quarta-feira, 16 de agosto de 2023

Blogueiro sobralense foragido por bomba em aeroporto tentou entrar em evento com Lula

O blogueiro e influenciador Wellington Macedo, um dos três réus acusados de tentar explodir uma bomba em um caminhão próximo ao aeroporto de Brasília em 24 de dezembro, tentou se credenciar para cobrir a posse do presidente paraguaio Santiago Peña, em Assunção, nesta terça-feira (15). O presidente Lula (PT) estava no evento.

O bolsonarista fez a solicitação seis dias antes do evento, como jornalista independente, pelo El Pueblo Podcast. Avisado pelo governo brasileiro, porém, o governo paraguaio não entregou a credencial.

Macedo, que diz ser inocente e alvo de perseguição, está foragido desde o atentado, após romper sua tornozeleira eletrônica e deixar o Distrito Federal.

Até o fim de abril deste ano, conforme ele próprio afirmou em entrevista à “Folha de S.Paulo”, estava escondido na fazenda de um produtor rural que conheceu no acampamento golpista montado em frente ao quartel-general do Exército na capital federal, após a vitória de Lula nas urnas. “Estou bem isolado, estou longe”, disse na época, por telefone.

Macedo ocupou um cargo no governo Jair Bolsonaro (PL), atuando como assessor da então ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos e hoje senadora Damares Alves (Republicanos-DF), de fevereiro a dezembro de 2019, com um salário bruto de R$ 10.373.

Dois anos depois, em 2021, ele foi preso por determinação do ministro Alexandre de Moraes (STF), sob a acusação de incentivar atos antidemocráticos naquele 7 de Setembro.

Deixou a prisão 42 dias depois e passou a ser monitorado por tornozeleira eletrônica, inclusive quando se candidatou a deputado federal pelo PTB de São Paulo em 2022, adotando o slogan de “preso político” – ele teve apenas 1.118 votos.

terça-feira, 15 de agosto de 2023

Brasil sofre crise de apagões; relembre principais episódios

Foto: Ministério de Minas e Energia
O maior apagão da história do Brasil tinha sido registado em 2009, quando 18 estados ficaram sem energia à noite
O Brasil tem sofrido de forma recorrente com apagões como o que atingiu 25 estados e o Distrito Federal nesta terça-feira (15). Durante a década de 2000, no Governo Fernando Henrique Cardoso, foi o registrado a maior crise dessas quedas de energia generalizadas. À época, uma série de apagões que afetaram diversas regiões do país causou prejuízos econômicos e transtornos para a população. Um dos momentos mais críticos ocorreu em 2001, quando o sistema elétrico brasileiro enfrentou uma crise de abastecimento, resultando em racionamento de energia em diversas áreas.

Naquele momento, o sistema não era interligado como hoje. No Sistema Interligado Nacional, uma região contribui com a outra no fornecimento de energia. Por exemplo, se a região Sul tiver produzindo mais energia que a região Nordeste, o sistema interligado compensa essa falta.

Com a crise energética de 2001, o governo FHC tomou medidas para melhorar a capacidade instalada do país, incluindo investimentos em geração, transmissão e distribuição de energia. No entanto, apagões ainda ocorrem esporadicamente devido a uma combinação de fatores, como problemas técnicos, falhas na infraestrutura, condições climáticas adversas e até mesmo a falta de chuvas, afetando a produção de energia hidrelétrica, que é uma das principais fontes do Brasil.

Além disso, questões relacionadas à gestão, regulação e planejamento do setor energético também influenciaram na ocorrência de apagões. A falta de coordenação entre os diversos órgãos responsáveis pela energia elétrica muitas vezes contribui para a vulnerabilidade do sistema.

Veja os principais episódios de apagões no Brasil
Há registros de apagões em vários momentos da história do Brasil, mas decidimos focar nas ocorrências mais recentes e que abrangem vários estados e regiões ao mesmo tempo. Relembre os principais episódios:

1998: Um apagão afetou diversas regiões do país devido a problemas técnicos na Usina de Itaipu, quando sete torres na cidade de Campina da Lagoa, a 460 quilômetros de Curitiba (PR), foram derrubadas por ventos. Na ocasião, duas linhas de transmissão foram afetadas e alguns estados do Sudeste, Sul e Centro-Oeste ficaram sem luz.

