A influenciadora Aninha Maxii, de Acari (RN), se envolveu num assunto pra lá de polêmico ao ter sido filmada se exibindo sem calcinha, na churrascaria Oba Oba Steakhouse, localizada na cidade de Santa Cruz (RN).
O conteúdo erótico viralizou nos grupos de WhatsApp e há quem diga que ela poderá ser processada pelo “nude”.
A acariense possui carreira na rede social especializada em conteúdo íntimo, o site OnlyFans e, de acordo com informações, alcança um faturamento mensal que gira em torno dos 30 mil reais.
O Relógio do Juízo Final, também conhecido como “Doomsday Clock”, está funcionando há 76 anos. Mas esse não é um relógio qualquer. Ele tanta avaliar o quão perto a humanidade está de destruir o mundo.
Após 2022, o relógio foi acertado em 100 segundos para a meia-noite; a mesma hora de 2020.
O relógio não foi projetado para medir categoricamente as ameaças existenciais, mas sim para iniciar conversas sobre temas científicos difíceis, como as mudanças climáticas, de acordo com o Bulletin of Atomic Scientists, que criou o relógio em 1947.
O que é o Relógio do Juízo Final?
O Bulletin of Atomic Scientists foi um grupo de cientistas atômicos que trabalharam no Projeto Manhattan, o codinome para o desenvolvimento da bomba atômica durante a Segunda Guerra Mundial.
Originalmente, o relógio pretendia medir ameaças nucleares, mas em 2007 o Bulletin decidiu incluir as mudanças climáticas em seus cálculos. Nos últimos três quartos de século, o tempo no relógio mudou, dependendo de quão perto os cientistas acreditam que a raça humana está da destruição total. Em alguns anos o tempo muda e outros não.
O Relógio do Juízo Final é definido a cada ano por especialistas do Conselho de Ciência e Segurança do Bulletin em consulta com seu Conselho de Patrocinadores, que inclui 11 ganhadores do Prêmio Nobel.
Embora o relógio tenha sido um alerta eficaz para lembrar as pessoas das crises em cascata que o planeta enfrenta, alguns questionaram a utilidade do relógio de 75 anos.
Lawrence Krauss, um ex-membro do Conselho de Patrocinadores do Bulletin, disse que, embora o tempo tenha passado desde que o relógio começou a contar, tem sido difícil levar os resultados a sério, já que nas últimas décadas chegou perigosamente perto do fim da civilização.
Como físico teórico, Krauss tem se preocupado com a forma como o relógio é avaliado e determinado hoje. Todos os anos, disse ele, quando o relógio se aproxima da meia-noite de forma alarmante, os cientistas precisam medir quanto “espaço” disponível resta antes de decidir quanto mais o relógio deve se mover.
O que acontece se o relógio chegar à meia-noite?
O relógio nunca chegou a bater meia-noite, e Rachel Bronson, presidente e CEO do Bulletin, espera que isso nunca aconteça.
“Quando o relógio bate meia-noite, significa que ocorreu algum tipo de troca nuclear ou mudança climática catastrófica que acabou com a humanidade”, diz. “Portanto, não queremos chegar lá e não saberemos quando chegaremos”.
Quão preciso é o relógio?
O horário do relógio não pretende medir ameaças, mas sim estimular conversas e promover o engajamento público em questões científicas, como mudança climática e desarmamento nuclear. Se o relógio for capaz de fazer isso, Bronson já o considera um sucesso.
Quando um novo horário é definido no relógio, as pessoas ouvem, disse ele. Em 2021, durante as negociações climáticas da COP26 em Glasgow, o então primeiro-ministro do Reino Unido, Boris Johnson, citou o Relógio do Juízo Final ao discutir a crise climática que o mundo enfrenta, observou Bronson.
Bronson disse que espera que as pessoas discutam se concordam com sua decisão e tenham conversas frutíferas sobre quais são as forças motrizes da mudança.
Ainda é possível fazer retroceder o relógio com ações ousadas e concretas. Na verdade, os ponteiros se afastaram antes da meia-noite, chegando a 17 minutos antes da meia-noite em 1991, quando o governo do presidente George H.W. Bush assinou o Tratado de Redução de Armas Estratégicas com a União Soviética.
Em 2016, o relógio marcava três minutos para a meia-noite como resultado do acordo nuclear com o Irã e do acordo climático de Paris.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) foi criticado nas redes sociais na 2ª feira (23.jan.2023) depois de elogiar a economia da Argentina durante declaração conjunta ao lado de Alberto Fernández.
