sexta-feira, 2 de janeiro de 2026

Quase metade dos ministros deve sair para disputar eleição, e Lula aposta em “solução caseira” no governo

Foto: Cristiano Mariz/O Globo
O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva deve passar por uma ampla reformulação a partir de abril, com a saída de quase metade dos ministros para disputar as eleições de 2026. A estratégia do Palácio do Planalto é preencher a maioria das vagas com os atuais secretários-executivos — os chamados “números dois” das pastas — numa tentativa de evitar descontinuidade administrativa em um ano decisivo para a reeleição do petista.

Segundo o próprio Lula, ao menos 18 ministros devem deixar o governo, número que pode chegar a 22. Entre os primeiros nomes cotados para a saída estão Fernando Haddad (Fazenda) e Ricardo Lewandowski (Justiça). Embora nenhum dos dois pretenda disputar cargos eletivos, Haddad é pressionado pelo PT a concorrer em São Paulo, enquanto Lewandowski avalia que sua missão no governo já foi cumprida. A tendência é que a Fazenda fique sob comando do secretário-executivo Dario Durigan.

Mudanças também devem atingir o núcleo do Planalto. Rui Costa deve deixar a Casa Civil para disputar o Senado pela Bahia, abrindo espaço para Miriam Belchior. Gleisi Hoffmann tende a concorrer a mais um mandato pelo Paraná, o que provocaria troca na Secretaria de Relações Institucionais. Há ainda a possibilidade de Sidônio Palmeira deixar a Comunicação Social para assumir o marketing da campanha presidencial.

Fora do Planalto, ministros como Marina Silva, Simone Tebet, Renan Filho, Silvio Costa Filho, Waldez Góes, Jader Filho e André Fufuca estão entre os que avaliam disputar cargos em 2026. Renan Filho é o único cotado para tentar um governo estadual, em Alagoas. A maioria deve concorrer ao Senado ou à Câmara, enquanto Lula acompanha de perto casos mais sensíveis, como os de Marina e Tebet.

A diretriz predominante no Planalto é apostar em soluções internas, promovendo quadros técnicos já integrados às pastas, especialmente na área de infraestrutura. A avaliação é que a “troca controlada” reduz riscos de paralisia, preserva entregas e permite ao governo atravessar o ano eleitoral com menos turbulência política.

Com informações do O Globo

Ano eleitoral acirra disputa por comissões estratégicas na Câmara

Foto: Kayo Magalhães/Câmara dos Deputados
A proximidade das eleições de 2026 deve influenciar diretamente as negociações pelo comando das comissões permanentes da Câmara dos Deputados. Com um calendário legislativo mais curto e foco crescente nas campanhas, parlamentares passam a disputar espaços de maior visibilidade política, capazes de projetar pautas e fortalecer discursos eleitorais.

Com a retomada dos trabalhos em fevereiro, as primeiras semanas serão marcadas por intensas articulações para a definição dos presidentes dos colegiados. A escolha segue a proporcionalidade das bancadas, o que garante às maiores siglas prioridade na ocupação dos cargos. Ao todo, são 30 comissões permanentes, cuja instalação, no ano passado, levou mais de um mês devido a acordos herdados da gestão de Arthur Lira e da eleição de Hugo Motta para a presidência da Casa.

O comando dessas comissões é estratégico porque permite controlar a pauta, acelerar ou travar projetos e até impulsionar convocações de ministros. As maiores disputas costumam envolver a CCJ e colegiados ligados a áreas sensíveis ao governo, além da CMO, que neste ano será presidida por um deputado. Paralelamente, a Câmara tenta avançar em temas de forte apelo eleitoral, como segurança pública, com a PEC da Segurança e o projeto Antifacção, que podem ir direto ao plenário.

Outro movimento esperado para o início do ano legislativo é a troca de lideranças partidárias. O PT terá Pedro Uczai no lugar de Lindbergh Farias, enquanto o PSB será comandado por Jonas Donizetti. Na oposição, o PL já confirmou Cabo Gilberto Silva como líder. Algumas siglas, como União Brasil e PL, optaram por manter seus atuais comandos, em meio a um cenário de reorganização política que antecede a disputa eleitoral.

