Apesar de 10.031 pessoas usarem tornozeleiras eletrônicas no Ceará, cerca de 14 policiais penais desempenham funções de monitoramento dos equipamentos em todo o Estado.
Os dados são citados em uma decisão de novembro passado do Núcleo de Apoio às Varas de Execuções Penais e da Corregedoria de Presídios de Fortaleza, do Tribunal de Justiça do Estado (TJCE).
Na ocasião, os juízes haviam disposto que, diante da superlotação do sistema penitenciário cearense, somente a Unidade Prisional Professor Olavo Oliveira II (UPPOO II), em Itaitinga (Região Metropolitana de Fortaleza), deveria receber presos do regime semiaberto.
A medida visava impedir a situação em que, na prática, os detentos que têm direito ao semiaberto são obrigados a cumprir a pena em regime mais gravoso, o fechado, por ausência de unidade destinada a essa modalidade.
Com informações do O Povo