sexta-feira, 23 de janeiro de 2026

Empresário vira elo sensível entre PT, Banco Master e escândalo dos consignados

Foto: Paulo Mocofaya/Agência ALBA
Um nome passou a acender alertas no Palácio do Planalto nas investigações que envolvem o Banco Master e fraudes em consignados do INSS: o do empresário Augusto “Guga” Lima. Ex-sócio do banqueiro Daniel Vorcaro, Lima aparece como personagem-chave por conectar o esquema financeiro a políticas de crédito criadas em governos do PT na Bahia. Ambos foram presos preventivamente na Operação Compliance Zero, da Polícia Federal, e seguem monitorados, aguardando novos depoimentos.

Guga Lima foi um dos responsáveis pela formatação do CredCesta, programa de crédito consignado vinculado à antiga Cesta do Povo, política social do governo baiano que, sob gestões petistas, migrou para um modelo financeiro baseado em desconto em folha de servidores públicos. A estrutura, inicialmente apresentada como ação de cunho social, tornou-se uma engrenagem lucrativa e de alto volume, com Lima atuando como operador privado do sistema, fora da administração formal do Estado.

A partir de 2018, ainda no governo Rui Costa (PT), o CredCesta passou a operar em parceria com o Banco Master. Dois anos depois, Lima se tornou sócio de Vorcaro, e o modelo foi replicado em escala nacional. As carteiras de consignados passaram a ser cedidas, revendidas e utilizadas como lastro em fundos de investimento e operações financeiras complexas. Parte relevante desses créditos, segundo investigações, teria origem em associações de servidores da Bahia sem capacidade comprovada para gerar os volumes bilionários apresentados.

Relatórios preliminares apontam que o Master negociou cerca de R$ 12 bilhões em carteiras com lastro questionado, incluindo contratos de consignados não apresentados às autoridades. O entrelaçamento entre associações, fundos de investimento e recursos ligados ao setor público levou órgãos de controle a aprofundarem as apurações. No Congresso, a oposição tenta avançar com CPIs para investigar as conexões entre o banco, o INSS e governos petistas, enquanto investigadores observam um padrão comum: o uso de estruturas associativas e benefícios públicos como base para operações financeiras de alto risco.

Com informações da Gazeta do Povo

Vídeo: Imagens mostram encontro de Toffoli com André Esteves e Pastore no resort Tayayá

Imagens: reprodução/Metrópoles
O ministro do Supremo Tribunal Federal José Dias Toffoli utiliza o resort Tayayá, em Ribeirão Claro (PR), para receber empresários, banqueiros e políticos. Imagens obtidas pela coluna da jornalista Andreza Matais, do Metrópoles, mostram um desses encontros. Na cena, Toffoli aparece com camiseta azul-escura, bermuda cáqui e chinelos. (Veja o vídeo abaixo).

O ministro aguarda os convidados em uma área reservada dos jardins do resort. O local fica às margens da represa de Xavantes, na divisa entre os estados do Paraná e de São Paulo.

No heliponto em frente a Toffoli, aterrissa um Eurocopter AS365 Dauphin, da fabricante francesa Airbus. O prefixo é PT-PCT — referência ao nome do banco de investimentos BTG Pactual.

De dentro da aeronave descem dois homens. Primeiro, o empresário Luiz Pastore, dono do grupo metalúrgico Ibrame. Minutos depois, vem o banqueiro André Esteves, do BTG Pactual. Avaliado em cerca de US$ 12 milhões, o Dauphin era do banqueiro.

Toffoli vai até Pastore e o cumprimenta com um forte abraço e um beijo no rosto.

André Esteves sai da aeronave e vai até o ministro. Toffoli o cumprimenta com um aperto de mão e um abraço.

Na sequência, Esteves e Toffoli aparecem com um copo de bebida na mão, em uma roda de conversa.

O encontro ocorreu no dia 25 de janeiro de 2023. Capturado em vídeo, o episódio exemplifica a rotina do Tayayá, usado frequentemente por Toffoli para receber autoridades, artistas e nomes do PIB brasileiro.

Os convidados do ministro Dias Toffoli

Um dos homens mais poderosos e ricos do país, André Esteves é próximo de ministros do Supremo, do Executivo e do Tribunal de Contas da União.