1999: Mais de 60% do território nacional foi atingido pelo blecaute. O apagão foi provocado por um problema na subestação de energia elétrica da Companhia Energética de São Paulo (Cesp), em Bauru (SP). Dez estados das regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste, além do Distrito Federal, Acre e parte do Paraguai tiveram o abastecimento de energia interrompido. De acordo com o Governo, a causa foi a queda de um raio na subestação de Bauru.

2000: Algumas áreas dos estados do Rio de Janeiro, Espírito Santo, Distrito Federal, Goiás e Tocantins ficaram sem energia. De acordo com o comunicado da Furnas Centrais Elétricas, às 00h32 teria havido o desligamento de quatro unidades geradoras da usina de Itaipu, no Paraná, provocado pela atuação do esquema de controle e emergência do sistema de 750 kilowatts

2001: O Brasil passou por uma grave crise energética que resultou em racionamento de energia e apagões frequentes devido à baixa capacidade de geração elétrica em relação à demanda crescente. O problema foi causado por falta de chuvas e investimentos no setor, que trouxeram risco de novos apagões.

Para evitar o colapso do sistema elétrico brasileiro, o governo federal implementou cortes de energia programados, conhecidos como blecautes, uma medida preventiva.

Originalmente programado para iniciar em 1º de junho de 2001, o apagão foi antecipado para 17 de maio e estendeu-se por nove meses. Nesse período, aproximadamente um terço da iluminação pública nas ruas foi apagada. Como parte das ações tomadas, o governo também impôs o racionamento de energia para consumidores residenciais e industriais em 16 estados das regiões Sudeste, Centro-Oeste e Nordeste, além do Distrito Federal.

Durante essa crise, as tarifas de energia foram reajustadas, incluindo a previsão de incentivos, penalidades e até mesmo a possibilidade de suspensão do fornecimento para aqueles que não conseguissem reduzir o consumo em 20%. Setores essenciais para a população, como hospitais e delegacias, ficaram isentos das restrições de racionamento.

2002: O racionamento estava perto do fim quando um novo apagão atingiu mais de 76 milhões de brasileiros. Pelo menos 10 estados foram afetados, São Paulo foi o mais atingido. Na época, o Governo explicou que o que causou o blecaute foi o rompimento de um cabo da linha de transmissão que liga a Usina de Ilha Solteira à subestação de Araraquara, no interior do estado de São Paulo.

2005: Uma falha no sistema de transmissão de energia causou um grande apagão, deixando pelo menos 3 milhões de pessoas sem eletricidade. A falha de um funcionário durante a operação do sistema elétrico na subestação de Cachoeira Paulista (SP) provocou o apagão que atingiu os estados do Rio de Janeiro e do Espírito Santo e parte de Minas Gerais.

2009: O maior apagão antes deste de 2023 foi o de 2009, já no segundo governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva . Na ocasião, informações fornecidas pela usina hidrelétrica de Itaipu evidenciaram um incidente de 25 minutos ocorrido em 10 de novembro. Conforme o relatório, uma descarga elétrica causou a desconexão de uma linha de transmissão durante a tarde na região de Itaberá (SP), mas esta foi rapidamente religada.

À noite, as linhas integrantes do sistema de Furnas foram desativadas automaticamente, desencadeando um apagão, após um raio. Segundo o Ministério de Minas e Energia, um curto-circuito derrubou três linhas de alta tensão, levando ao desligamento da usina de Itaipu. Em virtude dessa ocorrência, outras usinas também foram desconectadas por motivos de segurança.

Na noite do dia 10, o problema afetou pelo menos 18 estados. Espírito Santo, Mato Grosso do Sul, Rio de Janeiro e São Paulo ficaram totalmente sem energia. Já os outros estados, como Acre, Alagoas, Bahia, Goiás, Mato Grosso, Minas Gerais, Paraná, Paraíba, Pernambuco, Santa Catarina, Sergipe, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul e Rondônia, foram parcialmente afetados pela falta de energia elétrica.