“A Argentina terminou o ano de 2022 numa situação privilegiada. Não apenas na economia, na política, mas no futebol. Pela 1ª vez, torci para a Argentina ser campeã do mundo porque eu achava que o Messi não poderia terminar a carreira dele sem ser campeão do mundo. Foi. Está bom. Chega. Agora tem que ser a vez do Brasil”, afirmou o presidente.
Embora Lula tenha declarado que o país vizinho fechou o ano passado em “situação privilegiada”, a Argentina terminou 2022 com a inflação beirando 95%, o maior nível desde outubro de 1991, quando a taxa ficou em 102,4%.
Argentina tem a maior inflação e a maior taxa de juros do G20
Em seus perfis nas redes sociais, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), classificou a fala de Lula como “inacreditável”. Leia o que disse o congressista: “Lula elogia economia da Argentina, com a maior inflação em 3 décadas! Mau-caratismo, ignorância ou os dois?”.
Outros políticos também criticaram a fala de Lula.
O vereador por São Paulo Rubinho Nunes (União Brasil) postou em seu perfil no Twitter a última taxa de inflação, índice da população em situação de pobreza entre o dólar e o peso argentino: “Alguns dados da Argentina: inflação de 95% em 2022; 40% da população em situação de pobreza; 1 dólar = 185 pesos argentinos. E, mesmo assim, o Lula teve a coragem de elogiar [a] economia argentina!”.
INTERNAUTAS IRONIZAM LULA
Usuários do Twitter também contestaram a fala do chefe do Executivo sobre a economia argentina. Alguns questionaram como a inflação do país estar acima de 90% pode ser uma “situação privilegiada”.
O preço do ovo de galinha subiu quase 19% nos últimos doze meses. É bem mais do que a inflação oficial.
Na média, o preço do ovo subiu 18,70% nos últimos 12 meses, três vezes acima do IPCA-15, divulgado nesta terça-feira (24). Na região metropolitana de Curitiba, o ovo virou extravagância – com alta de quase 34%. Nesse caso, os produtores sabem dizer o que veio primeiro: não foi o ovo.
“É o aumento do milho e do farelo de soja. Esses dois insumos, juntos, representam algo como 80% dos custos de produção dos ovos, e nesses últimos dois anos aumentaram 150% em média”, explica Luis Rua, diretor de mercado da Associação Brasileira de Proteína Animal.
Já faltam ovos nos Estados Unidos e na Europa, onde uma onda de gripe aviária e a guerra na Ucrânia mudaram a referência de preços. No interior de São Paulo, as granjas encolheram.
E o brasileiro colhe inflação no supermercado. Para pagar contas básicas como comida, se endivida no cartão de crédito, atrasa as dívidas – o nível recorde de inadimplência mostra isso. Sobra pouco ou nada para investir e as famílias que mais sentem são, de novo, as mais pobres.
“Quando nós analisamos a inflação de alimentos, essa inflação é a que mais penaliza as famílias de menor renda. E quando nós analisamos os alimentos, o ovo, que é um item essencial, já consumido por aquelas famílias que têm baixa renda, ele penaliza ainda mais. O que significa? Menos dinheiro no final do mês para outras compras e acaba apertando o orçamento de famílias que já sofreram muito desde o início da pandemia”, explica Joelson Sampaio, professor de economia da FGV.
Um robô “advogado” treinado por inteligência artificial será usado pela primeira vez em um tribunal dos Estados Unidos.
Em uma audiência marcada para 22 de fevereiro, ele vai orientar uma pessoa que deseja recorrer de uma multa de trânsito.
A ferramenta foi desenvolvida pela DoNotPay (“não pague”, em tradução livre), que usa inteligência artificial para automatizar pedidos de reembolso e contestações de cobranças injustas. A ideia é que consumidores façam isso sem precisar contratar profissionais especializados.
O julgamento é considerado um marco pelo diretor-executivo da DoNotPay, Joshua Browder, que prometeu divulgar o resultado do experimento depois da audiência. Segundo ele, a empresa vai cobrir todos os custos se não ajudar a vencer a disputa.
“Pela primeira vez, um robô representará alguém em um tribunal dos Estados Unidos. A inteligência artificial da DoNotPay vai sussurrar no ouvido de alguém exatamente o que dizer”, disse Browder.
O executivo afirmou à CBS News que o robô funciona em um celular, onde poderá ouvir os argumentos apresentados no tribunal e indicar, por meio de fones de ouvido, o que a pessoa que está sendo julgada deve responder.
A empresa não revela em que tribunal o teste será feito, nem o nome da pessoa que contará com a ajuda da inteligência artificial.
