quarta-feira, 25 de fevereiro de 2026

STF condena irmãos Brazão a 76 anos por mandar matar Marielle Franco

A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) condenou, por unanimidade, a 76 anos e três meses de prisão, os irmãos Domingos Brazão e Chiquinho Brazão como mandantes dos ass4ssinatos de Marielle Franco e Anderson Gomes. Os ministros ainda impuseram ao major Ronald e a Robson Calixto o crime de organização criminosa. O ex-chefe da Polícia Civil do Rio Rivaldo Barbosa foi absolvido da acusação de mandante, mas condenado por obstrução à justiça e corrupção passiva majorada.

Veja como os ministros condenaram cada um dos acusados pela PGR:
  • Domingos Brazão, conselheiro do Tribunal de Contas do Rio de Janeiro — condenado por organização criminosa armada, duplo homicídio qualificado e tentativa de homicídio qualificado;
  • Francisco Brazão (Chiquinho), ex-deputado federal — condenado por organização criminosa armada, duplo homicídio qualificado e tentativa de homicídio qualificado;
  • Ronald Paulo de Alves Pereira, ex-major da Polícia Militar— condenado duplo homicídio qualificado e tentativa de homicídio qualificado;
  • Rivaldo Barbosa, ex-chefe da Polícia Civil do Rio de Janeiro — absolvido dos hom1cídios, mas condenado por obstrução à justiça e corrupção passiva majorada;
  • Robson Calixto Fonseca, o Peixe, ex-assessor de Domingos Brazão — organização criminosa armada
Os quatro ministros da Primeira Turma: Alexandre de Moraes, Cristiano Zanin, Cármen Lúcia e Flávio Dino votaram para concordar parcialmente com as acusações feitas pela Procuradoria-Geral da República (PGR). A única divergência foi com relação da Rivaldo Barbosa.

Alexandre de Moraes, relator do caso, ao proferir seu voto chamou os ass4ssinatos de crime político de uma organização criminosa que visava manter um esquema de grilagem de terras para milícias.

Para o relator, a motivação dos irmãos Brazão foi a manutenção das atividades ilegais de milícia, sobretudo de grilagem de terras.

Vídeo com imagens fortes: Vereadora atropela namorado após ser espancada por ele

A vereadora Aline Santos (MDB), de 36 anos, relatou ter sido agredida com socos e chutes pelo namorado, Bruno Marcelo Araujo de Souza, na manhã do dia 25 de dezembro do ano passado, em Embu das Artes, na Grande São Paulo. Depois da agressão, a parlamentar atropelou o homem com seu carro.

De acordo com o boletim de ocorrência, o caso ocorreu por volta das 5h, na Estrada de Itapecerica Campo Limpo. Aline contou que o casal saiu para andar de moto, mas, em determinado momento, Bruno parou o veículo e a deixou sozinha na via pública.

Ao retornar, ele teria iniciado as agressões após ser questionado pela vereadora sobre o motivo de tê-la deixado no local. Segundo o BO, a vítima sofreu lesões no nariz e na face, além de escoriações nos braços e nas pernas.

Após as agressões, Aline disse que entrou em seu veículo para deixar o local e que, nesse momento, Bruno teria parado a motocicleta em frente ao carro, momento em que ela teria arrancado em direção ao homem.
  • A gravação mostra que o motociclista vinha em um sentido, em velocidade constante;
  • Segundos depois, é possível ver o carro de Aline na direção contrária;
  • Nesse momento, o veículo é jogado em direção ao homem, que rola no capô e cai no asfalto;
  • Em seguida, a vereadora passa com o carro por cima da moto, que estava sobre ele.
Ainda segundo o depoimento de Aline à Polícia Civil, Bruno teria fugido levando o celular da parlamentar e, de posse do aparelho, teria passado a enviar mensagens para a assessoria da vereadora, afirmando que mataria Aline “caso ela registre ocorrência contra ela”.

Na gravação, é possível ver que, depois do atropelamento, o homem fica jogado no chão sem conseguir levantar. O caso foi registrado na Delegacia de Embu das Artes como lesão corporal, ameaça e violência doméstica, com base na Lei Maria da Penha.

