sexta-feira, 14 de julho de 2023

Radialista vítima de acidente doméstico em Sobral é transferido para Fortaleza

O radialista sobralense, Ademir Sousa, juntamente com sua esposa, Ana Célia, e uma criança, de aproximadamente dois anos de idade, sofreram um acidente doméstico, no bairro Sinhá Sabóia, em Sobral. Um botijão explodiu na residência, atingindo os três familiares. O radialista ficou em estado grave.
Após o acidente, os três foram socorridos e conduzidos ao hospital local. Em estado grave, o radialista teve 70% do corpo queimado. A senhora Ana Célia e a criança, também tiveram queimaduras pelo corpo. O radialista e esposa, ficaram no Hospital Santa Casa de Misericórdia de Sobral e a criança foi encaminhada para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA).
A causa da explosão teria sido um vazamento de gás de cozinha. O caso do radialista foi agravado e ele precisou ser transferido de Sobral para Fortaleza, via aeronave do CIOPAER. Sem condições de permanecer no hospital local, o paciente foi transferido as pressas para o Hospital José Frota.

Ademir teve 70% do corpo queimado pelas chamas. 

O Corpo de Bombeiros foi acionado para o local e conseguiu apagar o incêndio.

A Noticia do Ceará

OMS bate martelo e define aspartame como “possivelmente cancerígeno”

Depois de semanas de discussão, a Agência Internacional para Pesquisa em Câncer (IARC), da Organização Mundial da Saúde (OMS), e o Comitê Especializado em Aditivos Alimentícios (JECFA), da Organização de Comida e Agricultura (FAO), decidiram enquadrar o adoçante artificial aspartame no grupo 2B de cancerígenos, que inclui substâncias “possivelmente cancerígenas”.

O IARC separa os cancerígenos em quatro grupos: 1 (cancerígeno), 2A (provavelmente cancerígeno), 2B (possivelmente cancerígeno) e 3 (sem classificação sobre o risco de câncer). Junto com o aspartame, no grupo 2B, estão aloe vera, extrato de ginko biloba e gasolina, por exemplo.

Os grupos são amplos e não separam as substâncias pelo perigo de câncer, e sim pela quantidade de evidências científicas disponíveis sobre cada uma.

O aspartame é um adoçante artificial composto por dois aminoácidos, o ácido aspártico e a fenilalanina. Criado em 1965, ele é quase 200 vezes mais doce que o açúcar e, por isso, é usado em pequenas quantidades, gerando um intenso dulçor. Seu uso, porém, já foi associado até à ansiedade em estudos científicos.

O grupo considerou as evidências sobre o aspartame e a incidência de câncer, por exemplo, como “limitadas” e “não convincentes”.

“As informações sobre o aspartame indicaram que, enquanto a segurança não é uma grande preocupação nas doses utilizadas normalmente, alguns efeitos potenciais foram descritos e precisam ser investigados por mais e melhores estudos”, afirma o diretor do Departamento de Nutrição e Segurança da OMS, Francesco Branca.

A JECFA reforça que a quantidade diária considerada aceitável de aspartame é de 40 mg por quilo de peso corporal. Um indivíduo com 70kg, por exemplo, teria que tomar entre nove e 14 latas de refrigerante diet adoçado com aspartame para ultrapassar o nível considerado seguro.

O IARC e a OMS afirmam que vão continuar monitorando novos estudos sobre o aspartame e encorajam grupos de pesquisa independentes a estudar as relações entre a exposição à substância e o efeito na saúde do consumidor.

Com informações de Metrópoles

Governadores contrariam Lula e vão manter escolas cívico-militares

Estados reagiram à decisão do Governo de Lula (PT) de encerrar o Programa Nacional das Escolas Cívico-Militares (Pecim) e anunciaram a manutenção de escolas que adotaram o modelo criado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro, em 2019.

O ensino será mantido nos moldes do Pecim ao menos nos estados de Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro, Santa Catarina, Goiás, Rondônia, Paraná e no Distrito Federal, governados por bolsonaristas.

