segunda-feira, 18 de julho de 2022

Noiva morre por bala perdida após convidado atirar para comemorar casamento

Foto: Reprodução / Redes Sociais
Uma mulher foi morta durante o seu próprio casamento ao ser atingida por uma bala perdida, disparada por um convidado para comemorar a união.

Segundo o Extra, Mahvash Leghaei, de 24 anos, estava brindando seu casamento após a cerimônia no Irã quando o tiro foi disparado de um rifle de caça de alta potência. Acredita-se que a bala tenha atravessado diretamente o crânio da vítima.

"Recebemos uma ligação de emergência de tiros em um salão de casamentos na cidade de Firuzabad e os policiais foram enviados imediatamente", disse o porta-voz da polícia local, coronel Mehdi Jokar. "Os policiais descobriram que alguém havia disparado com um rifle de caça como parte da tradição nômade local, mas infelizmente por causa da multidão e do mau controle da arma, ele conseguiu atirar em três pessoas, dois homens e a noiva. O atirador fugiu da área, mas a polícia localizou o homem ainda com o rifle de caça não licenciado que havia sido disparado no casamento", finalizou.

A noiva chegou a ser levada para um hospital, onde ficou internada em coma. Mahvash não resistiu ao ferimento e acabou morrendo. 

Bolsonaro repete mentiras sobre urnas e faz novas ameaças golpistas em fala a embaixadores

O presidente Jair Bolsonaro (PL) fez uma apresentação nesta segunda-feira (18) a dezenas de embaixadores estrangeiros no Palácio da Alvorada para repetir teorias da conspiração sobre urnas eletrônicas, desacreditar o sistema eleitoral, promover novas ameaças golpistas e atacar ministros do STF (Supremo Tribunal Federal).

O chefe do Executivo concentrou suas críticas nos ministros Alexandre de Moraes, Edson Fachin e Luís Roberto Barroso.

Fachin é o atual presidente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral). Barroso presidiu a corte eleitoral, e Moraes deve comandar o tribunal durante as eleições.

O mandatário acusou o grupo de querer trazer instabilidade ao país, por desconsiderar as sugestões das Forças Armadas para modificações no sistema, a menos de três meses da disputa.

"Por que que um grupo de três pessoas apenas quer trazer instabilidade para o nosso país, não aceita nada das sugestões das Forças Armadas, que foram convidadas?", disse.

Em mais de um momento, Bolsonaro tentou desacreditar os ministros, relacionando especialmente Fachin e Barroso ao PT e ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

O petista lidera as pesquisas de intenção de voto, a menos de 80 dias do pleito. Bolsonaro está em segundo lugar, com 19 pontos de diferença, segundo o Datafolha.

Inicialmente, o encontro estava fora da agenda, apesar de o próprio presidente já ter falado dele publicamente em mais de uma ocasião. Entrou à noite na agenda pública como "Encontro com chefes de Missão Diplomática", sem a relação de quem estava presente.

Apenas o chefe do Executivo falou. Ele levou aos representantes diplomáticos críticas e ataques que já vem repetindo internamente desde o ano passado.

No início do encontro, Bolsonaro disse que basearia a apresentação em um inquérito da PF (Polícia Federal) sobre o suposto ataque hacker ao TSE durante as eleições de 2018.

Trata-se do mesmo inquérito divulgado pelo presidente em entrevista à rádio Jovem Pan, em 4 agosto de 2021, quando ele leu trechos da investigação da PF. Um outro inquérito foi aberto pelo STF para investigar o vazamento da apuração, com Bolsonaro e o deputado bolsonarista Filipe Barros (PL-PR) entre os alvos.

"Segundo o TSE, os hackers ficaram por oito meses dentro do computador do TSE, com código-fonte, senhas —muito à vontade dentro do TSE. E [a Polícia Federal] diz, ao longo do inquérito, que eles poderiam alterar nome de candidatos, tirar voto de um e mandar para o outro", disse Bolsonaro.

