quarta-feira, 11 de fevereiro de 2026

Motorista erra marcha e carro despenca em estacionamento de supermercado

Ocorrência ocorreu no Campo Belo, Zona Sul de São Paulo, e mobilizou equipes de resgate e terminou sem vítimas graves
Um acidente impressionante foi registrado em um supermercado Dia, no bairro do Campo Belo, na Zona Sul de São Paulo. O vídeo, que viralizou, mostra o momento em que um carro despenca do piso superior para o andar inferior do estacionamento do local.

Segundo as informações iniciais, a motorista teria acelerado o veículo para frente ao invés de engatar a marcha à ré, o que fez com que o automóvel atravessasse a estrutura e caísse para o pavimento de baixo. O impacto mobilizou equipes do Corpo de Bombeiros e do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu).

A condutora foi socorrida ainda no local do acidente. De acordo com os primeiros relatos, ela estava consciente e aparentava estar bem no momento do atendimento. Após o resgate, as equipes passaram a trabalhar na retirada do veículo, que ficou preso na estrutura interna do supermercado.

As causas do acidente devem ser apuradas

Aluno é detido após invadir colégio estadual em Tianguá e atacar diretor e secretária com golpes de faca

Na noite desta terça-feira, 10 de fevereiro, um diretor e uma mulher ficaram feridos após um ataque a golpes de faca dentro da Escola Estadual Monsenhor Aguiar, localizada na Rua Telfólio Ramos, no centro de Tianguá.

De acordo com informações iniciais, o suspeito é um aluno da própria unidade escolar, de aproximadamente 16 anos. Ele teria entrado no colégio portando uma faca e se dirigido diretamente à sala da direção. No local, o adolescente teria atacado o diretor e a secretária da instituição que também estava na escola no momento da ocorrência.

Relatos de estudantes apontam que momentos de pânico e desespero foram vividos dentro da instituição durante o ataque. Equipes da Polícia Militar e do socorro médico foram acionadas rapidamente para conter a situação e prestar atendimento às vítimas.

Segundo relato da mãe do adolescente, ele sofre de esquizofrenia, informação que ainda deverá ser oficialmente apurada e confirmada pelas autoridades competentes ao longo da investigação.

As vítimas foram socorridas e encaminhadas ao hospital do município. Até a última atualização desta matéria, o estado de saúde delas não havia sido oficialmente divulgado.

O adolescente foi apreendido por equipes da Polícia Militar e conduzido à Delegacia Municipal de Tianguá, onde o caso será investigado. A ocorrência segue em andamento, e novas informações poderão ser divulgadas a qualquer momento.

Com O Crateuense

terça-feira, 10 de fevereiro de 2026

Carteira Nacional do professor já pode ser emitida online e garante benefícios em todo o Brasil

Foto: Divulgação/Ministério da Educação
Carteira Nacional Docente do Brasil 
Documento digital gratuito tem validade de 10 anos e integra o programa federal de valorização dos professores
A emissão da Carteira Nacional Docente do Brasil (CNDB), popularmente chamada de Carteirinha do Professor, continua disponível de forma totalmente digital, sem custos e com validade de dez anos em território nacional. O documento foi instituído pela Lei nº 15.202/2025 e faz parte do Programa Mais Professores para o Brasil, iniciativa do Governo Federal que busca ampliar o reconhecimento e o suporte à carreira docente.

Mais do que um comprovante profissional, a CNDB funciona como um instrumento de acesso a políticas públicas e vantagens exclusivas voltadas aos educadores. A proposta é fortalecer a presença do professor em diferentes espaços sociais e econômicos, oferecendo facilidades que vão além do ambiente escolar.

Quem pode solicitar e quais vantagens estão incluídas
A Carteira Docente é destinada a professores em exercício vinculados a instituições públicas ou privadas de ensino em qualquer região do país. Entre os principais benefícios estão a meia-entrada em cinemas, teatros e eventos culturais, além de descontos em hospedagens, condições especiais em produtos financeiros e acesso ao programa #TôComProf — rede de parceiros que reúne lojas físicas, e-commerces e prestadores de serviços de diversos segmentos.

Para solicitar o documento, é necessário atender a alguns requisitos básicos:
• Estar em atividade docente comprovada;
• Possuir CPF regular junto à Receita Federal;
• Manter cadastro ativo no eSocial, realizado pelo empregador.

O próprio sistema do Ministério da Educação (MEC) realiza a checagem automática dessas informações no momento do pedido.

Como emitir a Carteira Nacional Docente
O processo é simples e ocorre integralmente pela internet. O professor deve acessar a plataforma do programa Mais Professores para o Brasil utilizando a conta gov.br e selecionar a opção de solicitação da CNDB. Em seguida, o sistema apresenta automaticamente os dados pessoais e vínculos profissionais, que devem ser conferidos e confirmados.