O banqueiro tem diversos negócios que podem ser impactados por decisões da mais alta Corte do país, embora ele mesmo não tivesse, à época, nenhum processo seu ou do BTG sob relatoria de Toffoli.

Pastore também mantém relações próximas com figuras influentes da política e do meio empresarial. Ele atua nos setores de metalurgia, importação, indústria e administração de imóveis.

Foi em uma aeronave de Pastore, um jatinho, que Toffoli viajou acompanhado do advogado Augusto de Arruda Botelho para assistir à final da Copa Libertadores, no Peru.

A viagem, em novembro passado, gerou questionamentos sobre a isenção do ministro para relatar investigações envolvendo o Banco Master. Botelho é advogado de defesa de Antonio Bull, ex-diretor do Banco Master.

Em meio às críticas sobre a conduta de ministros, o presidente do Supremo, Edson Fachin, propôs a elaboração de um código de conduta para os magistrados da Corte. A iniciativa provocou mal-estar entre os membros, que se sentiram expostos. Entre eles, Alexandre de Moraes. O escritório da mulher e dos filhos de Moraes foi contratado pelo Banco Master por R$ 129 milhões.

Veja as imagens obtidas pelo Metrópoles cedidas ao jornal O Tempo:
Com informações da coluna de Andreza Matais – Metrópoles

Ex-sócio de Vorcaro liga PT ao caso do Banco Master

Senador Jaques Wagner (PT-BA) com ministro da Casa Civil, Rui Costa – Foto: redes sociais
Ex-sócio de Daniel Vorcaro no Banco Master e também preso na Operação Compliance Zero, da Polícia Federal, Augusto Lima liga diretamente o PT ao escândalo de fraude no mercado financeiro. “Guga”, como é mais conhecido, casado com a ex-ministra e ex-deputada Flávia Peres (ex-Arruda), irá depor na PF na próxima semana.

A informação, divulgada na Gazeta do Povo, foi avançada em dezembro pelo Diário do Poder. De acordo com a investigação, Lima articulou a entrada no negócio da Cesta do Povo na Bahia e operou o CredCesta, programa de crédito consignado formalizado no governo de Rui Costa (PT), atual ministro da Casa Civil de Lula (PT). Tudo foi realizado em 2018 com articulação de Jacques Wagner, prestes a deixar a liderança do governo no Senado.

Dos 338.600 contratos de consignado do INSS entre 2021 e 2025, cerca 252 mil (74,3%) não foram teriam autorização dos aposentados em nome dos quais o crédito foi concedido, com valores descontados dos proventos em esquema semelhante das parcelas mensais de “filiação” não autorizados de sindicatos e associações picaretas autoridades. São R$ 6,7 bilhões em créditos não comprovados, mais R$ 5,5 bilhões em valores “acessórios” sem explicação — total de R$ 12,2 bilhões sob investigação.

As associações Asteba e Asseba, da Bahia, aparecem tanto no caso Master quanto na CPMI do INSS. Não possuíam estrutura compatível com o volume de crédito atribuído a elas.

Diário do Poder

Motorista de app aplica ‘roubo digital’ de R$ 1,4 mil em corrida que custava R$ 13

Foto: Reprodução
Uma passageira em Cabo Frio, no Rio de Janeiro, teve R$ 1.411 retirados de sua conta por um motorista da 99, depois de uma corrida que custava apenas R$ 13,45. O caso, ocorrido no dia 15 de janeiro, praticamente zerou as economias da mulher. A empresa bloqueou o condutor do aplicativo.

O motorista, dono de um Volkswagen Voyage prata registrado em Belo Horizonte, disse à polícia que tudo não passou de um “mal entendido”. Ele alegou que a passageira teria feito o pagamento errado ao escanear um QR Code no carro e que não percebeu o valor cobrado.

A Polícia Civil do Rio informou que o dinheiro foi devolvido via Pix e, como a vítima se deu por satisfeita, o caso foi encerrado sem representação. A família da passageira contou que só percebeu a falta do valor ao chegar em casa e que todas as tentativas de contato com o motorista foram frustradas.

Em nota, a 99 disse que bloqueou o motorista e reforçou que comportamentos assim violam os termos de uso do aplicativo. A empresa ainda alertou passageiros a sempre conferirem o valor e a confirmação do pagamento antes de sair do carro.