Com informações da CNN

IPVA 2026 já pode ser pago em cota única com desconto no Ceará; saiba como fazer

Foto: Albari Rosa / AEN
Têm direito ao patamar mais baixo de alíquota ônibus, micro-ônibus e caminhões, locadoras de veículos, e motocicletas, motonetas, ciclomotores e triciclos de até 125 cilindradas
O pagamento do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) 2026, no Ceará, já pode ser feito com desconto, no estado do Ceará, a partir do pagamento em cota única. O calendário e as alíquotas foram divulgados pela Secretaria da Fazenda do Ceará (Sefaz-CE) em dezembro de 2025.

Os condutores terão um desconto de até 10% no valor, caso paguem em cota única e sejam participantes do programa Sua Nota Tem Valor. Com uma frota de 2,35 milhões de veículos em todo o estado, estima-se uma arrecadação de R$ 2,24 bilhões, representando um aumento de 11,91% ante o obtido em 2025.

Os contribuintes poderão contar com desconto de 5% no IPVA se pagarem em cota única até 30 de janeiro de 2026. O abatimento é cumulativo com mais 5% de desconto para participantes do programa Sua Nota Tem Valor (SNTV) que somaram pontos entre dezembro de 2024 e novembro deste ano.

Quem preferir parcelar, poderá dividir o pagamento em até cinco parcelas, com vencimento nos dias 13 de fevereiro, 13 de março, 13 de abril, 13 de maio e 12 de junho. O valor mínimo das parcelas é de R$ 100. O desconto de até 5% concedido pelo SNTV também é válido para o parcelamento, desde que o contribuinte realize o pagamento até o vencimento.

O secretário da Fazenda do Ceará, Fabrízio Gomes, ressaltou o papel social que a arrecadação do IPVA e dos tributos de forma geral possuem, financiando políticas públicas. “É importante fazer o pagamento do tributo para que possamos implementar políticas públicas, melhorando ainda mais a educação, a saúde e a segurança pública, entre outras áreas”, pontou.

Alíquotas
As alíquotas variam de 1% a 3,5% sobre o valor venal, dependendo do tipo de veículo. Têm direito ao patamar mais baixo de alíquota ônibus, micro-ônibus e caminhões, locadoras de veículos, e motocicletas, motonetas, ciclomotores e triciclos de até 125 cilindradas que não possuam infrações de trânsito.

Na ponta oposta, são tributados com maior percentual automóveis, caminhonetes, camionetas e utilitários com potência superior a 180 cavalos, assim como motocicletas, motonetas, ciclomotores e triciclos acima de 300 cavalos.

Maiores e menores IPVAs

O veículo com o valor de IPVA mais alto em 2026 é uma Ferrari 812 GTS 2023. Avaliado em R$ 6,75 milhões, o esportivo terá um imposto de R$ 236.538,65.

O segundo maior IPVA é de uma Ferrari 296 GTS fabricada em 2023. Com valor venal de R$ 3,81 milhões, o veículo será tributado em R$ 133.554,26.

No sentido contrário, os menores IPVAs a serem pagos em 2026 são do Chanche M100 CH7101, fabricado em 2012, avaliado em R$ 9,9 mil e tributado em R$ 247,58.

Também se destaca o RDK/Tiger, de 2010. Com valor venal de pouco mais de R$ 11 mil, o proprietário desprenderá R$ 275,20 para manter o veículo regularizado.

Emissão do DAE

A partir de 1 de janeiro, será possível emitir o Documento de Arrecadação (DAE) Automático pelo site da Sefaz >> Portal de Serviços (https://portalservicos.sefaz.ce.gov.br/sefazCeara/home), ou por meio do Assistente Virtual (85) 3108-1404 (Whatsapp).

Antes de iniciar o processo de pagamento pelo Whatsapp, é necessário certificar-se de que o número de telefone da Sefaz que você adicionou possui o selo verde de verificação e se está sob a titularidade da Secretaria de Fazenda do Estado do Ceará.

Ao pagar o IPVA por Pix, que pode ser feito em qualquer banco, deve-se verificar se no nome do favorecido está escrito Secretaria da Fazenda do Estado do Ceará, e se o CNPJ é 07.954.597/0001-52.