Em nota, a Secretaria da Segurança Pública (SSP) informou que o caso foi encaminhado à Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) de Embu das Artes, que instaurou inquérito policial. “A equipe trabalha para ouvir as partes envolvidas e realiza demais diligências visando ao completo esclarecimento dos fatos”, disse a pasta.

O g1 não conseguiu contato com o acusado, e a vereadora não quis se manifestar sobre o caso.

Com informações de g1 e Metrópoles

Vídeo abaixo contém cenas fortes. 
Mais imagens AQUI.

Campeão do mundo pela Seleção Brasileira, ex-atacante é condenado à prisão

O ex-jogador Paulo Sérgio Rosa, conhecido como Viola, foi condenado a 3 anos e 10 meses de prisão em regime aberto por porte ilegal de arma de fogo. O processo foi aberto em 2012 pela sua ex-esposa.

A informação é do ge. Na ocasião, Viola se trancou em casa com o filho depois de ter perdido a guarda dele para a ex-mulher. A polícia foi até o local e encontrou uma espingarda e um revólver na residência, além de munições.

O ex-jogador chegou a ficar cinco dias preso por causa disso.

O processo foi julgado pelo juiz Gustavo Nardi, do Tribunal de Justiça de São Paulo, que aceitou pedido do Ministério Público e condenou o ex-jogador. A pena, no entanto, foi substituída por serviços comunitários pelo mesmo período da sentença em entidade a ser definida pelo Juízo de Execuções.

Viola também terá de pagar uma multa fixada no valor do salário-mínimo do ano em que a ação teve início, ou seja, em 2012. O ex-jogador pode recorrer da decisão.

Atualmente com 57 anos, Viola foi campeão do mundo com a seleção brasileira em 1994 e teve passagens marcantes por grandes clubes, como Corinthians, Palmeiras, Santos e Vasco. Ele também atuou no futebol turco e espanhol.

Homem de 35 anos e mãe de menina de 12 anos são presos em MG após desembargador voltar atrás em caso de estupro

A mãe da menina de 12 anos, vítima de estupro e o homem de 35 anos com quem a criança morava foram presos em Indianópolis, no Triângulo Mineiro, na tarde desta quarta-feira (25). A informação foi confirmada pela Polícia Militar de Minas Gerais à TV Integração.

De acordo com a Polícia Militar (PM), a mulher foi presa em casa e o homem foi encontrado na casa de uma amiga. Ambos foram levados para a Polícia Civil, em Araguari.

As ordens de prisões partiram do desembargador Magid Nauef Láuar, do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG). Horas antes, ele havia voltado atrás em sua própria decisão e restaurado a condenação da mãe e do homem acusado de estuprar a criança, acolhendo recurso do Ministério Público de Minas Gerais (MPMG).

“O Ministério Público recebeu com muito alívio a notícia de que houve manifestação do relator nos embargos declaratórios oferecidos. O relator voltou atrás ao seu posicionamento inicial e restabeleceu a condenação dos réus que haviam sido condenados em primeira instância por estupro de vulnerável. É uma vitória da sociedade e agora os demais desembargadores devem confirmar a decisão” , afirmou a promotora de Justiça Graciele Rezende Almeida

Em novembro de 2025, os dois já haviam sido condenados a nove anos e quatro meses de prisão pela 1ª Vara Criminal e da Infância e da Juventude da Comarca de Araguari. O homem, pela prática "de conjunção carnal e de atos libidinosos" contra a a menina, e a mãe dela porque teria se omitido mesmo tendo ciência dos fatos.

Polícia prende mãe de menina de 12 anos estuprada por homem de 35 anos em MG

Contudo, os réus recorreram, por meio da Defensoria Pública de Minas Gerais, e os desembargadores da 9ª Câmara Criminal do TJMG decidiram pela absolvição de ambos, no dia 11 de fevereiro, por considerar que havia "vínculo afetivo consensual" entre ele e a vítima.

Ele foi preso em flagrante no dia 8 de abril de 2024, quando estava com a vítima. Ele foi solto e era considerado foragido até ser preso novamente nesta quarta-feira.