Na fala aos embaixadores, Bolsonaro adotou um tom manso em sua fala, como se buscasse dar um verniz de seriedade a mais um punhado de ilações sem provas ou indícios ao sistema eleitoral, no momento em que aparece distante do ex-presidente Lula nas pesquisas de intenção de voto.

No Brasil, nunca houve registro de fraude nas urnas eletrônicas, em uso desde 1996.

Bolsonaro também voltou a atacar os ministros Luís Roberto Barroso, Edson Fachin, presidente do TSE, e Alexandre de Moraes, que assumirá o comando da corte Eleitoral em 16 de agosto.

"O senhor Barroso, também como o senhor Fachin, começaram a andar pelo mundo me criticando, como se eu estivesse preparando um golpe por ocasião das eleições. É o contrário o que está acontecendo."

O presidente ainda sugeriu que os ministros atuariam no TSE para barrar medidas de transparência. O objetivo, segundo Bolsonaro, seria eleger "o outro lado".

"Eu ando o Brasil todo, sou bem recebido em qualquer lugar. Ando no meio do povo. O outro lado, não. Sequer come no restaurante do hotel, porque não tem aceitação. Pessoas que devem favores a eles não querem um sistema eleitoral transparente. Pregam o tempo todo que, após anunciar o resultado das eleições, os chefes de Estado dos senhores devem reconhecer o resultado das eleições", disse.

Antes da apresentação do presidente começar, o telão passava imagens de motociatas dele com seus apoiadores pelo país.

Durante o discurso, Bolsonaro fez novas insinuações golpistas e disse que o Brasil só terá "paz" caso o TSE adote medidas para alterar o funcionamento das urnas eletrônicas. O presidente também se utilizou das Forças Armadas, que sugeriram mudanças no sistema eleitoral ao TSE, para se contrapor ao TSE.

"Nem um sistema informatizado pode dar garantia de 100% de segurança. As Forças Armadas, das quais sou comandante supremo: ninguém mais do que nós quer estabilidade em nosso país."

O chefe do Executivo também comentou que os observadores internacionais que acompanham as eleições não poderão analisar a integridade do sistema, porque não há voto impresso.

A respeito disso, o TSE já disse que organismos internacionais especializados em observação, como OEA e IFES, já iniciaram análise técnica sobre a urna eletrônica, com peritos em informática, acesso ao código-fonte e todos os elementos necessários para avaliarem a transparência e integridade do sistema eletrônico de votação.

Até maio, estavam confirmadas as participações de missões de observação eleitoral da OEA, do Parlamento do Mercosul (Parlasul) e da Rede Eleitoral da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP).

As declarações de Bolsonaro, em ataque ao sistema eleitoral e a ministros do TSE e STF, foram transmitidas pela TV Brasil. Apesar de o encontro ter sido anunciado como uma reunião, nenhum embaixador ou ministro do governo teve oportunidade de discursar.

Estiveram presentes os ministros Augusto Heleno (GSI), Luiz Eduardo Ramos (Secretaria-Geral), Ciro Nogueira (Casa Civil), Paulo Sérgio Nogueira (Defesa), Célio Faria (Secretaria de Governo) e Wagner Rosário (CGU).

Ex-ministro da Defesa e provável vice de Bolsonaro na chapa que busca reeleição, Walter Braga Netto também acompanhou a fala do chefe do Executivo. Tanto ele, quanto Nogueira atuam na campanha do presidente.

Aos embaixadores Bolsonaro voltou a reproduzir teorias contadas sobre o funcionamento das urnas em 2018. Ele citou que muitas pessoas queriam votar no 17, mas as urnas indicavam voto no 13, número de seu adversário, Fernando Haddad (PT).

A história foi alimentada por vídeos que circularam nas redes sociais no dia da eleição, um deles reproduzido pelo ex-deputado estadual Fernando Francischini (União-PR), aliado de Bolsonaro que foi cassado pelo TSE no ano passado por ter espalhado desinformação sobre as urnas eletrônicas.

