Desde que teve seu valor revelado pela imprensa, em dezembro, o contrato entre o escritório de advocacia de Viviane Barci de Moraes e Daniel Vorcaro deixou duas perguntas em aberto.
1-) Como os contratados consideraram aceitável que a mulher do ministro mais exposto do supremo prestasse serviços a um banqueiro todo encrencado, que armava um bote contra o estado brasileiro?
2-) Por que uma remuneração tão acima do mercado, em troca de nenhum trabalho verificado.
A nota divulgada com 3 meses de atraso silencia sobre uma pergunta e meia, optando por responder só metade da segunda. A mulher do ministro listou reuniões e pareceres que justificariam o contrato.
E disso resulta uma nova pergunta: Por que dar, tanto tempo depois, uma resposta tão incompleta?
Jornal da Globo