2010: Todos os estados da região Nordeste enfrentaram um episódio de queda parcial de energia elétrica que durou cerca de 40 minutos. A Eletrobrás afirmou que o apagão não chegou a afetar completamente nenhum estado da região. A causa desse blecaute foi a interrupção de parte do fornecimento de energia do Sudeste para o Nordeste. Apesar de duração relativamente breve, este foi o terceiro evento de falta de energia a atingir mais de um estado desde o final de 2009.

2011: Mais um episódio de apagão deixou vários estados do Nordeste sem fornecimento de energia elétrica, desta vez já no governo de Dilma Roussef. O problema teve origem em um defeito considerado pouco comum: uma falha no componente eletrônico chamado “cartela”, que acionou erroneamente o sistema de proteção da linha de transmissão conectando as usinas de Luiz Gonzaga, localizada em Jatobá (PE), e Sobradinho (BA). Isso levou ao subsequente desligamento da subestação Luiz Gonzaga. O blecaute afetou no mínimo sete estados: Alagoas, Sergipe, Pernambuco, Paraíba, Bahia, Ceará e Rio Grande do Norte.

2013: Outro apagão abrangente atingiu o Nordeste, provocando a interrupção temporária de energia. As cidades mais importantes dos estados de Piauí, Paraíba, Alagoas, Ceará, Sergipe, Bahia, Pernambuco e Rio Grande do Norte foram impactadas.

A causa desse apagão foi atribuída ao desligamento automático de duas linhas de transmissão que conectavam os sistemas Sudeste/Centro-Oeste ao Nordeste. Essas linhas estavam localizadas entre as subestações Ribeiro Gonçalves e São João do Piauí, no interior do estado do Piauí. Durante esse incidente, foram identificados focos de queimadas nas proximidades das estruturas das torres.

2018: Já no governo de Jair Bolsonaro, mais uma vez um blecaute atingiu todas as regiões, mas, novamente, as regiões mais afetadas foram Norte e Nordeste do país. Alagoas, Bahia, Ceará, Maranhão, Paraíba, Piauí, Pernambuco, Rio Grande do Norte, Sergipe, Amapá, Amazonas, Pará, Rondônia e Tocantins foram os estados mais atingidos.

GCMais

Marcas abandonam pais de Larissa Manoela em prol da atriz

A entrevista dada por Larissa Manoela ao Fantástico, no último domingo (13), parece já estar surtindo um grande efeito na vida da atriz. Após ela revelar detalhes da relação controladora dos pais Silvana e Gilberto, que administravam a sua carreira, além da divisão desonesta das cotas das empresas em que os três eram sócios, as marcas que trabalham com a artista já começaram a se mexer em prol dela.

A notícia é do Metrópoles. Esta colunista, que tem amigos espalhados por todos os lugares deste Brasil, descobriu com exclusividade que grandes marcas estão migrando seus contratos da empresa em que Larissa era sócia com os pais diretamente para a empresa em que ela está administrando sozinha a carreira depois do rompimento com os dois.

Segundo fontes da coluna, tais marcas já estavam com os contratos vencendo e, depois do exposed, optaram por não renovar com a atriz através da empresa administrada pelos pais dela. Ou seja, a partir de agora, elas começaram a assinar diretamente com a nova empresa de Larissa Manoela, em que ela é a dona integral do seu faturamento.

E não estamos falando de qualquer marca não, viu caros leitores?! A coluna descobriu o nome de algumas empresas que fizeram essa migração. São elas: L’Oreal, Pedigree, Oceane, JBL, Acuvue e Puma.

Em entrevista ao Fantástico, Larissa Manoela revelou detalhes de como era feita a distribuição de cotas nas três empresas em que era sócia com os pais. Segundo a atriz, após buscar saber mais sobre suas finanças, ela procurou um escritório de advocacia para ter acesso aos contratos.