A Sefaz Ceará orienta ainda que os contribuintes fiquem alerta, pois a Secretaria não envia guias de recolhimento pelos Correios ou por e-mail.

Mais informações podem ser encontradas por meio do Plantão Fiscal, no número (85) 3108.2200.

GCMais

Vídeo: Fogos de artifício explodem dentro de carro após festa de Réveillon

Foto: Reprodução
Um incidente assustador marcou a madrugada desta quinta-feira (1º) em Rorainópolis, no Sul de Roraima. Um veículo carregado com material pirotécnico explodiu na Praça do Grêmio logo após a festa de Réveillon.
O incêndio começou quando um colaborador acionou, por descuido, o controle remoto dos fogos que estava em seu bolso, atingindo o material que não havia sido utilizado na festa.

Vídeos que circulam nas redes sociais registram o momento das explosões sequenciais e o esforço em vão de dois homens para conter as chamas. Segundo o Corpo de Bombeiros, acionado por volta de 1h, o carro pertencia à própria equipe responsável pelo show pirotécnico.

Apesar da destruição total do veículo, ninguém ficou ferido. A corporação controlou o fogo e evitou que as chamas se espalhassem.

Metrópoles

China aplica "tarifaço" sobre carne brasileira

O Ministério do Comércio da China divulgou nesta quarta-feira (31) que, a partir de 1º de janeiro, aplicará tarifas de 55% sobre as importações de carne bovina que ultrapassarem cotas pré-definidas de países como Brasil, Argentina, Uruguai, Estados Unidos e Austrália.

Até novembro, o Brasil exportou aproximadamente 1,4 bilhão de toneladas de carne bovina para a China, que é o maior comprador global do produto, segundo dados oficiais.

Nos últimos anos, os preços da carne bovina no país asiático vêm registrando queda, resultado do excesso de oferta e da desaceleração da segunda maior economia do mundo, que afetou a demanda interna, segundo analistas de mercado. Ao mesmo tempo, o aumento das importações transformou a China em um mercado estratégico para países produtores de carne, como os da América Latina e a Austrália.

Em comunicado, o Ministério do Comércio justificou a decisão: “A compra de carne bovina estrangeira prejudicou a indústria nacional”. A investigação oficial considerou todos os tipos de carne bovina, incluindo fresca, congelada, com osso e sem osso. As tarifas adicionais terão validade de três anos, até 31 de dezembro de 2028, e foram classificadas pela pasta como “medidas protecionistas”, que deverão ser gradualmente reduzidas ao longo do período.

O governo chinês adota cotas anuais para importações de cada país, aumentando esses limites levemente a cada doze meses. A partir de agora, toda carne bovina que exceder esses limites estará sujeita à tarifa de 55%. Para 2026, o Brasil terá uma cota de 1,1 milhão de toneladas; a Argentina, aproximadamente 550 mil toneladas; o Uruguai, 324 mil toneladas; a Austrália, cerca de 200 mil toneladas; e os Estados Unidos, 164 mil toneladas.

Além disso, a China informou que suspendeu parte de um acordo de livre comércio com a Austrália que incluía carne bovina. Um porta-voz do Ministério ressaltou que “a aplicação de salvaguardas à carne bovina importada visa ajudar temporariamente a indústria nacional a superar dificuldades, e não restringir o comércio normal de carne”.

Especialistas destacam que a medida poderá impactar significativamente os exportadores latino-americanos, uma vez que a China representa uma fatia relevante do mercado global de carne bovina. A expectativa é que produtores busquem alternativas para escoar a produção, seja aumentando as exportações para outros países ou ajustando o volume enviado à China para não ultrapassar as cotas.

Analistas também apontam que a decisão chinesa reflete uma tendência de protecionismo em setores estratégicos, como alimentos, e sinaliza a intenção do governo de fortalecer a indústria doméstica diante de flutuações de mercado e desaceleração econômica. Para os consumidores chineses, a medida pode resultar em aumento de preços, já que a oferta de carne estrangeira será limitada pelas novas tarifas.