Segundo as investigações, a adolescente estava morando com o homem, com autorização da mãe, e tinha deixado de frequentar a escola. A ausência da menina nas aulas foi o que gerou a denúncia.

Na delegacia, ele admitiu que tinha relações sexuais com a menina. Já a mãe dela afirmou que deixou o homem "namorar" a filha.

g1

Botox de R$ 2.700 dá errado e mulher fica com cara de “palhaço triste”

A britânica Ashley Warwick, de 37 anos, nunca teve problemas com procedimentos estéticos. Durante uma década, manteve aplicações regulares de botox com resultados satisfatórios. Mas uma pausa de dois anos foi suficiente para transformar o que seria uma sessão rotineira em uma experiência digna de filme de terror estético.

Animada para retomar o tratamento, Ashley agendou uma aplicação padrão, investindo cerca de 395 euros (aproximadamente R$ 2.700). Só que, desta vez, o espelho devolveu uma imagem bem diferente do esperado: parte do rosto parecia “congelada”, lembrando a máscara do filme Pânico, enquanto outra mantinha movimentos normais — criando uma expressão assimétrica. Ela mesma brincou com o resultado, dizendo que estava com cara de “um palhaço triste”.

O que deu errado no botox?

Ao que tudo indica, o profissional deixou de aplicar a toxina em uma área específica da testa ou ao redor dos olhos, o que causou um desequilíbrio muscular.

Na prática, alguns músculos ficaram relaxados, enquanto outros continuaram se movimentando normalmente. Para tentar corrigir o problema, ela precisou desembolsar mais 260 euros (cerca de R$ 1.800) em outra clínica.

O caso ganhou repercussão depois que Ashley compartilhou o resultado nas redes sociais. No TikTok, ela mostrou a dificuldade de controlar certas expressões e ironizou a situação.

Dois dias depois, voltou à plataforma com uma atualização que não era exatamente animadora: “Já faz dois dias e eu sigo conseguindo fazer a cara de palhaça triste”, contou. Apesar disso, afirmou que, na percepção dela, havia uma leve melhora na simetria do rosto.

Ex-vereador é preso no Ceará por favorecimento de prostituição infantil

O ex-vereador Francisco de Jesus Ferreira da Silva, conhecido como "Duca de Pacatuba", de 47 anos, foi preso em Amontada, por favorecimento de prostituição infantil
Francisco de Jesus Ferreira da Silva, conhecido como "Duca de Pacatuba", de 47 anos, foi condenado pelo crime
O ex-vereador Francisco de Jesus Ferreira da Silva, conhecido como "Duca de Pacatuba", de 47 anos, foi preso na última segunda-feira (23), em Amontada, no interior do Ceará, por suspeita de favorecimento da prostituição de criança ou adolescente.

Segundo a Secretaria da Segurança Pública, a captura do ex-político foi realizada por meio do Departamento de Polícia Metropolitana (DPM), em cumprimento a um mandado de prisão decorrente de sentença de condenação pelo crime.

Duca foi vereador do município de Pacatuba, na Região Metropolitana de Fortaleza, entre os anos de 2016 a 2020, pelo Partido Popular Socialista (PPS). Ele recebeu à época 488 votos. Ele chegou a se candidatar em 2024, pelo Podemos, mas não foi eleito. 

Dallagnol publica “Powerpoint” com fatos sobre Toffoli


Fotos: Fellipe Sampaio /SCO/STF/Reprodução
O ex-procurador Deltan Dallagnol publicou, nesta segunda-feira (23), em suas redes sociais, um Powerpoint com críticas ao ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF). A divulgação foi feita na internet e faz referência ao caso em que o próprio Dallagnol apresentou um slide sobre o presidente Lula (PT) anos atrás.
Na imagem, o nome de Toffoli aparece no centro, cercado por tópicos com decisões e fatos ligados à sua trajetória. Entre os pontos citados estão a anulação de atos da Lava Jato, a suspensão de multa bilionária da JBS e encontros com o banqueiro Daniel Vorcaro.