De acordo com a CBS News, a maioria dos tribunais americanos tem restrições sobre equipamentos eletrônicos, mas a DoNotPay decidiu aproveitar uma permissão relacionada a aparelhos auditivos.
Robô tem mais de 100 serviços
O robô da DoNotPay será testado pela primeira vez em um tribunal, mas já é usado há anos para se comunicar com empresas por mensagens de texto. Ele está disponível em um aplicativo para iPhone (iOS) e um assistente virtual (chatbot) no Messenger.
No início, a ferramenta só permitia recorrer de multas de trânsito, mas, depois, passou a oferecer outras funcionalidades para cidadãos dos EUA e do Canadá. Hoje, ele tem mais de 100 serviços e ajuda a cancelar assinaturas, contestar taxas bancárias e acionar seguros, por exemplo.
O robô foi usado em mais de 2 milhões de casos, incluindo o cancelamento de 300 mil assinaturas, desde seu lançamento, em 2016, segundo Browder.
A ferramenta custa US$ 36 a cada dois meses (cerca de R$ 185, na cotação de 24 de janeiro). A empresa defende que ajuda consumidores a economizarem tempo e dinheiro, livrando-os da burocracia.
Conforme dados da CGD, o número de arquivamentos de processos administrativos disciplinares contra agentes subiu 33%
Só em 2022, 13 PMs e um bombeiro foram demitidos ou expulsos por participar do motim ocorrido em 2020
A Controladoria Geral de Disciplina dos Órgãos de Segurança Pública e Sistema Penitenciário do Ceará (CGD) demitiu ou expulsou 26 policiais e um bombeiro das corporações de Segurança Pública ou do Sistema Penitenciário cearense, em 2022. Dentre as motivações para aplicar a sanção máxima administrativa estão transgressões disciplinares, como participação em motim, e até feminicídio.
O número indica que, em média, a cada duas semanas do ano passado, um agente foi responsabilizado em decorrência de praticar um crime no Estado do Ceará. Permanece como maioria a saída de policiais militares (22), seguida pelos policiais civis e penais (dois, cada). Se comparado ao total de punições em 2021, o número diminuiu. Há dois anos foram demitidos ou expulsos 33 agentes e 23 suspensos.
Também chama a atenção nas estatísticas disponibilizadas pela Controladoria o aumento de 33% nos arquivamentos. Enquanto em 2021 foram 350 processos administrativos arquivados, em 2022 o número saltou para 466. A CGD explica que o arquivamento dos processos "se dá por insuficiência de provas e/ou por não ter se caracterizado o ilícito administrativo durante a apuração e após concluída a investigação".
RELEMBRE ALGUNS CASOS
Dentre as ocorrências, dois policiais foram demitidos pela CGD por serem acusados de sequestrar e extorquir um empresário, em Fortaleza.
Os soldados da Polícia Militar do Ceará (PMCE) Francisco Rodrigues de Lima Neto e Ítalo Eugênio Parente Silveira cometeram "atos que revelam incompatibilidade com a função militar estadual", segundo a Controladoria
A dupla foi presa em flagrante por extorsão mediante sequestro, contra um empresário (proprietário de um lava-jato em Fortaleza), no dia 16 de fevereiro de 2022. Ítalo Eugênio ainda foi autuado por porte ilegal de arma de fogo de uso permitido. Um ex-gerente bancário (empresário do ramo de revenda de veículos) também foi preso, por encomendar o crime.
No ano passado, o cabo Manoel Bonfim dos Santos Silva foi expulso da PMCE após investigação administrativa em decorrência da acusação de que o militar matou a tiros a companheira Ana Rita Tabosa Soares, em Fortaleza, em outubro de 2020.
Ana Rita foi morta a tiros, durante uma discussão com o companheiro, dentro de um veículo, no bairro Serrinha. Após atirar contra a própria mulher e perceber que ela estava morta, o policial militar começou a chorar e a gritar dizendo que estava arrependido.
Outro desfecho de punição administrativa foi a sanção de demissão aplicada ao cabo Jean Claude Rosa dos Santos. O ex-PM foi demitido devido ao envolvimento em uma sessão de tortura contra um adolescente. O crime aconteceu no ano de 2018. A sessão de tortura foi filmada por populares.
A sessão de tortura foi filmada por populares
Policiais chegaram ao terreno baldio para averiguar uma denúncia de tráfico de drogas. Após realizarem algumas abordagens encontraram 500 gramas de crack no local. É possível perceber que a vítima não apresentava risco aos policiais enquanto era agredida, porque no local havia pelo menos 12 militares, além de cães treinados.
