domingo, 5 de abril de 2026

Onze governadores renunciaram para disputar eleições de outubro

Foto: Reprodução/X/@ronaldocaiado
Entre eles Ronaldo Caiado e Romeu Zema tentam a Presidência da República contra reeleição de Lula
Com o fim do prazo constitucional da desincompatibilização, neste sábado (4), onze governadores pré-candidatos renunciaram seus cargos para poderem disputar outros mandatos em seus estados e na esfera federal, nas eleições gerais com primeiro turno marcado para 4 de outubro.

Após quase dois mandatos, os ex-governadores de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), e de Goiás, Ronaldo Caiado (PSD), já haviam deixado seus governos estaduais para tentar governar o Brasil, na disputa contra a reeleição do presidente Lula (PT).

O Senado é o principal objetivo dos gestores estaduais que garantiram o respeito À na regra eleitoral que tenta impedir abusos de poder com o uso do cargo público para obter vantagens eleitorais.

Os outros nove gestores estaduais que saíram de seus cargos para disputar vagas ao Senado são os ex-governadores do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB); do Acre, Gladson Cameli (PP); de Roraima, Antônio Denarium (PP); de Mato Grosso, Mauro Mendes (União); do Espírito Santo, Renato Casagrande (PSB); do Pará, Helder Barbalho (MDB); do Amazonas, Wilson Lima (União), e da Paraíba, João Azevêdo (PSB).

Outro que deixou o mandato com antecedência foi o ex-governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro (PL), com objetivo de se eleger senador, antes de se tornar inelegível por determinação do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que o condenou por abuso de poder político nas eleições de 2022.
Governador do Paraná, Ratinho Junior (PSD) – (Foto: Agência de Notícias do Paraná)

Seguem governando
Outros nove governadores seguirão nos seus mandatos, tentando reeleição, a exemplo do governador cotado para a disputa presidencial, Tarcísio Gomes de Freitas (Republicanos), de São Paulo.

Além dele, tentam reeleição os gestores do Pará, Clécio Luís (União); da Bahia, Jerônimo Rodrigues (PT); do Ceará, Elmano de Freitas (PT); de Mato Grosso do Sul, Eduardo Riedel (PP); de Pernambuco, Raquel Lyra (PSD); do Piauí, Rafael Fonteles (PT); de Santa Catarina, Jorginho Mello (PL); e de Sergipe, Fábio Mitidieri (PSD).

Há também os governadores que completarão seus mandatos,  por estarem cumprindo o segundo governo consecutivo, sem ambição de disputar nenhum outro cargo nas eleições: Em Alagoas, Paulo Dantas (MDB); no Maranhão, Carlos Brandão (Sem partido); no Rio Grande do Norte, Fátima Bezerra (PT); em Roraima, Marcos Rocha (PSD), e no Tocantins, Wanderlei Barbosa (Republicanos). Entre eles ainda estão os govenadores que eram cotados para a disputa presidencial, do Paraná, Ratinho Junior (PSD), e do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSD).

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