O material também menciona temas como o início do Inquérito das Fake News, sigilo no caso do Banco Master e decisões relacionadas à Operação Lava Jato. Outros tópicos tratam de relações profissionais anteriores à ida de Toffoli ao STF, como o fato dele ter atuado como advogado do PT e ter sido reprovado em concursos para juiz.

Ao compartilhar o conteúdo, Dallagnol resgatou o formato que usou em 2016, quando apresentou um slide para explicar a denúncia contra Lula. O novo Powerpoint foi publicado em meio a uma série de informações que ligam ministros do STF ao escândalo do Banco Master.

Pleno News

Flávio Bolsonaro sobe e empata com Lula no segundo turno, aponta pesquisa

Foto: Reprodução
O senador Flávio Bolsonaro (PL) subiu nas intenções de voto e empatou com o presidente Lula (PT) no 2º turno, segundo pesquisa AtlasIntel/Bloomberg divulgada nesta quarta-feira (25).

O filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) aparece com 46,3% — em janeiro, ele tinha 44,9%. O petista, por sua vez, tem 46,2%, antes tinha 49,2%.

A pesquisa AtlasIntel/Bloomberg ouviu 4.986 eleitores, entre os dias 19 e 24 de fevereiro, por recrutamento digital. A margem de erro do levantamento é de 1 ponto percentual, para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%.

A pesquisa foi realizada com recursos do próprio instituto e está registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o protocolo BR-07600/2026.

CNN

Câmara aprova projeto que proíbe presos de votar nas eleições

O plenário da Câmara dos Deputados aprovou, na noite de terça-feira (24), o projeto de lei antifacção, que aumenta as penas para participação em organizações criminosas e milícias. O texto, enviado pelo governo federal, segue agora para sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

A proposta prevê penas de 20 a 40 anos de prisão para integrantes do núcleo de comando dessas organizações e de 12 a 20 anos para quem favorecer suas atividades. O projeto também proíbe benefícios como anistia, indulto, fiança e liberdade condicional, além de retirar o auxílio-reclusão de dependentes de condenados por esses crimes.

O texto determina ainda que líderes de facções cumpram pena em presídios federais de segurança máxima e inclui uma emenda que proíbe presos, inclusive provisórios, de votar. Segundo o presidente da Câmara, Hugo Motta, a medida é uma das respostas mais duras já aprovadas contra o crime organizado. 

Via Notícias Bacci.

CPI do Crime convida Moraes e Toffoli; comissão convoca irmãos de ministro e Vorcaro

Foto: Rosinei Coutinho/SCO/STF
A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Crime Organizado do Senado aprovou, nesta quarta-feira (25), uma série de requerimentos para convidar autoridades e pessoas ligadas a integrantes do Supremo Tribunal Federal (STF) a prestarem esclarecimentos ao colegiado. A deliberação ocorre em meio às repercussões do caso Master.Arte fotográfica e digital

Entre os nomes incluídos como convite estão os ministros do STF Alexandre de Moraes e Dias Toffoli, além da advogada Viviane Barci, esposa de Moraes. Já os irmãos de Toffoli, José Carlos Dias Toffoli Cônego e José Eugênio Dias Toffoli, foram alvo de requerimentos de convocação. Senadores apontam possível conflito de interesse envolvendo os familiares no contexto do caso Master.

Em CPIs, o convite é facultativo, ou seja, a pessoa pode escolher se comparece ou não. Já a convocação é obrigatória e impõe o dever de prestar depoimento.

Os senadores também aprovaram a quebra de sigilo fiscal da empresa Maridt, da qual Toffoli é sócio. No caso dos familiares do ministro, o pedido foi justificado por uma possível ligação com a Reag Investimentos, gestora que administrava fundos com participação no resort Tayayá, em Ribeirão Claro (PR). O empreendimento levantou debates sobre suspeição de Toffoli.

Especificamente no Banco Master, a comissão aprovou a convocação do banqueiro Daniel Vorcaro e de seu ex-sócio Augusto Lima, além da quebra dos sigilos bancário, fiscal, telefônico e telemático da instituição.

O Tempo