O TSE demonstrou que o problema apontado nos vídeos ocorreu por causa de um erro cometido pelos eleitores que gravaram as imagens, e não por causa da urna. Eles usaram o número de Bolsonaro para votar para governador, num estado em que o partido de Bolsonaro não tinha candidato, antes de votar para presidente.

As declarações de Bolsonaro sobre a não confiabilidade das urnas têm sido contestadas pelo TSE desde o ano passado.

A corte já disse que o inquérito a que o presidente se refere não concluiu que houve fraude no sistema eleitoral em 2018 ou que poderia ter havido adulteração dos resultados, ao contrário do que disse o mandatário.

De acordo com nota do tribunal de agosto do ano passado, "o próprio TSE encaminhou à Polícia Federal as informações necessárias à apuração dos fatos e prestou as informações disponíveis. A investigação corre de forma sigilosa e nunca se comunicou ao TSE qualquer elemento indicativo de fraude".

O texto disse ainda que o episódio da invasão do hacker, que ocorreu em 2018, ​"foi divulgado à época em veículos de comunicação diversos. Embora objeto de inquérito sigiloso, não se trata de informação nova".

O TSE disse que o acesso dos hackers "não representou qualquer risco à integridade das eleições de 2018", porque o código fonte dos programas passa por sucessivas verificações e testes, identificando possíveis manipulações."Nada de anormal ocorreu", disse à época.

O presidente repetiu ainda, nesta segunda, que apenas outros dois países no mundo teriam sistema de urnas eletrônicas sem voto impresso, Bangladesh e Butão.

De acordo com uma nota do TSE no ano passado, esses equipamentos são utilizados em outros países, como em parte da França e dos Estados Unidos.

Bolsonaro nunca apresentou provas ou indícios sobre as urnas, mas repete o discurso golpista como uma forma de esconder os problemas de seu governo, a alta reprovação e as recentes pesquisas.

Por meio de uma profusão de mentiras, Bolsonaro vem fomentando a descrença nas urnas. No entanto, ao invés de ser barrado por aqueles ao seu redor, o mandatário tem contado com o respaldo de militares, membros do alto escalão do governo e seu partido em sua cruzada contra a Justiça Eleitoral.

As Forças Armadas têm repetido o discurso de Bolsonaro. Em ofício recente, solicitaram ao TSE todos os arquivos das eleições de 2014 e 2018, justamente os anos que fazem parte da retórica de fraude do presidente.

Antes de ser eleito em 2018, Bolsonaro já dizia que só não ganharia se houvesse fraude.

O discurso aparenta assim funcionar como um plano B para o caso de perder o pleito. Também funcionou como uma tentativa de pressionar o Congresso pela aprovação do voto impresso.

No ano passado, veio a mais forte ameaça golpista ligada ao tema. Em conversa com apoiadores, Bolsonaro disse que "a fraude está no TSE" e ainda atacou o então presidente da corte eleitoral e ministro do STF, Luís Roberto Barroso, a quem chamou de "idiota" e "imbecil".

"Não tenho medo de eleições, entrego a faixa para quem ganhar, no voto auditável e confiável. Dessa forma [atual], corremos o risco de não termos eleição no ano que vem", disse.

A fala ocorreu após uma sequência. No dia anterior, também ao falar com apoiadores, o mandatário fez outra ameaça semelhante: "Ou fazemos eleições limpas no Brasil ou não temos eleições".

Pesquisa Datafolha mostrou que, em meio à ofensiva feita por Bolsonaro, o percentual de eleitores que confiam nas urnas eletrônicas passou de 82%, em março, para 73%, em maio.​

Médico é preso por manter paciente em cárcere privado há 2 meses em hospital no RJ, após complicações em cirurgia

Policiais da Delegacia de Atendimento à Mulher de Duque de Caxias (Deam-Caxias) prenderam, no início da tarde desta segunda-feira (18), um médico suspeito de manter uma paciente em cárcere privado em um hospital particular na Baixada Fluminense. 

