sábado, 3 de janeiro de 2026

Vídeo: Eduardo Bolsonaro fala em perseguição, critica PF e acusa abuso de poder após cassação

Imagens: Reprodução/X
O ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL) afirmou, nesta quinta-feira (2), que não aceitará retornar ao cargo de escrivão da Polícia Federal após a perda do mandato na Câmara. A declaração foi feita em postagem no X (antigo Twitter) e em vídeo divulgado nas redes sociais.

Segundo a Polícia Federal, Eduardo deve voltar ao cargo para fins de regularização funcional, sob risco de adoção de “providências administrativas e disciplinares” em caso de ausência injustificada. O ato foi publicado nesta sexta-feira (2), após a Mesa Diretora da Câmara declarar, em dezembro, a perda do mandato por número suficiente de faltas não justificadas.

Eduardo Bolsonaro ingressou na Polícia Federal em 2010 como escrivão e estava afastado das funções enquanto exercia o mandato parlamentar. Ele está nos Estados Unidos desde março do ano passado, quando se licenciou do cargo na Câmara.
Em vídeo, o ex-deputado afirmou que a cassação foi formalizada pela Mesa Diretora, sem votação em plenário, e classificou a situação como perseguição judicial, dizendo não ter condições de retornar ao Brasil neste momento.

Na rede social, Eduardo escreveu que não abriria mão de sua honra para se submeter ao que chamou de pressões da cúpula da Polícia Federal. Também afirmou que irá lutar para manter o cargo conquistado por concurso público e voltou a criticar decisões do Supremo Tribunal Federal e o governo do presidente Lula (PT).

“Perseguição política”: senador republicano dos EUA envia nova carta contra decisão do STF sobre Bolsonaro

Foto: Reprodução
O senador republicano Shane David Jett, do Estado de Oklahoma, nos EUA, publicou na rede social X que enviou novamente uma carta ao ministro Alexandre de Moraes, do STF, questionando a decisão que negou o pedido de prisão domiciliar humanitária ao ex-presidente Jair Bolsonaro. O parlamentar informou que também encaminhou o documento aos demais ministros da Corte.

Na carta, Jett afirma que a negativa do STF fere o princípio da liberdade individual, previsto nas Constituições do Brasil e dos EUA. Segundo ele, a decisão desconsidera o estado de saúde, a idade e o período pós-operatório de Bolsonaro, o que, na avaliação dele, pode representar risco à integridade física do ex-presidente.

O republicano declara ainda que a atuação do STF, especialmente sob a relatoria do ministro Alexandre de Moraes, reforça a percepção de seletividade e excesso em relação a figuras políticas específicas. Para ele, essa postura compromete o equilíbrio entre os poderes e o princípio da igualdade perante a lei.

Na publicação, Shane David Jett afirmou que a persistência da decisão pode afetar a credibilidade das instituições judiciais brasileiras perante a sociedade, a comunidade jurídica e organismos internacionais de proteção aos direitos humanos.

Milei articula bloco de direita para enfrentar o “câncer do socialismo” na América do Sul

Foto: Reprodução
O presidente da Argentina, Javier Milei, afirmou que trabalha para criar um bloco de governos de direita na América do Sul, com o objetivo de enfrentar o que chamou de “câncer do socialismo”. A declaração foi dada em entrevista à CNN, na qual ele disse que a região estaria despertando do “pesadelo do socialismo do século 21”.

Questionado diretamente sobre a articulação de um grupo político alinhado à direita, Milei foi taxativo: “Não tenha dúvidas, estou trabalhando ativamente para isso”. Segundo ele, ainda não há nome definido para o bloco, mas as conversas envolveriam cerca de dez países da região.

Durante a entrevista, o presidente argentino voltou a criticar o socialismo, que classificou como uma “farsa” usada para a tomada de poder e responsável pelo empobrecimento da população.

Milei afirmou que a proposta do grupo é “abraçar a liberdade” e enfrentar diferentes versões do socialismo, incluindo o chamado socialismo do século 21 e a agenda “woke”, termo usado para pautas identitárias e progressistas.