Vídeo: Homem parte para cima de aluna em disputa por aparelho em academia

A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) instaurou um inquérito para apurar o suposto crime de ameaça entre dois alunos de uma academia situada em Planaltina. Um vídeo registrou os fatos que serão investigados. As imagens mostram um homem partindo para cima de uma mulher em meio a disputa pelo uso de um aparelho de musculação. Os dois afirmam que foram ameaçados.

A filmagem que viralizou nas redes sociais mostra a investida de Renan Pereira dos Santos contra a aluna da academia. Ele pede para não ser fotografado, enquanto a mulher repete que não vai sair do aparelho: “Você não quer me bater?”, afirma ela. Em outro trecho, o homem tenta pegar o celular da aluna. 

Após a repercussão do caso, o aluno pediu o desligamento da academia. Em nota, a Bluefit de Planaltina afirmou que “não compactua com qualquer forma de agressão e repudia veementemente toda e qualquer forma de violência”. Ainda segundo a empresa, o envolvido no episódio “não faz mais parte do quadro de alunos da academia”.

“A equipe da unidade permanece prontamente disponível para colaborar com as autoridades policiais e prestar todos os esclarecimentos necessários”, diz ainda a nota.

Renan esteve na delegacia de Planaltina para apresentar sua versão dos fatos. O advogado Johnny Damasceno, que o representa, negou que seu cliente tenha agredido a aluna.

O advogado afirmou que pediu acesso às câmeras de segurança da academia para comprovar que Renan não agrediu a aluna.

Damasceno também alegou que seu cliente foi ameaçado pelo marido da mulher envolvida na disputa pelo aparelho da academia.

Mulher desaparecida é filmada sendo interrogada pelo chamado tribunal do crime

Foto: Reprodução
A vítima foi vista pela última vez no dia 7 de julho, no município de Baturité
A Polícia Civil do Estado do Ceará (PC-CE) informa que investiga as circunstâncias de um desaparecimento de uma mulher de 29 anos, identificada como Taís Carla Pereira da Silva. A vítima foi vista pela última vez no dia 7 de julho, no município de Baturité, no Ceará. Entretanto, um vídeo de Taís circula nas redes sociais em que a vítima aparece sendo interrogada pelo ‘tribunal do crime’. Nas imagens, uma pessoa pergunta a idade da mulher desaparecida, onde ela mora, o que estava fazendo na região de Maracanaú, Região Metropolitana de Fortaleza, e se tem algum familiar “faccionado” (se faz parte de alguma facção criminosa).

Um Boletim de Ocorrência (BO) foi registrado e as diligências seguem em andamento pela Delegacia Regional de Baturité. As buscas, que contam com o apoio da 12ª Delegacia do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (12ª DH), seguem até a localização da vítima.

GCMais

Fonoaudiólogo é preso por estuprar criança de 5 anos com síndrome de Down

Captura do homem ocorreu por força de um mandado de prisão definitiva
Um fonoaudiólogo de 62 anos foi preso nesta quinta-feira (13), no Bairro São Gerardo, em Fortaleza, depois de estuprar uma criança de cinco anos com síndrome de Down.

O homem é condenado por um crime de estupro de vulnerável ocorrido no Bairro de Fátima. A captura do homem ocorreu por força de um mandado de prisão definitiva.

Conforme a Polícia Civil, a ação faz parte da Operação “Sentinela”, que ocorreu em todo o Estado, para prevenir e reprimir crimes de abuso e de exploração sexual contra crianças e adolescentes.

Até 15 anos de prisão 
Crimes de violência sexual contra criança são considerados estupro de vulnerável, independentemente do consentimento da criança ou do adolescente para o ato sexual ou conduta libidinosa.

O crime está previsto no artigo 217-A do Código Penal e prevê pena de 8 a 15 anos de prisão para quem faz sexo com menores de 14 anos.