Além de prender o cirurgião plástico Bolívar Guerrero Silva, os agentes foram à unidade de saúde para resgatar a mulher. A família dela afirmou à polícia que a paciente está sendo mantida em cárcere privado há quase dois meses, desde que um procedimento estético na barriga deu errado.

O g1 e a TV Globo tentam entrar em contato com a unidade de saúde e com a defesa do médico. Ao ser levado pela polícia, o médico não quis comentar quando foi questionado pela equipe de reportagem.

Até as 12h50, ainda não havia informações sobre uma possível transferência da paciente para outra unidade de saúde.

Os policiais cumpriram mandados de prisão preventiva, de busca e apreensão e de condução coercitiva no Hospital Santa Branca.

Com informações do G1
Fonte: Portal Grande Ponto

Emoji de carinha derretendo é eleito como mais representativo de 2022

O emoji de carinha derretendo foi eleito como o mais representativo do ano de 2022. A escolha aconteceu através do Twitter, pelo perfil do World Emoji Awards, em uma enquete para decidir o “emoji mais 2022” de todos.

A votação acontecia em etapas eliminatórias e teve início em 5 de julho. A grande final ocorreu entre o emoji de carinha segurando o choro e o de carinha derretendo, que venceu com 54,9% dos votos. Na disputa, ele também desbancou desenhos como o dinheiro com asas, a balança, uma lixeira, um gráfico de linhas e até mesmo o coração entre chamas.

O resultado saiu neste domingo (17), data em que se comemora o Dia Mundial do Emoji. Segundo o perfil do Twitter, a carinha derretendo é “frequentemente usada de forma sarcástica” também serve para falar sobre a sensação de pavor, constrangimento ou vergonha.

O emoji “também pode ser usado literalmente para falar sobre calor extremo”. O emoji foi aprovado em setembro de 2021 pelo Unicode Consortium. Segundo o site Emojipedia, a carinha derretendo já está disponível no iOS, Android, Twitter e Facebook, e deve chegar a mais plataformas no futuro.

Roberto Cláudio afirma que buscará apoio de Camilo e do PT

A disputa ficou entre ele e a governadora do Ceará Izolda Cela
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O ex-prefeito de Fortaleza e atual pré-candidato do PDT ao Governo do Ceará, Roberto Cláudio declarou que irá buscar preservar a aliança com o PT.

“Primeira tarefa é celebrar, construir a unidade interna, depois é procurar humildemente os aliados que compõem (a aliança). Procurar o governador Camilo Santana, todo mundo e manter a aliança”, disse o pré-candidato do PDT.

Roberto Cláudio ainda disse que uma aliança não é  somente uma tática eleitoral, mas uma mensagem do que os eleitores querem: “Todo esforço será no sentido de ampliar o diálogo e manter a aliança mais ampla possível”, finalizou.

Em suas redes socais, o ex-governador do Ceará, Camilo Santana (PT), lamentou que a governadora do Estado, Izolda Cela, não conseguiu concorrer a à reeleição. Ainda na postagem, o petista não confirmou um diálogo com o PDT.

“Lamento muito que a primeira mulher governadora do Ceará não poderá concorrer à reeleição, após decisão do PDT. Siga firme, Izolda! O Ceará tem muito orgulho de sua força e determinação”, destacou.

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Após perder disputa interna no PDT, Izolda faz postagem sem citar Roberto Cláudio

Izolda: "Meu partido decidiu que não terei direito a concorrer à reeleição"
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A governadora do Ceará Izolda Cela (PDT) se manifestou após ser derrotada por Roberto Cláudio na reunião do diretório estadual do partido que definiu a candidatura ao Governo do Estado. Dos 84 votos, Izolda recebeu apenas 29. Em uma postagem em suas redes sociais, a gestora afirmou que a escolha do partido foi outra e que não terá direito a concorrer à reeleição. Ela também não declarou apoio ao ex-prefeito de Fortaleza.