Após essa etapa, o solicitante preenche informações de contato, envia uma fotografia seguindo as orientações técnicas e revisa a prévia digital da carteira antes da confirmação final. Assim que validado, o documento digital já fica disponível para download imediato e pode ser utilizado na hora para garantir os benefícios.

A versão física também é emitida e enviada ao endereço cadastrado, em parceria com os Correios, com prazo estimado de até 90 dias.

Orientações em caso de dificuldades
Se houver impedimentos durante o cadastro, o MEC recomenda verificar se o vínculo empregatício está atualizado no eSocial, conferir o Cadastro Nacional de Informações Sociais (CNIS) e a regularidade do CPF ou registro no Sistema Nacional de Informações de Registro Civil (SIRC). Dúvidas adicionais podem ser esclarecidas na área de Perguntas Frequentes do portal oficial ou por meio do canal “Fale Conosco”.

Afastado por denúncias, ministro Buzzi é proibido de entrar no STJ, mas segue com salário de R$ 44 mil

Foto: Divulgação/STJ
Afastado por decisão unânime do pleno do STJ, o ministro Marco Buzzi está impedido de acessar o tribunal e de usar seu local de trabalho. Com a medida cautelar, ele também perde benefícios como carro oficial e demais prerrogativas do cargo, mas continua recebendo o salário-base de R$ 44.047,88.

O afastamento ocorre após duas denúncias de assédio sexual chegarem ao CNJ. A primeira envolve uma jovem de 18 anos que estava hospedada na casa do ministro, em Balneário Camboriú (SC). A segunda denúncia foi registrada posteriormente e segue sob apuração sigilosa da Corregedoria Nacional de Justiça.

Mesmo após apresentar atestado médico de 90 dias, o pleno do STJ decidiu que Buzzi não deve exercer a função enquanto a sindicância interna estiver em curso. Além da investigação no tribunal, o caso também é analisado pelo CNJ e pelo STF. Uma comissão interna foi marcada para deliberar sobre o caso no dia 10 de março.

Em carta enviada aos colegas, o ministro afirmou ser inocente e disse que provará isso ao longo do processo. A defesa contestou o afastamento cautelar, alegando que a medida é desnecessária e cria um precedente arriscado, já que o magistrado já estaria afastado para tratamento médico.

Chefe do Comando Vermelho deixa a prisão e vai para casa por ser mãe de crianças

Foto: Reprodução/Redes sociais
Menos de seis meses após ser capturada, a faccionada do Comando Vermelho (CV) Ingride Fontinelles Morais vai cumprir prisão domiciliar. Conhecida como “Mulher do Buchudo”, ela teve habeas corpus concedido pela Justiça com base no fato de ser mãe de duas meninas, de 5 e 2 anos.

Ingride estava presa por organização criminosa e tráfico de drogas, conforme informações do Metrópoles. Segundo a decisão judicial, ela é a única responsável pelas crianças, que vivem em Sorriso, no Mato Grosso. O entendimento levou em conta que o pai das meninas, a avó materna e a irmã da acusada estão presos ou foragidos.

A investigada havia ficado dois anos foragida antes de ser localizada. A prisão ocorreu em um shopping de Jacarepaguá, no Rio de Janeiro, onde Ingride foi capturada ao lado de Priscila Moreira Janis, conhecida como “Mana Isa”, que também atuava para a facção criminosa.

De acordo com os investigadores, mesmo escondidas no Rio, as duas continuavam dando ordens para a prática de crimes em Mato Grosso. Ainda assim, a Justiça decidiu substituir a prisão em regime fechado pela domiciliar, permitindo que a acusada cumpra a pena em casa.

Mansão do lobby: empresa sob investigação usou casa em Brasília para se aproximar do governo Lula e influenciar CPMI

Foto: Reprodução
Investigada pela Polícia Federal e com dívidas estimadas em R$ 4 bilhões, a empresa de investimentos Fictor alugou uma mansão no Lago Sul, bairro nobre de Brasília, que foi usada para aproximação com integrantes do governo Lula e para articulações ligadas à (CPMI do INSS. O imóvel de quase 500 metros quadrados chegou a receber ministros e dirigentes petistas, segundo apuração do Estadão.

A casa, alugada pelo ex-sócio da Fictor Luis Phillippi Rubini até dezembro de 2025, também foi palco de uma reunião para a montagem de um dossiê contra o advogado Eli Cohen, testemunha da CPMI. O ex-policial civil Rogério Giglio afirma que foi pago por representantes da Fictor para produzir gravações e um depoimento falso contra Cohen, material que acabou sendo usado por parlamentares governistas para tentar descredenciar o denunciante das fraudes bilionárias no INSS.