Está sujeito à mesma pena quem pratica conjunção carnal com pessoas com enfermidade ou deficiência mental que não tenham o necessário discernimento para a prática do ato.

quinta-feira, 13 de julho de 2023

Policial condenado por participar de motim no Ceará agora é investigado na CGD

A investigação parte de áudios enviados no WhatsApp, no qual o sargento estaria incitando PMs a aderirem ao movimento paredista
Em 2020, o motim durou quase duas semanas
Um policial militar já condenado na esfera criminal por participar do motim no Ceará, em 2020, agora é investigado pela Controladoria Geral de Disciplina dos Órgãos de Segurança Pública e Sistema Penitenciário (CGD). De acordo com publicação em Diário Oficial do Estado (DOE), a CGD instaurou conselho de disciplina contra o 2º sargento Emerson Carlos Vieira de Araújo.

A investigação parte de áudios enviados no WhatsApp, no qual o sargento, atual presidente da Associação de Praças do Cariri (Asprac), estaria incitando PMs a aderirem ao movimento paredista e se amotinarem no quartel.

A Controladoria explica que o conselho de disciplina tem como finalidade apurar as condutas transgressivas atribuídas ao militar, "bem como a incapacidade deste para permanecer nos quadros da Corporação".

Em sua defesa, o sargento Emerson admitiu, no processo, ter feito a postagem de convocação, mas alegou “que tinha a intenção de convocar os policiais que não aderissem ao movimento, para que guardassem as viaturas no BPMA”.

CONDENAÇÃO CRIMINAL 
Já neste ano, o sargento foi condenado a quatro anos de prisão, em regime inicial semiaberto, por aliciar colegas de farda a aderir ao motim. A decisão, do Conselho Especial da Vara de Auditoria Militar, formado por quatro coronéis da PM e um juiz de Direito, inocentou outros nove militares entre oficiais e praças que estavam sendo acusados dos mesmos crimes.

De acordo com a denúncia do Ministério Público, o sargento “aliciou os policiais militares da cidade de Juazeiro do Norte, no período de fevereiro de 2020, para que assumissem o serviço para o qual estavam escalados, e então fossem se amotinar na companhia de BPMA (Batalhão de Policiamento Militar Ambiental (BPMA), daquela urbe, fortificando o movimento de militares criminosos amotinados naquela ocasião”.

Para o MPCE, o crime de Emerson Vieira não foi somente de convocar e aliciar os colegas, mas ele também teria tomado atitudes para “acomodar a leva de policiais militares criminosos que desejariam se amotinar naquela unidade”. O MP diz ainda que ele teve ajuda de outros PMs para concluir o plano.

O Ministério Público aponta que a atitude do sargento foi mais um fato que resultou no “movimento paredista que a sociedade do Ceará foi vítima nos meses de fevereiro e março de 2020".

Deputado Felipe Mota critica partidarização nos debates de demandas cearenses

O deputado Felipe Mota (União) criticou a partidarização nos debates em plenário das demandas cearenses, durante o primeiro expediente da sessão plenária da Assembleia Legislativa do Ceará desta quinta-feira (13/07).

Blog do Edison Silva

Coronel preso devido aos atos extremistas no DF é achado desacordado

Preso desde 7 de fevereiro, durante a operação que investiga os atos extremistas do 8 de Janeiro, o coronel Jorge Naime, ex-chefe de operações da Polícia Militar do Distrito Federal, foi encontrado desacordado dentro da cela e com um armário sobre ele, na madrugada desta quinta-feira (13). O coronel foi levado ao Hospital de Base e liberado horas depois. 

Em nota, o Instituto de Gestão Estratégica (Iges-DF), responsável pela administração dos hospitais de Base e de Santa Maria, respondeu que não informa dados pessoais de pacientes.

As informações foram confirmadas pela reportagem com fontes da Polícia Militar. Ainda segundo a apuração, Naime teria recobrado a consciência após policiais terem retirado o armário de cima dele. O coronel chegou a ser encaminhado para um hospital particular, mas, por se tratar de um detento, foi reconduzido ao Base. 

Ele já está de volta à prisão, que fica na Academia Militar, e é monitorado pelas equipes da detenção. Apesar do episódio, ele não sofreu nenhuma fratura. 