MOTIM
Após dois anos do motim no Ceará, militares permanecem sendo responsabilizados por envolvimento nos protestos. Só em 2022, 13 PMs e um bombeiro foram excluídos das corporações por esta motivação.
O bombeiro expulso é o cabo Paulo Cavalcanti Neto. Consta no documento assinado pela Controladoria que o militar foi flagrado por câmeras de videomonitoramento, participando do movimento grevista, em fevereiro de 2020. Ele foi visto em companheira de outros militares, em uma ação criminosa contra uma viatura da Polícia Civil.
Dentre os policiais punidos estão: soldado Gabriel Lima Martins, aclamado pelos outros policiais amotinados ao chegar ao 18º Batalhão de Policiamento Militar; o cabo Alexandre de Castro Lima e o soldado Allysson Moreira Cajazeiras, que estavam de folga e foram fardados ao 18º BPM para aderir ao movimento paredista; e os soldados Mauri Ângelo Rocha Gurgel, Alex Mateus de Carvalho da Silva, Ítalo Alencar Lobo, Filipe Viana Policarpo e Jefferson da Silva Oliveira, também identificados no mesmo batalhão.
A jovem Rafaela Cristina Barroso da Silva, de 25 anos, foi morta a facadas no interior de SP
Um homem de 22 anos matou a companheira, de 25, e gravou um vídeo com o celular e o enviou à mãe admitindo que havia acabado de cometer o crime após uma discussão. O crime ocorreu entre o último domingo e início de segunda-feira (23), em Santa Bárbara D’Oeste/SP.
“Mãe, eu matei a Rafaela, ela me tirou do sério, não é de hoje, é de sempre”, afirmou Alcântara no registro, enquanto é possível ver os pés da vítima, caída no chão, ensanguentada. “Tô indo embora, eu amo vocês, cuida da minha filha, fica com Deus, tchau mãe, eu amo vocês, eu amo todo mundo”, afirma o suspeito, é possível ouvir sons de uma criança ao fundo.
Ele usou o carro de Rafaela, um Ford K preto, para fugir da casa onde teria esfaqueado a vítima ao menos sete vezes, atingindo-a no tórax, cabeça e braços, de acordo com a Polícia Civil. Ambos estavam juntos há cerca de um ano e meio.
João Vitor Alcântara gravou vídeo e enviou à mãe após supostamente matar a companheira de 25 anos de idade
A mulher deixa cinco filhos, incluindo uma menina de 10 meses que teve com o suspeito.
A Secretaria da Segurança pública (SSP) e São Paulo afirmou que o caso foi registrado como feminicídio no plantão da Delegacia de Santa Bárbara D’Oeste e encaminhado à Delegacia de Defesa da Mulher da cidade do interior, que investiga o crime. O suspeito ainda não foi localizado.
Francisco Fábio Aragão da Silva, o 'Pão' A captura aconteceu dois meses após Francisco Fábio Aragão da Silva, o 'Pão', escapar de uma viatura onde era conduzido do Fórum Clóvis Beviláqua a uma unidade prisional, na Região Metropolitana
O segundo foragido condenado pela Chacina de Quixeramobim foi recapturado. Na noite desta terça-feira (24), policiais penais e civis prenderam Francisco Fábio Aragão da Silva, o 'Pão', no bairro Jardim das Oliveiras, em Fortaleza.
A captura aconteceu dois meses após 'Pão' escapar de uma viatura onde era conduzido do Fórum Clóvis Beviláqua a uma unidade prisional, na Região Metropolitana. Também participaram das buscas agentes da Delegacia de Repreensão ao Crime Organizado (Draco) e da Coordenadoria de Inteligência da Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS).
No último dia 18 deste mês, o primeiro foragido já tinha sido novamente detido. Isaías Maciel da Costa, o 'Mucuim', foi preso na companhia do irmão, Iago Maciel da Costa. Com a dupla foi apreendido um fuzil.
Segue foragido o terceiro condenado pela Chacina de Quixeramobim, identificado como Mateus Fernandes dos Santos Sousa, o 'Gato a jato'. As buscas continuam.
FUGA
No dia 25 de novembro de 2022, Izaias Maciel, Francisco Fábio Aragão da Silva e Mateus Fernandes de Sousa foram condenados a 207 anos de prisão e fugiram da viatura que os levava de volta aos presídios.