Um dos encontros ocorreu em 24 de setembro de 2025 e reuniu o deputado federal Paulo Pimenta (PT-RS), líder da bancada do PT na CPMI, o consultor da Fictor Felipe Alcântara e Giglio.

Pimenta confirmou a reunião, disse não saber que a casa era ligada à empresa e afirmou que considerou frágeis as provas apresentadas. Mesmo assim, áudios gravados por Giglio foram usados posteriormente para pedir nova convocação de Cohen à comissão.

Além da articulação política, a mesma mansão foi usada em tentativas de aproximação da Fictor com a usina de Itaipu, com a intenção de gerir recursos do fundo de reserva da hidrelétrica, o que não avançou por impedimentos legais.

O diretor-geral de Itaipu, Ênio Verri, esteve no local em eventos com lideranças do PT, como Gleisi Hoffmann e Alexandre Padilha, que confirmaram presença, mas negaram qualquer proposta ou negociação com a empresa.

Flávio vence Lula no 2º turno com 5,8 pontos de diferença, aponta Apex/Futura

Foto: Reprodução
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) perde para o senador Flávio Bolsonaro (PL) em simulações de segundo turno das eleições de 2026, segundo pesquisa do instituto Futura, em parceria com a Apex Partners, divulgada nesta terça-feira, 10.

De acordo com o levantamento, Flávio teria 48,2%, enquanto Lula ficaria com 42,4% das intenções de voto.

Flávio Bolsonaro: 48,2%
Lula: 42,4%
Ninguém/Branco/Nulo: 8,2%
NS/NR/Indeciso: 1,2%

Foram ouvidas 2.000 entrevistas, feitas entre os dias 3 e 7 de fevereiro. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais e o índice de confiança é de 95%. A pesquisa está registrada no TSE sob o código BR-02276/2026.

Na comparação com a pesquisa de janeiro, Lula teve uma leve oscilação positiva, dentro da margem de erro. Flávio se manteve com o mesmo percentual.

No embate com Tarcísio de Freitas, o governador paulista aparece com 47,4%, ante 41,4% do petista.

Nos demais cenários testados, o petista aparece tecnicamente empatado com os governadores Ronaldo Caiado (PSD), Romeu Zema (Novo) e Eduardo Leite (PSD).

No confronto com Ratinho Jr (PSD), Lula tem 42,1%, contra 45,2% do governador do Paraná. Já contra Ronaldo Caiado, os percentuais indicam 43,1% para Lula e 42,3% para o governador de Goiás.

No cenário com Romeu Zema, governador de Minas Gerais, Lula aparece com 43,3%, enquanto Zema soma 42,4%, mantendo a disputa numericamente próxima.

O único cenário em que Lula aparece numericamente à frente de forma mais confortável é contra Eduardo Leite (PSD), com 42,7%, ante 38,5% do ex-governador do Rio Grande do Sul.

Os percentuais de votos nulos, brancos ou em nenhum dos candidatos variam entre 8,2% e 16,5%, dependendo do confronto testado. Já os eleitores indecisos oscilam entre 1,1% e 2,3%.

A pesquisa não incluiu nomes como Jair Bolsonaro, inelegível até 2030, nem Fernando Haddad, atual ministro da Fazenda.

A pesquisa Futura ouviu 2.000 eleitores em 769 cidades brasileiras entre os dias 3 e 7 de fevereiro por meio da CATI (Entrevista telefônica assistido por computador). A margem de erro do levantamento é de 2,2 pontos percentuais para um nível de confiança de 95%.

Exame

Cachorro atacado por sucuri é salvo por militares do Exército

Foto: Reprodução
No último domingo (8) militares do 53º Batalhão de Infantaria de Selva (53º BIS) em Itaituba agiram rapidamente ao encontrar uma sucuri de 3 metros enrolada no cachorro em uma área de mata dentro do quartel.
Para salvar o animal, os soldados arrastaram a serpente até uma área pavimentada para facilitar o manuseio. Após o resgate bem-sucedido, o cachorro — uma fêmea — chegou a receber procedimentos de reanimação no local e se recuperou totalmente.

O caso teve um desfecho ainda mais positivo: a cadela, que vivia nas proximidades do quartel, foi adotada por um dos militares envolvidos no resgate após o episódio. A cobra foi capturada e devolvida ao seu habitat natural por equipes ambientais.

De Fortaleza á Acaraú: PCCE cumpre 13 mandados de prisão preventiva por organização criminosa e 24 mandados de busca e apreensão em ofensivas

Em continuidade aos trabalhos de combate aos grupos criminosos, a Polícia Civil do Estado do Ceará (PCCE), por meio da 9ª Delegacia do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), deflagrou, nesta terça-feira (10), mais uma fase da Operação Nexus, com foco na prisão de membros de um grupo criminoso de origem carioca. As ações resultaram em 13 cumprimentos de mandados de prisão preventiva e 24 mandados de busca e apreensão.