Milei também respondeu a questionamentos sobre uma possível incoerência entre o alinhamento político com Donald Trump e a manutenção de relações comerciais com a China.

Segundo ele, a diretriz defendida por Trump diz respeito ao campo geopolítico, enquanto o comércio deve ser tratado separadamente, mantendo interesses econômicos da Argentina.

“A burguesia fede”, diz Emicida em show com ingresso a R$ 1.000 e look de luxo

Foto: Reprodução
Uma declaração antiga do rapper Emicida voltou a repercutir nas redes sociais e reacendeu críticas ao artista. Em um show, ele afirmou que “a burguesia fede”, frase que ganhou novo peso diante do contexto: o evento tinha ingressos que chegavam a R$ 1.000, enquanto o cantor usava uma blusa da grife Gucci avaliada em cerca de R$ 5.000.

A cena provocou questionamentos sobre a coerência entre o discurso antielitista e a inserção do artista em um circuito marcado por preços elevados e consumo de luxo. Para críticos, há um descompasso evidente entre a retórica de combate às elites e a realidade de apresentações voltadas a um público majoritariamente de alto poder aquisitivo.

Nas redes, o episódio foi usado como exemplo do que alguns chamam de “militância gourmet”, em que discursos políticos fortes acabam diluídos quando associados a marcas caras e eventos exclusivos. A crítica central aponta que a mensagem perde impacto quando emitida a partir de um palco cercado por símbolos de status.

Defensores de Emicida argumentam que a fala não é direcionada ao consumo individual, mas às estruturas de poder e desigualdade social. Ainda assim, o episódio reforça um debate recorrente no meio cultural: até que ponto um discurso político se sustenta quando passa a coexistir com um mercado altamente elitizado e lucrativo.

Com informações de Investi Brasil

Vídeo: Venezuelanos comemoram ataques dos EUA e captura de Maduro em Caracas

Mesmo em meio aos ataques americanos contra alvos ligados ao regime de Nicolás Maduro, venezuelanos foram às ruas de Caracas para comemorar o que classificam como o fim do governo do líder chavista. Vídeos que circulam nas redes sociais mostram pessoas celebrando, buzinando e gritando palavras de ordem contra o regime.
A mobilização ocorre após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, confirmar ações militares na Venezuela e afirmar que Maduro teria sido capturado e retirado do país. A informação, ainda cercada de incertezas, provocou reações imediatas tanto de apoiadores quanto de opositores do governo venezuelano.
Enquanto parte da população demonstra alívio e esperança por mudanças políticas, outra parcela permanece apreensiva com a escalada militar e os impactos dos ataques, que atingiram diferentes regiões da capital e causaram interrupções no fornecimento de energia.

O governo venezuelano, por sua vez, classificou as ações como uma agressão estrangeira e decretou estado de emergência, convocando as Forças Armadas e a população a se mobilizarem em defesa da soberania nacional.

Vídeo: Ministro da Defesa da Venezuela promete resistência após captura de Maduro

Vídeo: Reprodução
O ministro da Defesa da Venezuela, general Vladimir Padrino López, se pronunciou após a captura de Nicolás Maduro e afirmou que o país “não irá se render”. Em declaração oficial, ele disse que a Venezuela continuará lutando e que, ao final, “vencerá”, mesmo diante da ofensiva militar atribuída aos Estados Unidos.

Padrino López anunciou a ativação plena das capacidades das Forças Armadas Nacionais Bolivarianas (FANB) para a defesa do território e da população. Segundo o ministro, mísseis atingiram instalações militares e também áreas residenciais em Caracas e nos estados de Miranda, Aragua e La Guaira durante os ataques.

No pronunciamento, o chefe da Defesa classificou a ação como uma “agressão militar criminosa” e fez um apelo direto à comunidade internacional. Ele pediu que organismos multilaterais e governos condenem os Estados Unidos por, segundo ele, violarem a Carta das Nações Unidas e o direito internacional. “Trata-se de um ataque vil e covarde que ameaça a paz e a estabilidade da região”, afirmou.