Larissa revelou que a Dalari, sua primeira empresa, foi aberta pelos pais quando ela tinha 13 anos. Nela, havia todos os contratos e pagamentos de trabalhos. É essa empresa também que concentra a maior parte do patrimônio adquirido ao longo da vida profissional da atriz.

À repórter Renata Capucci, a artista mostrou a gravação de uma conversa com os pais onde eles afirmavam que os três tinham cotas iguais, de 33%, nesta empresa. Mas na verdade, não era bem assim… Larissa Manoela descobriu que a porcentagem que ela tinha era de 2% da cota e, os pais, de 98%. A gravação foi feita no fim do ano passado.

Apaixonado por rádio, idoso de 76 anos realiza sonho de conhecer locutores

José Augusto dos Santos, deu entrada na unidade no dia 25 de julho
Foto: Reprodução
José Augusto dos Santos, deu entrada na unidade no dia 25 de julho, e, logo nos primeiros dias, disse que seu maior prazer era ouvir rádio. “Na avaliação que fiz, vi que o rádio era algo muito forte. Ele sabe de toda programação, das seis da manhã às seis da noite, o nome dos locutores e dos programas”, diz Jamila Gaspar, terapeuta ocupacional do HRSC.

A equipe notou que o rádio poderia ser um aliado na recuperação do paciente e, para que ele pudesse continuar acompanhando a programação, instalou no celular de um familiar o aplicativo da Rádio Campo Maior, emissora AM que opera em Quixeramobim há 35 anos. Seu Augusto relatou que tem no rádio seu companheiro inseparável na localidade de Oiticica, zona rural de Quixeramobim, onde mora.

Com aniversário comemorado no último dia três de agosto, o paciente teria de presente a realização de um sonho: receber um “alô” na voz dos locutores da rádio.

Dias depois, como uma forma de amenizar o desconforto do longo período de internação, o HRSC ampliou a surpresa, entrou em contato com a emissora e trouxe os locutores R. de Castro e Augusto Alves para que o fã da emissora pudesse conhecê-los.

Ao reconhecer os radialistas pela voz, José Augusto não conteve a emoção. “Abaixo de Deus, vocês e o pessoal da rádio são as pessoas que me dão alegria”, confessou o paciente.

“Essa capacidade de olhar de forma integral para o paciente é um componente de qualidade diferencial que soma o conceito de experiência do paciente, uma vocação de nossas equipes. Foi deles a iniciativa de fazer o ‘algo a mais’, e que marcará sua lembrança do tempo em que esteve sob os cuidados do nosso Hospital”, explica Elisfabio Duarte, diretor administrativo do HRSC e presidente do Nexp.

GCMais

Petrobras anuncia aumento de nos preços da gasolina e do diesel para distribuidoras

Foto: Agência Brasil
Aumento será de R$ 0,41 no preço da gasolina e de R$ 0,78 no diesel
A Petrobras comunicou, nesta terça-feira (15), que aplicará reajustes nos preços da gasolina e do diesel a partir desta quarta-feira (16). O preço médio da gasolina A, produzida diretamente pelas refinarias e entregue às distribuidoras, sofrerá um aumento de R$ 0,41 por litro, elevando o valor para R$ 2,93 por litro. Esse aumento representa cerca de 16%.

Contudo, considerando a mistura obrigatória de 73% de gasolina A e 27% de etanol anidro para a composição da gasolina comercializada nos postos, a parte da Petrobras no preço final ao consumidor será em média de R$ 2,14 por litro vendido na bomba, conforme indicado pela empresa.

Apesar deste aumento, no acumulado do ano, o preço da gasolina vendida às distribuidoras acumula uma redução de R$ 0,15 por litro.

Diesel
Já em relação ao diesel, a Petrobras planeja elevar o preço médio de venda para as distribuidoras em R$ 0,78, totalizando R$ 3,80 por litro. Esse reajuste representa um aumento de 26%.

Considerando a mistura obrigatória de 88% de diesel A – produzido nas refinarias – e 12% de biodiesel para a composição do diesel comercializado nos postos, a contribuição da Petrobras no preço final ao consumidor será em média de R$ 3,34 por litro.