“Meu partido PDT decidiu hoje, em reunião de diretório, que não terei o direito a concorrer à reeleição. Respeito a decisão. Seguirei firme, com força e coragem, honrando meu mandato e trabalhando muito pelo nosso Ceará. Sempre com respeito e verdade. A luta continua!”, declarou.

Em suas redes socais, o ex-governador do Ceará, Camilo Santana (PT), lamentou que a governadora do Estado não conseguiu concorrer a à reeleição. Ainda na postagem, o petista não confirmou um possível diálogo com o PDT.

“Lamento muito que a primeira mulher governadora do Ceará não poderá concorrer à reeleição, após decisão do PDT. Siga firme, Izolda! O Ceará tem muito orgulho de sua força e determinação”, destacou.

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Roberto Cláudio é escolhido como candidato ao Governo do Ceará pelo PDT

A definição entre ele e a governadora Izolda Cela foi feita por votação entre os membros do diretório
Foto: Reprodução
O ex-prefeito de Fortaleza Roberto Cláudio será o candidato do PDT ao Governo do Estado. A decisão foi tomada em reunião no diretório do partido no Ceará, na noite desta segunda-feira (18).  A definição entre ele e a governadora Izolda Cela foi no voto entre os 84 membros do diretório. O placar foi de 55 a 29 a favor do ex-prefeito. Uma pessoa não participou do pleito. 

Na tarde desta segunda-feira, 18, dois pré-candidatos se retiraram da corrida: Evandro Leitão, presidente da Assembleia Legislativa, que saiu para apoiar Izolda; e o deputado federal Mauro Filho, que não se posicionou a favor de um dos nomes, mas defendeu o acordo. Só Izolda e Roberto Cláudio ficaram na disputa. Ao ser escolhido, o ex-prefeito de Fortaleza afirmou que “me deram a oportunidade de entender mais profundamente a alma cearense”.

A oficialização deve acontecer na convenção partidária do PDT, agendada para o próximo domingo, dia 24.

PDT e candidato ao Governo do Ceará
A reunião do diretório estadual da legenda foi marcada para ser realizada nesta segunda-feira (18) e a decisão será tomada entre os 84 membros do grupo. No último sábado (16), durante entrevista à Rádio Progresso, de Juazeiro do Norte, o presidente estadual do PDT, deputado federal André Figueiredo, garantiu que o encontro terminará com o candidato escolhido.

“Temos absoluta convicção de que será uma reunião absolutamente produtiva, para que nós possamos sair com nosso pré-candidato ou pré-candidata definido ao Governo do Estado do Ceará”, disse.

Além do nome que será escolhido pelo partido, Capitão Wagner (União Brasil), Adelita Monteiro (PSOL) e Serley Leal (Unidade Popular) já anunciaram suas respectivas pré-candidaturas ao Palácio da Abolição.

Roberto Cláudio fala sobre eleições ao Governo do Ceará
O ex-prefeito de Fortaleza, Roberto Cláudio (PDT), foi o entrevistado do JC Entrevistas lançado no dia 8 de julho no canal do GCMAIS no YouTube. No bate-papo, conduzido pelo jornalista Miguel Anderson, o pedetista falou sobre a disputa ao cargo de governador do Ceará e sobre as eleições presidenciais.

Roberto Cláudio pontuou a importância das pesquisas eleitorais para entender as perspectivas da população e construir uma candidatura.

“A pesquisa é sempre um instrumento muito importante. Quando ela é bem feita e tem um método consistente e de credibilidade, serve pra gente entender melhor o cenário, os desejos e expectativas da população sobre esse momento que antecede a escolha de um candidato e também a construção de uma candidatura”, declarou o pré-candidato ao Governo do Ceará.