Preso há cinco meses

Naime está preso há cinco meses e é a única autoridade investigada por omissão durante o 8 de Janeiro que continua presa. Na última sexta (7), o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, negou pedido de liberdade para o coronel. 

Na decisão, Moraes diz que a evolução das investigações “indica a necessidade de manutenção da prisão cautelar, uma vez que, em liberdade, poderia obstar a produção probatória, em especial em face da possibilidade de destruição/ocultação de provas, bem como com eventual comunicação com outros investigados que surgiram ao longo da produção probatória realizada pela Polícia Federal”. 

O coronel era o responsável pelo planejamento das operações quando manifestantes invadiram e depredaram o Palácio do Planalto, o Congresso e o STF. Em um depoimento que durou cerca de seis horas na CPMI (Comissão Parlamentar Mista de Inquérito) do 8 de Janeiro, no fim de junho, Naime afirmou que a corporação não recebeu informações sobre a gravidade das manifestações na praça dos Três Poderes.

O policial também disse que havia um plano de operações para a manifestação. Ele afirmou que, às 10h de 8 de janeiro, a Agência Brasileira de Inteligência (Abin) tinha informações detalhadas sobre as manifestações, mas que “as providências não foram tomadas”.

“Ou as agências de informação não passaram isso para o secretário nem para o comando geral, ou passaram e eles ficaram inertes, não tomaram providências, porque eles tiveram cinco horas para tomar providência a partir do momento em que receberam a informação”, afirmou.

Segundo informou o portal R7, Naime assumiu a chefia do Departamento Operacional da Polícia Militar após 28 anos na corporação. Ele foi exonerado do cargo em 10 de janeiro, depois de o interventor Ricardo Cappelli assumir a responsabilidade de restabelecer a ordem na capital federal.

Cláudio Pinho aborda responsabilidades no tratamento oncológico no País

Pinho diz que hoje, por não ter mais um presidente de oposição como era Bolsonaro, membros do governo estado tentam culpar os prefeitos 
Foto: ALCE
A suspensão de atendimento para novos pacientes no Crio (Centro Regional de Oncologia) foi, novamente, pautado por deputados da Assembleia Legislativa, na manhã desta quinta-feira (13). O pedetista Cláudio Pinho apontou a responsabilidade do Governo Federal no tratamento oncológico e destacou que a Prefeitura de Fortaleza atende a cidadãos da Capital e do Interior.

O parlamentar cobrou honestidade e transparência em relação ao debate sobre a saúde pública. Em suas falas, Pinho voltou a defender que a Saúde não seja politizada e que cada ente da Federação assuma sua responsabilidade com relação ao tema.

“É obrigação do Governo Federal custear todo o tratamento oncológico. O financiamento desse tratamento é de total responsabilidade do Governo Federal”. Ele lamentou que a Prefeitura de Fortaleza tenha sido responsabilizada pela falta de recursos para o tratamento oncológico no Crio.

“Cadê a participação do Governo do Estado? Porque a gestão municipal de Fortaleza tem que bancar isso sozinho? Nenhum município deve bancar o tratamento oncológico”, disse Cláudio Pinho, enfatizando que a Prefeitura de Fortaleza tem feito muito ao bancar parte do tratamento oncológico de pacientes que chegam do Interior para serem atendidos na Capital.

“Que não venham com discursos falsos, para perseguir o povo de Fortaleza. Não venham à tribuna desta Casa para enganar o povo. Sei das dificuldades do Estado, da União e dos municípios, mas não é justo querer achar um culpado para essa questão, depois que o presidente Bolsonaro saiu” – (Cláudio Pinho)

Fernando Hugo (PSD) também criticou a politização do debate sobre a Saúde. Em sua avaliação, não haverá avanço na melhoria dos serviços prestados na área se ideologias forem colocados à frente do dever institucional do Estado. Sargento Reginauro (UB) disse que “paixões ideológicas precisam ser deixadas à parte nesse momento”. “Precisamos debater a ineficiência do sistema de saúde pública no Brasil”.
Blog do Edison Silva