O ministro informou ainda que o governo venezuelano decretou estado de comoção externa em todo o país, com base na Constituição e nas leis de emergência e segurança nacional. A medida, de acordo com Padrino López, autoriza a mobilização integral das forças militares para a defesa da nação e para o restabelecimento da ordem interna.

Maduro já está nos EUA sob custódia das forças militares americanas

Foto: Reprodução
Uma imagem que circula nas redes sociais neste sábado (3) mostra Nicolás Maduro já em território dos Estados Unidos, sob custódia de forças militares americanas. Na foto, o líder venezuelano aparece escoltado por agentes armados ao lado de uma aeronave, em cenário que indica uma operação militar.

A divulgação ocorre após o presidente dos EUA, Donald Trump, afirmar publicamente que Maduro foi capturado durante uma ofensiva de larga escala contra alvos do regime na Venezuela e retirado do país por via aérea, junto com a esposa.

Até o momento, o governo norte-americano não informou oficialmente o local exato onde Maduro estaria detido, nem quais medidas legais serão adotadas. Já autoridades venezuelanas divergem sobre o paradeiro do presidente e pedem provas de vida.

A situação elevou drasticamente a tensão internacional, com países da região reagindo à ofensiva e o governo da Venezuela decretando estado de emergência, denunciando o que chama de agressão militar e violação do direito internacional.

Vídeo: Civis fogem da capital da Venezuela após sequência de explosões e ataques aéreos

A capital da Venezuela, Caracas, viveu momentos de caos durante a madrugada deste sábado, após uma série de explosões e intenso sobrevoo de aeronaves militares. Moradores relataram ao menos sete detonações fortes, com colunas de fumaça vistas em áreas estratégicas da cidade.

Regiões como Fuerte Tiuna, base militar considerada uma das mais importantes do país, La Carlota e os arredores do Palácio de Miraflores, sede do governo, foram apontadas como alguns dos locais afetados pelos ataques.
Em meio ao pânico, centenas de civis tentaram deixar a capital às pressas. Longos congestionamentos se formaram nas principais vias de saída de Caracas, enquanto famílias abandonavam bairros próximos a instalações militares em busca de refúgio em áreas mais afastadas ou em estados vizinhos.

A situação foi agravada por apagões que atingiram grande parte da cidade, dificultando a comunicação e ampliando o clima de insegurança entre a população, que segue sem informações oficiais claras sobre a extensão dos ataques.

Rússia condena ação militar dos EUA na Venezuela e diz que foi um “ato de agressão armada”

O governo da Rússia classificou como um “ato de agressão armada” a intervenção militar dos Estados Unidos na Venezuela, realizada neste sábado (3). A reação ocorre após o presidente Donald Trump confirmar ataques ao país e a captura de Nicolás Maduro e de sua esposa.

Em nota oficial, o Ministério das Relações Exteriores russo afirmou estar profundamente preocupado com a escalada do conflito e defendeu que as partes busquem uma solução por meio do diálogo, evitando novos confrontos.

A ofensiva norte-americana atingiu Caracas e os estados de Miranda, Aragua e La Guaira.

Outros países também reagiram. O presidente de Cuba, Miguel Díaz-Canel, condenou a ação, enquanto a Colômbia demonstrou preocupação com a segurança da população civil.

No plano interno, o governo venezuelano decretou emergência nacional e acionou planos de defesa após os bombardeios.

Oposição da Venezuela afirma que captura de Maduro fez parte de uma “saída negociada”

Foto: reprodução
Fontes dentro da oposição venezuelana informaram que a captura do presidente Nicolás Maduro foi “negociada”.

O presidente dos EUA, Donald Trump, confirmou, neste sábado (3/1), ter capturado Nicolás Maduro e o levado para fora do país após atacar Caracas, capital da Venezuela.

Segundo a Sky News, membros da oposição dizem acreditar que a captura de Maduro e de sua esposa, Cilia Flores, fez parte de uma “saída negociada”.

O ataque à Venezuela ocorre dois dias após Maduro anunciar que estaria disposto a dialogar com o líder dos Estados Unidos. Ele afirmou que precisaria conversar seriamente com Trump, “com fatos em mãos, e o governo dos Estados Unidos sabe disso”.

Com informações de Metrópoles