiado em sua fisioterapeuta após o uso da Polilaminina. Um momento que vai além do gesto físico e simboliza uma conquista construída com muito esforço, constância e confiança no processo de reabilitação.
No dia 27 de janeiro de 2025, Marcelo Teixeira, de 55 anos, sofreu uma queda de quase 4 metros, resultando em uma lesão medular completa entre T12 e L1, que o deixou paraplégico. Pai, marido e avô, ele sempre foi um trabalhador dedicado como motorista de ônibus no Rio de Janeiro, mas não pode mais exercer sua profissão.
Em 21 de janeiro de 2026, Marcelo recebeu Polilaminina, com alta hospitalar em 2 de fevereiro. Ele foi o terceiro paciente do Rio de Janeiro a fazer o uso compassivo do medicamento (com autorização da justiça) desenvolvido pela dra. Tatiana Sampaio, da UFRJ.
No dia seguinte, Marcelo conseguiu mexer o pé esquerdo pela primeira vez, comemorando com a equipe e a família. Nos dias seguintes vieram novos avanços, incluindo movimentos amplos na perna e respostas positivas durante as sessões de fisioterapia.
Paraplégico após o acidente no Rio de Janeiro, Marcelo conseguiu ficar de pé pela primeira vez cerca de 1 mês, depois de receber uma dose de polilaminina, uma substância ainda em fase experimental.