A viatura saiu do Fórum Clóvis Beviláqua, em Fortaleza, onde aconteceu o julgamento. Segundo os policiais penais que participavam da escolta, o trio quebrou a grade da viatura (conhecida como "corró") e pulou do veículo em movimento.
O trio foi condenado por 4 homicídios, uma tentativa de homicídio e pelo crime de organização criminosa e teria que cumprir a pena em regime fechado, conforme a sentença.
Os agentes foram afastados preventivamente do serviço público, por 120 dias e são investigados pela suspeita de "eventual facilitação de fuga e corrupção", conforme inquérito policial.Conforme a decisão, o afastamento se deu "por prática de atos incompatíveis com a função pública, visando à garantia da ordem pública, à instrução regular do processo administrativo disciplinar e à correta aplicação de sanção disciplinar".
José Mario Batista foi localizado na zona rural de Senador Pompeu onde o crime aconteceu
Um idoso de 70 anos foi preso nesta terça-feira (24), na cidade de Senador Pompeu, no interior do Ceará, durante o cumprimento de mandado de prisão por sentença penal condenatória motivada por um feminicídio cometido pelo homem nos anos 2000, contra a própria esposa.
Conforme a Polícia Civil, José Mario Batista, conhecido como Deca, foi localizado na localidade de Sítio Morada Nova, zona rural da cidade onde o crime aconteceu e não resistiu ao cumprimento do mandado expedido pela comarca do município.
Após a captura, o idoso foi conduzido a Delegacia Regional e encontra-se à disposição da Justiça.
O militar foi demitido, de acordo com publicação da Controladoria de Disciplina (CGD) no Diário Oficial de terça-feira - Conforme a CGD, o PM teria participado do grupo intitulado Feira Policial - G2', onde eram comercializadas armas ilegais
O PM foi detido em flagrante e denunciado pelo Ministério Público em setembro de 2019
Um sargento da Polícia Militar do Ceará (PMCE) foi demitido da Corporação acusado de venda ilegal de arma de fogo no Estado. A Controladoria Geral de Disciplina dos Órgãos de Segurança Pública e Sistema Penitenciário (CGD) oficializou nessa terça-feira (24) a sanção máxima administrativa para Aridson Moreno da Silva, resultado de uma investigação que apontou o militar como responsável por vender armas de fogo.
Consta no Diário Oficial do Estado (DOE) que o PM teria participado de um grupo no Whatsapp intitulado como 'Feira Policial - G2', onde eram negociados os armamentos. Em julho de 2019, o policial foi abordado na BR-222, em Caucaia, em posse de um revólver calibre 38, com a numeração raspada.
De acordo com versões de policiais que participaram da ocorrência, o homem teria se identificado como PM, mas não apresentou carteira funcional. Quando questionado sobre a arma raspada, ele teria admitido que iria vendê-la, mas sem dizer para quem, conforme consta em denúncia do Ministério Público do Ceará (MPCE).
Os PMs disseram ter ido até a casa do suspeito na intenção de confirmar se ele se tratava ou não de um policial. No local, foram recebidos pela esposa do suspeito e apreenderam documentos de uma pistola 380, além da pistola calibre 40 que é da Corporação.
O PM foi detido em flagrante e denunciado pelo Ministério Público em setembro de 2019.
Posteriormente, o suspeito apresentou a versão de que a arma era de um amigo e que foi infelicidade ela ter sido encontrada no seu carro. Segundo o ex-PM, ele esqueceu a arma dentro do veículo, mas iria em breve fazer o descarte correto da arma junto aos órgãos competentes.
GRUPO DO WHATSAPP
No decorrer da investigação, o policial teria dito que não se recordava de ter postado ofertando armas no grupo do Whatsapp. No entanto, para a CGD, "todas as provas confluem para a comprovação de que tanto a denúncia repassada à equipe policial que realizou a abordagem, bem como a manifestação Ceará Transparente (Ouvidoria do Ceará), registrada quase um mês antes da prisão em flagrante do aconselhado, são verossímeis, e pelo conjunto probatório produzido levam ao convencimento de que o aconselhado estava em posse do revólver cal. 38 com numeração suprimida com a finalidade de comercializá-lo com alguém, sem conseguir concretizar o feito por ter sido abordado e preso em flagrante conforme narrado na Portaria deste processo disciplinar".
CGD
A Controladoria destaca a negligência do acusado, que na época tinha 15 anos de serviço e diz ser "injustificável ter recebido tal arma ilegal de terceiro, independentemente da versão apresentada pela Defesa, seja para o suposto “descarte” alegado ou como presente por gratidão a acompanhamentos particulares na suposta amizade com o auditor fiscal".