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Um homem de 23 anos vendeu a filha recém-nascida pelo WhastApp por aproximadamente R$ 1.500 para comprar um celular

O caso foi registrado neste mês na Bolívia. A bebê chegou a ser entregue nas mãos da compradora, uma mulher identificada como Carmen Condori de 60 anos. Mas, após uma denúncia, a bebê foi resgatada pela polícia local. O pai da criança, Faustino 

Colque Mollo, havia pedido para a namorada realizar um aborto, mas ela se recusou. Então, quando a filha nasceu, ele colocou a menina à venda em vários grupos do aplicativo. Segundo uma amiga da mãe da criança, Faustino a obrigou a concordar com a venda da filha. A mãe da bebê tentou resgatar a filha, mas a mulher que havia comprado a menina, pediu o dobro do dinheiro para revender a criança. A menina foi resgatada no dia 11 de julho. 

De acordo com relatos das autoridades, a bebê chorava muito, estava com fome e tinha dificuldade para respirar. Faustino Colque Mollo e Carmen Condori estão detidos. Eles foram indiciados pelo crime de tráfico e contrabando. 

Fonte: R7

Vídeo: Jogador leva ‘peixada’ no rosto durante partida de futebol

A partida entre Racing e Independiente, que aconteceu no dia 10 de julho, apresentou um caso inusitado de agressão entre a torcida e os jogadores. Durante a cobrança de um escanteio, o atacante Leandro Rodriguez foi atingido por um objeto jogado pelos torcedores: um peixe.

O caso aconteceu aos 3 minutos do segundo tempo. Rodriguez tinha acabado de chutar a bola quando a torcida o atacou. O jogo precisou ser paralisado para atendimento médico, uma vez que o jogador foi ao chão. O jogo, válido pela 7ª rodada do Campeonato Argentino, terminou com a vitória do Racing por 1 x 0.

O zagueiro do time da casa Leonardo Sigali foi em direção ao atleta no momento do ocorrido e fez sinais de repreensão para a torcida. Os torcedores também jogaram sinalizadores apagados e uma casca de banana em direção a Rodriguez quando ele se deitou no gramado.
96 FM

Polícia encontra corpo de responsável por câmeras de clube onde petista morreu

O vigilante Claudinei Coco Esquarcini, um dos diretores da Associação Recreativa Esportiva Segurança Física de Itaipu (Aresf), em Foz do Iguaçu (PR), onde ocorreu o assassinato do petista Marcelo Arruda em 9 de junho, foi encontrado morto nesse domingo (17/7), em Medianeira (PR). A informação da morte de Claudinei foi confirmada ao Metrópoles pela defesa da família de Arruda e pela Polícia Civil do Paraná (PCPR). A autoridade policial confirma se tratar de suicídio.

Claudinei seria o “responsável pelo fornecimento de senhas” das câmeras de segurança na Aresf. O policial penal federal Jorge José Guaranho, acusado de ser o autor do assassinato de Marcelo Arruda, viu imagens do aniversário da vítima, antes de ir ao local e matar o guarda municipal e tesoureiro do PT. Guaranho estava em um churrasco em outro clube quando assistiu às cenas da festa de Arruda.

Em depoimento ao qual o Metrópoles teve acesso, um outro vigilante da Itaipu, identificado como José Augusto Fabri, disse que a permissão para ver as câmeras não era um procedimento comum e citou Claudinei como responsável por permitir acesso às imagens das câmeras de monitoramento do clube onde Arruda foi morto.

A defesa da Arruda esclareceu que o vigilante poderia ter repassado imagens da celebração – com tema do Partido dos Trabalhadores – ao policial penal federal, que mais tarde viria a cometer o assassinato.

Claudinei conhecia o policial Guaranho, ex-diretor da Aresf e acusado de ser o autor do assassinato de Marcelo Arruda. Guaranho foi indiciado por homicídio duplamente qualificado.

Metrópoles