Apesar deste reajuste, ao longo do ano, o preço de venda do diesel da Petrobras para as distribuidoras acumula uma redução de R$ 0,69 por litro.

Vale ressaltar que a parcela da Petrobras no preço dos combustíveis não é o valor total encontrado pelos consumidores nas bombas, uma vez que impostos e margens de lucro das distribuidoras e postos também são incluídos no cálculo.

Nova Política de Preços
A Petrobras esclareceu que a nova política de preços da empresa reflete condições mais vantajosas de refino e logística da companhia em sua precificação.

Segundo a empresa, isso inicialmente permitiu uma redução nos preços da gasolina e do diesel e, recentemente, mitigou os efeitos da volatilidade e das altas abruptas dos preços externos, resultando em um período de estabilidade nos preços para os clientes.

No entanto, com a consolidação dos preços do petróleo em um novo patamar e a Petrobras atingindo os limites de otimização operacional, incluindo importações complementares, tornou-se necessário ajustar os preços dos combustíveis, alinhados com a estratégia comercial, visando o reequilíbrio com o mercado e com os valores marginais para a empresa.

Nessa perspectiva, a nova política de preços busca evitar transferir aos consumidores a volatilidade conjuntural do mercado global e das taxas de câmbio, enquanto mantém um ambiente competitivo de acordo com a legislação vigente.

Com informações da Agência Brasil.

ONS diz que apagão nacional foi “ação controlada” para evitar problema na rede

Foto: Reprodução
De acordo com o ONS, houve um problema na ligação das regiões Nordeste e Norte com o sistema nacional e foi necessário provocar o apagão nas outras regiões
O Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) informou, em nota divulgada às 11h50, que o apagão nacional desta terça-feira (15) foi uma “ação controlada” para evitar que um problema se espalhasse pela rede. De acordo com o ONS, às 8h31, houve um problema  no sistema que provocou a separação elétrica das regiões Norte e Nordeste das regiões Sul e Sudeste, com abertura das interligações entre essas regiões. Com a ocorrência, houve pelo menos 16 mil MW de interrupção de energia.

Com isso, foi feita uma operação de interrupção no Sul e no Sudeste, uma “ação controlada”, ou seja, proposital, para evitar propagação da ocorrência. Dessa forma, os estados do Sul e Sudeste foram afetados, mas de forma temporária e em menor proporção.

Na nota, o ONS informou ainda que assim que identificou a situação, foi iniciada uma ação conjunta com os agentes para restabelecer a energia nas regiões. As causas da problema ainda estão sendo apuradas.

A recomposição já foi iniciada em todas as regiões e estão concluídas nas regiões Sul e Sudeste. Até às 11h40, já foram recompostos 38% da carga da região Norte e 80% da região Nordeste.

Após apagão nacional, energia está voltando aos poucos no Ceará, diz Enel
A Enel, empresa responsável pela distribuição de energia para os estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Ceará, informou, por volta de 10h30 da manhã de hoje (15), que parte dos clientes tiveram o fornecimento de energia interrompido devido a um corte de carga realizado pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) em diversos estados do país, gerando um apagão nacional.

Mas, a energia foi restabelecida de forma gradual, sendo totalmente normalizada às 8h48 no Rio de Janeiro; em São Paulo às 9h20. No Ceará, o fornecimento esta sendo restabelecendo gradualmente, seguindo orientação do ONS.

Ainda de acordo com a Enel, o procedimento de corte de cargas – conhecido como Esquema Regional de Alívio de Carga (ERAC) – acontece de forma automática quando alguma ocorrência é identificada no Sistema Interligado Nacional (SIN) e ocorre para proteger o sistema elétrico de danos maiores.

GCMais

Lutador de 20 anos posta foto de pulmão destruído pelo vape

Por consequência do uso excessivo do cigarro eletrônico, o pulmão do lutador amador Sean Tobin, de 20 anos, entrou em colapso, e ele teve de realizar uma cirurgia para retirar parte do órgão. A informação é do Metrópoles.