Fonte: Folha de SP

quinta-feira, 1 de janeiro de 2026

Conheça a “síndrome do coração festeiro”, ligada ao excesso de álcool

Seja uma lata de cerveja no churrasco de Natal ou uma taça de espumante no Réveillon, o consumo de bebidas alcoólicas já faz parte da comemoração das festas de final de ano no Brasil. No entanto, o exagero nesse hábito esconde uma ameaça cardíaca silenciosa: a síndrome do coração festeiro, ou holiday heart syndrome, em inglês.

A condição relaciona a ingestão excessiva e prolongada de álcool ao maior risco de desenvolver um tipo de arritmia conhecida como fibrilação atrial. Nesse quadro clínico, a parte de cima do coração, formada pelos átrios, fica eletricamente desorganizada e trêmula, enquanto a porção debaixo do órgão, composta pelos ventrículos, passa a funcionar de maneira irregular. Isso leva a um descompasso dos batimentos.

O efeito pode ser percebido como uma palpitação no peito, que costuma ser acompanhada por sensações de cansaço e falta de ar. Esses sintomas geralmente começam a se manifestar ainda durante o momento de embriaguez ou algumas horas após a bebedeira. “Não é apenas um drink que leva à síndrome. Para ela ocorrer, o indivíduo precisa realmente apresentar um nível de embriaguez muito elevado”, explica o cardiologista Guilherme Drummond Fenelon Costa, do Einstein Hospital Israelita.

A intoxicação alcoólica diminui o pH do sangue e desidrata o corpo, efeitos que ainda podem se somar a condições como privação de sono e perda de eletrólitos. É a combinação desses fatores que pode levar à síndrome do coração festeiro.

Problema subestimado

A primeira descrição da síndrome foi em um artigo publicado em 1978 no American Heart Journal. Na época, a condição ainda era apresentada como uma associação hipotética, a partir da observação de poucos pacientes de hospitais em Nova Jersey, nos Estados Unidos. De lá para cá, o problema foi mais investigado pela ciência. Em fevereiro de 2025, revisão de 11 estudos publicada na revista Cureus concluiu que o binge drinking (ato de beber cinco ou mais doses de álcool em um curto período) é um disparador consistente de fibrilação atrial.

“Uma das descobertas mais marcantes foi a consistência com que a exposição excessiva ao álcool desencadeou arritmias em diversas populações”, destaca o cardiologista e autor correspondente do artigo, Jhiamluka Zservando Solano Velasquez, que é pesquisador na Universidade de Oxford, na Inglaterra. “Mesmo em jovens saudáveis, a ingestão aguda de álcool produziu alterações no sistema nervoso autônomo, que controla o coração, além de oscilação do intervalo entre os batimentos, aumento da frequência cardíaca e batimentos prematuros”, diz Velasquez, em entrevista à Agência Einstein.

Apesar de provocar tantas reações prejudiciais e aumentar o risco de complicações graves, como acidente vascular cerebral (AVC) e insuficiência cardíaca, a síndrome do coração festeiro ainda é subestimada. Isso se deve, em parte, porque a arritmia tende a melhorar espontaneamente em até 48 horas, sem a exigência de grandes cuidados hospitalares. Muitas vezes, basta se hidratar bem e observar a evolução dos sintomas.

Só que a falta de uma investigação para identificar se a arritmia já existia ou se foi apenas um episódio decorrente da intoxicação alcoólica não elimina o risco de reincidência da fibrilação atrial. Isso é particularmente importante em um contexto de alta prevalência global do consumo abusivo do álcool, como o que se vive atualmente.

Segundo a 3ª edição do Levantamento Nacional de Álcool e Drogas (Lenad), publicada em setembro pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), a média de consumo de bebidas alcoólicas pelos brasileiros foi de 5,3 doses por ocasião. Além disso, verificou-se que aproximadamente 24 milhões de pessoas no país relataram beber exageradamente em 2024, o que equivale a 14,2% da população adulta ou um em cada sete indivíduos.

Beber com moderação

Os riscos do álcool ao coração não se aplicam apenas a quem bebe além da conta. “As evidências atuais não nos permitem definir um nível universalmente ‘seguro’ de álcool para a prevenção da fibrilação atrial, especialmente para aqueles que já são mais vulneráveis a problemas cardíacos”, avalia Velasquez. Vale lembrar, inclusive, que a Organização Mundial da Saúde (OMS) não estabelece limite seguro de álcool até mesmo para pessoas sem qualquer condição de saúde.