No bairro Prefeito José Walter, na Área Integrada de Segurança Pública 21 (AIS 21) da Capital, as equipes policiais cumpriram 12 mandados de prisão preventiva e 24 mandados de busca e apreensão. No município de Acaraú, na Área Integrada de Segurança Pública 11 (AIS 11) do estado, foi cumprida uma decisão judicial de prisão preventiva.

Além dos alvos da operação, as diligências na Capital resultaram em duas prisões em flagrante: um homem de 26 anos, por tráfico de drogas, e uma mulher, também de 26 anos, por receptação. Celulares e computadores foram apreendidos durante a ação. Os capturados foram conduzidos às delegacias responsáveis pelas diligências e, em seguida, colocados à disposição da Justiça.

SSPDS/CE

Pela 1ª vez, MEC deixa 45 mil deficientes visuais sem livros didáticos no início do ano letivo

Foto: Freepik
Mais de 45 mil alunos cegos ou com baixa visão vão começar hoje o ano letivo sem acesso a livros didáticos em Braille, sistema de escrita tátil em papel relevo voltado para deficientes visuais. A denúncia é da Associação Brasileira da Indústria, Comércio e Serviços de Tecnologia Assistiva (Abridef), que representa o setor que produz conteúdos desse tipo. Os materiais em Braille são considerados essenciais para a alfabetização e acompanhamento escolar desse público. A situação afetaria estudantes tanto de turmas regulares quanto de Educação de Jovens e Adultos (EJA) dos ensinos fundamental ao médio.

Segundo a Abridef, é a primeira vez, desde a criação do Programa Nacional do Livro e do Material Didático (PNLD), há quatro décadas, em que não houve cronograma oficial nem garantia orçamentária específica para livros acessíveis em um ano letivo. Procurado, o Ministério da Educação (MEC) alegou que o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) “possui contratos vigentes que asseguram o atendimento” a esses alunos, mas não respondeu diretamente sobre a entrega dos materiais em Braille.

‘Braille zero’

O relato da Adribef é reiterado pelo Instituto Benjamin Constant, órgão federal vinculado ao próprio MEC que oferece ensino especializado a esse público. Sediada no Rio, a entidade é considerada pioneira na América Latina na educação de pessoas com deficiência visual e oferece material didático impresso em gráficas próprias. Seu diretor-geral, Mauro Conceição, confirmou que 2026 será um ano de “Braille zero” em escolas brasileiras, conforme informações recebidas do FNDE.

— Ou seja, não haverá recursos para a produção, publicação e distribuição de livros em Braille e em tinta ampliada. O prejuízo nas escolas será enorme. Isso significa tirar a capacidade de aprendizagem em sua plenitude do aluno cego. Ele já tem a limitação da falta da visão: esse estudante aprende ouvindo e com as mãos. Se você não dispõe desse instrumento o aluno terá um déficit cognitivo irrecuperável — destaca.

Já o presidente da Abridef, Rodrigo Rosso, reforça que não há alternativa adequada para a alfabetização de crianças com deficiências visuais além do próprio Braille:

— Quando uma criança aprende a ler e escrever, ela vê a letra “A” ou “B” e a associa a um som. O Braille funciona da mesma forma, mas a construção simbólica acontece pelo tato, assim como a Língua Brasileira de Sinais (Libras) funciona para a pessoa surda. Sem ele, você forma um analfabeto funcional. O livro digital é complementar, ninguém ignora outras tecnologias, mas elas não substituem o Braille no aprendizado da leitura e da escrita.

Nas contas da associação, o custo estimado para atender todos os alunos cegos com livros em Braille é de aproximadamente R$ 40 milhões, o que representaria menos de 1% do orçamento anual do PNLD, que supera R$ 5 bilhões. Para a Abridef, a indisponibilidade do material didático adequado trata-se de uma decisão política, não financeira:

— Enviamos uma série de ofícios ao governo federal. Nunca recebemos uma resposta clara dizendo que a ausência do Braille fosse uma questão orçamentária. Esse sistema é a principal ferramenta de autonomia da pessoa cega. Inclusive, agora em janeiro, o Braille foi reconhecido como patrimônio cultural pela Unesco. É a ferramenta ideal de letramento para deficientes, e o Brasil está indo na contramão disso.

O número de 45 mil estudantes cegos em idade escolar é mensurado pela associação a partir de dados do IBGE. No entanto, apenas 7.321 estão identificados nos sistemas do MEC, que utiliza informações do Censo Escolar, do Inep. Desses, 3.500 — menos da metade — teriam recebido os livros adaptados em 2024. Ou seja, mesmo em anos considerados regulares mais de 90% dos alunos com deficiência visual ficam de fora da política pública. Agora, se nada mudar, nessa pequena parcela será atendida.

Com informações do O Globo