Policiais militares são investigados por abandonar serviço e sair para beber no Ceará

Sargento Anderson Bremen de Sousa Nogueira e o cabo Wagner da Silva Barbosa estão sendo investigados por abonarem o serviço em Jaguaribara para irem beber em Limoeiro do Norte
Sargento e cabo foram para bar em Limoeiro do Norte quando deveriam estar trabalhando em Jaguaribara
Dois policiais militares estão sendo investigados por suspeita de abandonarem o serviço para consumirem bebida alcoólica e provocarem baderna, com tiro em via pública, em um bar na cidade de Limoeiro do Norte, no interior do Ceará.

Os agentes investigados são o 3º sargento Anderson Bremen de Sousa Nogueira e o cabo Wagner da Silva Barbosa, ambos do 31º Batalhão do 8º Comando Regional, e atuantes no pelotão de Jaguaribara.

Conforme apuração, Anderson Bremen e Wagner Silva estavam escalados para cumprir o plantão em Jaguaribara com início na manhã do dia 29 de dezembro e término às 8h do dia 30 dezembro.

Os dois chegaram a iniciar o serviço. No entanto, antes do fim do período estipulado, eles saíram e viajaram para a cidade de Limoeiro do Norte, a cerca de 70 quilômetros de distância do local de trabalho.

A câmera de segurança de um bar registrou que na madrugada do dia 30, por volta de 1h, o sargento e o cabo estavam à paisana, consumindo bebida alcoólica, acompanhados de dois homens.

Durante o período em que ficaram no estabelecimento, um dos agentes sacou a arma e fez um disparo para o alto, assustando outras pessoas que estavam no local.

Conforme a Polícia Militar, uma sindicância foi aberta para apurar a conduta dos agentes, que foram remanejados para a sede do 1º Batalhão.

A Controladoria Geral de Disciplina dos Órgãos de Segurança informou que não irá se manifestar. 

Anvisa determina recolhimento de chocolate Laka; entenda

Nesta quinta-feira (22), a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou o recolhimento e a suspensão da venda do lote CC28525493 do chocolate branco Laka de 145 gramas, fabricado pela Mondelez Brasil, por estar sendo comercializado em embalagem incorreta. Segundo a agência, também estão suspensas a distribuição e a divulgação do lote citado.

A Anvisa declara que a determinação veio após a Mondelez Brasil comunicar o recolhimento voluntário do lote e a retirada do produto do mercado após constatar a troca de embalagem com o produto Laka Oreo.

A falha técnica faz com que os ingredientes descritos no rótulo não correspondam aos apresentados pelo produto. Isso resulta na falta da declaração obrigatória da presença de glúten, um alerta previsto em lei para pessoas com condições específicas de saúde, como celíacos e alérgicos ao glúten. Portanto, a ausência desse aviso traz riscos para esses grupos.

A Mondelez Brasil disse ter adotado preventivamente o processo de recolhimento voluntário do chocolate trocado e reforça que o item não apresenta problema de qualidade.

A Mondelez também apontou que consumidores que adquiriram o lote trocado poderão trocá-lo por outro de mesma natureza da marca. Para isso, é necessário contatar o Serviço de Atendimento ao Consumidor pelo telefone 0800 704 1940, que funciona de segunda a sexta-feira das 08h às 17h, exceto feriados.

Com informações AE

Nova pesquisa mostra Flávio Bolsonaro futuro presidente do País

O instituto Futura, com apoio da Apex, divulgou nesta quinta-feira (22) uma nova pesquisa de intenções de voto para a Presidência da República. Em seis cenários simulados de primeiro turno, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) aparece numericamente à frente do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em três deles e também vence o petista em uma simulação de segundo turno.

A maior vantagem ocorre no cenário 6, no qual Flávio soma 43,8%, contra 38,7% de Lula, diferença fora da margem de erro de 2,2 pontos percentuais. Nesse cenário, Eduardo Leite (PSD) tem 4,2% e Renan Santos (Missão), 2,8%. Brancos e nulos chegam a 7,5%.

Nos demais cenários, Lula lidera numericamente em três, mas não abre vantagem fora da margem de erro sobre Flávio em nenhuma das simulações, segundo o instituto.