O jovem britânico começou a fumar em 2018, quando tinha 15 anos. Ele passou a usar o vape diariamente e disse que só não fumava quando estava dormindo.

Em 20 de julho, porém, o atleta sentiu uma intensa dor nas costas e teve de ir ao pronto-socorro. O que ele pensava ser um músculo distendido era um colapso no pulmão direito.

Ele passou por uma cirurgia de emergência e teve parte de seu pulmão retirado. Com o uso de microcâmeras, os médicos mostraram como estava o estado do pulmão do jovem. Veja na imagem:
Sean começou campanha contra o vape
“O vape me levou à experiência mais dolorosa da minha vida. Passei dois anos precisando de ajuda para conseguir respirar e tenho, até hoje, um tubo no meu peito para impedir que meu pulmão volte a colapsar”, conta ele, no Facebook.

Sean afirma que treinava de quatro a sete dias por semana e se sentia plenamente saudável quando passou pelo colapso pulmonar. “Pensava que nunca algo assim aconteceria comigo, pois sempre fui saudável. Podia ser com qualquer um, a única forma de evitar é deixar o vape”, afirma.

Mais um líder político é morto no Equador às vésperas das eleições gerais no país

Pedro Briones, dirigente do Revolución Ciudadana, grupo político do ex-presidente do Equador Rafael Correa, foi morto nesta segunda-feira (14) por supostos integrantes da facção criminosa Los Choneros, a maior do país, na cidade equatoriana de Esmeraldas, segundo disseram fontes da polícia ao jornal El Universo.

O crime acontece menos de uma semana depois do assassinato do candidato à Presidência Fernando Villavicencio por supostos integrantes do grupo Los Lobos, apontado como a segunda maior organização criminosa do país.

Segundo o Universo, Briones foi assassinado no parque da paróquia de San Mateo, onde foi abordado por duas pessoas em uma moto, que teriam atirado nele duas vezes. O líder político foi levado ao hospital geral Delfina Torres de Concha, cujos médicos confirmaram que ele já não apresentava sinais vitais.

R7

Presidente da Eletrobras renuncia e empresa anuncia substituto

A Eletrobras informou, em comunicado ao mercado, que Wilson Ferreira Junior apresentou ao conselho de administração sua renúncia do cargo de presidente da companhia. A empresa informou que o conselho de administração elegeu Ivan de Souza Monteiro como substituto. Monteiro era presidente do conselho de administração.

Ferreira Junior vinha acumulando desgaste em sua relação com o governo de Luiz Inácio Lula da Silva, crítico à gestão da empresa e à privatização da Eletrobras, realizada durante o governo de Jair Bolsonaro. O executivo havia retornado ao comando da companhia após deixar a presidência da Vibra.

Radar – VEJA

Apagão: Confira relação de estados com relatos de queda de energia

Diversos estados brasileiros foram atingidos por um apagão na manhã desta terça-feira (15). Internautas reclamaram da falta de luz, que, segundo o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), foi causada pela abertura da interligação Norte/Sudeste.

Houveram relatos de falta de energia em 25 estados e no Distrito Federal nas redes sociais.

Em nota enviada à CNN, o órgão informou que houve uma interrupção de “16 mil MW de carga em estados do Norte e Nordeste do Brasil”, às 8h31. As causas da ocorrência continuam sendo apuradas.

O Operador informou ainda que a recomposição da transmissão de energia já foi iniciado em todas as regiões. Até 9h16, 6 mil MW já haviam sido recompostos.

Confira a lista de estados com relatos de apagão:

  • Acre
  • Alagoas
  • Amapá
  • Amazonas
  • Bahia
  • Ceará
  • Distrito Federal
  • Espírito Santo
  • Goiás
  • Maranhão
  • Mato Grosso
  • Mato Grosso do Sul
  • Minas Gerais
  • Pará
  • Paraíba
  • Paraná
  • Pernambuco
  • Piauí
  • Rio de Janeiro
  • Rio Grande do Norte
  • Rio Grande do Sul
  • Rondônia
  • Santa Catarina
  • São Paulo
  • Sergipe
  • Tocantins