A ocorrência de arritmias é mais comum entre indivíduos com mais de 60 anos. Também está mais propenso a desenvolver o problema quem tem histórico de doença cardiovascular, como cardiomegalia (coração grande), infarto, pressão alta e aterosclerose. Quem já sofreu fibrilação atrial pode voltar a apresentar episódios de palpitação a qualquer momento, não só quando há exagero alcoólico. É importante consultar um cardiologista para investigar o quadro e tratá-lo preventivamente.

“Neste final de ano, o equilíbrio precisa ser a palavra-chave. Se a pessoa gosta de beber para celebrar, ela pode fazer isso durante as festas, desde que evite o exagero”, pontua o médico do Einstein. “Além de ficar atento à quantidade de bebida, deve-se tomar o cuidado de espaçar uma dose da outra para dar tempo do corpo metabolizar a substância, manter a hidratação, fazer refeições leves e ter boas noites de sono.” 

Agência Einstein

Após termino com Ana Castela, Zé Felipe escolhe Pipa no Rio Grande do Norte para passar o Réveillon

Foto: Reprodução
Zé Felipe desembarcou na noite desta quarta-feira (31/12) em Natal, no Rio Grande do Norte, para passar o Réveillon em Pipa, no litoral potiguar.

Poucos dias após anunciar o término do namoro com Ana Castela, o cantor chamou atenção ao viajar no jato particular de sua ex-esposa, Virginia Fonseca, que está em Madri, na Espanha, acompanhada dos três filhos e do namorado, Vini Jr.

Portal Leo Dias

Susto do Bem: Frei Gilson é surpreendido por padre Marcelo Rossi em show

Frei Gilson se apresentou no Réveillon da Paulista, em São Paulo, na quarta (31/12). O que o religioso não esperava, no entanto, é que Padre Marcelo Rossi “invadiria” o palco.

Enquanto cantava para uma multidão, Frei Gilson foi surpreendido pelo sacerdote, que ficou atrás dele até que fosse notado. O encontro dos dois, diante do público, emocionou. “Ele é tão grande e eu não vi”, brincou o dono do show.

Alistamento militar começa nesta quinta e vai até junho; mulheres podem aderir de forma voluntária

Começou nesta quinta-feira (1º), em todo o país, o processo de alistamento militar de 2026 para as Forças Armadas.

A inscrição é obrigatória, por lei, para homens que completam 18 anos em 2026. Neste ano, pela segunda vez, mulheres podem se alistar de forma voluntária.

O processo pode ser iniciado pelo site do Exército ou, a partir desta sexta (2), na junta militar mais próxima.

O prazo vai até 30 de junho. Depois, no segundo semestre, as Forças Armadas seguem com as fases de seleção, designação e incorporação ou matrícula.

Quem for selecionado vai servir por um ano, a partir de 2027. Esse prazo pode ser prorrogado, de ano em ano, por até oito anos.

Alistamento feminino

Em 2026, as Forças Armadas reservaram mais de 1,4 mil vagas para mulheres que desejem se alistar de forma voluntária: 1 mil para o Exército; 300 para a Aeronáutica e 157 para a Marinha.

As lotações estão distribuídas em 145 municípios de 21 estados e no Distrito Federal. Em 2025, 33 mil mulheres se voluntariaram para 1.465 vagas.

g1

Show com 1200 drones bate recorde na América Latina; Jesus Cristo foi o destaque

Foto: Reprodução
O show de Alok no Réveillon de Copacabana 2026 marcou um recorde histórico para a América Latina com o uso de 1.200 drones sincronizados]. A apresentação, que deu as boas-vindas ao ano de 2026, utilizou tecnologia de ponta para criar figuras tridimensionais gigantescas no céu, superando a marca anterior do próprio DJ estabelecida no “Show do Século” em 2023 .
Além do espetáculo tecnológico, a performance integrou música eletrônica com elementos da cultura brasileira, consolidando o evento como um dos maiores palcos do mundo para inovação em entretenimento ao vivo. Para conferir detalhes sobre a programação oficial de eventos na cidade, você pode acessar o portal RioTur.