Fonte: Luiz Bacci

Pai m4ta o próprio filho de quatro anos de idade, em Manaus; veja vídeo

Um crime de extrema brutalidade chocou moradores da rua São Marçal, no bairro Cidade de Deus, zona Norte de Manaus, nesta quinta-feira (22). Um homem identificado como Fernando Batista de Melo, de 48 anos, é apontado pela polícia como autor do assassinato do próprio filho, um menino de apenas 4 anos de idade. 

De acordo com as informações o crime ocorreu após uma discussão entre o suspeito e a mãe da criança. Em meio ao desentendimento, Fernando teria atacado o filho, jogando o filho contra a parede e desferindo diversas facadas que levaram a criança à morte ainda no local.

Após o crime, o homem fugiu em uma motocicleta, modelo Honda CG 160, de placa TSF 5B46, tomando rumo desconhecido. A Polícia Civil realizou diligências na região, mas até o momento o suspeito não foi localizado. 
O caso está sendo investigado pela Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS). O delegado Fábio Silva, responsável pelas investigações, destacou a gravidade do crime e afirmou que as forças de segurança estão mobilizadas para capturar o autor.

“Trata-se de um crime bárbaro, que causa revolta e comoção. Desde o momento em que tomamos conhecimento do ocorrido, nossas equipes estão em campo para localizar o suspeito e garantir que ele seja responsabilizado com o máximo rigor da lei”, afirmou o delegado. 

A Polícia Civil solicita que qualquer informação que possa levar ao paradeiro de Fernando Batista de Melo seja repassada, de forma anônima, por meio do 181, o disque-denúncia da Secretaria de Segurança Pública. O caso segue sob investigação. Com informações de CM7.

Confira reportagem:

Acolhimento! Avô recebe noticia que perdeu neto e sobe no altar para abraçar padre

Durante a missa, um padre interrompeu o rito ao perceber o sofrimento de um homem presente no altar e, sem dizer palavras, o acolheu em um abraço sincero, acompanhado por outros irmãos da comunidade.
O momento aconteceu durante a celebração na Igreja Matriz de São Francisco de Assis, em Tubarão, quando um senhor recebeu, no meio da missa, uma notícia devastadora envolvendo seu neto.

Em estado de choque e dor, ele se aproximou do altar e abraçou o padre Carlos Henrique, em uma cena que comoveu toda a igreja.

Segundo relatos de fiéis e comentários nas redes sociais, o gesto simbolizou fé, acolhimento e solidariedade em um dos momentos mais difíceis de sua vida.

Ministro Dias Toffoli foi flagrado em resort de luxo com banqueiro do BTG e empresário

Foto: Reprodução
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Dias Toffoli foi flagrado recebendo o banqueiro André Esteves, do BTG Pactual, e o empresário Luiz Pastore, proprietário do grupo metalúrgico Ibrame, no resort Tayayá, em Ribeirão Claro (PR). As informações são da coluna de Andreza Matais, do site Metrópoles.
De acordo com a publicação, o encontro ocorreu no dia 25 de janeiro de 2023, quando os empresários chegaram ao resort em um helicóptero avaliado em 12 milhões de dólares, pertencente ao BTG. Nas imagens, Toffoli aparece usando uma camiseta azul-escura, bermuda cáqui e chinelos esperando os convidados em uma área reservada.

O ministro do STF recebeu Pastore com um abraço e um beijo no rosto, enquanto Esteves foi cumprimentado com um aperto de mão seguido de abraço. As gravações mostram ainda o trio conversando, segurando copos de bebida.

Sócio sênior do BTG Pactual, André Esteves é um dos homens mais ricos e influentes do Brasil. Ele mantém proximidade com ministros do STF, do Tribunal de Contas da União (TCU) e membros do Executivo. O banqueiro tem alguns negócios que podem ser afetados por alguma decisão do STF, embora não tivesse nenhum processo contra ele ou contra o BTG sob relatoria de Toffoli no período em que se encontrou com o ministro.

Luiz Pastore também tem bom trânsito com políticos e membros do Judiciário. É dele a aeronave que Toffoli usou para viajar ao Peru para assistir à final da Copa Libertadores entre Flamengo e Palmeiras, realizada em novembro do ano passado.

Essa viagem foi alvo de questionamentos sobre a isenção de Toffoli para relatar investigações envolvendo o Banco Master. Isso porque o ministro estava acompanhado pelo advogado Augusto de Arruda Botelho, que atua na defesa de Antônio Bull, ex-diretor do Banco Master.

Metrópoles